Aprender com os suecos

Publicada por José Manuel Dias


The Government wants to shape health and medical care services around the needs of the patients. Good health and medical care means being able to come into rapid contact with the system, which should be of a high and uniform quality. Improving quality requires better follow-up and the possibility to compare quality, cost and efficiency.
Vale a pena conhecer as reformas que o Goveno sueco está a implementar no sector da Saúde. Qualidade, custo e eficiência têm de ser ponderados. Até lá, na rica Suécia. Para continuar a ler clicar aqui.

A limpeza da cozinha

Publicada por José Manuel Dias


Sou estudante de economia e partilho uma casa com dois colegas. Mas não nos entendemos quanto à limpeza da cozinha.
Pensei que se desenvolvesse uma estratégia implacável de penalizações talvez conseguisse manter uma certa rotatividade na limpeza da cozinha. Mas os meus colegas não levam a sério as minhas ameaças de "castigá-los" e de me recusar a limpar e arrumar a cozinha, uma vez que sabem que prezo muito mais uma cozinha limpa do que eles. O que acha que devo fazer?
Para saber a resposta de Tim Harford, publicada no Financial Times, traduzida para o Diário Económico, clicar
aqui. Uma resposta que constitui uma excelente sugestão para a postura que devemos asssumir perante determinados problemas do nosso quotidiano.

Miley Cyrus - The Climb

Publicada por José Manuel Dias

A gestão do crédito

Publicada por José Manuel Dias


O número de instituições financeiras que não conseguem cobrar pelo menos 20% dos créditos concedidos atingiu o valor mais elevado dos últimos 18 anos, sinalizando mais falências bancárias nos EUA. Pelo menos 26 bancos têm uma taxa de incumprimento dos créditos concedidos superior a 20%, sendo que três destes bancos têm um crédito malparado superior a 50%, indicam os dados da agência governamental FDIC, compilados pela Bloomberg. Os especialistas consideram que uma taxa de incumprimento do crédito concedido superior a 5% representa um grave risco para as instituições financeiras.Embora as autoridades norte-americanas poderão não forçar estes bancos a encerrar as portas, a necessidade destes aumentarem os respectivos capitais e reduzirem o crédito que concedem poderá atrasar a retoma económica em pelo menos nove estados norte-americanos, nota a Bloomberg.
Fonte: Diário Económico, aqui.
Dizem que o negócio dos bancos é a gestão dos riscos. A avaliar por esta notícia os bancos da terra do Tio Sam não se podem orgulhar da qualidade do respectivo negócio. Têm tomado riscos que não deveriam e, agora, com o acentuar da crise, os incumprimentos vêm crescendo, colocando mesmo em causa a sobrevivência de alguns deles. Para garantirem o futuro algumas dessas instituições são forçadas a aumentarem os capitais próprios e a "reduzirem o crédito concedido". Caso para dizer que "errar é uma forma dolorosa de aprender".

Portugal volta a crescer

Publicada por José Manuel Dias


O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu as previsões de evolução económica e garante, agora, que Portugal regressa a um cenário de crescimento já em 2010 (0,4 por cento). Em Abril, a organização estimava que no próximo ano a economia portuguesa iria registar uma contracção de 0,5 por cento. Portugal alinha pelo tom optimista do FMI, nas previsões inscritas no World Economic Outlook hoje divulgado pela instituição liderada por Dominique Strauss-Kahn.
Fonte: Público,
aqui.
Afinal o futuro não vai ser tão mau como inicialmente se previa, em 2010 já vamos ter crescimento positivo. Quem o diz é o FMI.

Crédito mais difícil

Publicada por José Manuel Dias


Soube-se no final da semana passada. A Moody's, uma das mais conceituadas agências de rating a nível mundial, baixou marginalmente a notação de rating da maior parte dos grandes bancos portugueses, tendo mantido a notação dos restantes.
A decisão já era aguardada, tendo sido pré-anunciada em Abril último. Implica um agravamento do custo do crédito para as instituições atingidas, podendo implicar também, sobretudo para as mais pequenas, algum tipo de restrição ao financiamento. Para os dez milhões de portugueses: crédito mais caro, e menos crédito.
Daniel Bessa, no Expresso, a ler na íntegra aqui.

O clima económico melhora

Publicada por José Manuel Dias


O clima económico melhora. Há vários meses que há bons indicadores nos índices qualitativos de confiança às empresas e consumidores. Tratam-se de indicadores baseados em inquéritos mensais que questionam qualitativamente como tem evoluido ou se espera vir a evoluir um conjunto de variáveis chave na vida das empresas ou das famílias. Este mês a Construção e Obras Públicas, o INE avança com mais um mês de melhoria (exclui-se apenas a Construção e Obras Públicas). Os relatatórios podem ser vistos aqui.

Tindersticks »Mistakes

Publicada por José Manuel Dias

Coisas positivas (8)

Publicada por José Manuel Dias


A taxa de poupança das famílias portuguesas aumentou 1,6 pontos percentuais, para 8,6 por cento, no ano que terminou em Junho, face ao ano terminado no primeiro trimestre, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística.
O nosso comportamento presente é ditado, em grande parte, pela nossa visão do futuro. Se aumentamos a poupança, estamos a ajustar o nosso consumo a níveis que consideramos mais adequados aos nossos rendimentos. Acautelamos o futuro, preservando uma maior independência financeira e, ao mesmo tempo, contribuímos para diminuir o endividamento externo do nosso país. Poupar faz todo o sentido.

Agradecimentos

Publicada por José Manuel Dias

À Ana Paula Fitas, d´A nossa Candeia, pela atribuição do Prémio "Vale a Pena Ficar de Olho Nesse Blog".
Ao José Leitão, do Inclusão e Cidadania, pela atribuição do Prémio "Este Blog É Viciante".

Dia de eleições

Publicada por José Manuel Dias


9.490.680 eleitores podem votar hoje, domingo, nas eleições legislativas, de onde sairá o novo Governo e a composição da Assembleia da República na XI Legislatura. Votar é ajudar a escolher o caminho que marcará o nosso futuro. Vote.

Prestações mais baixas

Publicada por José Manuel Dias


As taxas Euribor, os indexantes mais usados no crédito à habitação em Portugal, atingiram ontem mínimos históricos. A Euribor a seis meses, à qual a maioria dos empréstimos bancários para comprar casa está indexada, está nos 1,02%. Isto significa uma poupança de 242 euros num empréstimo de cem mil euros, face à prestação de há um ano. Em Outubro de 2008, quando a Euribor a seis meses atingiu um recorde de 5,1%, qualquer português que tivesse contraído um empréstimo à habitação a trinta anos e com um spread de 1% pagava 611 euros. Agora, para os contratos que vão ser revistos já em Outubro, as famílias portuguesas com as mesmas exigências bancárias vão pagar 369 euros. Uma diferença de 242 euros.
Fonte: Correio da Manhã,
aqui.
Quem tem rendimentos fixos e crédito habitação tem visto o seu rendimento disponível aumentar. É bom que esse acréscimo não seja todo canalizado para o consumo. Um dia destes, não muito distante, o crescimento económico acelera e as tensões inflacionistas resurgem, e, como é natural, as taxas retomarão as subidas. A poupança, entretanto, efectuada pode dar jeito para suportar o aumento das prestações.

ENIGMA - SADNESS

Publicada por José Manuel Dias

Coisas positivas (7)

Publicada por José Manuel Dias


As encomendas à indústria voltaram a subir em Julho na zona euro, pelo segundo mês consecutivo, em comparação mensal, com Portugal a acompanhar a tendência, segundo dados divulgados hoje pelo Eurostat. As encomendas às fábricas da zona euro subiram 2,6 por cento em Julho face a Junho, mês em que tinham registado uma progressão de 4 por cento. Em Portugal, subiram 2,9 por cento, após uma quebra de 1,1 por cento no mês anterior.
Na União Europeia no seu conjunto, as encomendas à indústria subiram 1,6 por cento, após uma quebra de 0,6 por cento no mês anterior.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.

Comissões Bancárias

Publicada por José Manuel Dias


Portugal é um dos Estados-membros dos 27 em que as comissões bancárias são mais baratas, segundo um relatório da Comissão Europeia divulgado hoje que aponta “inúmeros problemas” na forma como os bancos europeus informam e aconselham os seus clientes. O Relatório da União Europeia sobre os serviços financeiros coloca Portugal no quarto lugar dos preços menos elevados das comissões bancárias cobradas nas contas correntes. Segundo a Comissão Europeia, Portugal tem “comissões bancárias muito baixas” e está “acima da média” europeia em termos de “simplicidade” e “transparência” do sistema de informação aos clientes. Portugal faz, por outro lado, parte de um grupo de países onde os consumidores preferem fazer transacções por via electrónica (internet), um sistema utilizado por 83 por cento do total. No entanto, o número de transacções por cliente está abaixo da média europeia.
Fonte: Público, aqui.
A análise comparativa é um bom indicador da nossa qualidade de desempenho. As comissões bancárias são baixas mas a transparência da informação deve melhorar. Se são baixas é expectável que subam, atenta a actual realidade dos Bancos, mas existe sempre um alternativa: o recurso às transacções electrónicas que têm associadas comissões mais baixas. Quanto à qualidade de informação existe um grande caminho pela frente - embora seja justo dizer-se que no passado recente muito tem sido feito neste domínio - para saber o que se paga e como se podem comparar as diversas ofertas.

Ben Harper- She's Only Happy In The Sun

Publicada por José Manuel Dias

Coisas difíceis (1)

Publicada por José Manuel Dias


Com maior ou menor alcance, o Governo reestruturou a Administração central, implementou a avaliação de desempenho, alterou o vínculo da maioria de funcionários, reduziu o número de efectivos. Mas a alegada "resistência sub-reptícia" à mudança já fazia antever algum grau de conflito. Agora a avaliação é a dos funcionários: da adesão dependem votos e pode depender o êxito da reforma. Foi difícil no Estado como seria difícil numa empresa privada. Quando Marta (nome fictício) integrou o instituto público, em 2004, não havia um verdadeiro sistema de avaliação. Em 2006, porém, é aplicado o Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho (SIADAP). Absorvida no espírito "meritocrático", esta técnica superior levou a avaliação a sério. Mas nem todos fizeram o mesmo. "Existe uma discrepância brutal por parte dos avaliadores e não existe ninguém que controle os objectivos. Eu estabeleço metas exigentes e o avaliador do lado escreve algo como 'tem de vir ao trabalho'. Por isso há pessoas muito boas que são ultrapassadas ". Difícil foi enfrentar os avaliados: "Está a ver como nos prejudicou?"
Para continuar a ler este artigo de Catarina Almeida, no Diário de Notícias desta data, clicar aqui.

Sapato a preços europeus

Publicada por José Manuel Dias


A nossa dor é menos forte do que a dos outros sectores", disse o presidente da APICCAPS, acrescentando que "há um ambiente de fé em relação ao futuro", esperando que, no próximo ano, a tendência de queda estagne para, em 2011, retomar a curva de crescimento dos últimos anos. As exportações de calçado cresceram 11 por cento entre 2005 e 2008, atingindo, no último ano, perto de 1,3 mil milhões de euros. "Vamos sair desta crise sem grande mazelas", reforçou o representante dos industriais de calçado, acrescentando que é o momento de trabalhar na alteração da imagem do calçado português que está desajustada com a realidade. "É preciso mudar a imagem que os sapatos portugueses têm no exterior, porque só melhorando a imagem podemos acrescentar valor ao nosso produto", defendeu o presidente do grupo Kyaia e dono da marca Fly London. "O sapato português tem que ser pago a preços europeus", reforçou Fortunato Frederico.
Fonte: Público, aqui.
O sector de calçado pode constituir um bem exemplo para muitos sectores. O pessimismo não gera a ambição salutar. Só acreditando no futuro mobilizamos as energias necessárias à materialização estratégias que apostem na diferenciação. Não podemo competir com base nos "custos", temos que apostar na qualidade para nos diferenciarmos. Apostar na qualidade para que "o sapato português seja pago a preços europeus" como bem defende o presidente da associação do sector do calçado.

Portugal melhor que a média

Publicada por José Manuel Dias


Como é consabido, estamos em crise. Portugal e o Mundo. A informação divulgada pelo Eurostat é, entretanto, muito animadadora. Evidencia um revitalização do comércio internacional e o nosso país revela um bom desempenho no que concerne ao comércio para fora da UE27. De acordo com os dados as exportações portuguesas cresceram em Julho face a Junho bem mais que a média (7,4% face a 3,3%), e as importações diminuiram muito mais que a média (-13,2% face a -0,6%).

Coisas positivas (6)

Publicada por José Manuel Dias



O Simplex traduziu-se num salto qualitativo na cidadania e na modernização, conjugando economia, eficácia e eficiência da Administração Pública. Em muitos casos as medidas implementadas foram de uma simplicidade surpreendente de tal sorte que muitos se questionam porque é que não foram levadas à prática mais cedo. Hoje somos um país que se pode orgulhar do que que já feito a nível do e-Government. A OCDE aponta-nos mesmo como um exemplo para outros países que querem modernizar a administração pública. Se quisermos verificar a amplitude e profundidade das mudanças basta consultar o relatório dos 4 anos de Simplex. Ora click e veja se não é verdade que "quanto mais simples melhor".