A verdade é que apesar de sermos um povo que beneficia ao máximo de um bom clima ainda há por aí uns atletas que não se queixam de não terem condições, de não terem sido fruto de uma política desportiva nas escolas, que não foram bafejados pelas medidas de um responsável político competentíssimo, e apesar de tudo isso conseguem medalhas.
Apesar de tudo ainda conseguimos ganhar medalhas, ou melhor, temos atletas que se esforçam em ganhar medalhas já que não fui eu que dei o litro durante quatro anos, não me sujeitei a nenhuma dieta rigorosa nem dediquei cinco horas por dia a treinos intensos. Quem o fez foi Vanessa Fernandes, que vive no mesmo país dos falhados, a medalha é dela e não minha mais dos muitos outros que fazem um povo que se fosse um atleta não ganharia medalha nenhuma.
A mulher merece. Fez ontem 50 aninhos e continua plena de energia.
Muitas já ganham mais do que o marido ou companheiro. Outras são o principal, ou mesmo único, ganha- -pão lá de casa. Ao todo, quase 33% dos lares portugueses tem uma mulher como 'indivíduo de referência', um conceito usado em estatística para designar o membro do agregado familiar com mais elevado rendimento líquido. Os dados constam do Inquérito às Despesas das Famílias-2005/2006, divulgado esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A evolução é mais significativa se se disser que, entre as mulheres dos 24 aos 44 anos, que são indivíduos de referência para as respectivas famílias, o diferencial de rendimento em relação aos homens da mesma tipologia é praticamente nulo. Isto não ocorre nas mais idosas, fazendo com que, ainda hoje, nos agregados que têm mulheres como referência, o rendimento líquido anual seja mais baixo do que naqueles em que os homens exercem o mesmo domínio. Ou seja, são 19 467 contra 23 447 euros-
O nível de escolaridade do indivíduo de referência também influencia o rendimento médio das famílias, mas neste caso sem qualquer surpresa. As famílias cuja pessoa com melhor salário não ia além do primeiro ciclo do ensino básico só auferiam 16 392 euros por ano. Do lado contrário, quando o indivíduo de referência completou o ensino superior, o rendimento médio anual atinge os 47 614 euros.
As famílias portuguesas tinham, no período em que este inquérito foi efectuado (2005/2006) um rendimento líquido médio anual de 22 136 euros.
Fonte: Diário de Notícias aqui.
Pedro Lomba, no Diário Económico, aqui, relata-nos a sua experiência, explica as razões da motivação do empregado e conclui:
"Ao ouvi-lo, lembrei-me das vezes em que me desloco a um sítio para adquirir um serviço ou uma comodidade (pode ser comprar um livro, adquirir um electrodoméstico ou celebrar um contrato) e fico com a impressão de que quem me atende não faz a menor ideia de como me aconselhar. É como se eu próprio tivesse do outro lado a tentar responder às minhas próprias perguntas.
Este homem era o oposto. Não sei se tinha mesmo interesse no que fazia. Não perguntei. Mas havia nele algo profundamente moral: tinha um trabalho e queria executá-lo o melhor que podia e sabia. Obviamente, comprei os sapatos".
Uma lição de gestão de grande utilidade para a larga maioria dos nossos gestores e empresários.
O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,9 por cento no segundo trimestre face a igual período do ano passado e 0,4 por cento face ao primeiro trimestre de 2008.
Com a revisão efectuada pelo INE, o primeiro trimestre de 2008 não foi tão negativo, com a economia a recuar apenas 0,1 por cento face ao último trimestre de 2007, quando na anterior estimativa rápida essa queda era de 0,2 por cento. Em termos homólogos não houve alteração e, tal como no segundo trimestre, a taxa de crescimento foi de 0,9 por cento.
Fonte: Público, aqui.
A economia portuguesa está a aguentar bem a crise. Os dados divulgados podem até ser considerados excelentes atenta a situação vivenciada noutros países europeus como a Espanha, a Itália, a França e a Alemanha. Portugal incrementou o volume de emprego, diminuiu o desemprego, registou a segunda mais baixa inflação da zona Euro e conseguiu crescer. Está, pois, a resistir bem aos ventos adversos que sopram do exterior para profundo desgosto de uns tantos que só rejubilam com as más notícias.
A EPIS, em parceria com a empresa MacKinsey e Company, trabalha desde Maio de 2007 na elaboração de um guia de boas práticas de gestão dos estabelecimentos escolares. O objectivo do manual é "servir de apoio, uma base para" os conselhos directivos "olharem", defendeu, ao JN, Diogo Simões Pereira. A partir de Setembro, o Conselho de Escolas passa a fazer parte da parceria.
O segredo do sucesso é quase básico: "um bom gestor e um bom corpo docente produzem bons resultados", independentemente do contexto socioeconómico em que a escola está inserida, garante o administrador da associação.
"As escolas com melhores resultados são as que fazem de forma mais detalhada o seu planeamento e gestão da sua actividade". Ou seja, insistiu, "são as que geram mais e que trabalham mais próximo das famílias e com os docentes". São também as que investem mais na formação dos seus professores - esta tendência revelou-se, mesmo, linear: docentes "mais qualificados têm melhores resultados".
















