Os consumidores portugueses estão menos pessimistas e as empresas começam a prever melhores resultados. Em Agosto, o clima económico calculado pelo Instituto Nacional de Estatística acentuou a tendência de melhoria que se regista desde os mínimos históricos atingidos em Abril. E os indicadores de confiança dos consumidor já estão a regressar a níveis próximos do que se verificava antes da crise.
Fonte: Público, aqui.
Parece que o pior já terá passado. Não é só por cá que as coisas tendem a melhorar, por toda a Europa se registam melhorias. Claro que existem uns tantos que ficam incomodados com estas notícias mas para esses podemos dizer: resignem-se, é a economia.
Fonte: Público, aqui.
Parece que o pior já terá passado. Não é só por cá que as coisas tendem a melhorar, por toda a Europa se registam melhorias. Claro que existem uns tantos que ficam incomodados com estas notícias mas para esses podemos dizer: resignem-se, é a economia.
Índice acumula ganhos de 8,23% este mês, com os títulos da Altri e do BCP a liderarem as subidas em bolsa.
Há 16 anos que o PSI 20 não tinha um Agosto tão positivo. O índice do mercado nacional leva ganhos de 8,23% desde o início do mês e está a negociar no nível mais alto desde Outubro de 2008. Para encontrar um melhor desempenho em Agosto, é necessário recuar a 1993, altura em que o PSI 20 conseguiu acumular uma valorização de 12,6%.O PSI 20 está a superar as subidas das ‘praças' europeias.
Fonte: Diário Económico, aqui.
Há 16 anos que o PSI 20 não tinha um Agosto tão positivo. O índice do mercado nacional leva ganhos de 8,23% desde o início do mês e está a negociar no nível mais alto desde Outubro de 2008. Para encontrar um melhor desempenho em Agosto, é necessário recuar a 1993, altura em que o PSI 20 conseguiu acumular uma valorização de 12,6%.O PSI 20 está a superar as subidas das ‘praças' europeias.
Fonte: Diário Económico, aqui.
Uma queda de 18,8% nas receitas e a um aumento de 3,7% na despesa, contribuiram para o agravamento do défice mas o Governo mantém objectivo de chegar ao final do ano com um défice das contas públicas de 5,9 por cento. O Ministério das Finanças fez bem em divulgar o nível de execução orçamental para ninguém diga que não sabe como as coisas estão, e que não sabe ao que vai. As coisas estão devidamente explicadas aqui. Só precisam de ser lidas.
Os bancos concederam no primeiro semestre do ano menos 28% de crédito do que em igual período do ano passado. Ao contrário do que parece, esta é uma boa notícia. Ela significa que a banca está a adequar a sua política creditícia aos riscos da nova conjuntura económica.
E, por essa via, a salvaguardar os seus rácios de solvabilidade, algo que deve tranquilizar os cidadãos, em vez de os preocupar. Ou seja, ao contrário do que sucedia há um ano, os bancos já não têm falta de capital para emprestar (o mercado monetário interbancário e os mercados financeiros readquiriram liquidez); estão é mais cuidadosos a avaliar o risco de certas operações. De empresas e famílias.
Camilo Lourenço em artigo de opinião no Jornal de Negócios, com leitura integral aqui.
E, por essa via, a salvaguardar os seus rácios de solvabilidade, algo que deve tranquilizar os cidadãos, em vez de os preocupar. Ou seja, ao contrário do que sucedia há um ano, os bancos já não têm falta de capital para emprestar (o mercado monetário interbancário e os mercados financeiros readquiriram liquidez); estão é mais cuidadosos a avaliar o risco de certas operações. De empresas e famílias.
Camilo Lourenço em artigo de opinião no Jornal de Negócios, com leitura integral aqui.
Não podemos criar a ilusão de que um produtor que tenha uma dúzia de vacas vai continuar a produzir leite, porque não vai. Não vai conseguir ser competitivo", avisa Jaime Silva, para quem "é normal que, a curto prazo, passemos de 10 mil para sete mil produtores que produzirão tanto ou mais leite do que hoje".
Uma maior consolidação neste sector é, em sua opinião, "incontornável". Jaime Silva sublinha que os menos de dez mil produtores portugueses que hoje existem produzem muito mais leite do que os 80 mil que existiam há 10 anos. Daí que pretenda incentivar a saída de cerca de três mil produtores da actividade a curto prazo. "Criámos medidas para aqueles que têm 100 vacas poderem vir a ter 200, mas também criamos medidas para aqueles que não têm capacidade financeira e queiram sair: daremos 250 euros de ajuda por hectare aos que abandonem a produção", avançou.
Fonte: Diário Económico, aqui.
Uma maior consolidação neste sector é, em sua opinião, "incontornável". Jaime Silva sublinha que os menos de dez mil produtores portugueses que hoje existem produzem muito mais leite do que os 80 mil que existiam há 10 anos. Daí que pretenda incentivar a saída de cerca de três mil produtores da actividade a curto prazo. "Criámos medidas para aqueles que têm 100 vacas poderem vir a ter 200, mas também criamos medidas para aqueles que não têm capacidade financeira e queiram sair: daremos 250 euros de ajuda por hectare aos que abandonem a produção", avançou.
Fonte: Diário Económico, aqui.
O Ministro da Agricultura é um homem que sabe o que diz. As verdades podem custar a ouvir mas não é por isso que deixam de ser verdade. Quem sabe o que são economias de escala há muito que antecipou este desenlace: menos produtores e maior produção, para melhorar a competitividade.
Um derrame gigante de petróleo provoca prejuízos ambientais e sociais difíceis de calcular, mas dá trabalho às empresas de limpeza e cria emprego, logo aumenta o produto interno bruto (a riqueza gerada numa economia). Um programa de saúde infantil pode reduzir o risco de doença e mortalidade em crianças, fazer baixar as despesas hospitalares e, a prazo, o consumo de medicamentos, aumentando assim o bem-estar das pessoas, mas reduz o PIB. A privatização de uma praia, reduzindo o acesso livre ao público, pode estragar as férias a muita gente, mas aumenta a facturação da empresa concessionária, logo contribui positivamente para a riqueza. A exploração de petróleo, um recurso finito, idem.
Estes são alguns exemplos "paradoxais" que provam que o PIB está mal medido, defende Ladislau Dowbor, professor de Economia na Universidade Católica de São Paulo.
Estes são alguns exemplos "paradoxais" que provam que o PIB está mal medido, defende Ladislau Dowbor, professor de Economia na Universidade Católica de São Paulo.
As coisas nem sempre são o que aparentam... As coisas vão bem ou vão mal? As estatísticas são importantes nas importa saber como são construídas.
Portugal está entre os países que mais dinheiro do PIB aplica na Saúde, situando-se cima da média da OCDE. Ainda assim, o valor gasto por cada habitante é relativamente baixo: 1514 euros por pessoa, quando a OCDE gasta, em média, 2087 euros.
No estudo ‘Dados sobre Saúde 2009: Como Portugal se Comporta’, os números mostram que o País gasta 9,9% do PIB neste sector, o equivalente a 16,6 mil milhões, um ponto percentual acima da média da OCDE. Ainda assim, o dinheiro despendido per capita coloca-nos no fundo da lista dos 30 países que compõem a organização: 1514 euros gastos com cada português, abaixo dos 2087 euros médios. Abaixo, só países como a Hungria, República Checa ou Polónia.
No estudo ‘Dados sobre Saúde 2009: Como Portugal se Comporta’, os números mostram que o País gasta 9,9% do PIB neste sector, o equivalente a 16,6 mil milhões, um ponto percentual acima da média da OCDE. Ainda assim, o dinheiro despendido per capita coloca-nos no fundo da lista dos 30 países que compõem a organização: 1514 euros gastos com cada português, abaixo dos 2087 euros médios. Abaixo, só países como a Hungria, República Checa ou Polónia.
Fonte: Correio da Manhã, aqui.
O Serviço Nacional de Saúde é uma das grandes conquistas dos Portugal democrático e é através dele que o Estado assegura o direito à saúde (promoção, prevenção e vigilância) a todos os cidadãos. Importa ter, no entanto, a noção que neste mundo "não há almoços grátis" e que maior disponibilização de recursos acarreta maiores encargos para os contribuintes já que a procura potencial de saúde é ilimitada. Daí que seja relevante introduzir critérios de racionalidade económica no SNS, dando informação aos utentes do verdadeiro custo dos serviços que utilizam.
No fim da linha de produção, cinco mulheres dão os últimos acabamentos aos pequenos lápis de nove centímetros que vão acompanhar as agendas de um cliente inglês. "Estão a colocar as pontas de plástico. É um trabalho que exige muita mão-de-obra e fica caro, mas como a encomenda era só para 200 mil lápis não interessava aos chineses e nós aproveitámos a oportunidade", explica o gerente da Viarco, José Araújo.
Os pequenos lápis saem da fábrica já bem afiados, prontos a escrever, respeitando a tradição de uma marca que teima em resistir em instalações do início do século XX, decidida a valorizar as máquinas velhas como "arqueologia industrial".
São a etapa mais recente numa história iniciada há 78 anos, quando Manoel Vieira Araújo decide diversificar os negócios de chapelaria da família e compra a Fábrica Portuguesa de Lápis, com uma herança empresarial que remonta a 1907. Cinco anos depois é já sob o comando do seu filho que a marca Viarco chega ao mercado para fabricar lápis cobertos de sinais de trânsito, com a tabuada, as vogais e até a história da carochinha. Ao longo dos anos, ajudou milhões de portugueses a aprender a escrever e tornou-se ferramenta indispensável a carpinteiros, artistas e jogadores de golfe.
São a etapa mais recente numa história iniciada há 78 anos, quando Manoel Vieira Araújo decide diversificar os negócios de chapelaria da família e compra a Fábrica Portuguesa de Lápis, com uma herança empresarial que remonta a 1907. Cinco anos depois é já sob o comando do seu filho que a marca Viarco chega ao mercado para fabricar lápis cobertos de sinais de trânsito, com a tabuada, as vogais e até a história da carochinha. Ao longo dos anos, ajudou milhões de portugueses a aprender a escrever e tornou-se ferramenta indispensável a carpinteiros, artistas e jogadores de golfe.
Para continuar a ler este artigo de Margarida Cardoso no Expresso desta semana, clicar aqui.
Uma empresa com mais de 75 anos que permanece no mercado. Qual é o segredo? Aproveitar as situações "geradoras de oportunidades", manter uma "estrutura pequena e flexível" e "criar produtos com maior valor acrescentado" e "inverter a estrutura de vendas, tornando as exportações dominantes". " Em sínteses apostar numa estratégia de diferenciação focada.
Os cinco maiores bancos reforçaram os capitais para níveis acima dos exigidos pelo Banco de Portugal, conseguindo assim ultrapassar a banca espanhola em solidez.
Os principais bancos nacionais atingiram, no final de Junho, um rácio de fundos próprios de base (Tier 1) médio de cerca de 9% e que compara com o rácio médio de 8,3% dos maiores bancos espanhóis. Uma diferença que se irá acentuar ainda mais quando o BCP atingir em Agosto o Tier 1 que estima atingir então, de 8,8%, face aos actuais 8%.F
Fonte: Diário Económico, aqui.
Pelo quinto trimestre consecutivo, a Zona Euro permaneceu em terreno negativo entre Abril e Junho. Mas foi por pouco. Alemanha, França e, até Portugal, saíram da recessão. Metade dos países está a crescer. E, quem ainda não está, está a cair menos. O fim da recessão à escala europeia está para breve. Para além da Alemanha, França e Portugal (todos com variações trimestrais do PIB de 0,3%), a Grécia cresceu 0,3%, regressando a uma rota de expansão apenas interrompida no primeiro trimestre, o mesmo tendo sucedido com a Eslováquia, que depois de ter afundado uns impressionantes 11% no arranque do ano, voltou a crescer 2,2%. Itália (-0,5%), Holanda (-0,9%), Bélgica (-0,4%), Áustria (-0,4%) e Chipre (-0,5%) voltaram a sofrer contracções, mas, em todos os casos, bem menos acentuadas do que no trimestre anterior.
Boas notícias para todos nós, más notícias para os profetas da desgraça.
Teste os seus conhecimentos sobre economia e responda aqui ao Quiz de Verão do Negócios. Veja se conhece as buzzwords de gestão. Clique aqui para abrir o questionário no Jornal de Negócios.
Este ano é ano de recenseamento agrícola. O trabalho de campo vai ser realizado entre Novembro de 2009 e Maio de 2010 um pouco por todo o país. O INE, entidade responsável por esta operação estatística, está a contratar:
186 técnicos locais com contrato a termo certo e 1540 entrevistadores em regime de recibos verdes. Eventuais interessados podem recolher informação adicional aqui: INE RA09.
186 técnicos locais com contrato a termo certo e 1540 entrevistadores em regime de recibos verdes. Eventuais interessados podem recolher informação adicional aqui: INE RA09.
Numa altura em que o crédito mal parado está a caminho de máximos históricos, um estudo académico sugere que, quando são mulheres a decidir quem e quanto pode pedir emprestado ao banco, as taxas de incumprimento são menores.Esta conclusão foi hoje divulgada pelo Centre For Economic Policy Research (CEPR), um centro de investigação de política económica sedeado em Londres, e surge quando vários outros estudos sugerem que elas são também mais ajuizadas quando estão do outro lado do balcão, a pedir emprestado.
E porquê são elas mais sensatas na concessão de crédito? A primeira das duas explicações avançadas pelos investigadores não prima pela originalidade: as mulheres – concluem - parecem conseguir intuir características dos clientes difíceis de avaliar pelas meras respostas aos inquéritos, e que acabam por escapar aos homens. Os investigadores não o escrevem, mas do que falam é do velho “sexto sentido”. Mas há mais. Segundo estes investigadores, as mulheres têm uma maior capacidade de “acompanhar” os seus clientes. Também não o escrevem, mas o que dão a entender é que ao primeiro deslize do cliente, o telefone toca... Velho sentido maternal?
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.
Os azares acontecem, mas, ao contrário do que muitos acreditam, é possível planeá-los, em particular se forem imprevistos financeiros. Os especialistas em finanças pessoais concordam que a criação do fundo de emergência é tão importante como a redução da dívida. Um fundo de emergência é uma reserva de dinheiro que está pronta a entrar em acção caso surja um acontecimento inesperado que exija capital. A perda do emprego, uma despesa médica substancial, uma reparação grave na casa ou no carro e uma factura surpresa do fisco são exemplos de ocorrências que justificam a mobilização do fundo de emergência. A compra de um carro novo, a remodelação da casa ou as próximas férias já não devem usar esse fundo, porque poderiam ser planeadas antecipadamente.
Subscrever:
Mensagens (Atom)














