O Governo aprovou hoje em conselho de ministros o decreto-lei que elege o turismo como “actividade estratégica para a economia nacional”. O sector, que vale hoje 11 por cento do PIB e emprega mais de 500 mil pessoas, passa a ter um diploma onde são definidas as bases das políticas de desenvolvimento da actividade turística. O decreto-lei aponta como áreas prioritárias os transportes e acessibilidades, (sobretudo o transporte aéreo), a qualificação da oferta, a promoção, o ensino e formação profissional, e a política fiscal. São definidos os princípios estruturantes das políticas públicas de turismo e destacada a “transversalidade do sector”.
Fonte: Público, aqui.
Temos condições naturais ímpares para apresenta uma oferta turística de qualidade. Não desperdicemos a oportunidade de conseguir melhorar o nosso desempenho num sector tão promissor como o do turismo. Há, no entanto, que fazer mais e melhor. O Governo, por via do Turismo de Portuga pode (e deve) ter um papel preponderante, mas todos, sem excepção, devem dar o seu concurso.
Os professores portugueses perdem muito tempo na sala de aula até conseguir o ambiente de aprendizagem ideal, confessam num inquérito feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), realizado no ano lectivo de 2007/2008. O estudo Criar Ambientes Eficazes de Ensino e Aprendizagem feito em 23 países através de questionários a docentes do 3.º ciclo do ensino básico, foi apresentado hoje.
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A OCDE defende que "a principal lição política" a retirar deste estudo é que os ministérios têm que prever incentivos "mais eficazes" para os professores, recompensando-os e reconhecendo o seu trabalho. Além disso, devem olhar menos para o controlo dos recursos e conteúdos educativos e mais para os resultados da aprendizagem. Em comunicado, o Ministério da Educação congratula-se com a avaliação do desempenho dos professores e a gestão escolar e considera que as recomendações da OCDE confirmam "a centralidade e a premência das reformas introduzidas".
Fonte: Público, aqui.
Assino por baixo. As reformas da educação não eram apenas necessárias, eram urgentes. Os resultados não deixarão de aparecer. Importa, no entanto, diferencias os professores com base no desempenho, premiando os mais capazes.
Mas pormenores à parte, o debate suscitou algumas reflexões. A primeira é que Constâncio falhou na abordagem ao caso BPN: o governador teria ganho muito mais se reconhecesse que o Banco de Portugal falhou (como outras entidades de supervisão pelo mundo fora), explicando contudo o que vai fazer para que situações destas não se repitam. A segunda é que os políticos precisam de se preparar para estes debates: confundir liquidez com situação líquida de uma empresa, como sucedeu com Nuno Melo, é uma "boutade.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.
No final de Abril, as exportações portuguesas para Angola ultrapassaram mil milhões de dólares (720 milhões de euros), o que representa uma subida de 21,6%", revelou hoje o presidente da Câmara do Comércio e Indústria Portugal Angola (CCIPA), Carlos Bayan Ferreira, que falava durante um colóquio sobre as relações económicas entre Portugal e Angola.
"Em quatro meses continua a haver uma dinâmica importante de interesse dos produtos portugueses em Angola", salientou Carlos Bayan Ferreira, citado pela "Lusa". O responsável frisou a importância do papel de Angola como quarto destino das exportações portuguesas e o primeiro fora dos países da União Europeia.
"Em quatro meses continua a haver uma dinâmica importante de interesse dos produtos portugueses em Angola", salientou Carlos Bayan Ferreira, citado pela "Lusa". O responsável frisou a importância do papel de Angola como quarto destino das exportações portuguesas e o primeiro fora dos países da União Europeia.
Fonte: Dário Económico, aqui.
Tivemos oportunidade de ler alguns dias atrás que "a greve dos pilotos da Portugália iria custar 1,5 milhões de euros à TAP e cerca de 1 milhão de euros à própria Portugália". Entretanto, a greve foi concretizada e, a fazer fé nesta informação, " o sétimo de 10 dias de greve levou ao cancelamento de 80% dos voos e que aderiram à greve 85% dos 150 pilotos da companhia". Não sabemos qual foi o prejuízo efectivo para a companhia de bandeira portuguesa desta acção reivindicativa dos pilotos. Uma coisa é certa: os prejuízos do ano transacto tenderão a agravar-se e comportamentos desta natureza não contribuem para a recuperação da empresa. O futuro não é brilhante. Curiosamente, outra companhia aérea, a British Airways, enviou, nesta data, um e-mail a mais de 30 mil empregados, a solicitar que trabalhem voluntariamente entre uma semana a um mês sem renumeração. Os salários que não forem pagos no próximo mês serão distribuidos parcialmente num prazo de três a seis meses.
Uns procuram defender os seus interesses, outros preocupam-se com o futuro da empresa. Cá pensam em direitos, lá equacionam as obrigações. A história ensina-nos que o excesso de garantismo pode levar ao sufoco das empresas e, por via disso, à inexistência de direitos. Pelos vistos existem alguns que só aprendem com os próprios erros.
De las nueve a las once de la noche de un sábado cualquiera, 500.000 clientes están cenando en España pasta y productos de Telepizza servidos a domicilio. Para ello, 16.000 empleados de la compañía están trabajando. "Es un mecanismo muy complejo que hay que poner en funcionamiento con precisión milimétrica", dice José Carlos Olcese, consejero delegado de la compañía. Telepizza acaba de dar una vuelta de tuerca a su estrategia comercial al ampliar de oferta de productos, servicios y puntos de venta para incrementar su cartera de pedidos. "Hemos preguntado a nuestros clientes y ofrecemos desde esta semana hamburguesas, pasta y ensaladas que junto con las pizzas, pollo y kebabs que ya teníamos podemos completar en un solo pedido los gustos de una familia", según Olcese.
Importa estar atento ao meio envolvente e transformar ameaças em oportunidades, potenciando os pontos fortes da organização. A Telepizza sabe o caminho para o seu objectivo.
Fica em Setúbal, vai estar pronta daqui a dois meses, e deverá criar 350 postos de trabalho directos e entre 1000 a 1500 indirectos. Representa um investimento de 550 milhões de euros e pertence ao Grupo Portucel Soporcel. Fonte: Expresso, aqui.
Os finalistas portugueses dos cursos ligados às engenharias ou de economia mostram-se dispostos a trabalhar mais horas por menos dinheiro. E admitem mesmo sair do país para poder encontrar o primeiro emprego.
Os dados constam do inquérito Trendence, que decorreu no primeiro trimestre deste ano lectivo e envolveu 196 mil alunos de 22 países europeus. Comparado com o realizado no final do ano lectivo anterior, o estudo mostra as expectativas mais baixas dos estudantes finalistas de cursos na área da economia e da engenharia. Nas duas áreas de conhecimento, os alunos estão dispostos a trabalhar mais horas do que estavam os seus colegas finalistas do ano passado. Se, antes, era reportada a intenção de trabalhar 43 horas por semana, agora os jovens admitem passar mais tempo no trabalho (44,6 horas no caso da engenharia e 45,3 horas na economia). Já os espanhóis e os holandeses são dois exemplos dos alunos que menos horas admitem trabalhar; do outro lado estão os suíços, que antecipam semanas com quase 50 horas de trabalho.
Os dados constam do inquérito Trendence, que decorreu no primeiro trimestre deste ano lectivo e envolveu 196 mil alunos de 22 países europeus. Comparado com o realizado no final do ano lectivo anterior, o estudo mostra as expectativas mais baixas dos estudantes finalistas de cursos na área da economia e da engenharia. Nas duas áreas de conhecimento, os alunos estão dispostos a trabalhar mais horas do que estavam os seus colegas finalistas do ano passado. Se, antes, era reportada a intenção de trabalhar 43 horas por semana, agora os jovens admitem passar mais tempo no trabalho (44,6 horas no caso da engenharia e 45,3 horas na economia). Já os espanhóis e os holandeses são dois exemplos dos alunos que menos horas admitem trabalhar; do outro lado estão os suíços, que antecipam semanas com quase 50 horas de trabalho.
Fonte: Jornal de Notícias, aqui.
Atente-se na dimensão do estudo: 196 mil alunos, de 22 países. Registe-se a conclusão: disponíveis para trabalhar mais horas por menos dinheiro. Podem alguns falar em "direitos irreversíveis" mas quem está do lado da procura sabe que a realidade não é como alguns a pintam. As regalias e os privilégios dos instalados só penalizam os mais jovens. Eles sabem que o futuro é dos melhores e estão preparados para competir. É nossa obrigação dar-lhes essa oportunidade.
Pela primeira vez desde o início da crise financeira, em 2007, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prepara-se para anunciar uma revisão em alta para as previsões da economia mundial em 2010. O mundo deverá crescer 2,4%, contra a anterior previsão - datada de Abril - de 1,9% e a retoma deverá ocorrer nos primeiros seis meses do ano.
A nova previsão do FMI deverá ser anunciada amanhã, em Itália, na reunião dos ministros das Finanças do G8, o grupo dos países mais industrializados do mundo. A estimativa, diz o FMI, é sustentada pelas "medidas de estímulo às economias", decididas pelos governos nos últimos meses. Já no início desta semana, e sem adiantar previsões, Dominique Strauss-Kahn, director-geral do Fundo, projectava a retoma da economia mundial para a "primeira metade de 2010".
A nova previsão do FMI deverá ser anunciada amanhã, em Itália, na reunião dos ministros das Finanças do G8, o grupo dos países mais industrializados do mundo. A estimativa, diz o FMI, é sustentada pelas "medidas de estímulo às economias", decididas pelos governos nos últimos meses. Já no início desta semana, e sem adiantar previsões, Dominique Strauss-Kahn, director-geral do Fundo, projectava a retoma da economia mundial para a "primeira metade de 2010".
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Um spot publiciário que é um hino ao empreendedorismo. Uma via de excelência para combater o desemprego: criar o seu próprio posto de trabalho. O Microcrédito pode ajudar a viabilizar muitos negócios, garantindo a independência financeira aos seus promotores. O Millennium BCP está de parabéns!
Os investidores regressaram em definitivo aos fundos de investimento e os dados relativos a Maio, ontem divulgados pela APFIPP, espelham a aposta cada vez maior nestes instrumentos. Contas feitas, os fundos terminaram o mês passado com um saldo líquido de 294 milhões de euros, um valor mais do que cinco vezes superior aos 54 milhões alcançados em Abril. Para além de ser o terceiro mês consecutivo em que o valor das entradas nos fundos supera o dos resgates, Maio é também o melhor mês dos fundos em quase dois anos.
Fonte: Diário Económico, aqui.
Fonte: Diário Económico, aqui.
A produção industrial na União Europeia (UE) caiu em Abril 19,4 por cento, face a igual período do ano passado, mas Portugal foi o terceiro país europeu que menos recuou, registando uma diminuição de 11,1 por cento. Segundo o gabinete de estatísticas da UE (Erostat), se se considerar apenas os países da Zona Euro e para os quais há informação disponível, a queda da produção industrial foi mais elevada, 21,6 por cento.
Na UE a 27 Estados-Membros, Portugal é dos países que menos caiu, situando-se apenas atrás da Polónia, que recuou 6,9 por cento, e da Roménia, que diminuiu a produção industrial em 7,8 por cento.
Na UE a 27 Estados-Membros, Portugal é dos países que menos caiu, situando-se apenas atrás da Polónia, que recuou 6,9 por cento, e da Roménia, que diminuiu a produção industrial em 7,8 por cento.
Fonte: Correio da Manhã, aqui.
Como é consabido existe uma grave crise internacional. A economia portuguesa, até pelos problemas estruturais que enferma e que ainda não foram resolvidos, ressente-se. Apesar de tudo, como se verifica, temos resistido bem. Estamos melhor (ou menos mal) que a larga maioria dos países da Zona Euro. A quem se deve atribuir a responsabilidade desta situação?
A inflação caiu para 1,3% na média dos últimos 12 meses de acordo com o Instituto Nacional de Estatística. Se excluirmos a energia e os bens alimentares não transformados, a taxa de variação do IPC foi de 0,5%. É, assim, provável que a inflação no final do ano se situe perto do valor estimado pela OCDE (1,3%) já que a variação negativa ocorrida nos últimos meses, decorrente da involução dos preços dos produtos energéticos e alimentares, não se deve manter. O comportamento reecente do preço do petróleo é um indício que as coisas estão a mudar. Neste enquadramento quem tem emprego, empréstimos a taxa variável e recebeu aumentos superiores à taxa de inflação esperada, como por exemplo os funcionários públicos com 2,9%, vê o seu rendimento real a subir de forma muito expressiva.
Talvez seja bom lembrar que quem tem emprego deve fazer tudo para o conservar e quem não o tem que tenha em conta o conselho de Paul Krugman , Prémio nobel da Economia, "Bad jobs at bad wages are better than no jobs at all".
O défice de qualificações vai continuar a ser um problema em Portugal ao longo da próxima década. Os mais de 6,7 milhões de trabalhadores pouco qualificados, em 2007, representavam 75,1% da população com mais de 15 anos. Um valor que deverá descer para 57,8% em 2020, mas que continuará a ser o mais elevado da Europa. São dados do Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional (Cedefop) que constam de um relatório ontem divulgado pela Comissão Europeia. A progressão dos restantes 24 países analisados será, em média, menos acentuada, mas incapaz de alterar a posição relativa de Portugal. A proporção da população com o ensino básico, que se situava nos 38,1%(2007) deverá descer para 29,3% (2020).
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Nos últimos anos tem sido feito um grande esforço em ordem a recuperarmos o nosso atraso no que concerne às qualificações. As Novas Oportunidades são bem um exemplo desse trabalho meritório. Importa, no entanto, prosseguir com empenho redobrado em ordem a grantirmos a convergência com os países mais desenvolvidos. A aprovação, nesta data, da proposta do Governo que contempla o "alargamento da escolaridade obrigatória de nove para 12 anos" e “a universalidade da educação pré-escolar para crianças a partir dos cinco anos” constitui um passo importante nesse caminho de melhorar as qualificações de portugueses. Um objectivo que merece um consenso alargado na sociedade e que todos os partidos subscreveram ao votarem favoravelmente a proposta do Governo.
Com a saída do Manchester United para o Real Madrid, Cristiano Ronaldo vai ver a sua factura fiscal registar um corte substancial. O que somado ao aumento de salário e valorização do euro, representa um forte crescimento no rendimento do melhor jogador de futebol do mundo. Segundo escreve hoje o “Financial Times”, com a saída do clube inglês, Ronaldo vai escapar à taxa de imposto de 50%, que vai ser implementada no próximo ano no Reino Unido, para contribuintes com rendimentos mais elevados. Em Espanha, o futebolista irá beneficiar da denominada “lei Beckham”, que limita a 25% a taxa de imposto cobrada aos jogadores estrangeiros a actuar na liga espanhola.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.
Um conhecimento exaustivo do ambiente externo contribui para a optimização das decisões. O jogador português não deixou, por certo, de ponderar os aspectos fiscais na sua decisão.
Os portugueses que metem baixa por motivos de saúde ficam, em média, 12 dias por ano em casa. É um recorde europeu, apenas ultrapassado pela Bulgária, segundo um estudo sobre saúde que incluiu 24 países. De acordo com o inquérito da consultora Mercer sobre benefícios de saúde no trabalho, Portugal está muito acima da média europeia, que se fixa nos 7,4 dias por ano. A vizinha Espanha, pelo contrário, ocupa o top três dos países em que menos dias se tira de baixa. As dores musculares, o stress e as doenças psíquicas lideram as razões de baixa no País, revela o estudo. Os números nacionais dão ainda mais força a este recorde. Isto porque em Portugal as baixas têm subido nos últimos meses.
Fonte: Diário da Manhã, aqui.
Stress e doenças psíquicas são as causas invocadas para grande parte das baixas médicas. Será que é o resultado das crescentes exigências nos mais diversos domínios e actividades da Administração Pública? Será o resultado da crise económica e do desemprego? Sabe-se, entretanto, que os turcos são os que menos faltam (4,5 dias/ano). Será que estamos a precisar de "banhos turcos" ?
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