Mohandas Karamchand Gandhi

Publicada por José Manuel Dias


Se eu te pudesse deixar algum presente, deixaria a consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo fora. Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. A capacidade de escolher novos rumos. Deixar-te-ia, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável. Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a acção. E, quando tudo mais faltasse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.

A Segurança Social resolve

Publicada por José Manuel Dias


Com a actividade económica a abrandar, as receitas fiscais são penalizadas. Segundo os dados da execução orçamental, as receitas fiscais apenas cresceram 1,2 por cento nos sete primeiros meses de 2008 face a igual período do ano passado. Ora, o Orçamento do Estado (OE) para 2008 tem prevista uma taxa de crescimento de 5,6 por cento.
A diferença é explicada pela quebra no crescimento dos impostos indirectos (IVA, Imposto Automóvel, Imposto sobre o Tabaco ou sobre os combustíveis). E aqui, há ainda o dado suplementar de que foi em Julho que passou a vigorar a nova taxa de IVA de 20 por cento contra os 21 que ainda estavam em vigor em Junho. Mas não é esta diferença que explica tudo. Actualmente, o IVA está a crescer a um ritmo de 4,1 por cento, enquanto o Orçamento prevê um crescimento de oito por cento.
Este não deverá ser, no entanto, um problema para o Executivo já que a evolução das contas da Segurança Social mais do que compensam este efeito.Segundo os dados apresentados ontem pela DGO, o excedente da Segurança Social atingiu em Julho mais de 1253 milhões de euros. No orçamento para 2008, o excedente previsto para a Segurança Social não chegava aos 700 milhões. Uma diferença superior a 500 milhões de euros.Para justificar este "bónus" nas contas aparecem, essencialmente, três rubricas: as despesas com pensões, com subsídio de desemprego e com o subsídio de doença.
No primeiro caso, as despesas com pensões cresceram 6,1 por cento nos primeiros sete meses de 2008 face a igual período do ano passado, quando o orçamento prevê um crescimento de 6,8. Mas mais significativo ainda é o que se passa com os subsídios de desemprego e de doença. O orçamento previa que fossem gastos 1779 milhões de euros com os desempregados, mas, até ao final de Julho, apenas foram gastos cerca de 900 milhões. Fonte: Jornal Público, aqui.
O arrefecimento económico está a ter impacto no nível da recuperação de impostos mas, em contrapartida, o reforço da exigência e do rigor nas prestações sociais (desemprego e doença), aliados ao reforço da fiscalização, estão a gerar poupança expressivas a nível de Segurança Social.

Oportunidades de negócio

Publicada por José Manuel Dias


O número de famílias sobreendividadas que pedem ajuda à Deco - Associação de Defesa do Consumidor não pára de aumentar. Entre Janeiro e Julho deste ano, o Gabinete de Apoio ao Sobreendividado (GAS) daquela associação recebeu 956 processos de mediação e resolução de situações de manifesta dificuldade no pagamento de empréstimos. Destas quase mil famílias que pediram auxílio à Deco já em 2008, mais de metade (60%) possui entre três e dez empréstimos, um número que atesta o cada vez maior recurso a novos créditos para poder pagar dívidas de outros créditos em incumprimento.
O multiendividamento é um fenómeno em crescimento entre os consumidores portugueses e que leva a situações de ruptura no pagamento das prestações. De registar ainda que 5% dos pedidos de ajuda à Deco provêm de famílias com dez ou mais créditos.
A principal causa do sobreendividamento, verificada em 53% dos casos registados este ano, é o desemprego. Em segundo lugar, surgem os problemas de saúde, com 18%, e, em terceiro, alterações no agregado familiar, normalmente resultantes de divórcio, com 15%. Estas três causas principais são designadas pelos especialistas que estudam o sobreendividamento como o fenómeno dos três D: desemprego, doença e divórcio. Curiosamente, o agravamento do custo do crédito só justifica 8% dos processos entrados na Deco em 2008, numa altura em que as taxas de juro registavam já uma forte subida. Na distribuição por mês, verifica-se um número maior de pedidos de auxílio no mês de Julho, altura em que as famílias sobreendividadas terão mais tempo disponível para procurar resolver as suas situações de incumprimento perante a banca.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
O crédito tem sido ao longo dos séculos um instrumento de desenvolvimento económico. Nas duas últimas décadas o recurso ao crédito acentuou-se por parte dos particulares. Nem todos souberam, no entanto, "tomar a dose certa" . Situações imponderadas contribuem para o agravar de dificuldades e abrem-se novas oportunidades de negócio para os consultores financeiros. Diminuir o impacto do endividamento no orçamento do mês é um dos principais propósitos.

Record batido

Publicada por José Manuel Dias


Julho foi um mês de recordes em operações processadas pela SIBS. Na rede Multibanco foram efectuadas 75 milhões de operações, atingindo-se um máximo histórico, ultrapassando mesmo os levantamentos e pagamentos de multibanco realizados na última quadra natalícia.Em média, registaram-se diariamente mais de 2,4 milhões de processamentos nas caixas multibanco. Actualmente, os cartões registados na base de dados da SIBS ultrapassam já os 19 milhões (quase dois por cada cidadão registado em Portugal), tendo o número de caixas da rede atingido os 13 mil.
Fonte: Jornal Público, aqui.
Os portugueses sabem ser práticos e usam cada vez mais os cartões. Estão, de resto, entre os primeiros a escolher o cartão de plástico como forma de pagamento. Mais cómodo, mais seguro, mais eficiente para quem paga e para quem recebe.

Somos os melhores

Publicada por José Manuel Dias


Somos um povo que anda sempre a encontrar domínios em que somos os melhores, por exemplo, somos os melhore a pronunciar línguas estrangeiras mas só falamos português, somos os melhores a encontrar soluções de improviso mas passamos a vida enrascados, somos os emigrantes mais trabalhadores mas por cá cheira a cera que tresanda. Somos os melhores em quase tudo, eu diria mesmo que somos os melhores em tudo menos naquilo em que há competição, seja a economia ou os jogos olímpicos.
A verdade é que apesar de sermos um povo que beneficia ao máximo de um bom clima ainda há por aí uns atletas que não se queixam de não terem condições, de não terem sido fruto de uma política desportiva nas escolas, que não foram bafejados pelas medidas de um responsável político competentíssimo, e apesar de tudo isso conseguem medalhas.
Apesar de tudo ainda conseguimos ganhar medalhas, ou melhor, temos atletas que se esforçam em ganhar medalhas já que não fui eu que dei o litro durante quatro anos, não me sujeitei a nenhuma dieta rigorosa nem dediquei cinco horas por dia a treinos intensos. Quem o fez foi Vanessa Fernandes, que vive no mesmo país dos falhados, a medalha é dela e não minha mais dos muitos outros que fazem um povo que se fosse um atleta não ganharia medalha nenhuma.
Com a devida vénia ao blogue O Jumento, com leitura integral aqui.

Quantidade versus qualidade

Publicada por José Manuel Dias


As vendas de vinho de Porto amentaram 2,1% para 404 milhões de euros de 2007, valor inferior aos 411 milhões de euros registados em 2003. O crescimento deve-se essencialmente aos vinhos mais caros, nomeadamente à categoria Vintage. Os produtores são categóricos: os problemas do Douro têm uma resposta – qualidade. Um pequeno grupo de famílias com forte tradição no universo vitícola como os Symington, originários da Escócia e ligados ao comércio de vinho há 13 gerações, optou por engarrafar vinho mais caro para alargar as suas vantagens competitivas. A Symington Family Estates tem 67 hectares de vinha e é uma das principais produtoras da região. O Quinta do Noval Vintage 2004, por exemplo, é vendido a 104,35 euros no retalhista português Wine O’Clock. As vinhas do Douro obedecem a um sistema de classificação que assenta em critérios como o tipo de solo. As uvas vendidas para a produção de vinho do Porto podem custar sete vezes mais que as uvas destinadas ao vinho de mesa, realça Charles Symington, director de produção da marca homónima que abastece regularmente a família real inglesa – como foi o caso no banquete que a Rainha ofereceu a Nicolas Sarkozy. “O futuro pertence aos produtores que souberem apostar na competência”, sublinha Adrian Bridge, administrador-delegado do grupo The Fladgate Partnership, já com 300 anos de história. E acrescenta: "há excesso de produção mas a qualidade escasseia".
Fonte: Diário Económico, aqui.
Um artigo excelente que põe a nu uma das maiores dificuldades da gestão. Não basta produzir, importa garantir a venda a preço interessante. O que é preciso fazer? Pensar estrategicamente! Definir um adequado posicionamento competitivo, tendo em conta o ambiente externo e a nossa realidade.

Um bom vinho quer uma boa rolha

Publicada por José Manuel Dias


As rolhas de cortiça da Corticeira Amorim são o vedante escolhido para o vinho servido nos Jogos Olímpicos de Pequim 08, divulgou a empresa em comunicado.Todos os vinhos servidos nos Jogos Olímpicos de Pequim são vedados exclusivamente com produtos de cortiça. O projecto resulta da associação entre a Corticeira Amorim e o maior produtor de vinho chinês, a COFO Wines & Spirits. A COFO Wines & Spirits, fornecedor da marca Great Wall, vinho exclusivo dos Jogos Olímpicos de 2008, possui uma relação de longa data com a Corticeira Amorim e participa neste projecto também com o objectivo de introduzir e fomentar práticas de sustentabilidade no processo de produção dos seus vinhos, de acordo com o comunicado emitido hoje.
Fonte: Jornal de Negócios desta data, aqui.

Madonna - Frozen

Publicada por José Manuel Dias



A mulher merece. Fez ontem 50 aninhos e continua plena de energia.

As coisas estão a mudar..

Publicada por José Manuel Dias


Muitas já ganham mais do que o marido ou companheiro. Outras são o principal, ou mesmo único, ganha- -pão lá de casa. Ao todo, quase 33% dos lares portugueses tem uma mulher como 'indivíduo de referência', um conceito usado em estatística para designar o membro do agregado familiar com mais elevado rendimento líquido. Os dados constam do Inquérito às Despesas das Famílias-2005/2006, divulgado esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A evolução é mais significativa se se disser que, entre as mulheres dos 24 aos 44 anos, que são indivíduos de referência para as respectivas famílias, o diferencial de rendimento em relação aos homens da mesma tipologia é praticamente nulo. Isto não ocorre nas mais idosas, fazendo com que, ainda hoje, nos agregados que têm mulheres como referência, o rendimento líquido anual seja mais baixo do que naqueles em que os homens exercem o mesmo domínio. Ou seja, são 19 467 contra 23 447 euros-
O nível de escolaridade do indivíduo de referência também influencia o rendimento médio das famílias, mas neste caso sem qualquer surpresa. As famílias cuja pessoa com melhor salário não ia além do primeiro ciclo do ensino básico só auferiam 16 392 euros por ano. Do lado contrário, quando o indivíduo de referência completou o ensino superior, o rendimento médio anual atinge os 47 614 euros.
As famílias portuguesas tinham, no período em que este inquérito foi efectuado (2005/2006) um rendimento líquido médio anual de 22 136 euros.
Fonte: Diário de Notícias
aqui.

Ney Matogrosso - Sangue Latino

Publicada por José Manuel Dias

Bendita lei (*)

Publicada por José Manuel Dias


O preço do barril de petróleo continuou hoje a recuar nos principais mercados internacionais, e atingiu mesmo o valor mais baixo dos últimos três meses em Nova Iorque, pouco acima dos 111 dólares.Os analistas de mercado atribuem a descida sobretudo à valorização do dólar e a dados hoje divulgados pela Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que apontam para uma estagnação na procura petrolífera a nível mundial, devido ao abrandamento da actividade económica.
A revisão das projecções da OPEP aponta para um crescimento da procura na ordem dos 1,03 por cento em 2009, o ritmo mais baixo dos últimos sete anos. “As perspectivas para a economia mundial degradaram-se ainda mais, com a emergência de dados que apontam para um abrandamento [da actividade económica] a nível global”, refere o cartel em nota hoje divulgada.
Fonte: Jornal Público, aqui.
Da oferta e da procura. Para saber mais espreitar aqui e e compreenderá como os mercados tendem a alcançar o equilíbrio.

Estudar compensa

Publicada por José Manuel Dias


Em apenas um ano, o mercado de trabalho recebeu 40,4 mil licenciados à procura de emprego. Mas a resposta foi concludente, já que o País conseguiu absorver 44 mil indivíduos com formação superior, mais 6% do que no período homólogo anterior. Os dados, revelados esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), referem-se ao segundo trimestre de 2008.A população empregada que tem, no máximo, o terceiro ciclo do ensino básico, aumentou apenas 0,6%, enquanto que os que possuem um grau secundário ou pós-secundário contam mais 0,8%. A empregabilidade aumentou em todas as classes escolares, com excepção dos homens que apenas possuem o ensino básico (menos 0,3%) e das mulheres com o secundário (menos 2,6%). Nos licenciados, é indiferente o género, já que quer homens quer mulheres subiram 6%.A população empregada, estimada em 5,22 milhões de pessoas no segundo trimestre, registou um acréscimo homólogo de 1,4% (cerca de 73,5 mil indivíduos). O aumento do emprego foi mais favorável às mulheres, com mais 2,0% a arranjar trabalho, enquanto que o acréscimo no sector masculino não foi além dos 1,0%. Das 73,5 mil pessoas que arranjaram emprego, 46,6 mil são mulheres.
Fonte: Diário de Notícias desta data, aqui.

Vendedores ou Consultores de Compra?

Publicada por José Manuel Dias


"Na semana passada deu-me para parar em Coimbra em viagem para o norte. Almocei e entrei depois ao acaso numa sapataria para experimentar uns sapatos que tinha visto através da montra. Pedi ao empregado o número 42. Não sou um homem de grande pé. Vi depois o empregado regressar com três caixas. Como é costume, sentei-me. Corremos os modelos todos e, após um instante de observação, o empregado fez-me um complexo diagnóstico podológico. Que eu tinha uns pés altos e ligeiramente cavos e mais não sei o quê e com um calcanhar retraído e com tendência para curvar para dentro quando ando. Bom, chega de pormenores. Ficámos ali uns minutos a debater um tema que eu pensava ser só do agrado de certo tipo de “fetichistas”. Aconselhou-me outro par que de facto me pareceu melhor. E fiquei a ouvi-lo".
Pedro Lomba, no Diário Económico, aqui, relata-nos a sua experiência, explica as razões da motivação do empregado e conclui:
"Ao ouvi-lo, lembrei-me das vezes em que me desloco a um sítio para adquirir um serviço ou uma comodidade (pode ser comprar um livro, adquirir um electrodoméstico ou celebrar um contrato) e fico com a impressão de que quem me atende não faz a menor ideia de como me aconselhar. É como se eu próprio tivesse do outro lado a tentar responder às minhas próprias perguntas.
Este homem era o oposto. Não sei se tinha mesmo interesse no que fazia. Não perguntei. Mas havia nele algo profundamente moral: tinha um trabalho e queria executá-lo o melhor que podia e sabia. Obviamente, comprei os sapatos".
Uma lição de gestão de grande utilidade para a larga maioria dos nossos gestores e empresários
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Rui Veloso - Porto Sentido

Publicada por José Manuel Dias

A importância da comunicação

Publicada por José Manuel Dias


A um líder de uma empresa não basta ser bom gestor. Numa época em que a comunicação e a imagem circulam à velocidade da luz, é preciso saber passar a mensagem certa no momento exacto. Conscientes desta realidade, os CEO das empresas procuram, cada vez mais, formação na área da comunicação, junto das universidades e as agências de comunicação. O objectivo é apenas um: conseguir que a mensagem que o líder passa seja exactamente aquela que deseja passar. Uma tarefa que, muitas vezes, implica anular algum ruído. “Alguns tiques podem ser um obstáculo à transmissão correcta da mensagem”, defende Assunção Sá da Bandeira, manager da Cunha Vaz & Associados.
Um artigo assinado por Catarina Madeira, no Semanário Económico desta semana que pode ser lido na íntegra, aqui.

Boas notícias

Publicada por José Manuel Dias

As notícias da minha morte (*)

Publicada por José Manuel Dias


A economia portuguesa cresceu 0,4 por cento no segundo trimestre de 2008 face ao trimestre anterior, escapando a uma recessão técnica depois de no primeiro trimestre ter recuado 0,1 por cento.
O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,9 por cento no segundo trimestre face a igual período do ano passado e 0,4 por cento face ao primeiro trimestre de 2008.
Com a revisão efectuada pelo INE, o primeiro trimestre de 2008 não foi tão negativo, com a economia a recuar apenas 0,1 por cento face ao último trimestre de 2007, quando na anterior estimativa rápida essa queda era de 0,2 por cento. Em termos homólogos não houve alteração e, tal como no segundo trimestre, a taxa de crescimento foi de 0,9 por cento.
Fonte: Público,
aqui.
A economia portuguesa está a aguentar bem a crise. Os dados divulgados podem até ser considerados excelentes atenta a situação vivenciada noutros países europeus como a Espanha, a Itália, a França e a Alemanha. Portugal incrementou o volume de emprego, diminuiu o desemprego, registou a segunda mais baixa inflação da zona Euro e conseguiu crescer. Está, pois, a resistir bem aos ventos adversos que sopram do exterior para profundo desgosto de uns tantos que só rejubilam com as más notícias.
(*) eram manifestamente exageradas.

Timbaland - Apologize

Publicada por José Manuel Dias

Guerra nas estradas?

Publicada por José Manuel Dias


João Picoito, professor catedrático convidado da Universidade de Aveiro, conta-nos em artigo de opinião publicado no semanário Expresso a experiência vivenciada por um colega finlandês nas estradas portuguesas. "Uma experiência aterrorizante" diz-nos o professor finlandês que entra em detalhes: "tentativas de abalroamento por não sair da faixa esquerda suficientemente depressa, passando pelas vulgares ultrapassagens pela direita, pelos carros colados na traseira a pressionar com sinais de luzes e buzinadelas". Uma viagem de Lisboa ao Algarve que não será facilmente esquecida.
João Picoito defende que o que se passa " nas nossas estradas é de todo inaceitável" e que importa repensar o método de formação dos condutores. Em seu entender "a preparação para tirar a carta devia ter três componentes de igual peso: educação e atitude cívica na estrada, código e prática de condução, esta com ênfase na condução em auto-estradas".
Não podemos deixar de concordar com o essencial do que diz e corroboramos da ideia que "mudar depende apenas de nós".

O segredo do sucesso

Publicada por José Manuel Dias


A partir de Outubro, um grupo de 20 a 25 escolas vai funcionar com novas regras de gestão. Até final do ano lectivo, a EPIS acredita que o manual de "boas práticas" estará em condições de se tornar operacional.
A EPIS, em parceria com a empresa MacKinsey e Company, trabalha desde Maio de 2007 na elaboração de um guia de boas práticas de gestão dos estabelecimentos escolares. O objectivo do manual é "servir de apoio, uma base para" os conselhos directivos "olharem", defendeu, ao JN, Diogo Simões Pereira. A partir de Setembro, o Conselho de Escolas passa a fazer parte da parceria.
O segredo do sucesso é quase básico: "um bom gestor e um bom corpo docente produzem bons resultados", independentemente do contexto socioeconómico em que a escola está inserida, garante o administrador da associação.
"As escolas com melhores resultados são as que fazem de forma mais detalhada o seu planeamento e gestão da sua actividade". Ou seja, insistiu, "são as que geram mais e que trabalham mais próximo das famílias e com os docentes". São também as que investem mais na formação dos seus professores - esta tendência revelou-se, mesmo, linear: docentes "mais qualificados têm melhores resultados".
Ler na íntegra aqui, Jornal de Notícias desta data.