Portugal não tem petróleo, mas está em excelentes condições para apostar nas economias renováveis. Mais não basta investir em energias renováveis, importa adoptar medidas imediatas e apostar a soluções a médio e longo prazo. Mais do que uma opção, estamos perante um imperativo, uma boa parte do que exportamos destina-se a pagar as importações de crude e essa factura tende a aumentar. Além disso o aumento dos preços dos combustíveis tenderá a reduzir a competitividade das nossas exportações.
O aumento dos preços não tem sido suficiente nem para que haja uma poupança significativa, nem para que os agentes económicos reequacionem as suas opções de investimento. Por isso mesmo, seria um erro grave uma redução fiscal que apenas servisse para estimular ou manter os actuais níveis e padrões de consumo, o que hoje não é economicamente viável com os actuais preços deixá-lo-á de ser mais tarde ou mais cedo. Faz mais sentido usar a política fiscal para penalizar o consumo ineficiente da energia.
A selecção portuguesa é, por sua vez, a primeira a garantir a presença nos quartos-de-final e já não depende do que fizer domingo, frente à Suíça (19h45). Na próxima fase, Portugal jogará no dia 19 (quinta-feira) em Basileia frente ao segundo classificado do Grupo B, que integra Alemanha, Croácia, Polónia e Áustria.
"Essas eram metas para 2010, mas vão ser concretizadas já no próximo ano lectivo. Estamos a fazer um esforço considerável para antecipar o cumprimento dos objectivos", afirmou o coordenador do Plano Tecnológico da Educação (PTE), João Trocado da Mata, em entrevista à Agência Lusa.
Ao contrário da maioria dos países analisados, em Portugal jovens com idades inferiores a 30 anos vêem no carro uma prioridade. Esta situação verifica-se porque os jovens «coabitam mais tempo com os pais, o que lhes permite investir e colocarem o automóvel entre as suas prioridades de equipamento, podendo aceder mais cedo a um veículo novo».
A idade média do comprador é, deste modo, impulsionada para baixo em relação aos restantes países.
Era impossível querer um começo de Europeu melhor. Portugal venceu o seu jogo de estreia na competição, fez uma boa exibição e ganhou sem deixar a mais pequena dúvida de que é mesmo candidato a algo. No Público de hoje. Depende de nós acreditar, depende dos jogadores conseguir. Força campeões!
A ida ao multibanco para levantar dinheiro ou efectuar pagamentos - em vez do tempo gasto em filas de espera nos bancos ou noutras empresas - permite aos portugueses poupar 750 milhões de euros por ano, segundo Vítor Bento. A rede Multibanco conta com 12.800 caixas automáticas em todo o país, tendo registado um total de quase 795 milhões de operações em 2007.
Neste número incluem-se 392 milhões de levantamentos, 255 milhões de consultas e 127 milhões de pagamentos.O Multibanco conta ainda com uma rede de 177 mil terminais de pagamento automático, que em 2007 permitiram realizar mais de 547 milhões de compras, com um preço médio por transacção de 43,9 euros.
Em Abril de 2008 o volume de negócios na indústria registou uma variação nominal homóloga de 12,7% (-3,8% em Março). Esta evolução foi muito influenciada por efeitos de calendário, tendo-se fixado a variação média homóloga do trimestre terminado em Abril em 6,0%, valor idêntico ao registado na secção da Indústria Transformadora no mesmo período. Também em termos homólogos, o emprego diminuiu 0,8%, enquanto as remunerações e as horas trabalhadas (corrigidas do efeito de variação dos dias úteis) aumentaram, respectivamente, 2,4% e 4,7%. Informa-nos o Instituto Nacional de Estatística, ver com detalhe aqui.
Mas de que “folga” estamos a falar? De uma “folga” que aumenta a dívida do Estado, a ser paga por aqueles que desde a nascença não beneficiaram da “fartura” resultante da gestão oportunista do Estado. Uma “folga” que todos os anos tem aumentado essa dívida em mais de 3%. São os que levaram o ensino que temos, os que não terão pensões abusivas, que terão de pagar as auto-estradas, o ensino, a saúde e tudo mais, são os que vão herdar um país empobrecido que terão de pagar essa factura.
Um vídeo obtido via OrdemLivre.org/Blog. Uma leitura da actual crise. Imperdível.
As escolas abrangidas - escolas públicas com 2º e 3ºo ciclos do Ensino básico e Ensino secundário, localizam-se em Portugal continental, refere a nota à imprensa do Ministério da Educação.
A medida, inserida no âmbito do Plano Tecnológico da Educação (PTE), e que prevê também a manutenção e apoio técnico a esses computadores nas escolas abrangidas, é descrita no comunicado como «facilitadora dos processos de ensino e aprendizagem».
Mas vamos ser realistas! Esta crise existe um pouco por todo o mundo. A falta de credibilidade nas instituições é um problema da maior parte dos países. Contudo, a Itália e a Espanha, por exemplo, conscientes da necessidade de desenvolverem um sentimento geral de confiança no país, têm levado a cabo campanhas de promoção interna realçando o que de melhor têm em casa. Nós atiçámos a ASAE contra as sardinhas e as bifanas...
A única coisa que ainda une os portugueses num sentimento de patriotismo geral é o futebol. Valha-nos o Europeu, triste consolação!
A expectativa era mais que muita. Mais do que saber se iria ou não chover durante o primeiro dia do Rock in Rio Lisboa 2008, grande parte dos 90 mil visitantes da Cidade do Rock anseavam era pela estreia da britânica Amy Winehouse em palcos portugueses. Os «será que ela vem mesmo?» foram desfeitos... quase 40 minutos depois da hora marcada. A pontualidade portuguesa foi justificada pela própria Amy: «Desculpem o atraso, mas estou muito mal da voz, devia ter cancelado o concerto».
Infelizmente, a cantora de «Rehab» não poderia estar mais certa. Para além da anunciada «falta» de voz da britânica, o público do Rock in Rio - que à hora deste concerto já chegava à lotação esgotada de 90 mil pessoas - assistiu a um espectáculo que roçou o ridículo. Visivelmente debilitada, Amy Winhouse lá foi debitando as letras de forma muito pouco segura, não fazendo jus às versões de estúdio de temas como «Back To Black», «You Know I'm No Good» ou «Rehab».
Fonte: IOL Música
Recordemos então como Amy Winehouse cantava. Ela já foi assim: menos tatuada e com alguma coisa agarrada aos ossos, com uma voz quente e talentosa que dava gosto ouvir.
Every school has at least one incompetent teacher who should be helped to improve or "moved on", the schools minister, Jim Knight, has said. Existe pelo menos um professor incompetente em cada Escola, diz o Ministro britânico da Educação. Existe a intenção de retirar os maus professores das escolas, de acordo com um plano que está a ser elaborado pelo General Teaching Council for England (GTCE) e que consiste em obrigar os professores incompetentes a voltarem aos bancos da escola, frequentando cursos de actualização e seminário com professores mais experientes e mais capazes. A identificação dos professores incompetentes será feita, primordialmente, pelos directores das escolas que, desta forma, verão aumentados os seus poderes de intervenção. De acordo com este plano, os professores terão acesso a medidas de apoio e incentivo para se poderem actualizar e superar dificuldades de ordem científica e pedagógica. Os sindicalistas ingleses estão preocupados. Compreende-se. As exigências assustam sempre os menos capazes e são esses que mais resistem às mudanças. É dos livros...
Inquéritos aos passageiros revelaram que há cada vez mais pessoas que renunciam ao uso do automóvel, devido à alta do preço dos combustíveis, e recorrem ao comboio para viajar.
Isto quer dizer que as dívidas das famílias portuguesas superam em 29% os rendimentos, revelam dados do Banco de Portugal, divulgados no Relatório de Estabilidade Financeira.
Quanto ao peso no PIB, o endividamento representa 91%, mais 3 pontos percentuais do que em 2007.
Segunda tendência: o aumento do preço da electricidade nas nossas casas também vai passar a ser constante, devido à subida de todos os factores que contribuem para a sua produção. Recorrer a produção própria por via solar vai tornar-se inevitável.
Terceira tendência: a água vai ser mais escassa, logo o seu preço também vai subir exponencialmente. Esqueçam as piscinas privadas, fontes públicas, campos de golfe e banhos de imersão e comecemos a habituar-nos a cortes sistemáticos nos fornecimentos de água aos domicílios e a multas pesadas para quem desperdiçar o precioso líquido.
Quarta tendência: o preço dos bens alimentares explodiu e não volta para trás, mesmo com o aumento da produção, porque há milhões de pessoas que passaram a ter acesso a esses produtos.
Nicolau Santos, em artigo de opinião no Jornal Expresso de Sábado passado.
As crianças têm férias demasiado longas no Verão e isso fá-las regredir nas competências na leitura e na matemática, são as conclusões de um estudo do Institute for Public Policy Research, levado a cabo no Reino Unido e dado a a conhecer pela BBC News. De acordo com o estudo seria preferível dividir o ano escolar em sequências lectivas de oito semanas com pequenas pausas no meio. Seria interessante saber o que pensam sobre isto os "defensores da Escola Pública" ...
O malparado aumentou nos financiamentos para todas as finalidades, mostra o BdP. No caso do crédito à habitação, que representa a maior fatia do bolo, ascendeu a 1.360 milhões de euros (mais 45 milhões que em Fevereiro e mais 164 que em Março de 2007). O valor total dos empréstimos para a compra de casa também aumentou, para 102.760 milhões de euros.
No crédito ao consumo, cujo valor global ascendeu a 14.654 milhões de euros, a cobrança duvidosa abrange 590 milhões (mais 21 milhões face ao mês anterior e mais 180 milhões face ao homólogo).
No mesmo dia em que o barril de crude ultrapassou os 130 dólares, os executivos principais da Chevron, Shell, ConocoPhillips, BP America e Exxon foram chamados pela segunda vez este ano pelo Congresso para que expliquem os lucros sem precedentes das suas companhias.
A solução mais óbvia seria baixar os impostos, mas mais tarde ou mais cedo a redução dos impostos poderia ser absorvida por novos e sucessivos aumentos. Entretanto, teríamos que pagar em IRS ou em IVA o que alguns deixaram de pagar em ISP; teríamos a ilusão de que estaríamos a pagar menos e isso até seria verdade para os que consomem mais combustíveis. Como preços dos transportes públicos acompanham o aumento dos preços os seus utentes teriam que suportar os aumentos dos preços dos combustíveis e, por via dos impostos, o dos combustíveis que não consumiram. E o que fazer quando o impacto da eliminação do ISP deixasse de se fazer sentir?

















































