Talking Heads - 06.Burning Down The House

Publicada por José Manuel Dias

O papel dos Bancos

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"Estamos a tentar fazer o que é certo para os Estados Unidos", garantiram os CEO de alguns dos maiores bancos norte-americanos à saída da reunião com Barack Obama. Os responsáveis disseram ao presidente dos Estados Unidos que estão disponíveis para trabalhar com o Executivo no sentido de alcançar a recuperação económica do país. No final da reunião com o presidente dos Estados Unidos, os 15 CEO da banca traziam consigo uma mensagem de esperança. Afirmaram que as suas empresas são o centro de uma potencial recuperação económica e garantiram que estão disponíveis para trabalhar com o Executivo. "A mensagem é que estamos unidos nesta situação", disse o CEO da Wells Fargo, John Stumpf. "Estamos a tentar fazer o que é certo para os Estados Unidos", acrescentou o responsável.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.

Contra ventos e marés

Publicada por José Manuel Dias


Em que é que se distingue o plano agora apresentado em plena crise para os sectores do têxtil, vestuário e calçado, de um outro que o Governo decidisse lançar em tempos de calmaria? Seguramente, no número de trabalhadores envolvidos em acções de formação profissional pela pior das razões: quando os clientes deixam de comprar, não faz sentido continuar a produzir só para amontoar stocks (existências). Com os tempos de paragem produtiva, faz sentido que os dinheiros públicos apoiem a aquisição de novos conhecimentos que se antecipem necessários na fase de retoma económica.
Também nos seguros de crédito à exportação aparece o selo da emergência global. Hoje o risco de exportar e não receber é bem maior e o Estado deve ajudar a diminuir o custo desse risco para as empresas, se quiser que elas porfiem nos mercados externos, contra ventos e marés.
Para continuar a ler este artigo de opinião de António Perez Metelo, no Diário de Notícias de hoje, clicar aqui.

Devedores crónicos

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Ao mesmo tempo, na próxima terça-feira, entra em vigor a lista pública de execuções. Passam a constar na Internet os nomes das pessoas com empréstimos por pagar, mas sem bens penhoráveis. "Visa identificar devedores crónicos" e não "casos de sobreendividamento", de acordo com João Tiago Silveira, secretário de Estado da Justiça. Na lista pública estarão as acções de penhora que não foram concretizadas por falta de bens. A inclusão dos devedores na lista vai também ajudar as empresas a recuperar IVA pago ao Estado - até aos oito mil euros - sem necessidade de acções judiciais.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
A reforma da acção executiva que emtra em vigor a partir de 31 de Março, arrasta outras novidades: os devedores poderão ser alvo de execuções de arresto e penhora sem citação prévia dos solicitadores e advogados nomeados pelos exequentes (credores). Serão que os credores que recorrem aos Trinunais serão ressarcidos mais depressa? O futuro dirá.

Precisamos de vários Mourinhos

Publicada por José Manuel Dias


A rolha de cortiça vai ter a maior campanha promocional da sua história. São 15 milhões de euros para manter a liderança mundial e potenciar o aumento do consumo. "Precisamos de vários Mourinhos. Apesar da liderança mundial, é uma posição fragilizada. A rolha de cortiça tem sido muito atacada e substituída pela rosca metálica e pelos vedantes de plástico", afirma Joaquim Lima, director-geral da Associação Portuguesa de Cortiça (Apcor). O treinador português de futebol, José Mourinho, foi o rosto da campanha "Choose Cork" no Reino Unido entre 2005 e 2006.
Fonte: Jornal de Negócios,
aqui.
A ameaça de vedantes de plástico justifica plenamente esta campanha. Há que proteger os mercados e explicar que "um bom vinho merece uma boa rolha".

Valorizar as TIC

Publicada por José Manuel Dias


De acordo com o Global Information Technology Report 2008-2009, publicado hoje em Genebra pelo World Economic Fórum, numa lista de 134 países, «Portugal surge como o 4º país cujo Governo mais importância dá às TIC na formulação da sua visão de futuro».
Em comunicado, o Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico explica que este relatório tem por base o índice Networked Readiness Índex, no qual Portugal ocupa a 13ª posição na capacidade pública de utilizar as TIC, «13 posições acima do lugar conseguido na edição 2006-2007».
Ao nível de utilização das TIC pela Administração Pública, Portugal ocupa a 18ª posição, 11 lugares acima da edição 2006-2007.
Fonte: Dinheiro digital, aqui.

Lampadinhas precisam-se

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A substituição do recibo de vencimento em papel - aquele que muitos de nós recebe e rasga todos os meses - pelo "recibo de vencimento electrónico" foi uma das ideias spresentadas no âmbito do concurso de ideias de simplificação para os funcionários públicos. Um prémio para incentivar a capacidade de inovação neste domínio, por parte de todos os que exercem funções públicas, beneficiando da sua experiência profissional e da sua relação de proximidade com os utentes.
Algumas das ideias suprimem encargos que incomodam muita gente, poupam papel desnecessário, ocupam pessoas com tarefas sem valor acrescentado; outras, ideias mais complexas, que quem está por dentro dos serviços acha possível desenvolver. Balcões únicos para a importação de automóveis, mais serviços electrónicos para professores e alunos, avisos por sms, desmaterialização de expediente entre serviços públicos, estão entre os vários tipos de sugestões. Para saber mais clicar no Simplex.
Fonte: Diário Económico, artigo de opinião de Maria Manuel Leitão Marques, Secretária de Estado da Modernização Administrativa.

Mas afinal o que nos une?

Publicada por José Manuel Dias


Não em sentido teórico e conceptual, mas sim no concreto do nosso quotidiano, neste momento de crise real, neste Portugal deprimido?
Ora o que inevitavelmente nos une é uma enorme dívida. E não se pense que é só o Estado que está endividado com uma dívida pública que dificilmente não ultrapassará em 2009 a fasquia dos 70% do PIB. Além do Estado estão endividadas as empresas que em 2007 deviam 114% do PIB e estão endividadas as famílias, que no final do mesmo ano deviam 129% do rendimento disponível.
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Está nas casas próprias que habitamos, nos empregos que foram criados e preservados, na educação em que investimos, na segurança social e saúde que garantimos, está nas estradas que construímos etc... E por muito pouco que tenhamos hoje, é bom recordar que foi com dívida que o adquirimos.
E naturalmente face a este acréscimo de dívida tivemos que recorrer ao estrangeiro para nos endividarmos. Assim, a nossa dívida externa deverá ser hoje mais de 150 mil milhões de euros. É por isso que nos próximos anos a poupança será uma prioridade inevitável. E isso representa um esforço de todos e de cada um. Representa famílias com consumos mais responsáveis, empresas com programas de redução de custos e maiores níveis de eficiência e um Estado corajoso, disponível para reduzir progressivamente a despesa pública. Mas se a dívida nos une, é fundamental consciencializarmo-nos que teremos não só de pagar os juros como, a prazo, reduzir esta dependência, isto é, pagar esta dívida. Para isso temos de nos concentrar em tornar a dívida produtiva, isto é garantir ganhos reais de produtividade.
[.../...]
É por isso que, se a dívida nos une, terá que ser a produtividade (e a competitividade) que nos deverá unir. E a produtividade implicará mais trabalho, mais responsabilidade individual, mais risco pessoal, isto é mais meritocracia dos colaboradores. Representará mais selectividade, mais concentração, mais captura de ganhos na cadeia de valor pelas empresas. E implicará também maior transparência e maior eficiência a menor custo por parte do Estado. A equação de Portugal Futuro resolve-se nestas duas prioridades: Produtividade e Poupança. Pode parecer pouco, mas para Portugal é muito.
António Ramalho, em artigo imperdível, no Jornal de Negócios,
aqui.

Madeleine Peyroux - Dance Me To The End Of Love

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Certificados Energéticos (*)

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Quer comprar ou vender uma casa e quer saber o que tem de fazer em termos de certificação energética? Uma sugestão: visite a página da ADENE - Agência para a Energia. Como por lá se lê em jeito de apresentação sumária:
“A ADENE É uma instituição privada participada pelo Ministério da Economia e da Inovação e promove actividades de interesse público no domínio da Política Energética.
A ADENE INFORMA o Cidadão sobre a Qualidade dos Edifícios através do Sistema de Certificação e da qualidade do ar no interior dos edifícios.”
De acordo com o Jornal de Negócios, aqui, a ADENE já emitiu 50 mil certificados energéticos, desde que entrou em vigor o sistema nacional de certificação energética e da qualidade do ar do interior dos edifícios, em Julho de 2007.
(*) obrigatórios para quem quer vender ou alugar casa

É bom lembrar que...

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"Não é o Estado que tem que resolver tudo". Hipólito de Sousa considera que o paradigma da reabilitação é o caminho que as obras públicas e a construção de edifícios devem seguir.
Em entrevista ao Negócios, o presidente do Colégio de Engenharia Civil diz que “há efeitos que se conseguem pelo lado da legislação e apoios públicos, mas os agentes do sector têm que ir à procura de soluções”.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.

Saber o que é uma moratória...

Publicada por José Manuel Dias


Famílias com desempregados vão ter redução de 50 por cento na prestação da casa dizem a RTP e o Público. Menos 50 por cento no empréstimo à habitação, anuncia Sócrates no debate quinzenal diz o Diário IOL. Impressionante, que ajuda fantástica!
Mas nos textos aparece uma expressão curiosa: "moratória nas prestações de crédito à habitação". Segundo o dicionário, moratória é uma dilação de prazo para pagamento de uma dívida. Ou seja, hoje pago 50 em vez de 100, mas mais cedo ou mais tarde vou ter que pagar os 50 que faltam. E a isto chamam os jornais uma redução... Estou a imaginar o Pingo Doce a anunciar "Redução de 50% nas alcachofras em lata", mas na caixa dizem-nos "para a semana paga o resto, 'tá bem?"
Fonte: Blogue a Pente Fino,
aqui.
Será que os jornalistas não sabem o que é uma moratória? Pelo que escrevem, assim parece, como conclui o Miguel Carvalho no A pente Fino.

Ravel - Bolero - Daniel Barenboim

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A Regina imperial

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A Imperial, empresa de chocolates do grupo RAR com fábrica em Vila do Conde, tem em marcha um ambicioso plano de crescimento que tem por objectivo, até 2012, elevar em 40% o volume de negócios, actualmente de 18 milhões de euros anuais. A Imperial vai investir mais 3 milhões de euros na nova linha de produção em Vila do Conde. As exportações, que actualmente pesam 20% do negócio da Imperial, atingindo 22 países, estão no centro da estratégia da chocolateira portuguesa. "Temos de dar o salto para outros mercados, e há neste momento muitos que estão em estudo", adianta Manuela Tavares de Sousa, administradora-delegada da Imperial. "A exportação tem de representar, dentro de dois ou três anos, 50% das vendas. E a partir daí, subir".
A Imperial é o maior fabricante português da actualidade, e também a única empresa do sector a marcar posição nos mercados internacionais. Um dos seus principais trunfos é a marca Regina, comprada em processo de falência pela Imperial, que concorre para cerca de metade do negócio global. O relançamento da Regina "foi um sucesso que ultrapassou todas as nossas expectativas", salienta a administradora da Imperial. "A Regina ficou sempre no imaginário dos portugueses".
Fonte: Semanário Expresso, aqui.
Quem é que não já comeu um chocolate Regina? Muitas gerações têm comido estes chocolates. Avós e netos têm partilhado dos mesmos gostos. O valor de uma marca é inestimável e uma gestão cuidada, como parece estar agora a suceder, potencia as vendas do produto. Há que aprender com quem sabe fazer melhor.

Poupar é preciso

Publicada por José Manuel Dias


As famílias portuguesas estão a poupar cada vez mais, segundo revelam os dados do Banco de Portugal relativos a Janeiro. No último ano, os depósitos feitos nos bancos aumentaram 13,3% para quase 116 mil milhões de euros, o que significa que estão a ser depositados 37 milhões de euros por dia.
Os depósitos estão a crescer há quase um ano, em parte devido à queda da confiança, que torna os portugueses mais precavidos quanto ao futuro. Por um lado, há um desvio dos fundos e outras aplicações com risco associado para produtos mais seguros, e, por outro lado, os portugueses estão menos consumistas, para pouparem mais, por medo do que possa acontecer no futuro. O desemprego, por exemplo, é frequentemente apontado em Portugal como a principal preocupação em relação ao futuro.
Fonte: Agência Financeira, aqui.
Foi precisa a crise para se verificar uma certa contenção no consumo, viabilizando a dinamização da poupança. Confiamos as nossas economias aos Bancos. Sabemos que nestas alturas não devemos trocar uma remuneração certa, por uma mais elevada mas de concretização incerta.

A quinta frase

Publicada por José Manuel Dias


A Sofia Loureiro dos Santos do Defender o Quadrado lançou-me aqui, um desafio: "transcrever a quinta frase da página 161 do livro que tenho à mão". Pegando no livro, Predadores, das Publicações D. Quixote, retiro: "Ele chegava ao sítio, era o último mas chegava". Missão cumprida, com gosto. Pelo desafio ter sido feito por quem foi. Por ser um livro de Pepetela . Por ser um romance delicioso. Um retrato ficcionadado de uma Angola no pós independência. Um livro que nos dá pistas para compreendermos as fraquezas e forças de um dos países que continuar a crescer apesar da crise mundial.

Lusofagia territorialis

Publicada por José Manuel Dias


“Os trabalhadores portugueses sofrem de uma doença congénita designada por lusofagia territorialis. Esta curiosa patologia ataca os portugueses que trabalham em Portugal e desaparece logo que trabalham no estrangeiro (basta passar a fronteira). Noutros países, aos trabalhadores portugueses são reconhecidas virtudes de capacidade de trabalho e de disciplina, enquanto no seu país são madraços, irresponsáveis e indisciplinados.”
Este texto reflecte a opinião de um determinado autor (julgo que não está sozinho) mas é facilmente desmontável. E então os trabalhadores portugueses que trabalham cá dentro mas para empresas multinacionais? Já não sofrem de lusofagia territorialis? Sabemos que as multinacionais a operar em Portugal detêm altos índices de produtividade. Então esses não são feitos da mesma matéria que os outros? Esta realidade leva-nos a concluir que a baixa produtividade não deve ser só uma questão de pessoas. Outros factores haverá com certeza.
Da intrododução da Manual Pedagógico da Produtividade, disponibilizado pela AEP, aqui. Uma leitura que se recomenda e que aborda temas correlacionados com o "fazer mais e fazer melhor".

Pistas para a mudança

Publicada por José Manuel Dias


Quando as coisas não vão bem devemos encarar a mudança. A mudança é sempre mais difícil quando queremos mudar tudo. Neste enquadramento não se faz, adia-se ou tem custos elevados. Podemos equacionar abordagens diferentes. Mudar em parte, alterar processos, reforçar competências, optimizar recursos, focar noutras áreas, valorizar atributos. Existem muitas maneiras para implementar a mudança, compete-nos escolher as melhores para tornear a "crise".
Seth Godin dá-nos algumas pistas, aqui:
Keep the machines in your factory, but change what they make.
Keep your customers, but change what you sell to them.
Keep your providers, but change the profit structure.
Keep your industry but change where the money comes from.
Keep your staff, but change what you do.
Keep your mission, but change your scale.
Keep your products, but change the way you market them.
Keep your customers, but change how much you sell each one.
Keep your technology, but use it to do something else.
Keep your reputation, but apply it to a different industry or problem.

O papel da Distribuição

Publicada por José Manuel Dias


As cadeias de distribuição contribuem para segurar o preço dos produtos. Segundo um estudo da Roland Berger, apresentado pela APED (Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição), os preços médios dos artigos que são, na sua maioria, vendidos através de supermercados e hipermercados cresceram abaixo da inflação entre 2003 e 2005. O preço do leite, por exemplo, com 88% das vendas feitas através da distribuição moderna, subiu 1,1% no período em análise, abaixo do valor da inflação no mesmo período, de 2,5%. O mesmo acontece com o queijo, cujo preço cresceu 0,7%, ou com as bolachas, que subiram 0,2%.
Para atingir a densidade de superfícies comerciais por habitante da União Europeia (UE), Portugal teria de abrir mais 1990 estabelecimentos: 117 hipermercados e 1873 supermercados e discounts. Isto porque, em Portugal, cada hipermercado serve 139 074 habitantes (a média da UE é de 53 517), cada supermercado, discount ou loja de conveniência serve 3 242 (acima dos 2 015 habitantes da média europeia). Pelo contrário, Portugal tem uma maior densidade no comércio tradicional - cada loja serve 518 habitantes, enquanto que na UE é 1 358.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Estes números são merecedores de reflexão. Portugal mudou muito em muitas áreas e a Distribuição é uma delas. Muito pequeno comércio desapareceu fruto do surgimento dos hipers mas, a avaliar pela tendência da Europa, não vamos ficar por aqui. As ameaças permanecem. Os sobreviventes terão de dar resposta a preocupações diferentes...descobrindo novas oportunidades.

Sector financeiro é crucial

Publicada por José Manuel Dias


O ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, admitiu esta terça-feira que «não é fácil explicar à opinião pública as ajudas ao sector financeiro».
O ministro explicou que estão a ser apoiados os sectores cujo colapso teria maior impacto negativo no resto da economia. «Se o sector financeiro não funcionar, toda a economia se asfixia. Os recursos públicos não são ilimitados, por isso, é preciso escolher os sectores a ajudar e há sectores com maior efeito sistémico na economia».
Para os que perguntam para que serve toda esta ajuda ao sector financeiro, como as garantias estatais ao financiamento e a ajuda à recapitalização das instituições, o ministro tem uma resposta: «O crédito às empresas aumentou 10,6% em 2007 e 14% em 2008. Em Janeiro deste ano, registou um crescimento homólogo de 12,8%. Ou seja, continua a existir um esforço de financiamento às empresas no nosso sistema financeiro. E isto é um pouco fruto das garantias que disponibilizámos à banca e do trabalho que desenvolvemos neste sentido», considerou.
Fonte: Agência Financeira, aqui.