«De acordo com a informação recolhida pelo Banco de Portugal (BdP), a exposição no balanço do sistema bancário português à Lehman Brothers não é significativa», disse à «Lusa» fonte oficial da instituição.
Após o anúncio hoje da falência do quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, o supervisor do sistema financeiro português fez uma recolha de informações junto dos bancos portugueses, precisamente para saber qual a exposição do sistema bancário português.
A Lehman Brothers não tem activos em Portugal e está registada apenas como uma instituição que presta serviços.
Fonte da agência de Comunicação responsável pela internacionalização da Casa do Cadaval, a Força Motriz, sublinhou a importância deste prémio: «Assume uma especial relevância, dada a importância estratégica de Espanha, enquanto parceiro económico de Portugal e possibilita também o reconhecimento de um produtor português num mercado onde os vinhos nacionais se tem deparado com reconhecidas dificuldades de penetração».
«Este Decreto-Lei vem modernizar e dotar de maior fiabilidade o actual regime jurídico que rege o serviço de centralização de riscos de crédito, gerido pelo Banco de Portugal», refere o comunicado do Governo.
Assim, adoptam-se medidas que «permitem complementar» a informação disponível junto do Banco de Portugal, de modo a «promover a eficiência» na agregação das responsabilidades de crédito de cada cliente e a fiabilidade dos dados que são disponibilizados.
Por outro lado, favorece-se, também, a acessibilidade a essa informação pelas entidades responsáveis pela concessão de crédito.
«Desta forma, através do aperfeiçoamento da Central de Responsabilidades de Crédito, reforçam-se as condições de análise de solvabilidade do consumidor prévia à concessão ».
Cerca de 80% das empresas públicas não cumpriram com os requisitos de divulgação de informação e transparência a que passaram a estar obrigadas a partir de Abril de 2007, altura em que entraram em vigor os princípios de bom governo, conclui o primeiro balanço feito sobre o tema pelo Ministério das Finanças. Entre as 77 empresas analisadas, que representam 90% das carteiras de participações relevantes do Estado, houve sete - entre elas a agência de compras públicas, a AICEP e a Metro do Porto - que não remeteram qualquer informação às Finanças ou o fizeram de forma muito deficiente.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.
A intervenção estatal poderá custar milhares de milhões de dólares aos contribuintes norte-americanos, mas o custo de uma falência de uma destas sociedades seria ainda mais pesado, garantiu Paulson.
«A Fannie Mae e o Freddie Mac têm uma dimensão tal que a falência de um deles causaria uma enorme turbulência nos mercados financeiros, tanto nos Estados Unidos como no estrangeiro», afirmou o responsável, numa intervenção televisiva.
«A falência (de uma das instituições) afectaria a capacidade dos americanos de obter créditos à habitação, empréstimos automóveis e crédito ao consumo», acrescentou Paulson. (…)”
Por uma simples questão de rigor, há palavras que deviam ser excluídas do léxico jornalístico. Uma delas é a palavra "sempre". Porque "sempre" é, por definição, um conceito temporalmente indefinido, o que não combina bem com rigor. O que é que a Leonor Matias quer dizer com "sempre"? Desde o ano passado? Nos últimos dez anos? Desde o 25 de Abril 1974? Desde 1143? No texto, apenas se diz que "ocupação hoteleira (...) baixou face face a igual mês de 2007". Ah, talvez o "sempre" signifique "desde o ano passado"...
E o "pior", já agora, refere-se a quê? Número de turistas mais baixo de sempre? Será a "ocupação hoteleira" mais baixa de sempre? (E o que raio é isto? Será taxa de ocupação hoteleira? Será número de turistas que ocupam as instalações hoteleiras?) Ou será antes o volume de negócios mais baixo de sempre? Não sabemos...
De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, o tráfego total em comboios suburbanos e interurbanos atingiu 79,7 milhões de passageiros, no primeiro semestre. Este valor não só representa um crescimento de 1,4%, em termos homólogos, como é necessário recuar seis anos nos registos do INE para encontrar um volume total de passageiros mais elevado, até Junho (81,5 milhões, em 2002).
Este é o ano do centenário da General Motors, a famosa GM, mas pode ser uma data marcada pela derrota: as vendas no primeiro semestre do ano mostram uma vantagem de 300 mil unidades por parte da Toyota, com a empresa japonesa a crescer 2%, enquanto a sua rival americana regista uma quebra de 5%. Com este cenário é previsível o fim de 77 anos de liderança da GM como maior vendedora de automóveis a nível mundial. E dificilmente se repetirá o milagre de 2007: depois de a Toyota liderar quase todo o ano, as contas finais acabaram numa espécie de empate na ordem dos 9,3 milhões de unidades vendidas. Mas visto ao pormenor, a GM comercializou mais três mil carros que os japoneses.Com as vendas de carros a registarem níveis recordes na China e restante Ásia, com excepção do Japão, é sobretudo a situação de recessão económica nos Estados Unidos que explica a quebra da GM.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
(*) caderno publicado nesta data pelo Banco de Portugal que aborda um conjunto de informação considerada relevante sobre deveres de informação, tipos de depósitos e regimes, titularidade, abertura de conta e elementos identificativos, movimentação e encerramento de conta e serviços mínimos bancários.
Organização e gestão do currículo;
Alargamento da rede de educação pré-escolar;
Programa de Modernização do Parque Escolar do ensino secundário;
Regras de funcionamento dos centros de formação de associação de escolas;
Regras a observar no concurso para a eleição de directores das escolas.
Uma mão amiga fez-me chegar este mail que não resisto a partilhar convosco:"Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer. Um sujeito entra na estação do metro, vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo da entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, na hora de ponta matinal. Durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares. Alguns dias antes Bell tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares. A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, telemovel no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino. A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de marca".
















