Brandi Carlile - The Story

Publicada por José Manuel Dias

Oportunidades de negócio

Publicada por José Manuel Dias


O Millennium BCP criou linhas de crédito de médio prazo para financiar as exportações de bens de equipamento e serviços portugueses para Angola. As linhas de crédito disponibilizadas pelo banco “traduzem-se num leque alargado de soluções financeiras desenhadas para responder às exigências dos seus clientes, independentemente do produto ou serviço a exportar”, lê-se em comunicado divulgado hoje. O apoio às exportações para Angola vai ser feito pela modalidade de crédito ao comprador, por períodos entre os dois e os sete anos, com a cobertura de riscos através da Cosec, quando os bens a exportar e os montantes envolvidos se enquadrem na Convenção Portugal-Angola.
Fonte: Jornal Público, aqui.
Angola é já o um dos principais destinos das nossas exportações. Situa-se em quinto lugar, à frente dos Estados Unidos, e depois da Espanha, Alemanha, França e Reino Unido. Máquinas e aparelhos mecânicos e bens agro-alimentares são os principais produtos exportados para este país africano. Em 2007 Portugal exportou para Angola 1,7 mil milhões de euros, mais 39% que no ano anterior. Nos primeiros seis meses do ano em curso este mercado rendeu às empresas portuguesas 955 milhões de euros, se a tendência se mantiver, ficaremos perto dos 2 mil milhões de Euros. Angola representa uma excelente oportunidade de negócio, aproveitá-lo, é uma aposta estratégica, sobretudo numa situação de anemia económica da União Europeia. O Millennium Bcp sabe o que faz, ver em detalhe aqui.

A brincar também se aprende...

Publicada por José Manuel Dias


Fomentar o interesse pela prática do cálculo mental e desenvolver o interesse pela Matemática de forma lúdica são alguns dos objectivos do Campeoneto de superTmatik de Cálculo Mental cujas inscrições decorrem até 31 de Janeiro. O campeonato destina-se a alunos do 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico – de escolas públicas e privadas – que queiram mostrar que são verdadeiros talentos na área do cálculo mental. Durante o torneio os alunos têm de criar e utilizar estratégias de cálculo próprias e inovadoras para responderem de forma rápida e correcta às perguntas e problemas que lhes são colocados.
Fonte: Jornal Público, aqui.

Para Angola, em força!

Publicada por José Manuel Dias


Angola é um mercado cada vez mais importante para as exportações portuguesas, especialmente com a Europa a arrefecer. Até ao fim do ano, vai valer 1,9 mil milhões de euros.
Máquinas, materiais de construção, instalações eléctricas, alimentos, carros, cerveja, cutelaria, papel são alguns dos produtos que explicam a forte subida das exportações portuguesas para Angola, país que absorve já quase 5% das vendas totais ao exterior.
No primeiro semestre, este mercado africano rendeu às empresas nacionais mais de 955 milhões de euros em facturação, 25% mais do que no mesmo período do ano passado. Se a tendência se mantiver no segundo semestre, como costuma acontecer, as vendas ultrapassarão facilmente 1,9 mil milhões de euros em 2008. Angola tornou-se, este ano, o melhor cliente das exportações portuguesas fora da Europa. Passou a ocupar o quinto lugar, ultrapassando os Estados Unidos. Mais recentemente suplantou a Itália. E, nos próximos meses, deverá destronar o Reino Unido como quarto maior destino já que este compra cada vez menos. Quando tal acontecer à sua frente ficarão apenas três países: Espanha, Alemanha e França.
Angola está a ser uma ajuda importante para que a economia portuguesa consiga amortecer os efeitos nocivos da crise que faz travar a maioria dos parceiros mais desenvolvidos. “Angola está em crescimento muito acelerado e tem ajudado a colmatar as dificuldades sentidas noutros mercados, como os Estados Unidos”, exemplifica David Ribeiro, presidente da Cutipol, a fabricante de cutelaria.
No Diário Económico de hoje, para ler na íntegra
aqui.

Ala dos Namorados - Caçador de Sóis

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Jogos Olímpicos

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A História dos Jogos Olímpicos contada pelos cartazes oficiais. Um trabalho deslumbrante que pode ser visto clicando aqui. Da responsabilidade de Leonel Vicente e Paulo Querido.

Jogos são Jogos

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Abertura Jogos Olímpicos 2008.

O problema não é só "deles"

Publicada por José Manuel Dias


De acordo com uma nota interna da TAP, citada pela Lusa, os trabalhadores são convidados a intervir, a partir da próxima semana, dadas "as dificuldades criadas pela crise dos combustíveis, que obrigam a recorrer a todas as formas de controlar os custos".
As propostas dos trabalhadores, remetidas para o e-mail poupar@tap.pt, serão posteriormente avaliadas pelo comité de gestão e acompanhamento, responsável por desenhar as grandes medidas de contenção da TAP, de que são exemplo a suspensão de 60 voos a partir de Outubro e a rescisão do Acordo de Empresa, ainda em negociação.
A TAP registou prejuízos de 136 milhões de euros, o pior resultado dos últimos anos, no primeiro semestre deste ano face a igual período de 2007, reflectindo o “aumento brutal” do preço dos combustíveis. A transportadora gastou 312 milhões de euros em combustíveis, mais 133 milhões que nos primeiros seis meses do ano passado, o que representa um agravamento de 75 por cento.
Fonte: Jornal Público aqui.
Há ainda muito boa gente que pensa que os problemas que as empresas enfrentam dizem apenas respeito aos sócios (ou accionistas) e aos gestores. Nada mais errado. Um mau desempenho de uma empresa penaliza não apenas os detentores do capital e os gestores mas também os trabalhadores pois se a empresa tiver piores resultados verão reduzida a sua segurança de emprego, podendo, inclusive, perder o posto de trabalho em caso de encerramento da empresa. Existem também outros interessados (ou Stakeholders) numa boa performance da empresa: clientes, fornecedores, sociedade em geral e, ainda, o Estado, por via dos impostos, que pode arrecadar. Neste enquadramento anda bem a Administração da TAP em envolver os trabalhadores inquirindo-os sobre medidas para recuperação da empresa. O discurso de alguns sindicalistas pode levar a pensar que o problema é só "deles" (da Administração). Não é. É de todos, designadamente dos trabalhadores da TAP e, até, nosso, que somos "accionistas do Estado" por via dos impostos que pagamos.

Mercado da habitação

Publicada por José Manuel Dias


A subida das taxas de juro e as regras mais rígidas das instituições financeiras em conceder empréstimos para aquisição de casa estão a levar cada vez mais famílias a recorrerem ao arrendamento.
“ Com a subida das taxas de juro deixou de ser compensador comprar casa”, adianta Frederico Mendoça, responsável pelo departamento residencial da Abacus -Savills. Ao mesmo tempo, há uma maior oferta de casas para arrendar, já que, como não se conseguem vender, os proprietários e promotores colocam-nas para arrendar. Uma situação peculiar que permite a diminuição dos valores das rendas em muitas zonas, especialmente nas periféricas das grandes cidades de Lisboa e Porto.
A procura para arrendamento é constituída por famílias que deixaram de conseguir pagar os empréstimos ao banco, jovens casais ou casais divorciados a quem são negados empréstimos, ou famílias que vendem as casas e preferem esperar mais algum tempo para comprar uma nova habitação.
Fonte: Semanário Económico de 8 de Agosto de 2008
Elisabete Soares, no Semanário Económico desta semana, oferece-nos uma excelente análise do mercado da habitação, com particular enfoque no mercado de arrendamento. Estamos longe da época em que mais de metade da contrução se destinava ao arrendamento, início da década de 70, mas, já temos mais do que os 5% da altura do boom da compra de habitação própria ( 1998-2000). Um artigo que vale a pena ler na íntegra aqui.

Crédito mais selectivo

Publicada por José Manuel Dias


O aumento dos spreads, das garantias exigidas e a diminuição do rácio entre o valor do empréstimo e o valor da garantia foram as formas usadas para restringir a cedência dos empréstimos. A implementação de medidas restritivas baseia-se “na deterioração das expectativas quanto à actividade económica” e na maior probabilidade de os consumidores não conseguirem pagar a dívida. As perspectivas pessimistas para o mercado de habitação e a fraca confiança dos consumidores influenciaram de forma negativa, de acordo com os bancos inquiridos, a procura de crédito para a compra de casa.
Também a concessão de empréstimos ou linhas de crédito a empresas foi restringida com a aplicação de spreads mais elevados, no segundo trimestre deste ano. Mas a procura destas formas financiamento não se alterou “significativamente”, tendo apenas uma instituição referido “uma ligeira diminuição da procura" nos últimos três meses, lê-se nos resultados do inquérito divulgados pelo Banco Central Europeu. As mudanças na concessão de empréstimos devem-se “a uma avaliação bastante mais cautelosa do risco de crédito a nível mundial”, quando os EUA vivem uma crise de crédito hipotecário de alto risco e os mercados financeiros permanecem num período de turbulência.
Fonte: Jornal Público, aqui.

Novos mercados

Publicada por José Manuel Dias


Cerca de 55% das vendas das empresas nacionais ao exterior vão para destinos à beira de uma recessão ou em forte travagem – Espanha é o caso mais paradigmático, mas a Alemanha, o Reino Unido e os Estados Unidos são também mercados de peso. A única escapatória – como bem sabem os empresários, a avaliar pelos voos cheios para Angola – está nos mercados emergentes. É aqui (Angola, Brasil, Rússia, China) que se poderá ir buscar oxigénio para aguentar a asfixia actual. São mercados arriscados e exigentes – mas, para muitas empresas, são a única saída. Fonte: Diário Económico, aqui.

David Fonseca - "The 80's"

Publicada por José Manuel Dias

Diz quem sabe...

Publicada por José Manuel Dias


Em Portugal há 200 mil imóveis usados que estão sobreavaliados e, por isso, não encontram qualquer comprador, afirmou hoje à agência Lusa o presidente da APEMIP, José Eduardo Macedo."Estimo que actualmente a oferta de imóveis usados no mercado português ascenda a 200 mil, mas porque estão sobreavaliados não encontram comprador", disse o dirigente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP). Segundo José Macedo, estima-se que hajam 200 mil imóveis usados "na cabeça dos proprietários". "Os preços pedidos estão ainda relativamente próximos dos valores a que são vendidos os imóveis novos, mas por estarem sobreavaliados os compradores não optam por os adquirir", sublinhou.
O responsável pela APEMIP disse à Lusa que o parque imobiliário edificado, que ascendeu a 64 mil imóveis em 2007, estima-se que deverá crescer este ano mais 50 mil unidades. Há 5,7 milhões de imóveis edificados, mas entre 800 mil a um milhão não reúnem condições mínimas de habitabilidade ou estão muito degradadas. "Estamos numa fase em que a construção não é paradigma, mas sim a reabilitação, além da construção atendendo à sustentabilidade e eficiência ambiental", sublinhou.
Fonte: Jornal Público, aqui.

Subida de Taxas afastada, por ora....

Publicada por José Manuel Dias


O presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, reconheceu hoje que o crescimento na Zona Euro enfraqueceu e deu entender, segundo a leitura feita pela agência AFP, que, apesar de uma inflação "inquietante", novas subidas nas taxas de juro devem estar afastadas no imediato. "Identificámos alguns riscos para o crescimento", disse, apontando para um abrandamento do crescimento no segundo e no terceiro trimestres do ano.
Os últimos indicadores económicos "sugerem que o crescimento real para meados de 2008 será substancialmente mais fraco que para o primeiro trimestre do ano", reconheceu, sem entrar em detalhes. "Vamos esperar pelas novas previsões (...) em Setembro", acrescentou o presidente do BCE, quando interrogado sobre o risco de recessão admitido por um número cada vez maior de economistas.
O Conselho de Governadores "não tem orientação" para os próximos tempos e nunca se compromete, o que, atendendo ao jargão habitualmente usado pelo presidente do banco central, leva a AFP a interpretar que está a fechar a porta a novas subidas das taxas no imediato.
Fonte: Jornal Público, aqui.
Descer, subir ou manter a taxa de juro? A satisfação de uns é a incomodidade de outros. As decisões não são fáceis e o unanimismo nunca se consegue. A intenção e a realidade nem sempre convergem. Por ora os devedores sossegam...

Cartões sem PIN

Publicada por José Manuel Dias


A SIBS - Sociedade Interbancária de Serviços anunciou que vai, a partir de 2009, introduzir novos cartões e terminais de pagamento de baixo valor que dispensam a marcação do código PIN.
"O novo cartão funcionará apenas para os pagamentos mais pequenos e as pessoas poderão sempre optar pelo pagamento com o novo cartão ou com o Multibanco normal", explicou fonte da empresa. Os principais benefícios da nova tecnologia são a comodidade, rapidez e redução de custos, disse.
Portugal será o primeiro país da Europa a ter este tipo de pagamentos disponível a todos os emissores e com as mesmas regras de funcionamento.
Fonte: Jornal de Notícias, aqui.
A SIBS é um caso de sucesso. A sua criação remonta à década de 80 e foi o resultado da cooperação da comunidade bancária. A automatização das transacções bancárias rotineiras, criação de uma rede de serviços interbancários, universal e aberta a todos os participantes no projecto, corresponderam a iniciativas que se traduziram em melhor serviço para os clientes e e ganhos de eficiência não desprezíveis. Um exemplo para muitos sectores de actividade...

50.000 visitas

Publicada por José Manuel Dias


Reparo que já ultrapassámos as 50.000 visitas. O contador Sitemeter conta com já 50.013. O visitante número 50.000 é dos USA, da cidade de Newburyport no Estado de Massachusetts e chegou a COGIR através do Google pesquisa "empreendedorismo". Um tema a que dedicámos alguns posts, a maioria dos quais da responsabilidade do Professor Emanuel Leite.
Portugal e Brasil respondem por cerca de de 90% dos acessos. Estados Unidos, Moçambique, e Angola são os países que se seguem. Vêm parar cibernautas de todos os continentes, como se pode verificar pela distribuição dos visitantes. O mundo está transformado numa aldeia global.
Obrigado a todos os que por aqui têm passado. Voltem sempre!

Viagens na minha terra (2)

Publicada por José Manuel Dias


A aldeia de Soajo, localizada em pleno Parque Natural Peneda Gerês, pertence ao concelho de Arcos de Valdevez. É uma aldeia muito conhecida pelo conjunto de espigueiros erigidos sobre uma enorme laje granítica, usada pelo povo como eira comunitária. O mais antigo datará de 1782. A sua construção tinha como propósito proteger as espigas de milho das intempéries e dos animais roedores. A qualidade da gastronomia e as paisagens são duas boas razões para revisitar esta aldeia.

E a cenoura?

Publicada por José Manuel Dias


É muito. Está acima da média da OCDE. É demais para um país que se quer desenvolvido. Não estão em causa apenas os esquemas de fuga ao fisco ou à Segurança Social, é mais do que isso. São todos os estratagemas usados para fintar as regras de funcionamento da economia, nos licenciamentos, na protecção do ambiente, na segurança no trabalho. É o pior do ‘nacional porreirismo’. Esta é uma das principais causas do atraso do país relativamente às médias internacionais, uma vez que permite a sobrevivência de empresas sem futuro nem razão de existir. Como conseguem escapar às obrigações com o Estado e a sociedade, estas empresas têm custos inferiores e continuam a operar, apesar de mal geridas e de muitas vezes não serem competitivas. Ainda assim, acabam por roubar clientes aos cumpridores, que são penalizados por seguirem as regras. As consequências são óbvias. Primeiro, há um nivelamento por baixo, o que resulta numa evolução da produtividade abaixo do que é necessário para a expansão da economia. Segundo, há a questão moral: nenhuma sociedade pode ter um futuro risonho se tolerar níveis elevados de desrespeito pelas leis. Portanto, a questão é: como se resolve a chaga da economia informal? Com muito pau e cenoura.
Bruno Proença no Diário Económico desta data, aqui.
A Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) vai colocar inspectores tributários e funcionários dos serviços de Finanças a visitar pessoalmente contribuintes com dívidas em processos de execução de forma a identificar o património que estes possuam e que pode ser penhorado. Se não existir património, no caso das empresas, é iniciado um processo de reversão, passando as dívidas a ser exigidas aos responsáveis das empresas devedoras.
Jornal Público, aqui.
Simplificar processos, reforçar o controlo, penalizar os incumpridores são medidas necessárias à diminuição da economia paralel. Convirá, no entanto, perguntar: e a cenoura onde está?

António Pinho Vargas - Vilas Morenas

Publicada por José Manuel Dias

Promover a competitividade

Publicada por José Manuel Dias


Alargamento para dez anos do prazo de prescrição dos crimes fiscais mais complexos, criação de um balcão único a nível municipal para agilizar o contacto com as empresas, reforço do aconselhamento nos primeiros anos de negócio e melhorias de formação dos juízes em matérias económico-financeiras, estão entre as 61 medidas sugeridas pela COTEC ao Ministério das Finanças para combater a economia informal considerada um dos grandes "entraves" à inovação empresarial, à concorrência e à competitividade das Pequenas e Médias (PME) empresas.
Fonte: Jornal Público, aqui.
Um contributo da associação COTEC Portugal que visa combater a economia informal ou dito de outro modo a economia em que os agentes económicos não cumprem com as suas obrigações (fiscais e legais). Para além do impacto negativo nas receitas públicas não devemos negligenciar o facto desta situação manter operadores menos eficientes no mercado, em resultado das "vantagens" da fuga às obrigações, com manifesto prejuízo dos que observam as melhores práticas. Estima-se que a economia informal atinja cerca de 25% do PIB. Minorar este problema passa pela responsabilidade social individual e pelo reforço de vigilância da administração tributária, como bem sugere a COTEC.