Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Curiosamente até ao dia 21 de Dezembro, os levantamentos e compras realizados através da rede de multibanco indiciavam um aperto do cinto dos portugueses, mas as corridas dos últimos dias acabaram por contribuir para que o dinheiro movimentado na rede tenha batido um novo recorde durante este Natal.
Mudei-me para aqui, como podia ter-me mudado para outro lado qualquer. Casei-me com uma canadiana e meti os pés ao caminho. Mas a minha ideia passava sempre por sair de Portugal.
A ideia que tenho do nosso pais é que há muita gente que se queixa de muita coisa, mas não sabem realmente o que fazer para mudar isso. Entretanto, formamos jovens as carradas para os inserir num mercado de trabalho que não existe nacionalmente. Acabamos por fim a ver licenciados em, por exemplo, engenharia química a trabalhar em balcões dos bancos. Não é que haja nada de errado nisso, mas será que quando um jovem escolhe um determinado curso de química, esta a pensar em ir trabalhar para um banco? Quanto muito escolhia um de economia ou de gestão e depois tentava subir nos quadros. Mas adiante...
Votos de Feliz Natal para todos o que visitam o Cogir (Cogitar+Agir). Voltem sempre!
Lembrei-me deste episódio perante o conselho que um amigo me deu no outro dia: “Não respondas tão depressa aos pedidos que te fazem, sobretudo se as respostas forem negativas. As pessoas acham que não lhes deste a importância suficiente e que não te esforçaste. Finge que demoras uns dias a estudar o assunto. E, na resposta, não sejas negativo, deixa a porta aberta, diz que mais tarde qualquer coisa. É assim que as pessoas gostam”.
Fiquei chocado com o conselho. Logo eu que gosto de ser rápido a dizer que não, para não alimentar falsas expectativas, para evitar que as pessoas percam tempo comigo, para que possam procurar outras hipóteses. Bom, lá vou ter de rever os meus procedimentos.
Não houve possibilidade de acordo nenhum, o Governo nem sequer se deu ao trabalho de apresentar novas propostas. Disse que a posição final era aquela, tendo em atenção os problemas macro-económicos existentes, tendo em atenção a crise", disse Nobre dos Santos.
No âmbito da negociação suplementar entre Governo e sindicatos da Função Pública sobre os salários de 2009, a equipa do ministério das Finanças encontra-se hoje também com a Frente Comum e com o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE).
A Frente Comum (CGTP) reivindica um aumento de cinco por cento para 2009 e um aumento intercalar de 0,9 por cento para colmatar o poder de compra perdido em 2008.
Fonte: Jornal Público, aqui.
R. Cuando se critica por esto a los bancos, de un lado y de otro, me parece populista porque la función de los bancos es dar crédito sólo a quien lo va a devolver. El problema actual es que los consumidores no consumen, los empresarios no contratan, los inversores no invierten. ¿Entonces qué? ¿Habría que obligar por ley a que los empresarios inviertan y no despidan y a que los consumidores consuman como se está exigiendo a los bancos cuando se dice que tienen que aumentar el crédito? Si la banca no presta en mayor cantidad será por algo. Ya verán cómo si mejora la economía, el sector empieza a dar más préstamos.
Inicialmente, a Caixa pretendia um empréstimo de dois mil milhões, mas conseguiu apenas 1,25 mil milhões de euros, salienta o «Expresso». Em causa pode estar a chamada indisciplina financeira de países como a Itália, a Grécia e também Portugal.
Fonte: Agência Financeira, aqui.
"Com esta avaliação não estão em causa melhores serviços ou mais motivação, está em causa, única e simplesmente, a redução do peso orçamental das remunerações dos trabalhadores", criticou o presidente do STE durante a apresentação dos resultados do inquérito.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.
A despesa em I&D nas empresas em relação ao PIB mais que duplicou de 2005 para 2007, atingindo 0,61% do PIB quando em 2005 era penas 0,29% do PIB. Pela primeira vez, a despesa em I&D nas empresas ultrapassou o valor verificado nas restantes instituições. O número de empresas com actividades de I&D teve um acréscimo inédito ao passar de cerca de 930 em 2005 para mais de 1.500 em 2007.
Verificou-se um grande aumento do número de investigadores na população activa, o qual passou de 3,8‰ em 2005 para 5,0‰ em 2007, com o número de investigadores em equivalente a tempo integral (ETI) a duplicar nos últimos dez anos (de cerca de 14 mil em 1997 para cerca de 28 mil em 2007). O número de investigadores na população activa está agora próximo da média da UE27 (5,6‰), embora ainda esteja muito abaixo da média da OCDE (7,0‰).
Fonte: UMIC, aqui.
Bill Gates deixa conselhos aos jovens de todas as idades. Uma oportunidade para aprender com quem teve um enorme sucesso pessoal e profissional. Imperdível.
O aperto financeiro dos portugueses tem como a maior vítima os bens supérfluos. A crise chegou, mas de mansinho. Evitar ir a restaurantes ou optar por viajar nas «low cost» é mais uma questão de sensatez económica do que de falência das famílias, cita o jornal «Público».
Há quem acredite que, uma vez experimentada a crise, facilmente vestimos a «pele de cidadão poupado» e deixamos de gastar dinheiro com bens que não são bons investimentos. A verdade é que, apesar de os números apontarem apenas para a diminuição de despesas extraordinárias, como a utilização diária do carro, os portugueses estão, de facto, a cortar.
Onde consumimos menos? E onde gastamamos mais? O Blogue Agência Financeira, dá-nos algumas pistas, aqui.
Portugal tem 589 pessoas com 100 ou mais anos registadas nos Censos de 2001: um homem para cinco mulheres. E, como a tendência é para o aumento da longevidade, é natural que em 2008 existam muitos mais. Nem todas continuam a trabalhar como Manoel de Oliveira, mas muitos são independentes e Portugal não está preparado para esta realidade, dizem os técnicos. O segredo está em "ser activo e estimular o intelecto", não ser atirado para uma cadeira ou um sofá de um lar, verdadeiras antecâmaras da morte. "Uma das coisas que mais contribuem para o aumento da longevidade é a actividade. As pessoas devem ter uma actividade física e intelectual estimulante", explica Maria João Quintal, médica, chefe de divisão de Saúde no Ciclo de Vida da Direcção-Geral de Saúde.Aquela é uma das razões porque encontramos mais centenários entre as pessoas com cursos superiores e com maior treino intelectual. Além de que têm profissões com menos riscos para a saúde e condições sociais e económicas para ter uma maior qualidade de vida. Permite-lhes, por exemplo, ter uma alimentação equilibrada, cuidados físicos e empregados para lhes dar assistência.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Em qualquer profissão há sempre pessoas que sabem que provavelmente ficarão abaixo da média e por isso preferem não ser avaliados. Há também outras que estando próximas da média e sendo avessas ao risco, se puderem escolher, optam por esquemas de promoção por antiguidade, em vez de alternativas de promoção por mérito. A aversão ao risco pode determinar que mesmo profissionais que estão entre os 20% melhores tenham uma forte tendência a ser contra um processo de avaliação que não dê todas as garantias. Nenhum poderá dar, e por isso é natural que 80% de qualquer classe se una contra a imposição de qualquer processo de avaliação. Mais, mesmo os restantes 20% estarão divididos sobre qual o seu método preferido. Os professores não são uma classe especial, que não quer ser avaliada. Pelo contrário, acredito que na maioria das classes profissionais seria fácil obter uma maioria de pessoas contra qualquer método de avaliação, em particular se fosse um método único e imposto de cima para baixo.Então como foi possível introduzir métodos de avaliação noutras profissões? Por uma questão de competitividade. Em todas as áreas, há profissionais que ganham com uma carreira baseada na avaliação de mérito. As instituições que querem atrair estes profissionais têm de promover uma avaliação baseada no desempenho. As que não o fizerem, acabam por ficar sem os melhores profissionais e perdem competitividade. Como sair deste impasse?
Para continuar a ler este artigo de Manuel Caldeira Cabral, publicado no Jornal de Negócios, clicar aqui.
Mais de 2,8 mil milhões de trajectos foram efectuados em transportes públicos no terceiro trimestre de 2008, ou seja um aumento de 6,5 % relativamente ao mesmo período de 2007, segundo um relatório da Associação dos Transportes Públicos Norte-americana (APTA).
Este é mais forte aumento trimestral do tráfego nos transportes públicos nos últimos 25 anos.
O número de quilómetros percorridos por um veículo recuou 4,6 por cento, segundo a autoridade de administração das auto-estradas.
De acordo com os últimos dados da Direcção Geral de Energia e Geologia agora divulgados, à frente de Portugal posicionam-se apenas a Áustria e a Suécia (ver gráfico). Estes dados, porém, reportam a 2006, altura em que do total da energia consumida em Portugal pouco mais de 30% tinha origem em fontes renováveis.
Apesar de ainda não existirem dados comparativos mais recentes, a verdade é que entretanto a produção de energia a partir de fontes renováveis aumentou em Portugal. Assim, em 2007, do total da energia eléctrica consumida no país, 42% teve origem em fontes renováveis.
As taxas Euribor estão já a descer, mas continuam longe da taxa directora. O BCE colocou ontem os juros nos 2,50% enquanto a Euribor a seis meses se fixou nos 3,71%, uma diferença superior a 100 pontos base.
Ainda assim, as boas notícias já chegaram às famílias e deverão continuar. Um empréstimo que for revisto em Janeiro deverá registar uma descida da prestação de cerca de 14%, se considerada a taxa Euribor a seis meses fixada ontem nos 3,71%.
Passaram muitos anos. Tornei-me selectivo. São sempre os mesmos. Normalmente, os que subsidiaram o evento. A dizerem o mesmo. É fácil fazer o resumo das suas intervenções antes de abrirem a boca. Às apresentações, falta adrenalina. Não vá o poder ou o patrão ficar incomodado. Não se convidam oradores que possam produzir afirmações impróprias para ouvidos mais sensíveis.
[.../...]
No encontro dos economistas nacionais, já no final, Teodora Cardoso referiu a importância do comportamento da mente humana. Foi ela, no seu deslumbramento, que criou as condições que geraram a actual crise. É ela que está a agravar, pelo pânico, a borrada feita pelos banqueiros. Nos anos de prosperidade, agita a nobre luta ambientalista pela redução do número de automóveis. Mas é a mesma mente que, numa não menos nobre peleja pela manutenção de postos de trabalho, se bate pela não redução dos mesmos instrumentos poluidores. O que mudou não foi a análise económica. Esta esbarra sempre nos misteriosos comportamentos da mente dos agentes económicos. É a análise comportamental que pode ajudar a perceber alguns despistes da economia. Por isso, chegou a hora dos psicólogos. Já agora, acompanhados por psiquiatras, para ajudarem algumas bocas desorientadas que se ouviram nas últimas semanas. Que Deus tenha compaixão delas.
António de Almeida, em artigo de opinião no Expresso, aqui.
Entre as deduções mais comuns e fáceis de contabilizar estão as despesas de saúde, educação, habitação e informática. Só estas três últimas permitem uma poupança de 1.517,6 euros no IRS. O número só não é superior porque as despesas de saúde, que não têm limite de dedução, não entram para estas contas.
Diz também o «DE» que os Planos Poupança Reforma (PPR) são também conhecidos pelos benefícios fiscais associados. Existem ainda outros benefícios fiscais associados às energias renováveis, donativos e mecenato ou com investimento em acções, dividendos, juros, entre outros. O ideal é que aproveite ao máximo as deduções e evitar erros.
"Esta é uma daquelas crises que apenas se vive uma vez na vida", afirmou Sócrates, sublinhando que o seu impacto e a sua dimensão "obrigam a tomar medidas de emergência".
"Uma dessas medidas é reforçar o investimento público", acrescentou.
Portugal precisa de investir mas é "em coisas que façam aumentar as exportações" e que, portanto, reduzam o défice da balança de transacções correntes, que atinge qualquer coisa como dois milhões de euros por hora, equivalentes a cerca de 17 mil milhões/ano. E sem isso, o nosso país não resolverá "o ponto mais crítico" da sua economia, adverte Daniel Bessa.
Daniel Bessa, que falava, ontem, ao princípio da noite, numa quinta da vila de Pereira, nos arredores de Coimbra, em mais um dos Encontros Millennium BCP, não especificou, todavia, se os grandes investimentos públicos programados e/ou anunciados pelo governo se enquadram, ou não, na sua perspectiva, naquela estratégia exportadora, mesmo quando questionado, por um dos muitos participantes na sessão. Admite, contudo, que, em relação a este aspecto, "talvez não esteja em linha com o governo". A recessão veio, de resto, pôr a nu esta fragilidade da economia portuguesa (com as importações a superarem as importações), que, sublinha, não é conjuntural, mas "é um problema estrutural". E é tempo, alerta, de "olhar para as questões estruturais".
Depois de se deter sobre as crises, considerando que podem ser entendidas como sendo todas iguais ou diferentes, de acordo com os aspectos que se querem valorizar, Daniel Bessa diz que o essencial da prescrição para a recessão internacional que se vive já foi adoptado, pois as taxas de juro já baixaram. As pessoas ainda não sentem isso, no seu dia-a-dia, nas suas prestações, mas aquelas descidas (adoptadas por instituições tão conservadoras como o BCE, por exemplo) hão-de reflectir-se dentro de algum tempo.
Os spreads ainda não baixaram, é certo, mas chegará a sua vez, acredita Daniel Bessa, sublinhando que, contudo, "há um dado muito negativo" que persiste e tem a ver com o sistema bancário. "O nó górdio continua no sistema financeiro e se não pusermos o dinheiro a circular, não saímos daqui."
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Tomando como boas as críticas de muitos professores, em causa está o modelo de avaliação aprovado pelo Ministério, com as queixas a incidirem sobre a burocracia associada ao processo de avaliação e potenciais situações de injustiça, com as inerentes repercussões ao nível do concurso de colocação e da progressão na carreira. O Ministério, por sua vez, defende-se acusando os críticos de não proporem um modelo de avaliação alternativo.
Estão assim criadas as condições para um extremar de posições, que em nada contribuirá, muito pelo contrário, para a serenidade que a função educativa exige.
Não admira, pois, que, na Conferência do Fórum para a Liberdade de Educação que teve lugar ontem (quarta-feira, 12/11/2008) na Fundação Gulbenkian sobre “A Reforma do Sistema de Ensino da Nova Zelândia”, a avaliação de professores merecesse uma atenção especial por parte dos presentes.
Se a razão de ser das perguntas era óbvia, a simplicidade das respostas desarmou a assistência. É que na Nova Zelândia não existe um sistema de avaliação centralizado.
Se eles conseguiram, porque é que nós não conseguimos também? Creio que podemos e devemos dizer “Yes, we can!”
Para aceder, basta fazer o registo on-line na feira, que decorre até dia 16, aqui, universia.pt e começar a navegar.
Os responsáveis do Commerzbank chegaram a acordo com a seguradora Allianz SE, dona do Dresdner Bank AG, para a compra dos restantes 40 por cento do banco, num negócio avaliado em 1,4 mil milhões de euros, avança a «Lusa».
O Commerzbank comprou 60 por cento do Dresdner Bank em Agosto.
O novo banco juntará 11 milhões de clientes privados e uma rede de 1.200 dependências bancárias na Alemanha, transformando-se assim no maior banco alemão em termos de dependências e clientes, destronando o Deutshe Bank.
Anda para aí uma data de gente a tentar descobrir como ganhar dinheiro com a Internet. A Benedita já descobriu. Outra coisa não seria de esperar dela, que ganhou o seu primeiro dinheiro com sete anos a vender chupa-chupas de caramelo, que confeccionava em casa, às colegas da escola primária (na altura não havia ASAE).E foi continuando a fazer pela vida. No secundário, vendia pulseiras e brincos feitos com missangas. Já na faculdade, deixou de ter as colegas como mercado e foi modelo publicitário. "Ganhava rios de dinheiro" a anunciar coisas tão pouco sexy como panelas. Este espírito empreendedor, que vinha no seu código genético (é filha de um comandante da TAP e de uma doméstica), manifestou-se na rapidez com que tomou a decisão que mudou a sua vida. Melhor aluna da escola, com média de 18,5 valores no secundário, toda a gente achava (incluindo ela) que devia ir para Medicina. Mas, na hora da inscrição) mudou de ideias e empancou a bicha.
Para continuar a ler, este artigo de Jorge Fiel, no Diário de Notícias de hoje, clicar aqui.
Na revisão das suas projecções macroeconómicas, a entidade espera que a taxa de inflação nacional se situe este ano, nos 2,8%. Mas, no ano que vem, a taxa deverá cair para menos de metade, recuando até aos 1,3%.
Em 2010 deverá registar-se uma nova e ligeira recuperação da taxa para 1,6%.


















































