Escolas para o Século XXI

Publicada por José Manuel Dias


Todos os que querem uma escola melhor têm uma excelente oportunidade para dar a sua opinião. A Comissão Europeia, num documento de trabalho recentemente divulgado, suscita uma série de questões sobre as escolas e o ensino em relação às quais pretende obter contributos. De entre as questões referenciadas, seleccionamos para "aguçar o apetite" as seguintes:
1. Como podem as escolas organizar-se de modo a dotar todos os alunos do leque completo de competências essenciais?
2. Como podem as escolas equipar os jovens com as competências e motivação necessárias para tornar a aprendizagem numa actividade a realizar ao longo da vida?
3. Como podem os profissionais de ensino ser formados e apoiados de modo a vencerem os desafios que enfrentam?
Se tivermos cumprido os nossos propósitos quererá conhecer as restantes questões, bem como o documento que as enquadra. Se assim for, é só clicar aqui.
A Comissão Europeia quer definir os aspectos do ensino escolar em relação aos quais uma acção conjunta a nível da União Europeia poderá ser mais eficaz, em termos de apoio aos Estados-Membros, tendo em vista a modernização dos respectivos sistemas de educação. Espera respostas até ao dia 15 de Outubro.

3 comentários:

  1. Terra & Sal disse...

    Cumprimento-o meu Caro José Manuel Dias:
    De quando em vez lá venho aqui ao seu Blog dar uma espreitadela.
    Claro que o acho interessante , bem como o meu Amigo que considero pessoa interessada com o que se passa no nosso país, e até noutras paragens.

    Penso que o Caro JMD não detestando a minha vinda aqui, do mesmo modo sei que olha para mim de uma maneira particular, que não importa, nem me importa, o modo.
    Por outro lado sou exageradamente extensivo, diria mesmo exaustivo quando me pronuncio.
    É certo que propositadamente muitas vezes não sou objectivo porque penso que poderá haver sempre alguém que possa contrariar ou complementar o modo de pensar de “A” ou “B”

    Bem, para me abreviar, como certamente já compreendeu nas minhas humildes considerações não costumo ir muito na “onda” dos grandes “chavões” ou grandes ideias dos outros, até porque, penso, que já está tudo cá, e tudo inventado, e assim o que precisamos é de adaptar e aperfeiçoar se para tanto formos capazes.

    Penso que é pouco importante o que a Comissão Europeia está a tentar fazer, deveria preocupar-se com outras coisas mais "palpáveis."
    Primeiro, porque todos nós já sabemos que o tempo em que um individuo andava na escola, liceu ou universidade, e depois de concluir o seu curso, básico, médio, ou superior, ter arranjado trabalho ou emprego não “precisava” mais de pegar num livro para se actualizar. Ora esse tempo, até para nós, portugueses, já acabou há muito.
    A formação profissional, os conhecimentos técnicos ou científicos, são hoje em dia uma constante e pobre daquele que não complemente as suas convencionadas horas de labor, com mais uma ou duas de leitura dos avanços que se fazem diariamente no mundo do trabalho e da ciência.

    Sabemos que há professores que depois de concluir a sua licenciatura, até médicos, nunca mais revêem a “matéria” servem-se apenas e só da “tarimba” do dia a dia, uns nas aulas e outros nos hospitais, onde num lado e noutro há bons e maus profissionais, onde uns se entregam e outros andam por lá à espera do fim do mês. Claro que, como em todos os lados há honrosas excepções e pessoas dedicadas.

    Depois, penso que uma profissão, seja ela qual for, tem de ser servida por uma verdadeira vocação, não por haver mais ou menos quotas no mercado do trabalho ( a Ministra da Educação pensa que não é assim, o que julgo ser um erro) assim como, um aluno não deve procurar passar ou concluir cursos seja como for, ( e o próprio Estado não deve facilitar, como tem feito até hoje, acho isso condenável, irresponsável mesmo) mas deve isso sim, andar na escola para aprender e sair de lá a Saber. E se isso acontecer se quem tirar verdadeiramente um curso e souber da “poda” as iniciativas para os colocar ou para se colocarem no universo do trabalho surgem, nem que seja os próprios a “estabelecerem-se” porque têm confiança naquilo que são capazes de fazer.

    Meu Caro JMD, saí um bocadinho ou se calhar um pedaço, se calhar mesmo totalmente do seu tema, mas é isto que penso sobre as “invenções” que estão a querer todos os dias fazer, quando afinal, já não há nada a inventar.
    Renovo com amizade as minhas saudações.

  2. Joana Dalila Santos disse...

    Não sei não

  3. Professorinha disse...

    O que eu adoraria saber era o que é que eles entendem por DESAFIO...

    Fica bem