Ninguém saab o que aí vem...

Publicada por José Manuel Dias


A Saab, fabricante automóvel sueco, apresentou ontem um pedido de reorganização, depois de a casa-mãe General Motors (GM) anunciar a intenção de sair do seu capital. Esta situação foi desencadeada pelo facto de o Governo sueco ter recusado um pedido de ajuda financeiro à Saab feito pelos americanos da GM, a braços com uma crise em precedentes. Miguel Tomé, porta-voz da GM Portugal, esclareceu ao DN que o pedido de reorganização tem por objectivo facilitar o "acesso da Saab aos apoios financeiros estatais, e tornar a marca atractiva para os investidores". A GM desenvolveu nos últimos tempos várias tentativas para encontrar um comprador para a marca sueca "sem sucesso". A intenção da casa-mãe é alienar totalmente a sua posição accionista na Saab.
Fonte: Diário de Notícias,
aqui.
Recalibração é uma palavra que vai entrar no nosso vocabulário. Todos fomos longe demais. Os consumidores a comprar e as empresas a produzir. Hoje existe um sobredimensionamento da capacidade instalada que vai obrigar as empresas a pensar diferente porque os clientes vão ser, também, diferentes.

Breakfast in America - Supertramp

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Sosseguem

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O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean Claude Trichet, afirmou hoje que a autoridade monetária da Zona Euro vai providenciar aos bancos liquidez ilimitada pelo tempo que for necessário para enfrentarem a crise do crédito. “Estamos agora a providenciar – e isto é muito raro – financiamento ilimitado para os bancos da Zona Euro com maturidades que vão de uma semana a seis meses em troca de activos colaterais ilegíveis”, afirmou Trichet, citado pela Bloomberg, acrescentando que “vamos permanecer em activo o tempo que for necessário”.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.

O Banco de Portugal não engana

Publicada por José Manuel Dias


Os bancos concederam às empresas créditos num valor total de 115.826 milhões de euros em Dezembro de 2008, o valor mais alto de sempre. Face ao mês anterior, o crédito concedido subiu 3,8%, ou 4,28 mil milhões de euros. De acordo com os dados do Banco de Portugal, divulgados esta quinta-feira, o crédito às empresas tem vindo a aumentar de mês para mês no último ano. Dados que contrariam as queixas das empresas, que têm acusado a banca de não lhes emprestar dinheiro.
Fonte: Agência Financeira, aqui.
Alguns empresários têm dito que os bancos não concedem novos financiamentos e/ou aumentam os spreads e comissões. Os dados divulgados estão aí para provar que os bancos têm continuado a financiar as empresas. O crédito concedido atingiu mesmo um novo record. Não concedem a todas as empresas? De facto, não. Os Bancos perseguem os lucros. Devem fazer uma gestão criteriosa dos créditos desmobilizando quando o risco se agrava e/ou aumentando o prémio de risco no crédito que decidem manter. Há que prestar contas a quem depositou o dinheiro e às instituições financeiras internacionais que financiam os Bancos que nos concedem os empréstimos.

O discurso e a metáfora

Publicada por José Manuel Dias


A metáfora é um das figuras de discurso mais usadas na vida corrente, na literatura, nas artes e na publicidade. Nos anúncios, a junção de texto e imagem potencia o uso da metáfora. Vejamos três anúncios mais ou menos recentes, dois com metáfora, outro sem.
O primeiro deles é o reclame que anunciava a junção dos
sites imobiliários do BPI e do Expresso num só. “Todos os imóveis no mesmo sítio” era a frase de acesso ao anúncio. Essa expressão implica um jogo de palavras, pois o substantivo “sítio” tanto de nota um mesmo local físico como serve, neste caso, para referenciar o imaterial site na internet (o sentido prioritário da mensagem). É a imagem que cria a metáfora: ela transforma o site-sítio numa cidade à beira dum rio com inúmeros edifícios implantados quase a monte, para sugerir que, no site, tudo está próximo: a Torre de Belém, a Universidade de Coimbra, prédios do Porto, estão todos encostadinhos nesta brincadeira digital que reconstrói pela imaginação a acumulação de oportunidades imobiliárias num mesmo media. O resultado é uma cidade imaginária no meio da charneca, mas que, em virtude do efeito óptico, parece, à primeira vista, uma cidade real.
Eduardo Cintra Torres, no Jornal de Negócios, com leitura integral aqui.

Change the world - Eric Clapton

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Ler na rede

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Leio nos jornais: General Motors vai despedir 47 000 trabalhadores; leio-o, também, no mesmo dia: professores vão endurecer a luta contra a avaliação no 3º período. Estas duas notícias relacionam entre si dois mundos do trabalho. De um lado, os trabalhadores que podem perder o emprego a qualquer momento, que estão sujeitam às normas do Código de Trabalho, que beneficiam do regime geral da Segurança Social. Dou outro, os trabalhadores que não correm o risco de ficarem sem emprego porque têm emprego vitalício, e beneficiam de regimes especiais, quer nas relações de trabalho, quer na Segurança Social.
No final de 2008, Alan Greenspan, discípulo da romancista anarco-capitalista Ayn Rand e ex-presidente da Reserva Federal, reconhecia: «Cometi um erro ao confiar que o livre mercado pode regular-se a si próprio sem a supervisão da administração». Greenspan vem agora defender a nacionalização temporária de mais «alguns bancos». O que defenderá a seguir? Pena é que a administração Obama continue a resistir a esta saída. Por quanto tempo? Apesar de alguns sinais positivos, não nos esqueçamos que nela pontificam economistas que estiveram na origem do romance dos «novos democratas» com os mercados financeiros liberalizados. Lembram-se? Anos noventa…

Surpresa no desemprego

Publicada por José Manuel Dias


Os números do desemprego surpreenderam pela positiva. A maioria dos analistas e economistas antecipava um salto no número de desempregados no último trimestre de 2008, acompanhando a quebra da economia.
Admiração total. Não só não subiu, como há menos 1,9 mil desempregados do que em igual período de 2007. O valor é de tal forma anormal, tendo em conta a situação económica, que os economistas ficaram de boca aberta e sem grandes certezas nas justificações. Uma situação cada vez mais normal na actual crise.
Bruno Proença, no Diário Económico, aqui.
De facto, conforme informação do INE "em média, em 2008, a taxa de desemprego foi de 7,6%, o que se traduziu por um decréscimo de 0,4 p.p. face ao ano anterior. A população desempregada situou-se em 427,1 mil indivíduos, tendo diminuído 4,8% em relação ao ano anterior. A população empregada registou um acréscimo anual de 0,5%". Números preocupantes? Sim mas não tão preocupantes como alguns pelos vistos desejariam. De resto, se tivermos em conta a crise que varre a generalidade das economias mundiais os números até podem ser considerados positivos.

Menu de crise

Publicada por José Manuel Dias


"Por 2,5 euros - sim, leu bem, são dois euros e meio - os consumidores que estejam a conter as despesas, cêntimo a cêntimo, podem ter acesso a uma refeição constituída por ovo estrelado, salsichas e batatas fritas. As bebidas e sobremesas pagam-se à parte". É assim que começa o artigo de opinião de João Cândido e Silva, publicado no Jornal de Negócios, onde se descreve adaptação de um restaurante aos tempos de crise. De facto os pequenos negócios podem revelar uma grande flexibilidade e adaptação a estes tempos de recessão (dois trimestres consecutivos de contracção no produto interno bruto) mas as empresas com maior dimensão, dependentes do exterior têm problemas acrescidos. Com é referido as suas tesourarias vão estar mais apertadas porque vão receber mais tarde, o risco de aumentarem os incobráveis também vai fazer danos e o acesso ao crédito estará mais dificultado e mais caro quando existir. Porque, como bem diz, os bancos, naturalmente, também querem salvar a pele. É inevitável, no seu entender, uma forte descida no investimento, com efeitos acrescidos sobre o, já causticado, mercado do trabalho e um agravamento da anemia no consumo privado. A questão que suscita é : e depois da crise como estaremos ? A economia portuguesa vai acordar mais endividada, com um Estado mais pesado e ávido por receitas, devido aos remédios que estão a ser aplicados.

Destes, gosto mesmo

Publicada por José Manuel Dias


Na sequência do convite da Cleopatra, a que tinha aludido aqui, atrevo-me a indicar os blogues que acompanho que o mesmo é dizer que gosto mesmo deles. Sem qualquer critério de ordenação, aqui ficam, com os meus gardecimentos aos respectivos autores: A nossa Candeia, da Ana Paula Fitas, A Barbearia do Sr. Luís, do Luis Novaes Tito, O Arrastão do Daniel Oliveira, Câmara Corporativa, do Miguel Abrantes, Machina Speculatrix, do Porfírio Silva, Branco no Branco, da Mdsol, Defender o Quadrado, da Sofia Loureiro dos Santos, Margem Esquerda, do Raúl Martins, Divas e Contrabaixos, da Maria Rosário Fardilha, eVentos Tecnológicos, do Filipe Silva, Memórias ao entardecer, da Veritas, Palavras entre palavras, do A. J. Faria, Visto da Economia, da Helena Garrido, Farinha Amparo, da Didas e da Rosarinho, Em pequenas doses, da Arábica, Espelho dos Sentidos, da Mim e ainda, como não podia deixar de ser, o Cleopatra Moon, da Cleopatra.

Trabalhar, trabalhar mas...

Publicada por José Manuel Dias


A crise, que é superior às expectativas que tínhamos, surpreendeu não só os portugueses, como o Banco de Portugal, a Comissão Europeia, a Alemanha, a Inglaterra e a Itália», afirmou José António Barros, citado pela agência Lusa, à margem da Qualific@-Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego, na Exponor, em Matosinhos.
Salientando que, por exemplo, na Alemanha, os efeitos da crise estão a ser ainda «mais gravosos» que em Portugal, o presidente da AEP defende que a única saída é «trabalhar».
«A crise é mais profunda do que pensávamos. Perante isto, só posso dizer uma coisa: temos que trabalhar», afirmou Barros.
Fonte: Agência Financeira, aqui.
Será que basta trabalhar? Será que não devemos ter em conta o que se passa à nossa volta? Será que não se justifica conhecer o que está a mudar? Faz sentido continuar a produzir quando o mercado já não quer o que fazemos? Quem continuar a querer o que fazemos? Em que é que somos bons e que vantagens retiramos disso? Quem são os nossos clientes e que necessidades têm? Quais são os nossos concorrentes? Como podemos ser mas competitivos?
Uma reflexão ue se justifica antes de continuarmos a afectar recursos às nossas actividades. Pensar estrategicamente é uma necessidade. Quem não o fizer de forma sistemática corre o risco de ter o mesmo destino dos dinossauros.

Bad Banks?

Publicada por José Manuel Dias


A crise persiste em não dar sinais de trégua, e, não obstante as maciças injecções de capital e garantias de Estado destinadas a normalizar os circuitos de crédito, o sector financeiro é dos que continua mais vulnerável – e agora também sujeito aos efeitos da crise na economia “real”, que tem gerado uma espiral de fecho de empresas e despedimentos. Neste contexto, os “bad banks” estão a surgir como uma derradeira “tábua de salvação”. É mais um termo, à semelhança dos “activos tóxicos”, que não tem uma tradução óbvia para o português – “bancos maus”?, “bancos tóxicos”? –e que tão pouco corresponde a um modelo bem delineado de intervenção no sistema financeiro. Afinal, o que são, ou podem vir a ser, os “bad banks”?
Para continuar a ler este artigo de Eva Gaspar, no Jornal de Negócios clicar
aqui.
O director-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, parece estar de acordo com a ideia dos "Bad Banks" quando afirma que "o maior problema que os Estados enfrentam actualmente é a reestruturação dos bancos, defendendo a criação de uma estrutura que livre a banca dos seus activos tóxicos". Esperemos pelos desenvolvimentos. Uma coisa é certa: os Bancos nunca foram tão importantes, como nos dias de hoje.

Chico Buarque - Construção

Publicada por José Manuel Dias

Escola Virtual

Publicada por José Manuel Dias


Para usar na sala de aulas ou em casa, as ferramentas de 'e-learning' tornam o ensino mais dinâmico e a aprendizagem mais divertida. Quem o diz são os professores e os alunos. Cerca de cinco vezes por semana, Duarte entra numa sala de aulas virtual. "Vou acompanhando a matéria que é dada nas aulas, faço exercícios, trabalhos de casa e preparo testes." O aluno do 5.º ano é um dos mais de 60 mil que já recorrem à Escola Virtual para estudar, segundo dados da Porto Editora, que desenvolveu a plataforma de aprendizagem online. Muitos fazem-no sob orientação dos professores: o sistema é usado em 320 escolas, do básico ao secundário, e em 20 colégios particulares. Nestes casos, o site oferece também a possibilidade de os alunos tirarem dúvidas com os professores e falarem com os colegas. Os docentes, por sua vez, podem marcar trabalhos de casa, corrigi-los e até ver quanto tempo o aluno gastou com cada ficha e se viu as soluções.
Existe pelo menos outra plataforma de aprendizagem, o Moodle, que já está disponível em quase todas as escolas portuguesas. Tem a grande vantagem de ser gratuita, mas são os professores que têm de desenvolver e incluir os conteúdos. Essa tem sido a grande aposta da Escola Virtual. Desde que o projecto foi lançado, em 2005, foram sendo acrescentadas disciplinas e materiais. Ângela Moura, professora de Português na escola de Carvalhos, em Vila Nova de Gaia, foi das primeiras a experimentar. "Os resultados foram muito bons. Os alunos, sobretudo os mais fracos, evoluem muito bem. Ficam mais motivados."
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
A mudança está a acontecer. De forma mais lenta do que era suposto mas está. O modo como se transmitem conteúdos também pode condicionar o desempenho dos alunos. Quase todos os professores sabem isso mas só uma minoria retira as devidas ilacções. Mudar causa sempre desconforto, mesmo quando se muda para melhor. Quantos professores usam o Moodle? Uma pequena percentagem. Vale a pena reflectir sobre as razões que podem estar na base desta realidade, sendo certo que em algumas escolas há projectos muito interessantes que já testaram as vantagens da sua utilização no que concerne à gestão da aprendizagem.

Campeões Europeus

Publicada por José Manuel Dias


Portáteis já representam 81% do mercado de PCs em Portugal, o que representa a maior percentagem entre os países da Europa Ocidental, revela um estudo da IDC. Uma evolução que resulta do crescimento de 58,8% registado em 2008, o que constitui a maior subida registada na Europa Ocidental no ano passado.
Segundo o relatório trimestral 'IDC EMEA PC Tracker', durante o ano de 2008 foram vendidos em Portugal 1,63 milhões de PCs (portáteis mais desktop). No entanto, a procura de PCs portáteis dominou as preferências dos portugueses, tendo sido vendidos 1,33 milhões, o que significa que 81% do total de PCs vendidos são portáteis, e coloca Portugal como o país da Europa Ocidental onde se vendem proporcionalmente mais portáteis.
Fonte: Expresso, aqui.
Acreditamos que a mobilidade é um factor decisivo para a escolha de um portátil. Cada vez mais um portátil é encarado como um instrumento de trabalho essencial, embora, em muitas situações, a vertente lazer não seja também desvalorizada. De qualquer modo, julgamos que muita procura de portáteis pode ser explicada pelos efeitos deste Plano, aqui.

O valor mais baixo de sempre!

Publicada por José Manuel Dias


A Euribor a três meses atingiu hoje o valor mais baixo de sempre, devido à expectativa que o Banco Central Europeu vai continuar a reduzir as taxas de juro para fazer face à recessão que atravessa a economia europeia. A Euribor 3 meses desceu para 1,943%, enquanto a Euribor seis meses recuou para 2,02%. Nos prazos mais longos, a Euribor 9 meses caiu para 2,08% e a Euribor 12 meses desceu para 2,133%. O valor do indexante a três meses é o mais baixo desde a introdução do euro em Janeiro de 1999 e compara com o recorde histórico atingido em Outubro do ano passado, nos 5,39%. Foi a 88ª sessão consecutiva de descidas na Euribor.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.
Quem tem Crédito habitação vai pagar menos nas prestações. É uma boa notícia para muitos portugueses que assim vão ver aumentado o seu rendimento disponível. Já agora, aproveitamos para deixar duas notas:
1) O que é a Euribor? Corresponde à junção das palavras Euro Interbank Offered Rate. As taxas Euribor baseiam-se na média das taxas de juros praticadas em empréstimos interbancários em euros por 57 bancos proeminentes europeus (o painel de Bancos). Para saber mais clicar aqui;
2) Que Bancos integram o Painel? Ver aqui, de Portugal, apenas a Caixa Geral de Depósitos.

Inflação onde estás?!

Publicada por José Manuel Dias


Em Janeiro de 2009, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma taxa de variação homóloga de 0,2%, seis décimas de ponto percentual (p.p.) inferior ao valor observado em Dezembro de 2008. A variação mensal foi de -0,7% (-0,5% em Dezembro de 2008 e -0,1% em Janeiro de 2008). A variação média dos últimos doze meses diminuiu 0,2 p.p. para 2,4%.
Fonte: INE, aqui.
De acordo com as estimativas de alguns analistas a inflação para este ano situar-se-á na casa dos 1%. A ser assim, os salários vão ser objecto dum crescimento real muito expressivo, o maior das últimas décadas.

Em linha com a Europa

Publicada por José Manuel Dias


A economia portuguesa contraiu-se dois por cento no quarto trimestre do ano, face ao trimestre anterior, desempenho que contribuiu decisivamente para a variação nula do Produto Interno Bruto no conjunto do ano, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística na sua estimativa rápida.
O recuo da economia no terceiro trimestre em menos 0,1 por cento e agora esta nova queda do PIB de dois por cento no último trimestre do ano anterior, coloca Portugal em recessão técnica, tal como se encontram grande parte das congéneres europeias.
Fonte: Público, aqui.
Os próximos tempos não vão ser fáceis. As dificuldades vão continuar. A verdade é que não há volta a dar, temos de ser nós a encontrar as soluções para os problemas com que nos confrontamos, esperando, queos nossos principais parceiros comerciais façam o mesmo. Empreender, investir, manter empregos, consumir com moderação e poupar são as palavras-chave destes tempos. Os tempos não são de lamentos, são acção, e os Governos, também, não se podem eximir às suas responsabilidades. Têm que fazer o que é preciso ser feito.

Publicada por José Manuel Dias

As duas pontes sobre o Tejo em Lisboa perderam diariamente mais de 14 mil veículos desde Setembro. A mais penalizada foi a 25 de Abril que, nos últimos quatro meses, perdeu mais de dez mil veículos por dia, tendo chegado ao final do ano com menos tráfego diário do quem em 2007.
Os dados de tráfego da Estradas de Portugal revelam que o número de carros a cruzar a ponte 25 de Abril e a ponte Vasco da Gama tem vindo a diminuir desde Setembro. As perdas têm sido mais evidentes na 25 de Abril, mas também a ponte Vasco da Gama tem perdido diariamente um número significativo de travessias: passou de 65 950, registadas em Setembro, para 62 318 no último mês de 2008.
Paralelamente, o número de pessoas a usar o comboio tem vindo a aumentar, o que deixa prever que muitos automobilistas estão a trocar de meio de transporte.

Fonte: Correio da Manhã, aqui.

A crise tem feito mais pela ecologia que muitas campanhas de sensibilização a

Crédito Chave na mão

Publicada por José Manuel Dias


Os ministros das Finanças e da Economia assinam esta quinta-feira um protocolo com várias instituições de crédito com vista a criar condições para que os consumidores possam adquirir painéis solares através de linhas de crédito.
A Caixa Geral de Depósitos (CGD), o Banco Espírito Santo (BES), o Banco Português de Investimento (BPI) e Millenniumbcp são as instituições financeiras que aderiram a este projecto. Estes bancos «além de disponibilizarem o crédito, funcionarão numa lógica de pontos de contacto, únicos para o consumidor, assegurando o interface com as entidades responsáveis pelo fornecimento, instalação, manutenção e garantia dos equipamentos», refere o comunicado.
Fonte: Agência Financeira, aqui