Mil vagas

Publicada por José Manuel Dias



Espírito de liderança, dinamismo e resistência são as características que os candidatos à Bolsa Virtual de Emprego devem possuir para agarrar as cerca de mil vagas disponíveis a partir de terça-feira .
Em entrevista à agência Lusa, o director-geral do Universia Portugal, organizadora do evento, afirmou que as vagas que estarão disponíveis em ambiente virtual são sobretudo destinadas a candidatos recém-licenciados e candidatos ao primeiro emprego.
Com o objectivo de colmatar esta falta de lugares qualificados disponíveis no mercado de trabalho, a Universia Portugal arrancou em 2007 com a ideia de criar uma bolsa de emprego on-line, que junte grandes empresas, universidades e institutos e crie oportunidades de emprego. «Queremos ser uma referência no emprego em Portugal» , disse.
Para aceder, basta fazer o registo on-line na feira, que decorre até dia 16,
aqui, universia.pt e começar a navegar.
Fonte: Semanário Sol, aqui.

3.998

Publicada por José Manuel Dias


É o número de visitas efectuadas ao Cogir (Cogitar+Agir) durante o mês de Novembro. Lisboa, Coimbra, Aveiro, Santarém, Benavente, Porto, Braga, Évora, Matosinhos, Amadora, Maia, Ílhavo, Braga, Eixo, Abrantes, Seia, Maia, Pardilhó, Arcozelo, Almada, Guarda, Ponta Delgada, Castro Daire, Funchal, são as localidades dos últimos visitantes portugueses. Brasil, USA, Moçambique, Angola, Espanha, Alemanha, Reino Unido, França, Bélgica, Cabo Verde, Suiça, Luxemburgo, Argentina, são os países que mais têm contribuido para as visitas. O meu obrigado a todos os que por aqui têm passado.

Hyubris - Canção de Embalar

Publicada por José Manuel Dias

Português calça escandinavos

Publicada por José Manuel Dias


A neve e o frio escandinavos "alimentam" há duas décadas os negócios da Ten Points, uma empresa luso-sueca que vende 300 mil pares de sapatos e factura quase 5,5 milhões de euros por ano. Fundada por António Gonçalves, que aos 18 anos foi para a Suécia atrás de um amor, a Ten Points cria e vende no mercado escandinavo sapatos de "média qualidade", na maioria produzidos em Portugal. Os sapatos são feitos em fábricas de Felgueiras e S. João da Madeira e, há quatro anos, a empresa abriu uma filial em Viana do Castelo para dar acompanhamento às produções e colecções. "Como sou português tenho dado prioridade ao meu país onde fazemos 95%" dos sapatos da marca Ten Points, diz António Gonçalves diantando que a empresa tem clientes na Suécia, o seu mercado principal, Finlândia, Estónia, República Checa, Hungria e Dinamarca.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.

Lá, big is beautiful, e cá?

Publicada por José Manuel Dias


O banco privado alemão Commerzbank anunciou que chegou a acordo para a compra dos restantes 40 por cento do Dresdner Bank AG e toma o controlo do banco já a partir de Janeiro, meses antes do previsto.
Os responsáveis do Commerzbank chegaram a acordo com a seguradora Allianz SE, dona do Dresdner Bank AG, para a compra dos restantes 40 por cento do banco, num negócio avaliado em 1,4 mil milhões de euros, avança a «Lusa».
O Commerzbank comprou 60 por cento do Dresdner Bank em Agosto.
O novo banco juntará 11 milhões de clientes privados e uma rede de 1.200 dependências bancárias na Alemanha, transformando-se assim no maior banco alemão em termos de dependências e clientes, destronando o Deutshe Bank.
Fonte: Agência Financeira, aqui.

A estratégia do escorpião

Publicada por José Manuel Dias


O escorpião, como não sabia nadar, sugeriu a um sapo que atravessasse o rio levando-o a ele de boleia nas suas costas. O sapo a princípio ficou desconfiado, pois temia receber uma ferroada, mas pensou que isso seria impossível, pois assim ambos morreriam, já que o escorpião necessitava dele para chegar ao outro lado da margem.
Quando estavam no meio do rio, o escorpião sem conseguir controlar-se lança uma ferroada no sapo e este ao perceber que estava a morrer, pergunta:- Mas porquê, assim também vais morrer?Ao que o escorpião respondeu:- Não me consigo controlar, é da minha natureza.
Lembrei-me desta velha fábula a propósito desta notícia do DN, aqui. Alguns acreditaram que as reuniões entre os sindicatos e Ministério da Educação podiam resolver o impasse na avaliação de desempenho dos professores. De facto, pouco ou nada avançou. O Ministério mostrou receptividade para negociar flexibilizando o modelo de avaliação mas os Sindicatos insistem que o Modelo deve ser suspenso e substituido -pasme-se! - pela auto-avaliação. Neste enquadramento torna-se difícil ter um diálogo sério porque uma das partes apenas está interessada em defender os seus interesses e sabe que é a conflitualidade que alimenta a sua força. Perdem os professores, que vêem degradada a sua imagem perante a opinião pública, como bem explica Henrique Monteiro no Expresso desta semana, perdem os estudantes e perde o País.

Euribor em queda

Publicada por José Manuel Dias


A taxa Euribor( junção das palavras Euro Interbank Offered Rate ) está em queda. O gráfico ao lado representa a evolução da Euribor 6 Meses nos últimos 33 dias úteis. Em todos esses dias a Euribor 6 Meses (taxa de referência para depósitos a 6 meses entre instituições bancárias) desceu. Uns dias mais, noutros dias menos, mas em 33 dias úteis consecutivos esta taxa baixou sempre. Nunca, nos seus quase 9 anos de história, a Euribor 6M tinha tido um movimento recorrente (de subida ou de descida) tão prolongado como o actual. São boas notícias para quem tem crédito habitação. Prestações mais baixas nos próximos meses.

Aprender fazendo

Publicada por José Manuel Dias


Anda para aí uma data de gente a tentar descobrir como ganhar dinheiro com a Internet. A Benedita já descobriu. Outra coisa não seria de esperar dela, que ganhou o seu primeiro dinheiro com sete anos a vender chupa-chupas de caramelo, que confeccionava em casa, às colegas da escola primária (na altura não havia ASAE).E foi continuando a fazer pela vida. No secundário, vendia pulseiras e brincos feitos com missangas. Já na faculdade, deixou de ter as colegas como mercado e foi modelo publicitário. "Ganhava rios de dinheiro" a anunciar coisas tão pouco sexy como panelas. Este espírito empreendedor, que vinha no seu código genético (é filha de um comandante da TAP e de uma doméstica), manifestou-se na rapidez com que tomou a decisão que mudou a sua vida. Melhor aluna da escola, com média de 18,5 valores no secundário, toda a gente achava (incluindo ela) que devia ir para Medicina. Mas, na hora da inscrição) mudou de ideias e empancou a bicha.
Para continuar a ler, este artigo de Jorge Fiel, no Diário de Notícias de hoje, clicar
aqui.

Coldplay - Viva la vida

Publicada por José Manuel Dias

Boas Notícias

Publicada por José Manuel Dias


A taxa de inflação portuguesa deverá registar uma queda significativa no ano que vem, de acordo com as previsões da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Na revisão das suas projecções macroeconómicas, a entidade espera que a taxa de inflação nacional se situe este ano, nos 2,8%. Mas, no ano que vem, a taxa deverá cair para menos de metade, recuando até aos 1,3%.
Em 2010 deverá registar-se uma nova e ligeira recuperação da taxa para 1,6%.
Fonte: Blogue Agência Financeira, aqui.

O Euro e a crise financeira

Publicada por José Manuel Dias


Tanto Gordon Brown como o recém-eleito Barack Obama já apontaram os caminhos do futuro próximo: grandes investimentos do Estado, seja na saúde ou na educação, caso de Brown, seja em infraestruturas e energias alternativas, no caso de Obama; ajudas do Estado às famílias, em especial às mais desfavorecidas; descidas de impostos, seja sobre o rendimento – Obama – seja o IVA – Brown – e apenas uma mais ou menos simbólica subida dos impostos para os mais ricos, promessa de ambos. Em resumo, o Estado como motor da economia para combater a recessão. Medidas keynesianas, no espírito e na forma, rompendo com a tradição dos últimos vinte ou trinta anos de pouca intervenção do Estado. Quais serão as consequências destas políticas é ainda cedo para saber.
Domingos Amaral, em artigo de opinião no Diário Económico, para ler na íntegra aqui.

Aprender com os melhores

Publicada por José Manuel Dias


O Prémio Nacional de Professores foi atribuído a Jacinta Moreira, professora de Biologia e Geologia na Escola Secundária Carolina Michaëlis, no Porto.
O Prémio de Mérito Carreira foi atribuído a Afonso Rema, professor de Português e de Francês na Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves, em Valadares.
O Prémio de Mérito Inovação foi atribuído a Carlos Pinheiro, coordenador do Centro de Recursos Educativos na Escola Básica 2, 3 Padre Alberto Neto, em Rio de Mouro.
O Prémio de Mérito Liderança foi atribuído a João Paulo Mineiro, presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária com 3.º Ciclo Quinta das Palmeiras, na Covilhã.
O Prémio de Mérito Integração foi atribuído a José Alves Rocheta, professor de Educação Tecnológica na Escola Básica 2, 3 com Ensino Secundário Dr. Azevedo Neves.
Fonte: Ministério de Educação, aqui.
Copiar as boas práticas pode ser um bom caminho para melhorarmos a Escola Pública. Professores que sabem que "só o excelente é suficiente". Precisamos de bons exemplos para que os menos capazes aprendam. Existe um grande caminho pela frente. Precisamos de uma Escola Pública melhor !

Olhando os outros...

Publicada por José Manuel Dias


A recessão económica que irá afectar Portugal no próximo ano será menos acentuada do que a média da Zona Euro, penalizada essencialmente pela contracção da Alemanha, França e Espanha, conclui as previsões económicas de Novembro da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). A economia portuguesa deverá se contrair 0,2 por cento no próximo ano, depois de um crescimento moderado de meio por cento este ano. A Zona Euro terá uma contracção do Produto Interno Bruto de 0,6 por cento, pressionada pelas quedas do produto na Alemanha (0,8 por cento), França (0,4 por cento) e Espanha (0,9 por cento).
Fonte: Jornal Público, aqui.
Para o próximo a economia da Zona Euro vai ter crescimento negativo de 0,6%, enquanto que o PIB português sofrerá uma diminuição de 0,2%. Para os adeptos das más notícias é uma má notícia Portugal ter uma previsão menos negativa que os restantes países da Zona Euro.

Coisas imorais

Publicada por José Manuel Dias


O pano de fundo um caso real explica-se em poucas linhas: um sindicato de profissionais de educação é réu numa acção. Como testemunhas, o sindicato arrola dez pessoas. Em audiência, as testemunhas são, todas elas, impugnadas pela parte contrária, por pertencerem à direcção do mesmo sindicato e, nessa medida, se encontrarem impedidas de depor enquanto tal.
Para decidir o incidente, o tribunal ordena a junção aos autos de cópia dos estatutos do sindicato e do elenco da sua direcção.Juntos estes elementos, apura-se que a direcção é o órgão executivo máximo do sindicato, sendo composta por 667 membros efectivos (2,9 vezes o número de deputados à Assembleia da República) e oito suplentes!
[.../...]
A história, evidentemente imoral, não acaba aqui.
Ou seja, na prática, dos 667 funcionários do Estado que integram formalmente a direcção do sindicato, só uma meia-dúzia é que efectivamente exerce as funções executivas necessárias à governação. Os restantes limitam-se a dar o nome e a ceder os seus créditos para que os primeiros possam dedicar-se em permanência à sua nobre missão sindical, mas continuando o Estado – ou seja, eu, o leitor, todos nós – a pagar o seu ordenado, todos os meses, ano após ano.Não é ilegal, pelo contrário. Mas nem por isso deixa de ser escandaloso. E parece que a história não acaba aqui…
Filipe Fraústo da Silva, Jornal de Negócios, aqui.

Crédito fácil vai ser mais difícil

Publicada por José Manuel Dias


As ofertas de crédito chegam pelo telefone, por SMS, carta ou até em formato de cheque. As estratégias não são novas, mas surpreendem na actual conjuntura. Até ao final do ano, vai haver novas regras na publicidade a produtos de crédito, avança o «Jornal de Notícias».
«Não faz sentido que numa altura em que a liquidez é escassa e o malparado aumenta, se mantenham estas estratégias agressivas de atribuição de créditos». A frase é do presidente da Associação Portuguesa de Consumidores e Utilizadores de Produtos e Serviços Financeiros (Sefin), António Almeida, e é subscrita pela especialista da Deco em questões de endividamento, Natália Nunes. Nos últimos meses, têm-se acentuado campanhas de oferta de crédito, que chegam aos consumidores por carta, telefone, SMS ou através do envio de «cheques» e de cartões de crédito.
Mas a publicidade a produtos e serviços financeiros, nomeadamente ao crédito, vai passar a ter de observar regras mais apertadas. Ao que o mesmo jornal apurou, está para publicação dentro de muito pouco tempo um aviso do Banco de Portugal que vai aumentar a transparência das campanhas.
Fonte: Agência Financeira, aqui.
A ideia parece interessante mas a verdadeira resposta tem que ser dada pelos consumidores, através de uma inversão dos padrões de comportamento. O "se quero, tenho (com crédito)", deve ser substituído pelo "se quero, poupo, para comprar a pronto". E quem não tem dinheiro...

Bee Gees - Stayin' Alive

Publicada por José Manuel Dias

Fim das letras pequenas nas apólices de seguro

Publicada por José Manuel Dias


A partir de 1 de Janeiro de 2009, as cláusulas das apólices, dos vários ramos seguradores, que digam respeito às coberturas, às condições e aos deveres inerentes às companhias e aos segurados devem ser redigidas em caracteres destacados e de maior dimensão que os restantes.
O
Decreto-Lei n.º 72/2008, de 16 de Abril, procede “a uma consolidação do direito do contrato de seguro vigente, tornando mais acessível o conhecimento do respectivo regime jurídico, esclarecendo várias dúvidas existentes, regulando alguns casos omissos na actual legislação e, obviamente, introduzindo diversas soluções normativas inovadoras”.
Fonte: Portal de Cidadão.
Uma medida que se aplaude e que contribui para que o segurês seja mais compreensível por todos. Claro que o papel de consultor ou mediador de seguros não deve ser negligenciado. Um profissional independente que esclarece e ajuda os seus clientes na escolha dos melhores produtos das seguradoras, sem cobrar qualquer custo pelo seu serviço. É remunerado pelas seguradoras em função do trabalho que desenvolve. É o defensor dos seus clientes, estuda e conhece outras alternativas de garantias e preços e está disponível para apresentar sempre as melhores respostas para as suas necessidades. Para além da consultadoria financeira e de gestão, desenvolvemos, também, a actividade de consultor em seguros. Sabemos que existe uma preocupação crescente nos particulares e nas empresas: melhorar, em termos de coberturas e preço, a gestão dos respectivos seguros. Será possível alcançar melhor? Há que fazer uma análise adequada mas na maioria dos casos, sim.

Peter Gabriel - Downside up

Publicada por José Manuel Dias

De contentes...

Publicada por José Manuel Dias


O ministro do Trabalho reagiu esta sexta-feira à manifestação da Função Pública a reivindicar maiores aumentos salariais recordando que a actualização de 2,9 por cento proposta pelo Governo é a maior dos últimos anos. Segundo a agência «Lusa», Vieira da Silva, que falava à margem da cerimónia como que foi assinalado em Lisboa o 2º aniversário da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), salvaguardou que a questão é tutelada pelo seu colega das Finanças, mas defendeu que a actualização de 2,9 por cento é possível «porque o País está numa situação melhor» do que em anos anteriores. A Frente Comum dos Sindicatos da Função Pública pretende uma revisão salarial na ordem dos 3,5% contra a proposta governamental de 2,9%, tendo por base uma previsão de inflação de 2,5%.
Fonte: Agência Financeira, aqui.
O maior aumento dos últimos 5 anos - 2,9% - leva para a rua 25.000 manifestantes. Não estão satisfeitos, apesar do "generoso aumento ditado por razões eleitoristas", para usar os termos da oposição ao governo. O acréscimo real dos salários é, segundo dizem, insuficiente. A questão é saber se é possível suportar aumentos quando as receitas fiscais tendem a diminuir com o arrefecimento da economia. Deveriam dar-se por felizes, pois, como diz a minha tia Manuela "recebem a tempo e horas e o patrão não falha". De contentes dói-lhes os dentes, diz ela.

Não são funcionários públicos

Publicada por José Manuel Dias


A fábrica de Cacia do grupo Renault voltou a suspender na passada segunda-feira a produção e não renovará os contratos a termo de três dezenas de trabalhadores, disse a administração à comissão de trabalhadores. Segundo Francisco Costa, da comissão de trabalhadores, a crise no sector automóvel está a preocupar os que trabalham na fábrica de Cacia, mas a administração disse não estarem em perspectiva despedimentos de pessoas do quadro.
De acordo com o representante dos trabalhadores, "o que foi comunicado pela administração é que não vão ser renovados, no final deste ano, três dezenas de contratos a termo, havendo ainda outros trinta contratados nessas condições cujo vínculo expira no próximo ano".
Na reunião foi também analisado o calendário de paragens da produção para não acumular 'stocks'. A fábrica de Cacia tem actualmente cerca de 1100 trabalhadores e é a segunda maior unidade do sector automóvel em Portugal, logo a seguir à Autoeuropa.
Fonte: Semanário Expresso, aqui.
Estes não constestam as avaliações, nem se importariam de continuar a cumprir com os objectivos fixados. O mercado é, no entanto, determinante. A quebra de vendas repercute-se na produção e na mão de obra necessária. Ajustamentos inevitáveis. Os que ficam devem continuar a assegurar a produtividade requerida. Existem profissionais da Administração Pública que não sentem, ainda, a necessidade de melhorar a eficiência atenta a restrição de recursos financeiros. Questão de tempo.