163 mil casas vendidas

Publicada por José Manuel Dias


Em 2008 venderam-se menos 50 mil casas do que em 2007. Apesar da queda, a quebra não foi tão significativa como se chegou a temer, tendo ficado pelos 22% entre os dois anos. O que significa um total de casas vendidas que rondou as 163 mil.
Os dados são da consultora Confidencial Imobiliário (CI), recolhidos através do SIR (Sistema de Informação Residencial), e baseia-se nas vendas realizadas pela ‘pool' de promotores e mediadores imobiliários, num total de 59 entidades. A consultora estima que em 2007 se tenham vendido ao redor de 200 mil casas.
Fonte: Diário Económico, aqui.
Apesar da crise ainda se venderam mais de 163 mil casas. É obra. Se pensarmos que este ano, quem tem rendimentos certos e estabilidade de emprego vai ver aumentado seu rendimento disponível é de esperar que esse número suba. Afinal há por aí boas oportunidades de compra e nunca, como agora, os juros estiveram tão baixos.

Eva Cassidy - what a wonderful world

Publicada por José Manuel Dias

A melhor dos últimos 11

Publicada por José Manuel Dias


Há onze anos que a bolsa nacional não vivia uma semana tão animada. Em apenas cinco dias, o índice PSI-20 valorizou perto de 9%, elevando para 15,9% o seu ganho anual. Esta é já a maior valorização entre os principais mercados europeus. O principal índice da bolsa nacional registou, esta semana, um ganho de 8,88%. Todos os títulos, à excepção da Sonae Indústria, que recuou 2,45%, encerraram a semana em alta, com especial destaque para a Teixeira Duarte, que avançou mais de 31%, e para a banca, que ganhou mais de 18%.O ganho semanal da bolsa nacional foi o maior desde a semana que terminou a 16 de Outubro de 1998.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.

A Banca do futuro

Publicada por José Manuel Dias


Desenvolvimento de canais alternativos de contacto com o Banco; menos espaços físicos; colaboradores polivalentes e proactivos; aumento das fusões; preocupações com o ambiente; criação do assistente virtual; focada no cliente; reforço da qualificação dos colaboradores; criação de balcões "low cost"; aposta na videoconferência como meio de comunicação com o cliente; cybercafé nas agências; colaborador bancário será consultor financeiro; queda do uso do cheque, desaparecimento do dinheiro físico em benefício do dinheiro electrónico; acesso ao sistema através de PDA´s e Netbook's; criação de cartão único com dados pessoais e bancários; decisão de crédito via electrónica, preocupação com cost to income; acesso ao cadatro bancário via on line por parte de todos os operadores do sistema; incremento do tele-trabalho; preços diferenciados conforme o canal de acesso flexibilização do horário de abertura dos balcões; aumento do outsourcing, indexação da remuneração ao desempenho, reforço da selectividade, incremento da análise e decisão via scoring, surgimento de novos produtos financeiros e criação de balcões de acordo com o perfil dos clientes.
Estas são algumas das tendências que marcam (ou marcarão) o futuro da Banca identificadas no decurso de uma sessão de Brainstorming com bancários e não bancários. O futuro dirá o grau de aderência à realidade.

Onde estão os desempregados?

Publicada por José Manuel Dias


Este país não é composto só por desgraças e tem ainda uns loucos que resolvem transformar ameaças em oportunidades,". O discurso de Silva Matos, presidente do grupo empresarial com o mesmo nome, sediado em Sever do Vouga, ontem, durante a inauguração de um nova fábrica no município, traduz a satisfação de quem conseguiu reabrir a antiga Metalicis, que pertencia a outro grupo e que foi encerrada em Fevereiro do ano passado, deixando 40 trabalhadores à porta. Quinze meses depois, a agora Silva Matos- Equipamentos de Transportes abre as portas e para além de ter mantido os anteriores trabalhadores, admitiu mais dez e necessita de mais 15, entre serralheiros e soldadores.
Para além destes 15, o grupo precisa de mais 80, "mas parece que não há desempregados neste País", referiu Silva Matos. "Onde estão os desempregados?", questionou, perante o Secretário de Estado Adjunto da Industria e Inovação, Castro Guerra, que inaugurou a empresa que vai produzir cisternas de transporte de líquidos.
Fonte: Jornal de Notícias, aqui.

Entre os melhores do Mundo

Publicada por José Manuel Dias


A revista britânica, que assinala este ano 300 anos de existência, apresentou anteontem os 101 melhores spas do Mundo. Situado no Gerês, o Aquafalls Spa Hotel foi o único hotel português a integrar esta selecção.
Na crítica publicada, a «Tatler» considera o espaço «verdadeiramente excitante e fresco, e um spa verdadeiramente revigorante». «Este novo, genuíno e baby spa hotel tem vista fantástica sobre as soberbas montanhas da Peneda-Gerês, único parque natural do país. Tratamentos mistos combinados com passeios por florestas encantadas de carvalhos retorcidos e garranos selvagens, onde a água brota de penhascos escorrendo sobre as rochas», refere a crítica publicada na «Tatler».
Fonte: Agência Financeira, aqui.

Obrigado

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Andreia, Cláudia, Diana, Emanuel, Fabrício, Hugo, Joana, José Orlando, Lara, Liliana Sofia, Nuno, Paulo, Pedro, Sara, Tânia, Tiago, Vânia, Liliana, Albino, Ângela, Carlos, Catarina, Celeste, Daniela, Diamantino, Duarte, Isabel, Joana, Tânia, Susana, Aida, Ana Pontes, Ana , Ana Pinto, Maria, Ana Pereira, Ana Monteiro, André, Bernardo, Bruno, Deivy, Elisete, João, Jorge, José Manuel, Liliana, Marina, Joana, Ricardo, Peter, Sandro, Sara, Sónia, Tiago e Vânia. Sem vocês não teria recebido o prémio que recebi. Obrigado.

Estamos a perder tempo?

Publicada por José Manuel Dias


O que interessa comparar não é o nosso salário com o dos outros, mas sim o nosso salário com o nosso produto. E a conclusão é terrível: os custos do trabalho por unidade produzida atingem em Portugal um dos níveis mais altos da Europa, e os aumentos recentes ainda agravaram a situação. Números de 2008: em Portugal, o peso dos salários no PIB excedia os 50%; a média da zona euro não chegava a 48%. É impossível competir assim.
Não havendo competitividade, é óbvio que a economia não funciona. Precisamos de repensá-la. No longo prazo, está tudo em aberto: a reorientação do investimento, a reforma da educação, a substituição dos mercados, etc. Mas, no curto prazo, em que não há tempo a perder, dificilmente se encontra uma solução que não passe pelo controlo dos custos: à cabeça estão os salários. Muito bem, e se os trabalhadores recusarem?
Se quer saber a resposta para esta importnte questão suscitada por Daniel Amaral, no Diário Económico, é só clicar
aqui.

Está mau mas podia ser pior

Publicada por José Manuel Dias


Dizer que a actividade económica está em forte contração já não é novidade para ninguém. Esta realidade não pode , no entanto, dissociar-se da forte queda no comércio externo, perto de 25%. Acontece, no entanto, que as exportações caem menos do que as importações, 25,6% contra 23,9%, conforme se pode confirmar aqui, merecendo particular destaque as relações extracomunitárias onde as nossas exportações estão a cair muito menos do que aquilo que vamos comprar fora da União Europeia (21,9% contra 38,4%, mais detalhes aqui). Daqui se conclui que se está a registar um desagravamento do saldo negativo da nossa balança comercial.

Inevitável...

Publicada por José Manuel Dias


As receitas fiscais com base nos três principais impostos - IVA, IRS e IRC - caíram cerca de 20% entre Janeiro e Abril, face ao período homólogo.
A revelação foi feita ontem no Parlamento pelo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Carlos Lobo que antecipou dados, ainda provisórios, da execução orçamental a divulgar em meados deste mês.
Fonte: Diário Económico,
aqui.
Se a economia está em recessão a quebra de recetas é inevitável. Ora, com menos receitas e mais despesa pública, temos um pequeno "grande problema" chamado défice. Como é que vai ser resolvido? Para o ano pensamos nisso...

The Corrs -What Can I Do

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Ultra difícil

Publicada por José Manuel Dias


"A situação da Irlanda é ultra difícil", uma vez que o país "vê-se confrontado com uma severa contracção da sua actividade económica", frisou Jean-Claude Juncker, após a reunião dos ministros das Finanças da zona euro, realizada ontem em Bruxelas.
No entanto, "aplaudimos os esforços recentes que foram empreendidos pelo governo, para se envolver na via de consolidação das finanças públicas", acrescentou o presidente do Eurogrupo, que classifica de "corajosas" as decisões tomadas recentemente pelo governo irlandês.
O primeiro-ministro irlandês anunciou em Abril uma série de aumentos de impostos e de cortes nas despesas para reduzir o défice público, que atingiu 7,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2008, o nível mais elevado na União Europeia.
Fonte: Diário Económico, aqui.
Apontada durante muitos anos como exemplo a seguir, atento o contínuo crescimento económico, a Irlanda está, agora, a dar "dor de cabeça" à União Europeia. O BCE já criou um fundo especial a ser utilizado em caso de necessidade. A defesa do Euro assim o exige.

Objectivos pouco SMART

Publicada por José Manuel Dias


Uma das técnicas motivacionais mais conhecidas e disseminadas é a definição de objectivos. Ela encontra-se presente em qualquer organização com um mínimo de sofisticação gestionária numa das suas formas possíveis. E a constatação de que nem todos os objectivos são geradores de motivação levou à popularização da ideia de que as organizações precisam não apenas de objectivos, mas de objectivos SMART. O acrónimo inglês refere-se a objectivos específicos, mensuráveis, alcançáveis, recompensados e com prazos definidos.
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Em conclusão: os objectivos SMART são uma ferramenta poderosa, mas podem gerar comportamentos imprevistos e perniciosos. Os objectivos individuais, se não forem articulados com outros resultados organizacionais, limitam o desejo de cooperação, inibem os comportamento de cidadania organizacional e transformam a organização num campo de corredores solitários e individualistas. O que sugere que, sem as devidas cautelas, objectivos SMART podem, afinal, ser menos inteligentes do que parecem.
Miguel Pina e Cunha, em artigo de opinião no Jornal de Negócios, alerta-nos para o risco de nos focarmos apenas nos objectivos. A ler na íntegra, aqui.

Pôr o dinheiro a circular

Publicada por José Manuel Dias


O dinheiro é o sangue da economia e eu não tenho feito outra coisa senão activar a sua circulação. Comprei um andar dos anos 60 a um agricultor de Resende, que vai reinvestir o encaixe num empreendimento imobiliário, ou seja, o dinheiro vai continuar a circular.
A Luísa, a menina que intermediou o negócio, anda a fazer o 12.º ano nas Novas Oportunidades, o quer dizer que a comissão ficou em boas mãos e eleva ainda mais o carácter generoso do gesto patriótico de comprar um apartamento num momento em que toda a gente está a tentar adivinhar quando é que isto bate no fundo para voltar a arejar as suas notas.
Nas obras na casa nova estiveram envolvidos trolhas, picheleiros, carpinteiros, pintores e electricistas, o que mitigou o desemprego que flagela a construção civil. Animei ainda sectores tradicionais da nossa indústria portuguesa, como a de cerâmica, aglomerados de madeira e papeleira.
Jorge Fiel, no Diário de Notícias, aqui.

O padrão de consumo está a mudar

Publicada por José Manuel Dias


Se há indicador que a crise parece ter deixado ileso é o consumo de bens alimentares. À semelhança do que aconteceu nos últimos meses de 2008, também o início deste ano mostra que os portugueses preferem abdicar de outros luxos, como as idas aos restaurantes, mas continuam avidamente a encher a despensa de casa. Mais até do que o normal em alturas de maior estabilidade económica. Há, no entanto, produtos que já não entram tão facilmente no carrinho de compras nacional, como a carne vermelha e os doces. São considerados acessórios, ao contrário do que se passa com bens mais acessíveis e que servem de base a refeições mais económicas, como as conservas e as massas. Isto sem contar com o fenómeno das marcas próprias (comercializadas pela grande distribuição), cuja quota de mercado tem vindo sempre a aumentar nos últimos tempos. Uma mudança de hábitos que tem como grande meta a poupança.
Fonte: Público, aqui.

I Can't Tell You Why - Eagles

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Vinho e saúde

Publicada por José Manuel Dias


A Federação Nacional das Adegas Cooperativas promoveu, quinta-feira, no Cartaxo, um seminário destinado a divulgar os apoios que estão à disposição das adegas cooperativas, divulgar experiências de internacionalização e apresentar o projecto "Vinho e Saúde", que visa a promoção do consumo moderado de vinho.
Manuel Costa e Oliveira, secretário-geral da Fenadegas, disse à Lusa que, embora os apoios devessem ter sido colocados à disposição do sector há mais tempo e pudessem ser melhor aproveitados, o facto é que existem sinais de que este continua a ser "um sector pujante".
O ministro da Agricultura, que presidiu ao encerramento do seminário e inaugurou, ao princípio da noite, a Festa do Vinho do Cartaxo, sublinhou igualmente a importância de um "dos grandes sectores da agricultura portuguesa", que, apesar da crise que afecta a todos, é "dinâmico, investe milhões de euros e ganha prémios lá fora".
Fonte: Diário de Notícias, aqui.

Perguntas difíceis

Publicada por José Manuel Dias


Qual o lugar da ética na Economia? Os mercados são por natureza mecanismos que favorecem um relacionamento cooperativo entre as pessoas? O Estado é um catalisador da corrupção na economia ou desempenha um papel moralizador das relações de mercado? Será que é viável para os consumidores e para as empresas a adopção de comportamentos éticos nas suas transacções? E quem define o que é moral e ético?
São as perguntas suscitadas por Marina Costa Lobo, em artigo de opinião no Jornal de Negócios, aqui, e respondidas por Luís de Sousa, investigador de ciência política, no livro "Ética, Estado e Economia" (Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2009).

A lei de Murphy?

Publicada por José Manuel Dias


Os principais índices norte-americanos iniciaram a sessão em queda acentuada, acompanhando a tendência de desvalorizações registadas um pouco por todo o mundo. A gripe suína, cujos casos conhecidos já começam a alastrar-se por vários países, e os indicadores económicos são os principais responsáveis pela descida dos índices.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.
Já toda a gente sabe que as coisas não vão bem em lado nenhum mas estas notícias obrigam-nos a questionar se não estamos na presença da Lei de Murphy.

Percepção? Será?!

Publicada por José Manuel Dias


Seria necessário recuar até Novembro de 2002 - altura em que os mercados bolsistas recuperavam do ‘bear market" provocado pela bolha das ‘dotcom' - para encontrar valorizações semelhantes às registadas no PSI 20 no último mês. A bolsa nacional escalou 9,41%, a par com o que aconteceu com os principais índices mundiais. Mas como se justifica a recente euforia quando a economia norte--americana regista, no primeiro trimestre, a maior contracção em cinco décadas, a economia britânica reporta os piores números desde 1979 e o FMI revê em baixa acentuada as perspectivas de crescimento para o mundo? Na verdade, tudo se resume à percepção dos investidores.
Fonte: Diário Económico, aqui.