35 anos depois do 25 de Abril existem alguns, poucos felizmente, que ainda não se habituaram a conviver com quem pensa de de forma diferente. Lamentável, é o menos que se pode dizer. Imagens da agressão podem ser vistas, aqui, no blogue Câmara Corporativa. Tenho apreço pelo Professor Vital Moreira. Leio com regularidade os seus posts no blogue Causa Nossa. Não posso deixar de condenar de forma veemente a agressão de que foi alvo e exprimo, por esta via, a minha inteira solidariedade. Estes actos, que só diminuem quem os pratica e quem os ousa desculpar, envergonham todos os democratas. Já agora uma última nota. Somos europeus. A saída para a crise não pode deixar de passar pela Europa, como bem defende Vital Moreira. Se já tinha intenção de conhecer melhor o seu pensamento sobre o velho continente comprando o livro "Nós Europeus", agora está decidido: é já seguir.
A economista Teodora Cardoso disse hoje à Lusa ser ainda demasiado cedo para se poder falar em retoma económica, mas acredita que o ritmo de queda já abrandou.
Em declarações à Lusa, a administradora do Banco de Portugal realçou que "todas as grandes crises da história tiveram sinais positivos que depois não se vieram a concretizar". Para a economista, no caso português, o futuro depende da "capacidade de compreender o enquadramento externo" e de "reforçar a coesão social". Teodora Cardoso realçou a necessidade de "existir maior confiança entre as pessoas" e, especificamente, "entre trabalhadores e patrões". "É preciso que todos reconheçam as suas responsabilidades face à sociedade e face ao Estado", advogou a economista, acusando os portugueses de "empurrar as culpas uns para os outros".
"Os americanos reagem a uma situação de crise, percebendo que têm que consumir menos, não começam a empurrar as culpas para os outros. É uma discussão que não é construtiva, porque daí não advém nenhuma solução", acrescentou. Para sair da crise, é preciso ser em conjunto. Estando cada um a puxar para seu lado, não se chega a lado nenhum", sentenciou.
Fonte: Público, aqui.
O presidente do Banco Central Europeu impôs um voto de silêncio aos membros do conselho de governadores de forma a tentar parar as declarações contraditórias que têm surgido sobre a política de taxas de juro na zona euro a seguir de forma a combater a actual recessão.A confirmação desta imposição foi dada por Ewald Nowotny, governador do banco central austríaco, que, em declarações citadas pela agência Bloomberg, disse que em nome do presidente do BCE foram dadas instruções para que não fossem dados detalhes sobre o que se irá passar na reunião do BCE do próximo dia 7 de Maio.
Fonte: Público, aqui.
A decisão interessa a todos os que têm dívidas indexadas à Euribor porque as taxas Euribor (ver gráfico de evolução aqui) tendem a seguir o rumo da taxa directora do BCE. Se se confirmar nova descida do preço do dinheiro, as prestações do crédito habitação continuarão a baixar, permitindo "novas poupanças" para as famílias. Aguardemos, pois, pelo dia 7.
Fonte: Público, aqui.
A decisão interessa a todos os que têm dívidas indexadas à Euribor porque as taxas Euribor (ver gráfico de evolução aqui) tendem a seguir o rumo da taxa directora do BCE. Se se confirmar nova descida do preço do dinheiro, as prestações do crédito habitação continuarão a baixar, permitindo "novas poupanças" para as famílias. Aguardemos, pois, pelo dia 7.
Então, enveredei pelo caminho errado: comecei a pedir empréstimos para pagar empréstimos, uma escolha completamente errada. Pensei que ia controlar estas dívidas quando fosse para o projecto, onde me tinham dito que iria receber cerca de 3.000 euros", afirma. Mas o projecto nunca foi adiante. "Começou a ser um pesadelo, entrei completamente em derrapagem. Quando vi que estava em dificuldades, comecei a contactar as financeiras para tentarmos encontrar uma solução, mas isto é uma selva. Anda meio mundo a enganar outro meio". Isabel tentou marcar uma consulta junto da Deco, mas disseram-lhe que só atendiam pessoas desempregadas. Foi aí que se dirigiu ao GOEC (Gabinete de Apoio ao Endividamento dos Consumidores). Isabel, aposentada da função públicam, com uma reforma de 1.700 euros, explica a sua situação de sobreendividamento (incapacidade estrutural ou duradoura de um consumidor conseguir pagar o conjunto das suas dívidas). A ler na íntegra no Jornal de Negócios, aqui.
Governo aprovou hoje, na generalidade, a bolsa de estudo destinada aos alunos do ensino secundário com menos de 18 anos, com aproveitamento escolar e que venham de famílias carenciadas.O decreto-lei “vem reforçar o apoio do Estado às famílias de menores recursos e visa compensar as despesas resultantes da frequência do ensino secundário ou equivalente, para os alunos que sejam beneficiários do 1º ou 2º escalão do abono de família para crianças e jovens”, lê-se no comunicado do Conselho de Ministros.
O novo apoio terá um valor equivalente ao dobro do valor do abono de família que a criança já recebia e abrangerá no próximo ano lectivo os alunos do 10º ano e, nos anos seguintes, gradualmente, os alunos do 11º e 12º anos. Assim, a soma do abono e da bolsa representará um apoio mensal de 138 euros para os alunos do 1.º escalão e de 105 para os do 2.º. A medida será aplicada já no próximo ano lectivo. A atribuição de bolsas vai custar ao Estado 45 milhões de euros por ano, segundo fonte governamental. Este valor deverá subir para os 100 milhões de euros anuais, dentro de três anos.
Fonte: Público, aqui.
A taxa de juro implícita do conjunto de contratos de crédito à habitação está em queda há três meses consecutivos. Mas a um ritmo que fica muito aquém da descida das taxas Euribor, que servem de indexante à maioria dos empréstimos em Portugal e que estão em correcção acelerada há quase sete meses.
O que é que explica esta diferença? Em primeiro lugar não estamos a falar de taxas iguais. A Euribor a seis meses é de longe o indexante mais utilizado no crédito à habitação em Portugal, mas ao qual que é somado o spread, ou margem dos bancos, cujo valor pode variar entre 0,25 por cento e 3,30 por cento, conforme o risco do cliente. O spread também varia em função da evolução das taxas e do risco económico geral, verificando-se que, depois de uma queda acentuadas nos últimos anos, os bancos estão, desde o Verão do ano passado, a aplicar spreads mais altos.
Fonte: Público, aqui.
Se soubermos como se forma o preço do crédito, a resposta é simples. É que não basta considerar o custo do funding (dos recursos que os bancos captam e dos empréstimos que contraem), temos também de ter em conta os custos operacionais (se o negócio é menor e o ajustamento não foi feito, a tendência é para serem mais pesados), considerar o prémio de risco (valor que visa cobrir eventuais incumprimentos) e, também, a margem de lucro do banco. Os spreads são mais altos, pois são. Será que os Bancos ganham mais? Duvido. Os incumprimentos do crédito habitação têm vindo a subir e as garantias (pessoais e reais) não tem hoje o valor que era suposto terem aquando da respectiva concessão .
Todas as inovações eficazes são surpreendentemente simples. Na verdade, o maior elogio que uma inovação pode receber é haver quem diga: isto é óbvio. Por que não pensei nisso antes?
Peter Drucker (1909,2005)
Peter Drucker (1909,2005)
O custo médio da hora de trabalho é em Portugal de €11/hora, contra €22,4 em média na Europa. Por sua vez, a produtividade aparente do trabalho é $27,3/hora em Portugal e $43,3 entre os nossos parceiros europeus. A produtividade representa 63% do nível médio europeu enquanto o custo do trabalho atinge apenas 49% da média da Europa.É certo que o salário médio por hora cresceu em Portugal 52,7% desde 1996, contra 38,3% na UE a 15. No entanto, este movimento deveu-se, sobretudo, ao processo de convergência de preços e não representa um verdadeiro aumento de salários reais. As causas da baixa produtividade não residem nos salários, mas nas componentes não salariais dos custos de produção e na qualidade da gestão.
A produtividade aparente do trabalho resulta mais da organização e opções empresariais do que da habilidade intrínseca do trabalhador. A produtividade é, acima de tudo, um problema da gestão como o atestam as enormes - e às vezes espectaculares - diferenças que registamos entre as nossas empresas. Num número muito significativo de casos, mesmo com pessoal com reduzida educação formal - porém, sujeitos a adequados enquadramento e formação interna - os trabalhadores propiciam à empresa fortes produtividades.
Fonte: Jornal de Negócios, artigo de opinião de Avelino de Jesus, Director do ISG, aqui. Não concordo com tudo o que escreve mas subscrevo a ideia que " as causas da baixa produtividade não residem nos salários, mas nas componentes não salariais dos custos de produção e na qualidade de gestão". Quem decide o que fazer e como fazer é a gestão...Situações de crise, como as que hoje vivenciamos, representam, também, oportunidades. Quem é que tem poder para definir novos objectivos, refazer estratégias, escolher novo produtos e mercados? A gestão. Portugal não precisa só do "choque tecnológico", precisa, também, dum "choque de gestão".
A avaliação que os bancos fazem das casas, no âmbito de crédito à habitação, voltou a cair no primeiro trimestre de 2009, embora a um ritmo mais lento do que no último trimestre do ano passado. O valor médio de avaliação bancária de habitação no Continente fixou-se em 1149 euros por metro quadrado, nos primeiros três meses do corrente ano, correspondendo a um decréscimo de 0,3 por cento face ao trimestre anterior e de 5,8 por cento face ao período homólogo do ano passado. No último trimestre do ano passado, as reduções foram mais acentuadas, de menos um e menos 5,8 por cento, respectivamente.
Fonte: Público, aqui.
O financiamento está sempre dependente do valor da garantia (LTV). Se o valor da avaliação é mais prudente, com valores em linha com a actual realidade do mercado, o financiamento tenderá, também, a ser menor e a exigir maior contributo de fundos próprios por parte do promitente comprador e futuro mutuário. Cautelas.
Cheio de trabalho", Bruno da Rocha garante que 2009 está a "correr melhor do que 2008". Para o jovem criador, este sucesso resulta do facto de a sua marca de joalharia, com apenas quatro anos, "estar mais solidificada no mercado e os clientes já entrarem nas lojas e pedirem para ver as colecções". O importante, salienta, "é que temos conseguido vencer a crise".
O facto de trabalhar apenas com prata tem também algum peso neste êxito acrescido em tempos de crise. Bruno da Rocha explica que o ouro não só não lhe permite dar largas à sua imaginação, como o limita do ponto de vista económico. "Um pequeno anel de ouro custa mil euros, enquanto por 200 euros é possível comprar um anel de prata enorme e invulgar. Permite ao consumidor comprar mais e, consequentemente, variar mais", diz. Com as vendas a crescer todos os anos, a ponto de contratar um novo funcionário por ano, Bruno da Rocha aponta a "organização, a prudência e a criatividade" como os factores de sucesso. E o futuro não o preocupa: "Quando as mulheres deixarem de comprar sapatos e jóias, o mundo está perdido", graceja.
O facto de trabalhar apenas com prata tem também algum peso neste êxito acrescido em tempos de crise. Bruno da Rocha explica que o ouro não só não lhe permite dar largas à sua imaginação, como o limita do ponto de vista económico. "Um pequeno anel de ouro custa mil euros, enquanto por 200 euros é possível comprar um anel de prata enorme e invulgar. Permite ao consumidor comprar mais e, consequentemente, variar mais", diz. Com as vendas a crescer todos os anos, a ponto de contratar um novo funcionário por ano, Bruno da Rocha aponta a "organização, a prudência e a criatividade" como os factores de sucesso. E o futuro não o preocupa: "Quando as mulheres deixarem de comprar sapatos e jóias, o mundo está perdido", graceja.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Os trabalhadores deverão contar este ano com o maior ganho de poder de compra desde o início da década. As contas baseiam-se no único indicador de remunerações disponível nesta fase do ano: as revisões das tabelas salariais dos contratos colectivos, acordadas entre patrões e sindicatos. Os números da Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho apontam para uma actualização média de 2,6% no trimestre, abrangendo mais de meio milhão de trabalhadores.
Fonte: Diário Económico, aqui.
Fonte: Diário Económico, aqui.
Com a presente crise, nunca como agora os bancos necessitaram tanto de quadros com competências fortes, ao nível técnico e comportamental, com a necessária flexibilidade que a envolvente exige. A envolvente externa obriga a uma rápida adaptação à mudança e a contextos cada vez mais incertos, dificultando a tomada de decisão e levando muito rapidamente a uma desactualização de conhecimentos.A formação torna-se assim um elemento crucial para o desenvolvimento das competências organizacionais, sendo utilizada pela gestão de recursos humanos como um instrumento eficaz, quando integrada na estratégia organizacional. As necessidades a que a formação vai responder devem resultar de um diagnóstico da sua envolvente, das respostas necessárias para manter a eficácia organizacional e das exigências em termos de competências técnicas e humanas, que as respostas ao meio exigem.
Para continuar a ler este artigo de opinião de Reinaldo Figueira, Director do Instituto de Formação Bancária, publicado no Jornal de Negócios, clicar aqui.
Governo acaba de aprovar a lei que estabelece a escolaridade obrigatória de 12 anos. Há muito que se esperava e estava anunciada pelos programas deste e de anteriores Governos. Aliás, a medida tinha já sido aprovada por um governo do PSD, mas, no trânsito entre Barroso e Santana, o Presidente da República, Jorge Sampaio, não tinha homologado o decreto-lei. Ao mesmo tempo, o Governo anuncia uma decisão de aumentar o número de bolsas de estudo para os alunos que tenham dificuldades económicas em frequentar o ensino secundário. Esta medida não suscita objecções de maior. Uma escolaridade de 11 a 13 anos é geralmente considerada como adequada e necessária. Há já muito que em Portugal deveria vigorar esta norma. Aplauso, pois. Mesmo considerando que a noção de "escolaridade obrigatória" é obsoleta. Na verdade, esse imperativo aplicava-se aos pais que, desde o século XIX, não estavam facilmente predispostos a dispensar os filhos de trabalhar. Hoje, a educação é mais um direito social do que uma obrigação. Admita-se, todavia, que a escola compulsiva ainda faz sentido.
Uma medida que se justifica. Apesar dos esforços dos últimos anos, existem ainda muitos jovens que não concluem o 12º Ano. Incentivar a sua conclusão, como condição necessária para o ingresso no mercado de trabalho, parece-nos bem. Portugal passará a estar no pelotão da frente, como se pode verificar aqui. Importa, agora, passar à prática, sem as habituais delongas. Aplaudimos, portanto, esta iniciativa.
Lisboa, Porto, Leiria, Carnaxide, Guimarães, Aveiro, Terrugem, Abrantes, Benavente, Grândola, Angra, Tondela, Gaia, Ponta Delgada, Odivelas, Santa Maria da Feira, Matosinhos, Abrantes, Gondomar, Ovar, Santarém, Maia, Viseu, Santo Tirso, são as localidades de alguns dos acessos do dia de hoje. Para além de Portugal também contamos com visitantes do país irmão, Vêm de S.Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Belém, Santo André, Pelotas, Vitória, Porto Alegre, Cruzeiro, Recife, Manaus, Niterói, Santa Catarina,... E, ainda, de países como Alemanha, França e Suiça. A internet faz o longe perto...
O Cogir (Cogitar+agir) agradece a todos os que por aqui têm passado.
"Linha Banif, muito bom dia! O meu nome é João Pulido. Em que posso ajudar?". Voz colocada, corpo hirto na cadeira, olhos fixos no monitor e mais um dia de trabalho no Contact Center do Banif, no Porto.
Mais um dos muitos dias de trabalho que João Pulido, de 32 anos, espera cumprir ao serviço do banco, numa área de trabalho na qual, de fora, não se vê futuro. "Claro, percepciono uma carreira", explicou, pragmático. "Apesar dos tempos conturbados, principalmente nesta área... Mas estou a tentar assentar arraiais e ver se perspectivo, no futuro, uma carreira bancária", argumentou João Pulido.
Mais um dos muitos dias de trabalho que João Pulido, de 32 anos, espera cumprir ao serviço do banco, numa área de trabalho na qual, de fora, não se vê futuro. "Claro, percepciono uma carreira", explicou, pragmático. "Apesar dos tempos conturbados, principalmente nesta área... Mas estou a tentar assentar arraiais e ver se perspectivo, no futuro, uma carreira bancária", argumentou João Pulido.
Fonte: Jornal de Notícias, aqui.
Na vida nem sempre fazemos o que gostamos mas devemos aprender a gostar do que fazemos. E procurar fazer sempre melhor, como bem refere o João Pulido "... Todos os dias sinto que aprendo coisas novas, que estou a evoluir e que tenho de deitar a mão a isto e àquilo. É um trabalho onde tem de se saber bastante de banca, de tudo".
O comissário europeu para os Assuntos Económicos, Joaquín Almunia, disse hoje que a União Europeia (UE) está a planear uma reforma “ambiciosa” do sector financeiro para fazer frente aos problemas que conduziram à crise.Durante o discurso no Comité Monetário e Financeiro Internacional, o principal órgão executivo do Fundo Monetário Internacional, reunido hoje em Washington, Almunia afirmou que a crise revelou “debilidades inaceitáveis” nos mercados financeiros europeus e internacionais e avançou que a Comissão Europeia “vai pôr em marcha uma ambiciosa reforma do sistema financeiro europeu no decorrer de 2009”.
Fonte: Público, aqui.
A confiança no sistema financeiro é essencial. Garantir que tudo funciona como é suposto funcionar é urgente e necessário. Venha a reforma!
0 25 de Abril e a Matemática, Fernanda Carvalhal, no A Matemática anda por aí.
Onde é que anda a polícia, Isabel Pedrosa Pires, no Bilros e Berloques.
25 de Abril, Mim, no Espelho dos Sentidos
Manda Novamente algum cheirinho de alecrim, Maria do Rosário Fardilha, Divas e Contrabaixos
Uma carta aos serviços de censura, Marta, no Há vida em Marta
Esta noite...a liberdade, Sofia Loureiro dos Santos, no Defender o Quadrado.
25 de Abril, sempre! Ana Paula Fitas n' A nossa candeia.
35 anos de 25 de Abril, Moura aveirense, no Moura Aveirense.
Trova do vento que passa, Cleópatra, no Cleopatra Moon.
Obrigado Otelo, Jumento n´ O Jumento.
Abril, Raúl Martins, no Margem esquerda.
Grândola Vila Morena, Fernando Martins, no Pela Positiva.
Há 35 anos foi assim, Carminda Pinho, no Forum Cidadania.
25 de Abril, Eduardo Graça, no Absorto.
Não há definição que resuma um país. Nem estatística que valha a verdade de um povo. Portugal mudou muito nas últimas quatro décadas. Muitíssimo. Mais do que em qualquer outro período da história anterior. Portugal conheceu ritmos de mudança excepcionalmente acelerados. E a profundidade dessa mudança foi igualmente extraordinária.
Tempo de Incerteza, António Barreto, Relógio de Água Editores, 2002
Filhos e netos de revolucionários e descendentes dos "da situação": memórias que divergem, se encontram e se atraem - e se cruzam na mesma família, nos netos de Melo Antunes e bisnetos de Caetano.
Diário de Notícias, aqui.
Abril foi há 35 anos e eles gostavam que tivesse progredido, ano após ano. Mas por vezes têm dificuldades em encontrá-lo agora, por aí. Claro que há a liberdade e a democracia. E isso é muito.
Público, aqui.
Obrigado" pelo pai a ser fotógrafo, não consta que Alfredo Cunha alguma vez se tenha arrependido do "castigo". Nascido em Celorico da Beira em 1953, cedo aprendeu a observar e, sobretudo, a respeitar os seus pares. O fotégrafo escolheu 35 das centenas de fotos que tirou em Lisboa no dia 25 de Abril de 1974 e que guardaram para sempre as emoções do dia da revolução. A ver aqui, no Jornal de Natícias.
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