Financial Times

Publicada por José Manuel Dias


« O clima económico e político de Portugal mudou», constatou o Financial Times de 11 de Abril, numa análise ao Governo de José Sócrates.
Em menos de dois anos, o défice português - que no início de 2005, representava 6,8% do Produto Interno Bruto - caiu para 3,9%». Na previsão dos especialistas, até final do ano, esse valor deverá situar-se « perto dos 3% - máximo permitido nos países que integram a Zona Euro».
« O crescimento português é o mais baixo da União Europeia e representa menos de metade da média do Bloco». Apesar disso, os cortes e as reformas estruturais do Governo socialista, contestado em vários sectores da Função Pública, « arrancam elogios de Joaquim Almunia, Comissário Europeu para os Assuntos Monetários».
Fonte : Semanário Sol de 14 de Abril

1 comentários:

  1. Terra & Sal disse...

    Meu Caro José Manuel Dias:
    Li a notícia. Efectivamente é satisfatório, direi mesmo animador, sabermos que lenta mas firmemente, vamos saindo do atoleiro em que nos meteram.
    Há uma necessidade imperiosa de sairmos da zona negativa. Por outro lado, sabemos que não estamos nas melhores condições para o fazermos com uma recessão que atinge os países, e particularmente o nosso. É certo que o estamos a fazer com muitos sacrifícios, mas está a valer a pena. Há momentos em que se desanima, tanta é a confusão e distúrbio que se impõe e impera, nas mentes de alguns. O governo andava a laborar com entusiasmo e algum equilíbrio, a oposição não reclamava, porque não tinha nada a reclamar, e, comprovadamente, não tem gente nem nunca teve, que fizesse melhor. Eis que, de repente, para mostrar serviço, e fazer de todos nós parvos, e isso é que é o mais chocante, agarram-se às habilitações académicas do primeiro-ministro, como se a nós portugueses fosse importante saber se o primeiro-ministro, é licenciado, mestre, ou doutor.
    Interessa-nos são estas notícias internacionais que nos vão dando alguma credibilidade, longe daqui.
    Mas a pataratisse de alguns senhores da oposição, levam-nos ao ridículo e ao descrédito, transformando Portugal sempre que podem, num grande estúdio cinematográfico onde se desenrola uma telenovela que é dramática para uns, e cómica para outros, dependendo da cadeira onde se está sentado, mas que é sempre cheia de “suspenses” e sem fim à vista.
    Cumprimentos.