Mais um dos muitos dias de trabalho que João Pulido, de 32 anos, espera cumprir ao serviço do banco, numa área de trabalho na qual, de fora, não se vê futuro. "Claro, percepciono uma carreira", explicou, pragmático. "Apesar dos tempos conturbados, principalmente nesta área... Mas estou a tentar assentar arraiais e ver se perspectivo, no futuro, uma carreira bancária", argumentou João Pulido.
Primeiro ponto. Nem todos estes 100 ficaram disponíveis. Houve rendimentos, os mais diversos, no essencial ligados à dívida externa, flutuando entre nós e o resto do mundo e cujo saldo final foi negativo. Ao procedermos à correcção, obtemos o PNB, Produto Nacional Bruto, cujo valor foi de 96. Repare-se: ainda não fizemos nada e já nos "comeram" 4% do PIB. As transferências, sobretudo de emigrantes, atenuaram depois o impacto e o valor subiu para 97. É este o rendimento disponível.
Como é normal nestes casos, o rendimento disponível foi dividido em duas partes: 87 para consumo e 10 para poupança. E aqui surgiu um problema. Por definição, a poupança é igual ao investimento, e o nosso investimento foi de 22. Se só dispúnhamos de 10, onde fomos arranjar o resto? Resposta: vendemos uns activos por 2 e, a seguir, fomos buscar mais 10 à "poupança" do exterior. Endividámo-nos.
Esta é a maldição portuguesa: por cada 100 que produzimos, gastamos 110. Sempre foi assim. Habituámo-nos a viver acima das nossas posses e a dívida lá vai subindo, subindo...
Através da Internet, nos sites do Expresso, SIC, Visão e AEIOU, foi possível enviar propostas subordinadas a três temas: reforçar a liberdade, aprofundar a democracia e construir uma sociedade mais solidária. A adesão dos portugueses à iniciativa foi grande. Ao todo, 1193 pessoas reflectiram sobre o espírito da Revolução de Abril. Várias personalidades se juntaram ao Portugal é de Todos.
A
economia do Reino Unido está numa recessão profunda que se agravou no primeiro trimestre deste ano, com o produto interno bruto (PIB) a recuar 1,9 por cento face ao último trimestre de 2009, o que representa o maior ritmo de declínio da actividade em 30 anos, revelou hoje o organismo de oficial de estatísticas britânico, o Office for National Statistics.
Fonte: Público, aqui.
A taxa de desemprego em Espanha aumentou 3,45 por cento para 17,36 por cento da população activa no primeiro trimestre deste ano, com o número de desempregados a ultrapassar os quatro milhões, indicam dados oficiais divulgados hoje.
O crédito malparado nos particulares registou em Fevereiro um crescimento de 32% em relação a igual período de 2008, diz o Boletim Estatístico de Abril do Banco de Portugal, hoje divulgado. Já o crédito total concedido pelos bancos aos portugueses aumentou também para um novo recorde nos 132,56 mil milhões de euros em Fevereiro, um crescimento de 2,83% face ao mesmo mês do ano passado.
O Banco de Portugal precisa que o crédito malparado representa 2,38% do crédito total concedido pelos bancos, um valor considerado como seguro pelos especialistas.
Esta é a principal conclusão de um estudo promovido pelo Grupo Caixa Geral de Depósitos e realizado por uma equipa de investigadores do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), que culminou com o lançamento do Índice de Consciência Reforma (ICR).
Barak Obama no lançamento do plano do TGV para os USA
"Quando visitei salas de aula da última vez que estive em Lisboa, vi os alunos a utilizar o computador Magalhães e vi um ambiente de aprendizagem muito diferente, onde os alunos estão motivados a aprender, adaptado a cada um dos estudantes e onde todos colaboram. Este é o futuro. Toda a minha investigação mostra isto, mas estamos a avançar muito devagar em todo o mundo", sublinha o especialista, destacando Portugal como um exemplo.
É na receita que está o "calcanhar de Aquiles" do orçamento desenhado em Janeiro e que ameaça, a meio do ano, um tropeção nas contas.
Fonte: Público, aqui.
Armas a utilizar: crescimento económico, moderação salarial, recuperação de atrasados - e, no limite, se necessário, cortes no investimento público. O plano arrancou muito bem, e no final de 2007 o défice já estava em 2,6%.
Mas sobreveio uma crise do tamanho do mundo. A maior de que há memória nos últimos oitenta anos. E os objectivos, por muito meritórios que fossem, tiveram de ser alterados. A prioridade já não era o futuro, mas o presente; não era o défice, mas as pessoas: os pobres, os endividados, os desempregados, os sem ninguém. E o país, sem que déssemos por isso, ficou cercado. Amarrado. Hoje todos exigem tudo e ninguém parece ao corrente do que se está a passar.
Em declarações ao DN, Carlos de Jesus, da Corticeira Amorim, não apontou datas para o lançamento do avião no mercado, mas realçou o facto de se tratar de um aparelho mais leve e ecológico, que irá consumir menos combustível.
A Amorim Cork já participa no projecto norte-americano do Space Shuttle também com o fornecimento de compósitos de cortiça, e encara esta iniciativa como uma "porta de entrada" para outras indústrias de alta tecnologia, como seja a ferroviária.
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) recuou 0,4% em Março face ao mesmo mês de 2008, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se da primeira evolução negativa desde pelo menos 1978, data dos primeiros dados do INE.
A mesma fonte explica esta evolução negativa com a queda dos preços dos transportes.
Se forem excluídos dos cálculos as variações dos preços da energia e dos bens alimentares, a taxa de variação homóloga da inflação foi de 0,9% em Março, abaixo dos 1,4% registados em Fevereiro.
Fonte: Diário Económico, aqui.
Cortada a cabeça do duque, havia que granjear a simpatia das pessoas tuteladas pelo duque de Aveiro. Entendeu o rei que essa seria uma forma de compensação.
Fonte: Diário de Aveiro, aqui.
De acordo com a Lusa, Michael Bloomberg, envolvido em negociações tensas com os sindicatos dos trabalhadores municipais, anunciou que deverão ser suprimidos 7.000 postos de trabalho suplementares, ou pelo menos, deverão ser reduzidos drasticamente os benefícios salariais destes funcionários.
O Governo aprovou hoje uma proposta de autorização referente ao regime de reabilitação urbana, prevendo em casos extremos situações em que os proprietários serão forçados a vender ou arrendar os seus imóveis, ou a fazer obras coercivas. Em conferência de imprensa, no final do Conselho de Ministros, o diploma foi apresentado pelo titular da pasta do Ambiente, Nunes Correia, e pelo secretário de Estado do Desenvolvimento do Território e Cidades, João Ferrão.
O regime estabelecido para o sistema de venda forçada aproxima-se e é totalmente compaginável – talvez com algum benefício acrescido em relação aos direitos dos proprietários – com o que é actualmente praticado relativamente à expropriação. A venda forçada é uma forma de expropriação, não a favor da entidade expropriante, mas a favor de quem se comprometa a fazer aquilo que há a fazer para a reabilitação urbana”, sustentou Nunes Correia.
Fonte: Público, aqui.
O propósito é meritório, resta saber como é que a lei vai ser aplicada. Se contribuir para a reabilitação urbana merece os nossos aplausos.
A influência da Internet na tomada de decisão cresce em todas as categorias, destacando-se os produtos de turismo, tecnologia e financeiros.
Comparando com o mesmo inquérito feito em 2006, este demonstra que a massificação digital é notória, uma vez que se verifica «um aumento significativo do acesso à Internet a partir do lar» e um consumo e acesso diário à Internet que «cresceu e ganhou importância em todos os targets».
Há cerca de 500 mil casas à venda em Portugal, o que representa 10% das habitações do país. Tendo em conta que se vendem 170 mil casas por ano, isto significa que mesmo que não se construíssem mais casas, seriam precisos quase três anos para esgotar o stock total.
O antigo lugre motor de quatro mastros, ultimamente a navegar com o nome de Polynesia II, voltou a ter dono nacional, concretamente a empresa de pescas Pascoal & Filhos, da Gafanha da Nazaré, em Ílhavo. Foi adquirido, a 22 de Janeiro, durante um leilão, em Arruba, nas Caraíbas
Palavras de Joseph Schumpeter (1883-1950), nascido, como Keynes, no ano da morte de um outro génio, o alemão Karl Marx (1818-1883), cuja actualidade é assinalada aqui, no DN, por João César das Neves.
Fiquei muito satisfeito em saber que há menos 30 mil carros a circularem diariamente nas ruas de Lisboa, o que corresponde a uma diminuição de 7% no trânsito. A queda de 9% no movimento na A1 (menos 8500 automóveis por dia) é uma má notícia para a Brisa, mas uma boa notícia para quem está preocupado com o futuro do planeta. Quero acreditar que, quando a noite passar, as pessoas que agora estão a deixar o carro na garagem continuarão a usar os transportes públicos.
Fiquei muito satisfeito em saber que, pela primeira vez, caiu a venda de telemóveis e que a poupança dos portugueses aumentou 14%. Parece-me que 14,5 milhões de telemóveis são suficientes para dez milhões de portugueses e sonho com o dia em que voltarão a haver mais escovas de dentes nos copos da casa de banho do que telemóveis nos bolsos.
“(…) A ligação universidades/necessidades do mercado de trabalho também mereceu críticas por parte de Miguel Portela e Luís Reis nas «conversas ao pequeno-almoço», organizadas pelo IPAM. O CEO da Sonae.com sublinhou que as escolas «deviam pôr as pessoas a pensar, a saber reagir ao desconforto, à diferença». Os cursos superiores, acrescentou, «são demasiado fáceis. As pessoas só sabem até onde podem ir se forem levadas ao seu limite».
«A muitos licenciados falta o mundo. Para muitos, o mundo acaba no fim da rua da aldeia dele». Esta imagem fornecida por Luís Reis serviu para demonstrar como os portugueses se «agarram desesperadamente ao seu cantinho».
O CEO da Sonae.com deu um exemplo: «Num processo de recrutamento, perante a «ameaça» de que podem ser colocados em qualquer ponto do país, metade desiste. À metade que fica, dizemos que podem ser colocados em qualquer ponto do mundo e metade vai embora. Dos candidatos iniciais restam-nos normalmente 25 por cento». Daí o desabafo: «Devia ser proibido aos recém-licenciados namorar ou casar nos próximos dez anos». (…)”
Fonte: Agência Financeira, aqui.
Uma das medidas da cimeira do G20 em Londres foi o reforço da regulação financeira internacional, mediante a criação de uma nova instituição internacional -- o Financial Stability Board --, a partir do já existente Financial Stability Forum, criado em 1999 pelo G7, mas agora com uma composição alargada - incluindo todos os G20, mais a Espanha e a Comissão Europeia (o que reforça o peso da UE) - e sobretudo com poderes mais extensos e mais efectivos.
















































