A prenda do mau exemplo

Publicada por José Manuel Dias


A divulgação da marca do cheque-prenda oferecido pelos ministros a José Sócrates indignou o presidente da União de Associações do Comércio e Serviços (UACS). "É uma grande promoção à marca, sobretudo quando ainda há pouco o primeiro-ministro, que veste Armani, foi considerado um dos homens mais elegantes do Mundo", afirmou ontem ao Correio da Manhã o presidente da UACS, Vasco de Mello.
O que está em causa, diz aquele dirigente, não é o facto de os ministros terem oferecido um presente ao primeiro-ministro (o cheque-prenda no valor de 2550 euros para gastar em roupa na Fashion Clinic), mas sim "a divulgação da marca".
Fonte: Diário da Manhã, aqui.
Convenhamos que não é bom exemplo para os consumidores portugueses o Primeiro-Ministro usar vestuário de marcas estrangeiras. Também temos de considerar de mau tom a divulgação da marca do cheque prenda. Afinal não andamos nós a promover o "compro o que é nosso"?

Poupar e ganhar

Publicada por José Manuel Dias


Os anúncios da administração pública vão deixar de ser obrigatoriamente publicados na imprensa, segundo um decreto-lei que o Governo está a ultimar e a que o PÚBLICO teve acesso. O Estado deverá poupar mais de dez milhões de euros por ano, mas a decisão é encarada com apreensão pelas empresas jornalísticas. "Será muito grave se for feito sem se pensar nas consequências", disse ao PÚBLICO o presidente da Associação Portuguesa de Imprensa (API), João Palmeiro, segundo o qual o Governo se comprometeu a não finalizar o processo sem ouvir o sector. O fim da obrigatoriedade de publicar em jornais de anúncios de centenas de actos legislativos e regulamentares da administração pública está previsto no decreto-lei que cria o Portal dos Anúncios Públicos, o qual está a ser ultimado pelos gabinetes dos ministros das Finanças, Presidência, Justiça e Assuntos Parlamentares.
Fonte:Jornal Público,
aqui.
A racionalização das despesas públicas justifica esta medida. Agora, há que pensar nas consequências...Quem dá (muita publicidade) é amigo. E quem não dá? São conhecidos conflitos entre anunciantes e jornais relativamente ao tipo e qualidadade de informação que veiculam, levando mesmo, em alguns casos, à decisão de cancelar contratos de de publicidade. Pode dizer-se, por isso, que esta medida para além de gerar poupanças nos gastos do Estado, torna a imprensa menos dependente do Estado. Todos ficam a ganhar.

Kate Bush & Peter Gabriel - Another Day

Publicada por José Manuel Dias

B-on: será que me pode ajudar?

Publicada por José Manuel Dias


A Biblioteca do Conhecimento Online (b-on) disponibiliza o acesso ilimitado e permanente nas instituições de investigação e do ensino superior aos textos integrais de mais de 16.750 publicações científicas internacionais de 16 editoras, através de assinaturas negociadas a nível nacional com essas editoras.
A biblioteca disponibiliza textos integrais de mais de 16.750 publicações. A coordenação, o financiamento público e o acompanhamento da Biblioteca do Conhecimento Online são assegurados pela UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP e a respectiva infraestrutura técnica e de apoio aos utilizadores, bem como a relação comercial com os editores, é assegurada pela FCCN – Fundação para a Computação Científica Nacional .
Para entrar na B-on, clicar aqui.

São números, senhores

Publicada por José Manuel Dias


Em termos comparados, a rigidez do emprego coloca o nosso país na 99ª posição de um ‘ranking’ com 127 países, a par do México, Lituânia, Finlândia e Argélia, enquanto as práticas de contratação e despedimento atiram-nos para a 125ª posição e os custos com despedimentos nos colocam no 113º lugar do ‘ranking’ mundial, a par da Turquia. Curiosamente, o mesmo relatório classifica os trabalhadores portugueses na 44ª posição em relação ao pagamento e à produtividade, à frente de países como a Índia, Azerbaijão, Arménia ou o Quénia. Os índices internacionais há muito que colocam Portugal nos piores lugares da Europa em relação à legislação laboral, mas vários especialistas têm garantido que, com o novo Código de Trabalho, o país ficaria muito bem apetrechado, em termos de flexibilidade da sua legislação laboral, para melhorar a posição relativa nos ‘rankings’ internacionais. A única coisa que ainda ficaria a divergir dos padrões internacionais seria, segundo esses especialistas, a dificuldade nos despedimentos individuais, apesar de se simplificar a burocracia nesses processos que continuarão a ter como obrigatoriedade a justa causa. O chumbo do Tribunal Constitucional à norma que estabelecia em 180 dias o período experimental para a generalidade dos trabalhadores – devem manter-se os 90 dias – vem enfraquecer um Código de Trabalho que se pretendia desse outra imagem do país.
Francisco Ferreira da Silva, no Diário Económico, aqui.
Para que uns tenham todos os direitos, outros acabam por não ter direitos nenhuns. Manter a situação, agrada aos instalados. Mudar as leis - mesmo a fundamental - parece ser uma necessidade se queremos competir num mundo cada vez mais global. Se um dos propósitos é garantir o direito ao trabalho, não será importante criar empregos?

Bons exemplos

Publicada por José Manuel Dias


Óbidos tem sorte. Tem um castelo bonito e uma enquadrada vila-modelo. Tem uma proximidade importante de Lisboa. E do mar. E da serra. Mas Óbidos tem também saber. A primeira vez que o demonstrou foi quando preservou a vila tal e qual como era, museificando-a, é certo, mas também tornando-a um trunfo turístico inegável. Depois, acrescentou-lhe eventos, animando-a como Vila Natal ou como palco dos Festivais Medievais e do Chocolate. E vieram, de facto, os turistas. Dos que trazem dinheiro temporário à vila. Mas vieram também os novos habitantes, atraídos por um parque tecnológico que terá uma imensa área verde e várias facilidades que só se costumam encontrar nos subúrbios das grandes cidades europeias e americanas. Este parque tecnológico foi uma tentação para muitas empresas que desejavam um espaço próximo de Lisboa - mas a câmara só cedeu ocupação a empresas verdadeiramente ligadas às novas tecnologias. Óbidos serve aqui como exemplo.
Fonte: Diário de Notícias,
aqui.

Björk - It's Oh So Quiet

Publicada por José Manuel Dias

A aldeia mais alta de Portugal

Publicada por José Manuel Dias


Sabugueiro, situada em pleno Parque Natural da Serra da Estrela, detém o título de aldeia mais alta de Portugal, estando situada a 1200 metros de altitude. Com origens bem antigas, formou-se a partir de um aglomerado de abrigos provisórios de pastores que aqui encontravam belas pastagens para os seus rebanhos. A aldeia é composta por casas rurais, simples, graníticas, típicas da região, albergando um museu etnográfico com vista a preservar a tradição ainda forte nestas paragens, por um forno comunitário, pela bonita Igreja Matriz. O Sabugueiro é identificado como centro de turismo serrano, local de passagem e paragem obrigatória para quem visita a Serra da Estrela. Queijo, presunto, enchidos, mel, mantas, tapetes são alguns dos produtos e artesanato local que podem ser adquiridos por aqui.

Sempre a sacar

Publicada por José Manuel Dias


Os portugueses esqueceram a crise nos últimos dias antes do Natal. Entre levantamentos e pagamentos de compras com o cartão multibanco, gastaram entre os dias 21 e 25 de Dezembro, 130 mil euros por minuto. No total, foram movimentados, em apenas quatro dias, mais de 749 milhões de euros.
Curiosamente até ao dia 21 de Dezembro, os levantamentos e compras realizados através da rede de multibanco indiciavam um aperto do cinto dos portugueses, mas as corridas dos últimos dias acabaram por contribuir para que o dinheiro movimentado na rede tenha batido um novo recorde durante este Natal.
Fonte: Correio da Manhã, aqui.
Parece que muita gente ainda não interiorizou que os próximos tempos não vão ser nada bons e continua a consumir de forma desenfreada. A rede Multibanco (levantamentos e compras) bateu um novo record: quase 750 milhões de Euros em 4 dias!

Temos vivido no céu (*)

Publicada por José Manuel Dias


O economista Paul Krugman, mais recente prémio Nobel da Economia, acredita que o fim da actual crise está "distante" e antevê o surgimento de novos escândalos financeiros como o de Bernard Madoff e de mais nacionalizações de bancos. Em entrevista à rádio espanhola Cadena Ser, Paul Krugman afirma que "a crise é pior do que inicialmente pensado" e acredita que a actual crise será a pior desde a depressão de 1932. O Nobel da Economia considerou ainda muito provável a revelação de novos escândalos como a fraude de 50 mil milhões de dólares (35,6 mil milhões de euros) de Bernard Madoff. "Quase de certeza que vamos ver mais situações deste tipo, porque quando a casa cai encontram-se esqueletos nos armários", afirmou.
Fonte: Público, aqui.
(*) ou a crise internacional ainda vai agravar-se.

Hugo's ou a história dos direitos adquiridos

Publicada por José Manuel Dias


O meu nome é Hugo, sou natural de Barcelos e formei-me no Instituto Politécnico do Cavado e do Ave em Sistemas de Informação para a Gestão. Actualmente moro em Toronto, Ontário, Canada e há um ano que faço Quality Assurance (para facilitar um bocado as coisas, digamos que testo software, apesar de que ser QA envolve muito mais do que isso) num dos maiores bancos do Canada.
Mudei-me para aqui, como podia ter-me mudado para outro lado qualquer. Casei-me com uma canadiana e meti os pés ao caminho. Mas a minha ideia passava sempre por sair de Portugal.
A ideia que tenho do nosso pais é que há muita gente que se queixa de muita coisa, mas não sabem realmente o que fazer para mudar isso. Entretanto, formamos jovens as carradas para os inserir num mercado de trabalho que não existe nacionalmente. Acabamos por fim a ver licenciados em, por exemplo, engenharia química a trabalhar em balcões dos bancos. Não é que haja nada de errado nisso, mas será que quando um jovem escolhe um determinado curso de química, esta a pensar em ir trabalhar para um banco? Quanto muito escolhia um de economia ou de gestão e depois tentava subir nos quadros. Mas adiante...
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Os bons empregos acabaram...

Publicada por José Manuel Dias


A terça e a quarta-feira são os dias piores. Cristina passa a terça-feira na garagem de casa dos pais, reconvertida em armazém, a receber as encomendas dos seus 20 fornecedores de legumes - "biológicos e apanhados no dia". É já noite quando sai do meio dos legumes e vai para o escritório (a sua casa) esvaziar o correio, antes de se deitar. Dorme depressa. No dia seguinte levanta-se às cinco e meia. Quarta é o dia da entrega ao domicílio dos cabazes com um sortido de legumes, que podem ser complementados com outros produtos biológicos, como carne barrosã, fruta, azeite ou frutos secos. A primeira entrega é às oito, na Marechal Gomes da Costa. O périplo pelo Grande Porto é de 150 km e dura todo o dia, obrigando a três regressos ao armazém para reabastecer a Citroën Jumpy.
A Horta à Porta, a empresa inventada por Cristina, tem cem clientes, que são assinantes do serviço de legumes (o resto é encomendado à parte) e escolhem a periodicidade da entrega (semanal ou quinzenal) e o formato do cabaz - pequeno (oito legumes e custa 16 euros), médio (dez legumes, 21,50 euros) ou grande (11 produtos em maior quantidade, 27 euros).
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Pessoas responsáveis, proactivas, não se desculpam com as condições externas, identificam opurtunidades e aproveitam-nas, criando os seus próprios empregos.

Merry Christmas

Publicada por José Manuel Dias

Votos de Feliz Natal para todos o que visitam o Cogir (Cogitar+Agir). Voltem sempre!

Empresas driblam crise

Publicada por José Manuel Dias


O New York Times fala de "Mais empresas [que] cortam custos do trabalho sem despedir" e um dos exem plos é o de uma universidade que pediu o corte de 1% nos salários para salvar alguns empregos. Mas a lista já é grande e de nomes bem conhecidos: a Dell (férias mais longas não pagas), Cisco (quatro dias de fecho neste fim de ano), Motorola (cortes nos salários), Honda (férias voluntários não pagas) e o The Seattle Times (uma semana de licença não paga para 500 trabalhadores).
Na Itália, o La Repubblica coloca o ministro do Trabalho, na capa, a dizer: "Menos trabalho, menos salário". O plano de Maurizio Sacconi vai ser apresentado aos sindicatos e às outras forças políticas e o objectivo é também não aumentar o número de desempregados, embora com sacrifícios acrescidos para aqueles que têm empregos. Facto é que os problemas vão obrigar toda a gente a um esforço de criatividade para salvarem o salvável e os sindicatos terão que estar também na primeira linha.
Notícia da responsabilidade de Manuel Queiroz, no Diário de Notícias, aqui .
Quando a economia real é atingida pela recessão importa encontar novas fórmulas de relacionamento entre as empresas e os sindicatos que visem evitar os despedimentos ou até fecho puro e simples. Lá fora procuram driblar a crise, por cá alguns que ainda não deram conta que o mundo mudou...

Quem sabe faz (*)

Publicada por José Manuel Dias


A Universidade do Porto decidiu hoje (ontem) passar a fundação pública, numa votação realizada no seio da Assembleia Estatuária daquela instituição. A transformação é um passo para a universidade poder ser uma das melhores da Europa, disse o reitor da instituição."A transformação em fundação não é uma panaceia, mas as vantagens que traz dão-nos maior capacidade para evoluir no sentido que pretendemos, que é sermos uma das melhores universidades da Europa", afirmou o reitor, José Marques dos Santos, no mesmo dia em que a assembleia da Universidade de Aveiro também aprovou a transformação da universidade para fundação. Nas votações de hoje, só dois votos foram contra. "Estas coisas nunca são unânimes, mas a votação foi muito expressiva", frisou Marques dos Santos.
Fonte: Público, aqui.
(*) não espera acontecer. Um excelente exemplo para as outras instituições do Ensino Superior. Depois do ISCTE, a Universidade de Aveiro e a Universidade do Porto decidiram transformar-se em Fundações. Maior autonomia, maior responsabilidade e o caminho aberto para fazerem mais e melhor, sem precisar de mendigar apoios ao Estado. Começa uma nova etapa: "2009 será um ano especialmente exigente, em que é necessário concretizar o processo de mudança”, reconhece a Reitora da Universidade de Aveiro. Uma lição para os Calimeros que por aí pululam...

Ser ou não ser rápido a dizer não

Publicada por José Manuel Dias


À distância, sou forçado a reconhecer que ser rápido a responder e cristalinamente negativo nas respostas não são “qualidades” que tivessem contribuído para a minha reputação local. Pelo contrário, ajudaram a que fosse olhado com desconfiança.
Lembrei-me deste episódio perante o conselho que um amigo me deu no outro dia: “Não respondas tão depressa aos pedidos que te fazem, sobretudo se as respostas forem negativas. As pessoas acham que não lhes deste a importância suficiente e que não te esforçaste. Finge que demoras uns dias a estudar o assunto. E, na resposta, não sejas negativo, deixa a porta aberta, diz que mais tarde qualquer coisa. É assim que as pessoas gostam”.
Fiquei chocado com o conselho. Logo eu que gosto de ser rápido a dizer que não, para não alimentar falsas expectativas, para evitar que as pessoas percam tempo comigo, para que possam procurar outras hipóteses. Bom, lá vou ter de rever os meus procedimentos.
Luis Paixão Martins, ex-consultor da RTP, aqui.

Quem muito quer...

Publicada por José Manuel Dias


A Frente Sindical da Administração Pública (FESAP) rejeitou hoje a proposta do Governo de um aumento salarial de 2,9 por cento dos funcionários públicos para 2009, na primeira reunião de um dia de negociações suplementares.
Não houve possibilidade de acordo nenhum, o Governo nem sequer se deu ao trabalho de apresentar novas propostas. Disse que a posição final era aquela, tendo em atenção os problemas macro-económicos existentes, tendo em atenção a crise", disse Nobre dos Santos.
No âmbito da negociação suplementar entre Governo e sindicatos da Função Pública sobre os salários de 2009, a equipa do ministério das Finanças encontra-se hoje também com a Frente Comum e com o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE).
A Frente Comum (CGTP) reivindica um aumento de cinco por cento para 2009 e um aumento intercalar de 0,9 por cento para colmatar o poder de compra perdido em 2008.
Fonte: Jornal Público,
aqui.
Exigências desta natureza - aumentos de 5%, para uma inflação prevista de 1,5% - descredibilizam os Sindicatos. Num cenário de crise mundial, com a nossa economia estagnada e, com forte probabilidade, a caminho da recessão, beneficiar do aumento dos salários reais, como já propõe o Governo, é um privilégio. Pedir ainda mais é irresponsabilidade, sobretudo numa época em que a larga maioria dos portugueses apenas pede a manutenção do seu posto de trabalho.

Lisa Mitchell - Incomplete Lullaby

Publicada por José Manuel Dias

E vão 16

Publicada por José Manuel Dias



A Eslováquia será o 16º Estado-membro da União Europeia (UE) a adoptar o euro a 1 de Janeiro próximo, no mesmo dia em que a moeda única comemora o seu décimo aniversário. A Eslováquia, com uma superfície e população cerca de metade da de Portugal, irá adoptar o euro à taxa de câmbio de 30,12 coroas eslovacas.O país tornou-se independente em Janeiro de 1993, após a cisão da Checoslováquia em duas Repúblicas independentes, e aderiu à UE em de Maio de 2004. Com a adesão da Eslováquia a zona euro passará a contar com uma população de 328,6 milhões de habitantes num total de 499,7 da UE. Por ocasião do décimo aniversário do euro serão emitidos 84 milhões de exemplares de uma moeda comemorativa de dois euros.
Fonte: Jornal Público, aqui.

Compras de Novembro mais baratas

Publicada por José Manuel Dias


Em Novembro de 2008, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma taxa de variação homóloga de 1,4%, nove décimas de ponto percentual (p.p.) inferior ao valor observado em Outubro de 2008. A variação mensal situou-se em 0,6% ( 0,2% em Outubro de 2008 e 0,3% em Novembro de 2007). A variação média dos últimos doze meses diminuiu para 2,7%.O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 1,4%, onze décimas de p.p. inferior ao valor do mês anterior. O IHPC apresentou uma variação de -0,7% entre Outubro e Novembro de 2008. A taxa de variação média dos últimos doze meses diminuiu para 2,8%.
Fonte: INE, aqui.
Não foi só o preço de combustíveis que desceu, baixaram, também, as despesas com Saúde, Comunicações, Produtos Alimentares e Bebidas Não Alcoólicas, e Lazer, Recreação e Cultura. A manter-se a queda, a inflação anual rondará os 2,5%.