É uma pena que os nossos professores falem do insucesso dos nossos estudantes esquecendo que esse insucesso é também e sobretudo deles.
A escolha está entre o "corporate welfare" e a ajuda social aos que têm mais dificuldades na adaptação.
Estão aí - nas energias renováveis - as únicas boas notícias.
O sol do Sul de Portugal - a zona da Europa com mais sol - não serve só para atrair turistas. As notícias animadoras sobre a explosão das centrais solares e a constante baixa de preço da sua produção mostram que temos tantos recursos a médio e longo prazo como se tivéssemos petróleo.
Obras, podemos e devemos ter: transportes de massa confortáveis e rápidos para os grandes centros urbanos que lhes permitam funcionar. Comboios de razoável velocidade que liguem o interior ao litoral (agora, com os espanhóis a fazer contas, é melhor esquecer de vez o TGV) e mais, muito mais linhas para o transporte de mercadorias. Barragens também, mais auto-estradas não.
500 anos de história de arte contemplando as mulheres. Um tributo às mulheres num vídeo criativo que mostra, por meio de quadros famosos, como a mulher tem sido representada. Imperdível.
Os territórios, as empresas e os indivíduos degladiam-se diariamente nos processos de criação de valor económico num enquadramento hipercompetitivo. Os contextos que os condicionam e motivam são turbulentos, complexos e incertos. A opção de produzir mais com menos foi ultrapassada pela inevitabilidade de conceber rapidamente diferenças e funcionalidades adaptáveis. A dinâmica económica é movida por actividades inovadoras, fortemente dependentes do conhecimento, de processos de aprendizagem interactiva e de múltiplas proximidades. Os agentes económicos de excelência são aqueles com capacidade de integrar nas suas estratégias empresariais a complexidade decorrente da articulação entre produtos, processos e tecnologias, maximizando por tempo incerto uma função não linear de apropriação produto/mercado. Continuar a ler aqui o excelente artigo de Sérgio Leal Nunes, publicado no Diário Económico de hoje.
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) tinha um protocolo com a Ordem dos Advogados (OA) que durou três meses e terminou no final de Junho.
O sistema 'I-Garment' foi financiado pela Agência Espacial Europeia e desenvolvido para a gestão de catástrofe, incorporando um sistema de telemetria útil para quem está a coordenar as equipas no terreno, composto por sensores de posição (GPS), de sinais vitais (temperatura e batimento cardíaco), de silhueta e alguns botões de emergência ou pânico.
«Esta é uma proposta minimalista que apresentámos para demonstrarmos que queremos resolver as coisas pela via do diálogo», disse esta quinta-feira aos jornalistas o porta-voz do Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (SITAVA), José Simão.
Em conferência de imprensa, os representantes dos vários sindicatos, onde se incluem também o dos técnicos de handling, o dos trabalhadores, o dos quadros da aviação comercial e o das indústrias metalúrgicas, explicaram que a proposta foi rejeitada no encontro que tiveram com a administração da transportadora esta quarta-feira.
«Não houve janela de abertura negocial. A empresa respondeu com um não que é inaceitável», acrescentou José Simão que refere que os 1,5% pedidos estão muito abaixo dos aumentos ideais. Uma situação que os órgãos sindicais não entendem, dado os lucros que a empresa teve, de quase 33 milhões de euros, no ano passado.
A estratégia de consolidação incluiu tanto medidas de curto prazo (com um impacto imediato) como reformas de fundo para atacar de uma forma mais directa o insustentável crescimento da despesa (causa de grandes défices no passado).
Um importante pilar dessa consolidação orçamental foi a reforma da administração pública. A Administração do Estado está a ser reorganizada. O número de serviços e de funcionários públicos está a ser reduzido. Foi também introduzido um novo quadro legal para aumentar a mobilidade dentro da administração pública. Estas medidas estão destinadas a melhorar a eficiência do sector público.
Trabalha-se também para alinhar as regras que regem o trabalho dos funcionários públicos com aquelas do sector privado. A reforma do regime pensionista já foi feita, o que deverá incrementar a flexibilidade e a mobilidade entre os sectores público e privado.
Esses são importantes progressos. O desafio agora é de consolidar os resultados desse esforço e reduzir ainda mais o défice.
Mas ao mesmo tempo, Portugal terá que preparar-se para alcançar um crescimento durável e sustentável.
Machado não pensa assim. Porque tudo é melhor do que 250 mil pessoas abandonarem a agricultura nos próximos anos. Mas o presidente da CAP foi mais longe, dizendo ser “absolutamente necessário resolver os problemas dos agricultores”. Mas quem tem de resolver os problemas dos agricultores não são… os próprios agricultores?João Machado pertence ao grupo dos que acham que o Estado deve estar sempre disponível para ajudar empresários em dificuldades. Ou será antes pseudo empresários? É que é difícil chamar “empresário” a alguém que, quando as coisas saem mal, corre a estender o chapéu à caridade do Estado.
Em Portugal fala-se demasiado da qualidade dos trabalhadores e questiona-se pouco a dos dirigentes, como se as competências destes fosse inata, ou como se bastasse pagar um pequeno curso no INA (uma excelente receita para este instituto e a sua corte de formadores), como se o estatuto de nobreza os coloque acima de qualquer avaliação ou medida de gestão.
Mas todos sabemos que o país e, em particular, a Administração Pública está cheio de pequenos Mugabes, gente sem qualidades para exercer cargos de liderança, que estão mais ocupados a gerir o seu estatuto do que a promover a qualidade dos seus serviços. São demasiados os dirigentes portugueses que apreciam ideias novas, que aceitam quadros com ambição, as novas ideias desvalorizam-nos os quadros que as defendem colocam os seus lugares em perigo.
O Times disponibilizou um serviço público de grande qualidade e interesse: 200 anos de história. Milhões de notícias e imagens que retratam a evolução do nosso mundo, podem ser vistas a partir daqui. No arquivo, que cobre o período 1785-1985, podemos encontrar muita informação sobre Portugal, a saber: Portugal e o comércio de escravos, 1 de Novembro de 1839, Guerra civil em Portugal, 15 de Maio de 1847, Revolução em Portugal, 10 de Outubro de 1910, Salazar morreu, 28 de Julho de 1970, Movimento das Forças Armadas em Portugal, 13 de Março de 1975, A revolução Portuguesa, 25 de Abril de 1984, o Progresso de Portugal, 17 de Dezembro de 1985.
Ter telefone fixo em casa é cada vez menos frequente nos lares portugueses. Entre os europeus Portugal, foi o país que teve a maior diminuição da presença do aparelho, havendo no sentido inverso um aumento da utilização do telemóvel.
A conclusão consta de um estudo realizado pela Comissão Europeia (CE) em todos os estados-membros, junto de 27 mil famílias, e revela o aparecimento de novos padrões de consumo em termos de serviços de telecomunicações.
Os bancos, a partir desta quarta-feira, vão passar a disponibilizar nos talões de multibanco apenas o dinheiro real que os clientes têm na conta.
Isso significa que, com estas novas regras, o saldo vai deixar de incluir os montantes de crédito automático disponibilizados pelos bancos, por exemplo nas contas ordenado, e passará a mostrar apenas o dinheiro que existe efectivamente na conta.
Recorde-se que, na altura em que foi feito o anúncio desta alteração, em Março deste ano, o Banco de Portugal afirmou que «as instituições de crédito devem informar com clareza os clientes sobre a remuneração que oferecem pelos fundos recebidos e os elementos caracterizadores dos produtos oferecidos, bem como sobre o preço dos serviços prestados e outros encargos a suportar pelos clientes». Ou seja, devem mostrar apenas o saldo disponível do cliente, excluindo assim valores que possam ser alvo de conrança de juros, comissões e outros encargos. Fonte: Agência Financeira, aqui.
Um vídeo baseado no livro com o mesmo nome, de Spencer Johnson, M.D.. que através de uma parábola nos dá excelentes indicações sobre o modo como podemos lidar com as mudanças. Vale a pena ir até o fim.
Entre elas, uma bem visível, é a do nosso parque automóvel, pelo número de carros de topo de gama que circulam nas nossas estradas. Alguém, cuja vida profissional o obriga a viajar pelo mundo, dizia-me um dia, que apenas em países produtores de petróleo se observava coisa semelhante! Mercedes e BMW de topo-de-gama proliferam entre nós, e marcas como a Ferrari, Porsche e Bentley, vêem-se também com alguma frequência, mantendo-se as suas vendas imunes à crise do consumo!
Constroem-se pontes e túneis, mas não dão vazão ao aumento de tráfego automóvel. Se tivermos presente que mais de 1/3 da energia gasta em Portugal é consumida nas estradas, teremos uma melhor ideia do desperdício em que incorremos e do custo que isso representa, especialmente no momento presente.
Este é apenas um dos grandes desperdícios em que incorremos mas, a par deles, outros se mantêm, quando não se multiplicam, como o dos prédios degradados nas grandes cidades, dos milhares de hectares de terras não cultivadas e dos subsídios da União Europeia que nos são atribuídos e não são utilizados, para não falar das perdas que resultam da lentidão do processo decisório do Estado e da ineficiência da administração pública. Iremos nós continuar a conformar-nos com este mar de desperdício quando carecemos de meios para alimentar os mais carenciados?
... a bicicleta de água. Uma alternativa ecológica e desportiva que está a suscitar grande interesse cá pelo burgo. Um modelo de bicicleta que permite pedalar em cima da água e que foi criado por um desempregado que pretendiar criar o seu próprio emprego. Um bom exemplo de empreendedorismo. Para ver o vídeo clicar aqui.












































