Competitividade

Publicada por José Manuel Dias


A construção da competitividade das empresas (e da economia) é mais do que uma consequência do “Inglês nas escolas”, do “Simplex”, das “Empresas na Hora”, da “Internet nas escolas”, da “disseminação das novas tecnologias”, das “comunicações de alto débito” ou do “Plano Tecnológico”. Embora necessários, estes factores não são suficientes.
Os fundamentos da competitividade empresarial assentam nas características culturais da sociedade e no modo como estas se transmitem, isto é, na capacidade do sistema da sua reprodução em, constantemente, adaptar o “conteúdo transmitido” à evolução do meio envolvente.
A competitividade, na essência, de um problema de “atitude”. Exige capacidade para comparar, constantemente, o “realizado” com o “pretendido” e para receber e interpretar, permanentemente, informação do que está a “acontecer lá fora”. Por outras palavras, trata-se de “olhar para fora” e ser “olhado de fora”.
Rui A. S. Neves, Autoavaliação e competitividade. no Jornal de Negócios, aqui.

0 comentários: