Porque é que os professores não querem ser avaliados?

Publicada por José Manuel Dias


Em qualquer profissão há sempre pessoas que sabem que provavelmente ficarão abaixo da média e por isso preferem não ser avaliados. Há também outras que estando próximas da média e sendo avessas ao risco, se puderem escolher, optam por esquemas de promoção por antiguidade, em vez de alternativas de promoção por mérito. A aversão ao risco pode determinar que mesmo profissionais que estão entre os 20% melhores tenham uma forte tendência a ser contra um processo de avaliação que não dê todas as garantias. Nenhum poderá dar, e por isso é natural que 80% de qualquer classe se una contra a imposição de qualquer processo de avaliação. Mais, mesmo os restantes 20% estarão divididos sobre qual o seu método preferido. Os professores não são uma classe especial, que não quer ser avaliada. Pelo contrário, acredito que na maioria das classes profissionais seria fácil obter uma maioria de pessoas contra qualquer método de avaliação, em particular se fosse um método único e imposto de cima para baixo.Então como foi possível introduzir métodos de avaliação noutras profissões? Por uma questão de competitividade. Em todas as áreas, há profissionais que ganham com uma carreira baseada na avaliação de mérito. As instituições que querem atrair estes profissionais têm de promover uma avaliação baseada no desempenho. As que não o fizerem, acabam por ficar sem os melhores profissionais e perdem competitividade. Como sair deste impasse?
Para continuar a ler este artigo de Manuel Caldeira Cabral, publicado no Jornal de Negócios, clicar
aqui.

Aviso à navegação

Publicada por José Manuel Dias


As conversas que escuto à minha volta levam-me a crer que a esmagadora maioria das pessoas ainda não percebeu bem a situação em que estamos metidos. Só assim se compreende o espaço que continuamos a conceder a inanidades sem significado.
João Pinto e Castro, aqui.

Rui Veloso - Lado Lunar

Publicada por José Manuel Dias

Nada como uma crise...

Publicada por José Manuel Dias


Os norte-americanos continuam utilizar os transportes públicos com números recordes, apesar da queda dos preços do petróleo nos últimos meses nos Estados Unidos, segundo um balanço de uma associação para a promoção dos transportes públicos.
Mais de 2,8 mil milhões de trajectos foram efectuados em transportes públicos no terceiro trimestre de 2008, ou seja um aumento de 6,5 % relativamente ao mesmo período de 2007, segundo um relatório da Associação dos Transportes Públicos Norte-americana (APTA).
Este é mais forte aumento trimestral do tráfego nos transportes públicos nos últimos 25 anos.
O número de quilómetros percorridos por um veículo recuou 4,6 por cento, segundo a autoridade de administração das auto-estradas.
Fonte: Jornal de Notícias, aqui.
... para aprender as boas práticas. E em Portugal o que estará a acontecer?

Já estamos no pódio

Publicada por José Manuel Dias


Portugal é já o terceiro país europeu na produção de energia a partir de fontes renováveis, com destaque para a hídrica e para a eólica.
De acordo com os últimos dados da Direcção Geral de Energia e Geologia agora divulgados, à frente de Portugal posicionam-se apenas a Áustria e a Suécia (ver gráfico). Estes dados, porém, reportam a 2006, altura em que do total da energia consumida em Portugal pouco mais de 30% tinha origem em fontes renováveis.
Apesar de ainda não existirem dados comparativos mais recentes, a verdade é que entretanto a produção de energia a partir de fontes renováveis aumentou em Portugal. Assim, em 2007, do total da energia eléctrica consumida no país, 42% teve origem em fontes renováveis.
Fonte: semanário Expresso, aqui.

Prestações mais baixas

Publicada por José Manuel Dias


As descidas de juros anunciadas pelo Banco Central Europeu (BCE) têm um impacto directo nas famílias que têm empréstimos. As prestações da habitação deverão descer mais de 25% dentro de um ano, diz o «Jornal de Negócios».
As taxas Euribor estão já a descer, mas continuam longe da taxa directora. O BCE colocou ontem os juros nos 2,50% enquanto a Euribor a seis meses se fixou nos 3,71%, uma diferença superior a 100 pontos base.
Ainda assim, as boas notícias já chegaram às famílias e deverão continuar. Um empréstimo que for revisto em Janeiro deverá registar uma descida da prestação de cerca de 14%, se considerada a taxa Euribor a seis meses fixada ontem nos 3,71%.
Fonte: Agência Financeira, aqui.

A hora dos psicólogos

Publicada por José Manuel Dias


Lá vai o tempo em que ia a quase todas as conferências. Para verem que tinha sido uma das personalidades convidadas. Para cumprimentar o membro do governo que fazia o discurso de abertura ou de fecho. Se fosse o primeiro-ministro ou ministro da tutela, ficava o mais à frente possível para ele constatar o entusiasmo dos meus aplausos depois da sua intervenção.
Passaram muitos anos. Tornei-me selectivo. São sempre os mesmos. Normalmente, os que subsidiaram o evento. A dizerem o mesmo. É fácil fazer o resumo das suas intervenções antes de abrirem a boca. Às apresentações, falta adrenalina. Não vá o poder ou o patrão ficar incomodado. Não se convidam oradores que possam produzir afirmações impróprias para ouvidos mais sensíveis.
[.../...]
No encontro dos economistas nacionais, já no final, Teodora Cardoso referiu a importância do comportamento da mente humana. Foi ela, no seu deslumbramento, que criou as condições que geraram a actual crise. É ela que está a agravar, pelo pânico, a borrada feita pelos banqueiros. Nos anos de prosperidade, agita a nobre luta ambientalista pela redução do número de automóveis. Mas é a mesma mente que, numa não menos nobre peleja pela manutenção de postos de trabalho, se bate pela não redução dos mesmos instrumentos poluidores. O que mudou não foi a análise económica. Esta esbarra sempre nos misteriosos comportamentos da mente dos agentes económicos. É a análise comportamental que pode ajudar a perceber alguns despistes da economia. Por isso, chegou a hora dos psicólogos. Já agora, acompanhados por psiquiatras, para ajudarem algumas bocas desorientadas que se ouviram nas últimas semanas. Que Deus tenha compaixão delas.
António de Almeida, em artigo de opinião no Expresso, aqui.

The mamas and the papas - California dreamin

Publicada por José Manuel Dias

O escritor dos afectos

Publicada por José Manuel Dias


O escritor e jornalista António Alçada Baptista morreu hoje aos 81 anos.António Alçada Baptista nasceu em 1927 na Covilhã. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, Alçada Baptista tem uma vasta obra literária publicada. Esteve também ligado ao jornalismo e à edição. Foi ainda cronista.Identificado por muitos como “o escritor dos afectos” e um defensor da liberdade Alçada Baptista foi um dos fundadores da revista “O tempo e o Modo”, que marcou gerações. Era ainda editor da Moraes Editora.
Fonte: Jornal Público, aqui.
Alguns dos seus livros foram meus companheiros. Foram partilhados com quem me pedia um bom livro para ler. Os nós e os laços, Tia Suzana, meu amor e o Riso de Deus estão ali na estante depois de terem passado por muitas mãos. Os afectos contados de uma forma única. Vou ver se descubro a Cor dos dias, o seu último livro.

Party by El Perro Del Mar

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Poupanças fiscais no IRS

Publicada por José Manuel Dias


Com o ano a acabar, convém começar a pensar na entrega do IRS. Se conseguir beneficiar das deduções máximas, em cada categoria, poderá poupar mais de 2.500 euros, diz o «Diário Económico».
Entre as deduções mais comuns e fáceis de contabilizar estão as despesas de saúde, educação, habitação e informática. Só estas três últimas permitem uma poupança de 1.517,6 euros no IRS. O número só não é superior porque as despesas de saúde, que não têm limite de dedução, não entram para estas contas.
Diz também o «DE» que os Planos Poupança Reforma (PPR) são também conhecidos pelos benefícios fiscais associados. Existem ainda outros benefícios fiscais associados às energias renováveis, donativos e mecenato ou com investimento em acções, dividendos, juros, entre outros. O ideal é que aproveite ao máximo as deduções e evitar erros.
Fonte: Agência Financeira, aqui.

Concertação de estratégias?

Publicada por José Manuel Dias


Presidente eleito norte-americano, Barack Obama, disse hoje que o seu plano para criar, pelo menos, 2,5 milhões de novos empregos inclui o maior investimento em infra-estruturas desde os anos 50 do século passado e um grande esforço para reduzir o consumo de energia do Governo norte-americano.Os Estados Unidos vão ainda promover a expansão do acesso à Internet de alta velocidade e a modernização dos edifícios escolares por todo o país, disse Obama.“Precisamos de acção e acção agora”, disse Obama no programa de rádio semanal do Partido Democrata.
Milhões de empregos poderão vir ainda do “novo investimento em infra-estruturas nacionais”, adiantou Obama, sem precisar montantes. No âmbito deste plano, que prometeu explicar melhor nas próximas semanas, prevê-se a construção ou reparação de estradas e pontes, a modernização das escolas e a sua maior eficiência energética e informática, pondo novos computadores nas salas de aula. Obama quer ligar mais escolas e bibliotecas à Internet e garantir que os hospitais norte-americanas estejam ligados entre si electronicamente.
Fonte: Público, aqui.
O primeiro-ministro, José Sócrates, defendeu esta quarta-feira que o investimento público é "absolutamente essencial" nesta altura de crise financeira internacional e destacou as energias renováveis como uma das principais apostas do Governo.
"Esta é uma daquelas crises que apenas se vive uma vez na vida", afirmou Sócrates, sublinhando que o seu impacto e a sua dimensão "obrigam a tomar medidas de emergência".
"Uma dessas medidas é reforçar o investimento público", acrescentou.
Fonte: Jornal de Notícias, aqui.

Avaliações

Publicada por José Manuel Dias


Havia, pois, uma possibilidade de o PS ter ficado ferido nesta história da avaliação dos professores. No Parlamento, o CDS apresentou um projecto que propunha a suspensão da avaliação. Como se esperava que poderia haver alguns deputados socialistas que não alinhariam com o seu próprio partido (e, de facto, houve: seis que votaram a favor do adversário, uma que se absteve e 13 que faltaram), compreende-se que a oposição se tenha preparado para a votação: "A bancada foi toda mobilizada", disse dos seus Paulo Rangel, chefe dos deputados do PSD. Porém, a moção da oposição perdeu. E lá se gorou uma oportunidade de se beliscar o Governo... E que sucedeu, o que foi? 30 em 75 deputados (40%, um quinhão enorme!) do PSD faltaram ao rebate. Cito Rangel, outra vez: "A bancada foi mobilizada. Depois, cada um assume a sua responsabilidade." Está aí o busílis: a auto-avaliação não funciona. E o que fez a líder do PSD, o que foi? Chamou Paulo Rangel para lhe pedir explicações. Isto é, fez exactamente aquilo que é preciso nas escolas: pedir explicações aos directores quando os professores não funcionam.
Ferreira Fernandes, No Diário de Notícias, aqui.

A queda da inflação

Publicada por José Manuel Dias


Quando os americanos inventaram a ‘subprime’ e a seguir exportaram os produtos tóxicos para todo o mundo, provocando uma queda aparatosa no produto, a mensagem dos bancos centrais foi inequívoca: baixem-se as taxas de juro! Quando o dólar caiu, fazendo subir os preços do petróleo e levando a uma inflação incontrolável, a mensagem inverteu-se: subam-se as taxas de juro! Estava estabelecida a confusão. Com os EUA no centro da crise. Que fazer? Assumindo que a crise viria a tornar-se global, o mais sensato seria que os bancos centrais se entendessem entre si, definindo uma estratégia comum. Mas não. A Reserva Federal americana, privilegiando o crescimento económico, baixou a sua taxa de referência de 5,25% para 1% em poucos meses; o Banco Central Europeu, privilegiando o controlo da inflação, manteve-se firmes nos 4%. E o Japão, que já estava na vizinhança de zero, continuou assim. A confusão aumentava.Estávamos nós neste remanso quando os preços começaram a descer. E a tendência mantém-se. Primeiro o FMI, depois a Comissão Europeia, a seguir a OCDE – toda a gente admite agora que, a uma taxa de inflação da ordem dos 4-5% em 2008, deverá corresponder uma taxa de apenas 1% ou menos em 2010. Com o ‘target’ fixado à volta de 2%. Resultado: o perigo mudou de nome e passou a chamar-se deflação. A pergunta repete-se, agora num filme ao contrário: que fazer?
Daniel Amaral alerta-nos para os perigos da deflação, servindo-se como exemplo do período negro do Japão. A ler na íntegra no Diário Económico, aqui.

Pôr o dinheiro a circular

Publicada por José Manuel Dias


Portugal precisa de investir mas é "em coisas que façam aumentar as exportações" e que, portanto, reduzam o défice da balança de transacções correntes, que atinge qualquer coisa como dois milhões de euros por hora, equivalentes a cerca de 17 mil milhões/ano. E sem isso, o nosso país não resolverá "o ponto mais crítico" da sua economia, adverte Daniel Bessa.
Daniel Bessa, que falava, ontem, ao princípio da noite, numa quinta da vila de Pereira, nos arredores de Coimbra, em mais um dos Encontros Millennium BCP, não especificou, todavia, se os grandes investimentos públicos programados e/ou anunciados pelo governo se enquadram, ou não, na sua perspectiva, naquela estratégia exportadora, mesmo quando questionado, por um dos muitos participantes na sessão. Admite, contudo, que, em relação a este aspecto, "talvez não esteja em linha com o governo". A recessão veio, de resto, pôr a nu esta fragilidade da economia portuguesa (com as importações a superarem as importações), que, sublinha, não é conjuntural, mas "é um problema estrutural". E é tempo, alerta, de "olhar para as questões estruturais".
Depois de se deter sobre as crises, considerando que podem ser entendidas como sendo todas iguais ou diferentes, de acordo com os aspectos que se querem valorizar, Daniel Bessa diz que o essencial da prescrição para a recessão internacional que se vive já foi adoptado, pois as taxas de juro já baixaram. As pessoas ainda não sentem isso, no seu dia-a-dia, nas suas prestações, mas aquelas descidas (adoptadas por instituições tão conservadoras como o BCE, por exemplo) hão-de reflectir-se dentro de algum tempo.
Os spreads ainda não baixaram, é certo, mas chegará a sua vez, acredita Daniel Bessa, sublinhando que, contudo, "há um dado muito negativo" que persiste e tem a ver com o sistema bancário. "O nó górdio continua no sistema financeiro e se não pusermos o dinheiro a circular, não saímos daqui."
Fonte: Diário de Notícias,
aqui.

Aretha Franklin - I Say A Little Prayer

Publicada por José Manuel Dias

Yes, we can

Publicada por José Manuel Dias


A avaliação de professores está na ordem do dia e paira actualmente como uma nuvem negra sobre a estabilidade do sistema de ensino português.
Tomando como boas as críticas de muitos professores, em causa está o modelo de avaliação aprovado pelo Ministério, com as queixas a incidirem sobre a burocracia associada ao processo de avaliação e potenciais situações de injustiça, com as inerentes repercussões ao nível do concurso de colocação e da progressão na carreira. O Ministério, por sua vez, defende-se acusando os críticos de não proporem um modelo de avaliação alternativo.

Estão assim criadas as condições para um extremar de posições, que em nada contribuirá, muito pelo contrário, para a serenidade que a função educativa exige.
Não admira, pois, que, na Conferência do Fórum para a Liberdade de Educação que teve lugar ontem (quarta-feira, 12/11/2008) na Fundação Gulbenkian sobre “A Reforma do Sistema de Ensino da Nova Zelândia”, a avaliação de professores merecesse uma atenção especial por parte dos presentes.
Se a razão de ser das perguntas era óbvia, a simplicidade das respostas desarmou a assistência. É que na Nova Zelândia não existe um sistema de avaliação centralizado.
[.../...]
Soa a utopia, e sem dúvida que vem dos antípodas, mas o sistema de ensino neozelandês nem sempre foi assim. Simplesmente, há 20 anos, este país teve a coragem de fazer a reforma que verdadeiramente importava: acabou com a maior parte das direcções centrais e todas as direcções regionais de educação e devolveu as escolas às comunidades locais. Se dúvidas houvessem, os dados do PISA-OCDE colocam a Nova Zelândia no topo, quer no que concerne a literacia quer no que concerne a numeracia. E claro, é escusado gritar contra o ministério da educação, este ou qualquer outro, pois este foi quem mais perdeu poder com a reforma: o poder passou para as escolas e o conselho de administração das escolas é maioritariamente composto por personalidades eleitas pelos pais dos alunos. De uma simplicidade desconcertante, mas que explica a qualidade do ensino neozelandês.
Se eles conseguiram, porque é que nós não conseguimos também? Creio que podemos e devemos dizer “Yes, we can!”
Fernando Adão da Fonseca, dá-nos nota das reformas promovidas pelo governo neozelandês em ordem a melhorar a qualidade do seu ensino. Um artigo imperdível que poder ser lido na íntegra no site da Sedes, aqui. Uma reforma que, a ser aplicada no nosso país, pacificaria rapidamente o sector.

O vizinho do lado

Publicada por José Manuel Dias


Há uma piada recorrente na área da economia. Quando o seu vizinho perde o emprego, temos um abrandamento económico. Se quem perde o emprego é você, estamos perante uma recessão. Mas, a partir do momento em que o visado é um economista, o problema agudiza-se e transforma-se em depressão. Lembrei-me desta piada quando olhava para as perspectivas que hoje enfrenta o desemprego espanhol. Se o leitor passar por Espanha, evite diálogos com economistas: pode ficar deprimido.
[.../...]
Perguntará aqui o leitor: muito bem, o vizinho do lado está em apuros – que temos nós a ver com isso? Não temos, mas temos. Eu explico: as exportações são um dos principais motores do nosso desenvolvimento económico; na sua grande maioria, os produtos são canalizadas para a Europa; e a Espanha é o maior dos nossos compradores, com mais de 30% do total. Sucede que, devido à crise, a opção espanhola é agora por cortes brutais nas importações. Estão a ver como é que a crise deles é a nossa crise? Com isto regresso à piada com que iniciei esta crónica. É verdade que, para já, só o nosso “vizinho” é afectado, o que não parece grave. Mas o mais provável é que surja um efeito “ricochete” que nos atinja a “nós”. Com a agravante de que todos temos uma costela de “economista”. O melhor é irmos interiorizando a ideia de que a tormenta é ibérica e já vem aí. Próxima etapa: estagnação económica, desemprego elevado, salários baixos e decrescentes.
Daniel Amaral, em artigo de opinião no Diário Económico, para ler na íntegra aqui.

Até tu, Suécia?!

Publicada por José Manuel Dias


De acordo com dados publicados no Financial Times a Suécia entrou em recessão. As previsões incluem o agravamento da recessão em 2009, com um decréscimo do produto de 1,6%, e uma taxa de desemprego de quase 10% em 2010. Ninguém está imune aos efeitos da crise...

Aventuras? Nem pensar!

Publicada por José Manuel Dias


Os Estados Unidos estão oficialmente em recessão económica desde Dezembro de 2007, de acordo com um relatório apresentado hoje pelo Gabinete Nacional de Investigação Económica (NBER), organismo que data oficialmente o princípio e o fim dos ciclos económicos. Contudo, o anúncio oficial veio agravar a baixa que a Bolsa de Wall Street sofria desde a sua abertura.
Este período de recessão em que se entrou em 2007 deve-se ao que os analistas denominaram como a crise do “subprime”, ou seja, dos créditos hipotecários de risco. Ainda segundo o NBER, uma recessão traduz-se por uma “baixa significativa da actividade económica que se espelha através da economia, e é normalmente visível na produção, emprego, rendimento real”, entre outros indicadores.
Fonte: Público, aqui.
Se a maior potência económica mundial está em recessão, temos razões de sobra para ser contidos. Há que ser prudente, dar valor à segurança e gerir com parcimónia os nossos recursos. Aventuras? Nem pensar!