Christina Aguilera - Back In The Day

Publicada por José Manuel Dias

As mulheres na AP

Publicada por José Manuel Dias


Apesar de o Estado recorrer cada vez mais a serviços de outsourcing, Portugal continua a ser o quarto país da OCDE com o maior peso de salários dos funcionários no total de custos de produção do Estado.
Os dados, que constam de um estudo ontem divulgado, referem-se a 2007, altura em que os custos com os funcionários correspondiam a 56% do total dos custos de produção do Estado. A percentagem é apenas superada pelo México, Grécia e Dinamarca.
O relatório Government at Glance, baseado em dados que na maioria dos casos se referem a 2005, retrata uma administração pública portuguesa centralizada, com forte presença de mulheres, mas menos envelhecida do que na generalidade dos países da OCDE.
Num conjunto de 22 Estados analisados, Portugal é, aliás, o segundo país com a maior percentagem de mulheres na administração pública central. A Polónia é o único país que supera a proporção de 61% registada em Portugal.
Fonte: Diário de Notícias,
aqui.

Coisas positivas (13)

Publicada por José Manuel Dias


"As escolas profissionais estiveram estagnadas durante muitos anos com 30 mil alunos, mas, neste últimos três anos, o número de estudantes subiu para 40 mil", disse o presidente da Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), José Luís Presa.
Este crescimento, segundo José Luís Presa, deveu-se, em parte, à política seguida pelo Governo, que "definiu como meta colocar 50 por cento dos alunos do Ensino Secundário em percursos de formação profissional".O número de alunos deve continuar a aumentar porque os países mais desenvolvidos da Europa são aqueles que mais apostam na formação profissional", sustentou. O responsável assegurou que "os 20 anos de experiência das escolas profissionais foram muito positivos" e considerou que "o facto de as escolas públicas terem vindo a importar o modelo de funcionamento profissionais é a prova dessa qualidade".
Fonte: Público, aqui.
Este tipo oferta formativa tem crescido de forma significativa - 33% e não 25%, como erradamente se refere no artigo. Razões? Poderão ser apontadas várias mas, de entre elas, podem destacar-se, a nosso ver, a obtenção de competencias facilitadoras da integração no mercado de trabalho e a possibilidade de prosseguimento de estudos a nível superior.

Coisas positivas (12)

Publicada por José Manuel Dias


De acordo com os dados divulgados pelo Eurostat, o sector da construção teve no mês de Agosto um aumento de 2% na produção, enquanto a média europeia caiu 0,5%. Em termos anuais a diferença também é bastante expressiva: Portugal baixa 3%, bem melhor que os -11,1% europeus.

Empresas do passado versus empresas do futuro

Publicada por José Manuel Dias



Para além "deste trabalho de casa" de falar com Basílio Horta, "há sectores consensuais na sociedade portuguesa que merecem uma grande atenção" do Governo. Ulrich citou-os: "O da energia (para reduzir a dependência de Portugal do petróleo), as telecomunicações (para facilitar ao acesso das empresas e particulares à internet, ao conhecimento e à informação), o turismo (em que não sofremos a concorrência directa e esmagadora da China; pelo contrário a China pode alimentar o nosso turismo), o mar (em que temos grandes recursos que devemos desenvolver)".
Mas "acima de tudo", prosseguiu Fernando Ulrich, "temos de dedicar cada vez mais atenção às empresas e aos empresários que mostram que sabem criar riqueza, inovar e construir soluções de futuro." "Em alguns casos estamos a discutir e a canalizar recursos públicos para salvar empresas do passado. Se calhar esses recursos trariam mais riqueza ao País se fossem dados em apoios a empresas modernas, competitivas, que inovam."
Um artigo a propósito do Prós e Contras de ontem com leitura integral no Jornal de Negócios,
aqui.
Temos de concordar com a opinião de Ulrich. Muitas vezes os apoios apenas adiam o inevitável. As empresas têm de estar atentas à realidade envolvente e ajustarem-se. Colocar dinheiro em empresas do passado é penalizar o futuro.

Cadernos do Banco de Portugal

Publicada por José Manuel Dias



Pode consultar aqui os Cadernos do Banco de Portugal, escritos pelo Banco de Portugal com a finalidade exclusiva de informar e esclarecer os consumidores. A informação apresentada é exclusiva do Banco de Portugal. Débitos directos, Central de Responsabilidades de Crédito, Central de Balanços, Transferências a Crédito, Cartões Bancários, Cheques restrição ao uso, Notas e Moedas de Euro, Abertura e movimentação de contas, são alguns dos cadernos publicados. Muita coisa que um consumidor informado deve saber.

Cat Power - House Of The Rising Sun

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Dez vezes mais

Publicada por José Manuel Dias


O número de utilizadores de Internet em Portugal Continental aumentou dez vezes nos últimos 13 anos. Em 2009, perto de 4,5 milhões de portugueses acedem regularmente à Internet, de acordo com os mais recentes dados do Bareme Internet da Marktest.
Os dados deste estudo contabilizam 4,48 milhões de indivíduos que costumam usar a Internet em Portugal Continental. Os 5,6 por cento de indivíduos que em 1997 acediam à Internet passaram, em 2009, para 53,9 por cento - mais 863 por cento do que então, indica o relatório.
Nota-se igualmente uma grande discrepância no que toca à idade: 96,7 por cento dos jovens entre os 15 e 17 anos já não dispensa a Internet, um valor muito acima dos 7,3por cento de idosos com mais de 64 anos que também navegam.
Fonte: Público,
aqui.
Portugal avançou muito na utilização da internet. A crescente utilização das tecnologias de informação é um dado adquirido. Os mais novos já "tratam por tu" a internet. A geração Magalhães vai dar um novo impulso a esta realidade, sensibilizando, também, os progenitores para o uso das novas tecnologias.

Lila Downs - Paloma Negra

Publicada por José Manuel Dias

A gestão das Escolas

Publicada por José Manuel Dias


O alargamento do sistema - hoje universal, apesar dos 14,7% de abandono no fim do 9º ano - transformaram Portugal num país moderno. Infelizmente, o sistema ficou eternamente marcado pelo PREC. E a herança sente-se ainda, na forma pouco eficaz como as escolas são geridas. Ou melhor, não são geridas. As escolas portuguesas são organizações onde todos mandam e ninguém tem responsabilidade ou se sente responsabilizado.
[.../...]
Mas o sacudir de ombros das escolas e dos seus ideólogos em relação aos rankings é assustador. Assim como não passa pela cabeça da maioria dos professores ser avaliado pelos resultados dos alunos - embora, no limite, seja esse o único critério objectivo para o fazer - também não passa pelos projectos das escolas lutarem para melhorar os seus lugares nos rankings. A culpa não poder ser atirada apenas para cima das escolas - muitas têm projectos de combate ao insucesso escolar que muitos alunos desaproveitam, e os profesfesores queimam pestanas fazendo fichas de recuperação. O problema é que as escolas não são geridas como empresas. Se houvesse uma luta diária pelos resultados e a responsabilização de quem não os conseguiu atingir, provavelmente orgulhar-se-iam de ficar num bom lugar. Mas se calhar, esta é apenas outra utopia.
Catarina Carvalho, Directora Adjunta do Diário Económico, aqui.

A vitória das marcas brancas

Publicada por José Manuel Dias


Os produtos de marca própria já chegam a todos os lares portugueses. Ou seja, segundo a TNS Worldpanel, empresa de estudos de mercado, todas as famílias compram pelo menos um artigo deste tipo. No entanto, a quota de mercado destes produtos é de 33%. Isto significa que em cada 100 euros de compras 33 são gastos em artigos com a marca dos supermercados.
O crescimento destes artigos ocorreu maioritariamente devido à crise económica, com os portugueses a reduzirem as suas despesas fora de casa e a concentrarem os seus gastos em alimentação. Com a retoma da economia é expectável que o aumento do consumo destes produtos desacelere.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Se é verdade que a necessidade de poupar reforçou o consumo de produtos de marcas brancas, também não é menos verdade que países com melhor nível de vida que o nosso, como a Inglaterra e a França, aderem em maior percentagem às marcas brancas que os portugueses. Podemos concluir então que o que está em causa é, também, uma questão cultural. Existem povos que dão mais valor à poupança que outros.

Coisas positivas (11)

Publicada por José Manuel Dias


Portugal registou um défice comercial de 10 mil milhões de euros entre Janeiro e Julho, uma melhoria de 3,4 mil milhões de euros, quando comparado com igual período de 2008, indicou hoje o Eurostat. Segundo o gabinete oficial de estatísticas das comunidades europeias, Portugal continuou a comprar mais ao estrangeiro do que a vender, alcançando no entanto uma redução em percentagem idêntica na queda das exportações e das importações, reduzidas em um quarto. Entre Janeiro e Julho deste ano Portugal gastou 28 mil milhões de euros em importações, menos 25 por cento quando comparado com os 37,2 mil milhões de euros gastos em igual período do ano passado.
Fonte: Diário de Notícias,
aqui.

Louis Armstrong & Friends - Nobody Knows

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Novas regras no crédito habitação

Publicada por José Manuel Dias



As novas regras para os créditos à habitação, publicadas em Diário da República a 17 de Agosto , entram hoje em vigor para facilitar a concessão e renegociação dos empréstimos.
Assim, os bancos passam a ter que adoptar as regras do crédito à habitação aos outros empréstimos associados, conhecidos por multi-opções, o que significam comissões de amortização de capital em dívida mais baixas (0,5%), por exemplo, para quem tem empréstimos para obras ou compra de mobiliário. As instituições financeiras passam também a ter o prazo máximo de um ano para poderem subir o spread (margem de lucro dos bancos) em contratos cujo cliente não esteja a cumprir com o pacote de produtos e serviços financeiros combinados, na altura, e que levaram à bonificação daquela taxa.
Por último, passam a ter que apresentar a Taxa Anual Efectiva Revista (TAER) nas simulações de crédito à habitação sempre que seja proposto ao cliente uma redução de spread à custa da aquisição ou adesão de outros produtos.
Fonte: Expresso, aqui.

Problema ultrapassado

Publicada por José Manuel Dias


Pedro Duarte Neves, vice-governador do Banco de Portugal, afirmou hoje que as instituições financeiras portuguesas resistiram à crise, e já não têm problemas de liquidez. "O problema agudo de liquidez da segunda metade de 2008 e do primeiro trimestre de 2009 está ultrapassado", afirmou Pedro Duarte Neves, citado pela Lusa. Este responsável sublinhou "o programa de garantias e de recapitalização do Estado teve um efeito importante no desanuviar da tesouraria dos bancos". Há exactamente um ano, o Governo anunciou a concessão de garantias pessoais do Estado para o reforço da estabilidade financeira do mercado português, assumindo responsabilidades até 20 mil milhões de euros, de forma a assegurar que os bancos mantivessem o financiamento da economia.
Fonte: Diário Económico,
aqui.
São boas notícias para a economia que o mesmo é dizer para os particulares e para as empresas. O crédito é um instrumento decisivo para o desenvolvimento económico. A fazer fé nas palavras de um dos responsáveis do Banco de Portugal o "dinheiro vai continuar a circular com normalidade".

Low - In Silence

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To be green

Publicada por José Manuel Dias



O que costuma fazer às rolhas de cortiça depois de abrir uma garrafa de vinho ou de champanhe? Se as manda para o lixo, saiba que está a perder uma boa oportunidade de ser amigo do ambiente. "To be green" é um modo de estar que cada vez recolhe mais adeptos e guardar as rolhas de cortiça é uma das formas de ser ambientalmente responsável.E porquê? A cortiça reciclada é aplicada no fabrico de inúmeros produtos, conforme se pode ver no nosso País. Já não são só as malas, pastas, canetas, caixas para os óculos, como isolamento de som e calor, pistas de atletismo, projectos artísticos ou solas de sapatos. Agora há também anéis, colares, pendentes, entre muitos outros artigos, que são feitos à base de cortiça.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.

Ranking das Escolas

Publicada por José Manuel Dias


A tabela das escolas com melhores resultados nos exames nacionais deste ano volta a ser liderada pelos colégios privados. Entre as 20 melhores escolas no ranking de 2009 encontramos novamente apenas uma pública, a Secundária Aurélia de Sousa, do Porto... em vigésimo lugar.
A classificação das escolas de Aveiro- média de Exames - foi a seguinte: Escola Secundária José Estêvão - 60ª -, Escola Secundária Mário Sacramento - 62ª - Escola Secundária Homem Cristo - 83ª - e Escola Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima - 131ª.
O Diário de Notícias analisou em detalhe os resultados e dá-nos uma informação interessante que pode ser vista clicando aqui. Por exemplo seria interessante saber quais são as práticas das escolas que alcançam melhores resultados, e tentar perceber porque é que em algumas escolas a disparidade entre a média da classificação interna e a nota dos exames é tão elevada. Avaliar é um passo para melhorar desempenhos. Aprender com os melhores é um bom método para conseguir melhores resultados.

Investigadores premiados

Publicada por José Manuel Dias


Dois investigadores de Coimbra venceram uma competição internacional com uma solução capaz de prever, com uma hora de antecedência, episódios de hipotensão arterial em doentes internados nos cuidados intensivos, foi hoje anunciado. A aplicação informática foi desenvolvida pelos investigadores Jorge Henriques e Teresa Rocha, que venceram o concurso internacional, anual, promovido pela PhysioNet, organização do MIT (Instituto Tecnológico de Massachusetts) que gere uma das maiores bases de dados clínicos do mundo para fins de investigação.
Atrás dos portugueses ficaram dois investigadores norte-americanos, um da Universidade de Michigan, outro da Universidade Marquette Milwaukee, Wisconsin, que obtiveram os segundo e terceiro lugares, segundo uma nota divulgada pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).
Fonte: Diário de Notócias,
aqui.

Nobel da Economia

Publicada por José Manuel Dias


A economista americana Elinor Ostrom tornou-se hoje a primeira mulher a vencer o Prémio Nobel da Economia. Oliver E. Williamson, também americano, partilhou o prémio.
Os dois premiados trabalham actualmente nos Estados Unidos: Elinor Ostrom na universidade de Bloomington (Indiana) e Oliver Williamson na de Berkeley (Califórnia).
Os dois economistas foram galardoados pelo trabalho que desenvolveram na área de investigação e análise da governação económica.
Nas suas investigações, Elinor Ostrom demonstrou como a propriedade comum pode ser gerida de uma forma rentável pelas associações de utilizadores. Oliver Williamson desenvolveu uma teoria que mostra que as empresas podem funcionar como estruturas de resolução de conflitos e trouxe para a primeira linha de preocupações a questão da governação económica.
Fonte: Público,
aqui.