A taxa de desemprego da zona euro aumentou em Janeiro para 8,2 por cento, o nível mais elevado desde Setembro de 2006, traduzindo-se num acréscimo de 256 mil pessoas que ficaram oficialmente sem trabalho, indicou hoje o gabinete de estatística da Comissão Europeia, o Eurostat. Para Portugal, a taxa harmonizada de desemprego de Janeiro elevou-se a 8,1 por cento, um salto de duas décimas em relação a Dezembro passado e um valor que fica a uma décima da média da zona euro.
A crise financeira esta a estender-se a toda a economia. Menos crédito, menos procura, menos vendas, menor confiança no futuro, menor produção, menos investimento, mais desemprego que dá origem a menos procura...O ciclo repete-se. A crise só se ultrapassará por via da recalibração. Combater o desemprego não se fará por decreto ou com subsídios. Adiar-se-á apenas o problema. A redução dos actuais níveis de desemprego (ver, aqui, dados do Eurostat) só se alcançará por via da criação de novos empregos em sectores de futuro. O mundo precisa de empreendedores.
Na economia e na gestão, a elaboração de previsões representa o pão nosso de cada dia. Na economia política, sem previsões não é possível desenhar acções, motivar populações, avaliar resultados, designadamente na equidade social. Na gestão, sem as previsões torna-se impossível enquadrar o risco dos negócios.
Mas são previsões, com toda a falibilidade desta forma de arrogância humana de querer conhecer os mistérios do futuro. E de se indignar por o futuro a desfazer. Por essa razão, nas "Notas Soltas" da passada segunda-feira, António Vitorino afirmou que "as previsões falham sempre". Predestinadas ao falhanço, têm de ser adequadamente usadas. O perigo é endeusá-las. Seja pela fé nas novas tecnologias. Pelos papers produzidos pelos investigadores da gestão. Pela americanização de conceitos velhos como o tempo. Muito menos pelo lançar de búzios, cujos lançadores podem manipular a sua magia para fazerem a leitura que mais lhes convém. Tanto vaticinam orgias de prazer que agradam aos poderosos, como negros presságios que acabam na desgraça dos opositores daqueles.
Na economia e nos negócios, as expectativas geradas na mente humana condicionam as decisões. Seja para poupar. Para esbanjar. Para investir.
Mas são previsões, com toda a falibilidade desta forma de arrogância humana de querer conhecer os mistérios do futuro. E de se indignar por o futuro a desfazer. Por essa razão, nas "Notas Soltas" da passada segunda-feira, António Vitorino afirmou que "as previsões falham sempre". Predestinadas ao falhanço, têm de ser adequadamente usadas. O perigo é endeusá-las. Seja pela fé nas novas tecnologias. Pelos papers produzidos pelos investigadores da gestão. Pela americanização de conceitos velhos como o tempo. Muito menos pelo lançar de búzios, cujos lançadores podem manipular a sua magia para fazerem a leitura que mais lhes convém. Tanto vaticinam orgias de prazer que agradam aos poderosos, como negros presságios que acabam na desgraça dos opositores daqueles.
Na economia e nos negócios, as expectativas geradas na mente humana condicionam as decisões. Seja para poupar. Para esbanjar. Para investir.
Quem contrair um novo empréstimo no próximo mês de Março ficará a pagar menos 203 euros de prestação do que há um ano atrás, para um crédito de 150 mil euros, uma queda de 24,2% no valor mensal, segundo uma simulação feita pelo DN. É que a taxa de juro Euribor a seis meses caiu 53,3% no espaço de um ano, fechando o mês de Fevereiro no valor médio mensal mais baixo de sempre, 2,034%. Apesar dos portugueses poderem usufruir de taxas de juros em mínimos históricos desde a utilização do indexante Euribor, este benefício é, contudo, condicionado pelas maiores dificuldades no acesso ao crédito, com os bancos a apertarem fortemente os critérios de análise de risco de quem pede um novo empréstimo. Como consequência, os spreads sobem para níveis nunca vistos - podendo chegar a margens máximas de 2,8 pontos percentuais - e o número de pedidos de crédito rejeitados é cada vez maior.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
O Banco de Portugal recuou na exigência feita aos bancos nacionais para atingirem um rácio de adequação dos fundos próprios de base tier 1 – o mais importante indicador de solvalibilidade – de oito por cento a partir de Setembro de 2009.
A exigência que tinha sido feita pelo Banco de Portugal – e que se seguiu a uma iniciativa semelhante do Banco de Inglaterra - obrigava a generalidade dos bancos portugueses a melhorarem de forma rápida e significativa os seus rácios de capital. Agora, os bancos centrais europeus, perante as dificuldades dos bancos em realizarem aumentos de capital, estão a recuar neste tipo de medidas.
O Presidente dos EUA arquitectou a estratégia para combater a crise financeira. Trata-se do plano mais ambicioso desde o tempo de Roosevelt - e já soma 4,5 biliões de euros. Veja aqui o gráfico animado. Fonte: semanário Expresso.
Veremos, pois, se as previsões "de uma contracção da economia de 1,2 por cento para este ano e de um crescimento acentuado do Produto Interno Bruto já no próximo ano de 3,2 por cento" , inscritas no Orçamento se confirmam. Seria bom para eles e para nós.
Ontem, o jornal Público contou a revolução que é haver, nas escolas secundárias, director em vez do Conselho Executivo, colectivo e vago. O jornal foi a uma escola e descreve a entrada do gabinete do novo director: "A placa na porta continua a anunciar 'Conselho Executivo', e não é por acaso." O novo director explicou esse não acaso: "A palavra 'director' tem um peso histórico que perturba as pessoas. " Temos assim uma revolução que, para não perturbar, pára à porta. No ano passado, a revista brasileira Veja entrevistou a secretária de Estado da Educação de São Paulo, Maria Helena Castro (sob a alçada dela, 250 mil professores, cinco milhões de alunos). Ela fez um estudo e encontrou "um factor comum a todas as escolas de nota 10 [as melhores]": "Trata-se da presença de um director competente, com atributos de liderança semelhantes aos de qualquer chefe numa grande empresa. Sob a sua batuta, os professores trabalham estimulados e os alunos desfrutam de um clima positivo para o aprendizado. Se tais directores fossem a maioria, o ensino público não estaria tão mal das pernas. Enfim, directores assumidos na placa da porta e para lá da porta.
Ferreira Fernandes, no Diário de Notícias, aqui.
O exercício da autoridade é uma tarefa complexa e muitos demitem-se de a exercer. Nessas condições não cumprem com as suas responsabilidades. Dão uma má imagem de si e da função de que se encontram investidos, penalizando os grupos pelos quais são responsáveis. A propósito da distinção entre autoridade e responsabilidade, permitimo-nos sugerir a leitura deste post aqui.
Os portugueses estão a comprar cada vez mais produtos das marcas próprias dos supermercados. Em 2008, estes artigos representaram 32% das vendas totais, registando um crescimento em valor de 21% em relação ao ano anterior, segundo dados da TNS Worldpanel
As marcas próprias (brancas) dos supermercados estão a ganhar terreno com a crise. Em 2008, estes artigos registaram um crescimento em valor de 21% face ao ano anterior. Segundo dados da TNS Worldpanel, estes produtos representam já 32% das vendas de artigos de grande consumo.
As marcas próprias (brancas) dos supermercados estão a ganhar terreno com a crise. Em 2008, estes artigos registaram um crescimento em valor de 21% face ao ano anterior. Segundo dados da TNS Worldpanel, estes produtos representam já 32% das vendas de artigos de grande consumo.
O critério preço está a ser é um factor determinante nas compras de grande consumo. Neste enquadramento são os grandes operadores que tendem a oferecer melhores preços, pelo poder negocial que detêm junto dos fabicantes e pela própria dimensão do negócio. Se os fabricantes querem ter uma proposta de valor diferente têm que apostar na diferenciação. O consumidor tem que ser seduzido pelo produto e tem de compreender vantagens em relação ao produto de marca branca. Se não for assim, o que é que justifica pagar mais pelo que aparenta ser o mesmo?
1. As autoridades norte-americanas anunciaram hoje que apoiarão com firmeza os bancos do país, na semana em que começam os testes à solidez do sector. As entidades reguladoras do sector financeiro norte-americano iniciam na próxima quinta-feira testes que permitem determinar quais os bancos que têm capital suficiente para sobreviver a um agravamento da recessão. Os bancos que necessitarem de fundos adicionais depois destes testes oficiais e que não consigam obter as somas necessárias junto dos investidores privados poderão ter acesso a mais dinheiro dos contribuintes, anunciaram hoje em comunicado conjunto o Tesouro dos EUA, a Reserva Federal, o Fundo de Garantia dos Depósitos, o Gabinete do controlador da Moeda e o Gabinete de supervisão da Poupança, citado pela Bloomberg.
2. O primeiro-ministro do Reino Unido vai anunciar esta semana um novo plano de resgate bancário estimado em 500 mil milhões de libras. Gordon Brown irá divulgar uma série de medidas para garantir os "activos tóxicos" dos principais bancos do país, entre as quais a efectiva criação de um banco "mau" para os activos tóxicos.
2. O primeiro-ministro do Reino Unido vai anunciar esta semana um novo plano de resgate bancário estimado em 500 mil milhões de libras. Gordon Brown irá divulgar uma série de medidas para garantir os "activos tóxicos" dos principais bancos do país, entre as quais a efectiva criação de um banco "mau" para os activos tóxicos.
O grupo Lego atingiu um lucro líquido de 181 milhões, considerando 2008 como «um ano de sucesso com aumentos consideráveis em vendas e lucros». A empresa, que apresentou em conferência de imprensa o relatório anual de 2008, divulgou um lucro, sem impostos, de 248 milhões de euros, contra 190 milhões em 2007. O lucro líquido deste ano perfaz um total de 181 milhões de euros contra 138 milhões de euros em 2007. A receita aumentou cerca de 18.7% e alcançou 1,28 mil milhões de euros.
Num ambiente generalizado de crise, conseguir melhorar o desempenho é um facto assinalável. Haverá, por certo, razões que justificam esta performance da Lego. Constrangimentos e problemas todas as empresas têm. Umas conseguem ultrapassá-los, outras não. Conhecer quem faz as coisas da "melhor maneira" é um primeiro passo, para identificar as melhores as práticas. Em vez de se "partir pedra", gastando muita energia e provavelmente sem os resultados pretendidos, não será melhor demonstrar a humildade e vontade suficientes para aprender com quem faz melhor? Com esse intuito a aplicação do Benchmarking pode dar um contributo importante para melhorar desempenhos. Aprender com quem faz melhor deve ser uma preocupação constante.
A Comissão Europeia deseja limitar os prémios distribuídos aos banqueiros, uma cultura que os leva a correr riscos inconsiderados e que provocou a crise financeira mundial, indicou hoje José Manuel Durão Barroso."O pagamento de bónus excessivos incita os gestores financeiros a correrem riscos inconsiderados", afirma o presidente da Comissão Europeia numa entrevista ao diário alemão Hamburger Abendblatt.
A atribuição de prémios de desempenho é uma prática seguida há muito pelas melhores empresas. Pretende-se recompensar a consecução dos objectivos estabelecidos que devem estar em linha com "Key Performance Indicators of Business Activity ". Existe, no entanto, um risco: quem gere tende a focar-se no curto prazo, negligenciando, muitas vezes, o impacto que as suas decisões têm a médio longo e prazo. Importa, por isso, refrear a "cultura do bónus" e, como é sugerido por Gordon Brown, tentar implementar um sistema em que o banqueiro deve reembolsar os bónus se as decisões que tomou se revelarem más.
Muita gente se tem espantado com a capacidade que Portugal está a demonstrar para absorver o impacto social negativo provocado pela recente crise. Entre outras coisas, isto deve-se a dois factores que podemos chamar estruturais. O primeiro advém da subsistência anacrónica do ruralismo, o qual, entre couves e chouriços, tem permitido garantir um mínimo de sobrevivência para muitos, tanto mais que ampliado com os valores aldeões da solidariedade. O segundo, e mais decisivo, deriva da dimensão da nossa economia paralela. Os economistas, e em particular os fiscalistas, tendem a reduzir a economia paralela aos fenómenos ilegais da contrafacção e outras traficâncias, e sobretudo a ver nela uma forma nefasta de fuga ao pagamento dos impostos.
A propósito desta temática vale a pena conhecer a opinião de Ana Paula Fitas, Docente do Ensino Superior e Investigadora em Centros de Investigação em Estudos Sociais, aqui.
É visto como o Messias para alguns, para outros, simplesmente, o eleito com a árdua tarefa de levar os Estados Unidos a sair da crise. Barack Obama, o novo presidente norte-americano, enfrenta uma conjuntura económica e financeira adversa, onde a gestão do dinheiro se torna ainda mais essencial. Aumento dos custos, quebra da procura, imprevisibilidade do mercado são alguns dos obstáculos em tempo de vacas magras. E será Obama um bom gestor?
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A editora Random House pagou ao presidente mais de três milhões pelos dois best-sellers mundiais: A Audácia da Esperança e a 'Minha herança", ambos editados em Portugal pela Casa das Letras. Mas onde Obama investirá o dinheiro? Parte das suas receitas foram aplicadas em Fundos de Investimento, cuja maior aposta foram 150 00 dólares (114 00 euros) no fundo Vanguard FTSE e onde em poucos meses desvalorizou 42%, tal como o Goldman Sachs Large Cap Value que perdeu 42,4%. Já pela positiva destacou-se o capital investido no Fundo PIMCO Total Return (entre 1000 e 15 000 dólares) que valorizou 4% no ano passado.
Obama é sobretudo prudente nos seus empréstimos, mantendo apenas uma hipoteca de 1,5 milhões de dólares (1,1 milhões de euros) numa casa em Chicago. Além disso, reservou 200.00 dólares numa conta (154,50 euros) destinada a pagar, no futuro, as matrículas das filhas na Universidade. Mas fora da esfera privada, será Obama um bom gestor das contas públicas dos Estados Unidos?
A Saab, fabricante automóvel sueco, apresentou ontem um pedido de reorganização, depois de a casa-mãe General Motors (GM) anunciar a intenção de sair do seu capital. Esta situação foi desencadeada pelo facto de o Governo sueco ter recusado um pedido de ajuda financeiro à Saab feito pelos americanos da GM, a braços com uma crise em precedentes. Miguel Tomé, porta-voz da GM Portugal, esclareceu ao DN que o pedido de reorganização tem por objectivo facilitar o "acesso da Saab aos apoios financeiros estatais, e tornar a marca atractiva para os investidores". A GM desenvolveu nos últimos tempos várias tentativas para encontrar um comprador para a marca sueca "sem sucesso". A intenção da casa-mãe é alienar totalmente a sua posição accionista na Saab.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Recalibração é uma palavra que vai entrar no nosso vocabulário. Todos fomos longe demais. Os consumidores a comprar e as empresas a produzir. Hoje existe um sobredimensionamento da capacidade instalada que vai obrigar as empresas a pensar diferente porque os clientes vão ser, também, diferentes.
O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean Claude Trichet, afirmou hoje que a autoridade monetária da Zona Euro vai providenciar aos bancos liquidez ilimitada pelo tempo que for necessário para enfrentarem a crise do crédito. “Estamos agora a providenciar – e isto é muito raro – financiamento ilimitado para os bancos da Zona Euro com maturidades que vão de uma semana a seis meses em troca de activos colaterais ilegíveis”, afirmou Trichet, citado pela Bloomberg, acrescentando que “vamos permanecer em activo o tempo que for necessário”.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.
Os bancos concederam às empresas créditos num valor total de 115.826 milhões de euros em Dezembro de 2008, o valor mais alto de sempre. Face ao mês anterior, o crédito concedido subiu 3,8%, ou 4,28 mil milhões de euros. De acordo com os dados do Banco de Portugal, divulgados esta quinta-feira, o crédito às empresas tem vindo a aumentar de mês para mês no último ano. Dados que contrariam as queixas das empresas, que têm acusado a banca de não lhes emprestar dinheiro.
Fonte: Agência Financeira, aqui.
Alguns empresários têm dito que os bancos não concedem novos financiamentos e/ou aumentam os spreads e comissões. Os dados divulgados estão aí para provar que os bancos têm continuado a financiar as empresas. O crédito concedido atingiu mesmo um novo record. Não concedem a todas as empresas? De facto, não. Os Bancos perseguem os lucros. Devem fazer uma gestão criteriosa dos créditos desmobilizando quando o risco se agrava e/ou aumentando o prémio de risco no crédito que decidem manter. Há que prestar contas a quem depositou o dinheiro e às instituições financeiras internacionais que financiam os Bancos que nos concedem os empréstimos.
A metáfora é um das figuras de discurso mais usadas na vida corrente, na literatura, nas artes e na publicidade. Nos anúncios, a junção de texto e imagem potencia o uso da metáfora. Vejamos três anúncios mais ou menos recentes, dois com metáfora, outro sem.
O primeiro deles é o reclame que anunciava a junção dos sites imobiliários do BPI e do Expresso num só. “Todos os imóveis no mesmo sítio” era a frase de acesso ao anúncio. Essa expressão implica um jogo de palavras, pois o substantivo “sítio” tanto de nota um mesmo local físico como serve, neste caso, para referenciar o imaterial site na internet (o sentido prioritário da mensagem). É a imagem que cria a metáfora: ela transforma o site-sítio numa cidade à beira dum rio com inúmeros edifícios implantados quase a monte, para sugerir que, no site, tudo está próximo: a Torre de Belém, a Universidade de Coimbra, prédios do Porto, estão todos encostadinhos nesta brincadeira digital que reconstrói pela imaginação a acumulação de oportunidades imobiliárias num mesmo media. O resultado é uma cidade imaginária no meio da charneca, mas que, em virtude do efeito óptico, parece, à primeira vista, uma cidade real.
O primeiro deles é o reclame que anunciava a junção dos sites imobiliários do BPI e do Expresso num só. “Todos os imóveis no mesmo sítio” era a frase de acesso ao anúncio. Essa expressão implica um jogo de palavras, pois o substantivo “sítio” tanto de nota um mesmo local físico como serve, neste caso, para referenciar o imaterial site na internet (o sentido prioritário da mensagem). É a imagem que cria a metáfora: ela transforma o site-sítio numa cidade à beira dum rio com inúmeros edifícios implantados quase a monte, para sugerir que, no site, tudo está próximo: a Torre de Belém, a Universidade de Coimbra, prédios do Porto, estão todos encostadinhos nesta brincadeira digital que reconstrói pela imaginação a acumulação de oportunidades imobiliárias num mesmo media. O resultado é uma cidade imaginária no meio da charneca, mas que, em virtude do efeito óptico, parece, à primeira vista, uma cidade real.
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