Aviso à navegação

Publicada por José Manuel Dias


"À escola tem vindo a ser progressivamente atribuídas mais funções sem que, contudo, se tenha ainda registado um pensamento profundamente transformador. O conceito de “escola de espectro lato” como centro comunitário, polivalente, organizado numa perspectiva de abertura à sociedade e à aprendizagem ao longo da vida, com expressão já visível na Holanda, deverá constituir um referente a explorar até pela ligação que possibilita com políticas de formação de adultos, incluindo os próprios pais e também com políticas municipais numa lógica de “a cidade como escola”.
Retirado do Relatório do Conselho Nacional de Educação, A Educação das Crianças dos 0 aos 12 anos. A ler na íntegra aqui.

Também eles, senhor?!

Publicada por José Manuel Dias


O Comité Judicial do Senado norte-americano pediu ontem explicações aos executivos das grandes empresas petrolíferas sobre o preço dos hidrocarbonetos. Estes insistiram que a alta responde à lei fundamental da oferta e procura.
No mesmo dia em que o barril de crude ultrapassou os 130 dólares, os executivos principais da Chevron, Shell, ConocoPhillips, BP America e Exxon foram chamados pela segunda vez este ano pelo Congresso para que expliquem os lucros sem precedentes das suas companhias.
Notícia desta data do jornal Público que pode ser lida aqui.

Delta Goodrem - Lost Without You

Publicada por José Manuel Dias

A gasolina está cara?

Publicada por José Manuel Dias


Está, vai continuar a estar e é muito provável que nunca volte a ter os preços de há três anos, nem que alguém encontre petróleo no Beato. O que fazer face ao aumento dos preços dos combustíveis? Baixar os preços, para além de resmungar e protestar contra os ministros como se fossem membros da OPEP?
A solução mais óbvia seria baixar os impostos, mas mais tarde ou mais cedo a redução dos impostos poderia ser absorvida por novos e sucessivos aumentos. Entretanto, teríamos que pagar em IRS ou em IVA o que alguns deixaram de pagar em ISP; teríamos a ilusão de que estaríamos a pagar menos e isso até seria verdade para os que consomem mais combustíveis. Como preços dos transportes públicos acompanham o aumento dos preços os seus utentes teriam que suportar os aumentos dos preços dos combustíveis e, por via dos impostos, o dos combustíveis que não consumiram. E o que fazer quando o impacto da eliminação do ISP deixasse de se fazer sentir?
Vale a pena continuar a ler aqui, com a devida vénia ao "O Jumento".

O nosso PIB

Publicada por José Manuel Dias


A Síntese Económica de Conjuntura do Instituto Nacional de Estatística explica-nos com detalhe o abrandamento da economia verificado no primeiro trimestre:
"No plano interno, a estimativa rápida para o PIB aponta para um crescimento homólogo de 0,9% no 1º trimestre, menos 0,9 p.p. do que no trimestre anterior. Este abrandamento estará relacionado com o menor dinamismo da procura interna, particularmente do investimento, e reflectirá também efeitos de calendário significativos (mais 3 dias úteis no 4º trimestre de 2007 e menos um dia útil no 1º trimestre de 2008, face aos trimestres homólogos). O crescimento do consumo privado terá estabilizado no 1º trimestre, em resultado da aceleração do consumo corrente e do abrandamento do duradouro. O indicador de investimento sugere um forte abrandamento, que terá resultado sobretudo da componente de construção. Relativamente ao comércio internacional, registou-se, em termos nominais, um abrandamento de ambos os fluxos, mais intenso no caso das exportações (de 0,8 p.p. para 11,2% nas importações e de 1,2 p.p. para 4,6% nas exportações). Dada a forte aceleração dos preços do petróleo, o abrandamento das importações em volume terá sido mais expressivo do que o registado em termos nominais. Os indicadores do lado da oferta, como os índices de volume de negócios e de produção, apresentaram variações homólogas mais baixas no 1º trimestre de 2008 face ao 4º trimestre de 2007. Este andamento justifica-se principalmente pelas fortes diminuições ocorridas nas variações homólogas em Março, o que estará associado em parte a efeitos de calendário (mais um dia útil em Fevereiro e menos 2 dias em Março comparativamente aos meses homólogos de 2007). Refira-se a excepção do volume de negócios do comércio a retalho, cuja aceleração se deverá em parte ao facto de, em 2008, a Páscoa ter ocorrido em Março (em Abril em 2007)".
A ler na íntegra aqui.

O papel da liderança

Publicada por José Manuel Dias

Uma mão amiga fez-me chegar o vídeo infra que gostaria de partilhar convosco. O vídeo retrata uma situação ocorrida nos Estados Unidos mas que poderia ter acontecido num qualquer país. Uma menina de 13 nos, Natalie Gilbert, tinha ganho como prémio a honra de cantar o Hino nacional do seu país, na abertura de um grande evento: um jogo dos play-offs da NBA que opunha Mavericks a Trail Blazers. 20.000 pessoas no pavilhão. A menina de vestido comprido, cabelo arranjado e um sorriso nos lábios, pega no microfone e começa muito bem. A sua voz afinada projecta-se pelo imenso pavilhão. Emocionada. De repente engasga-se, esquece a letra. Entra em pânico. Os olhos marejados de lágrimas, suplicam por apoio. Alguém que a ajude. Ela ali sózinha, no meio. O público assobia. As pessoas próximas imóveis. Segundos que parecem horas e ninguém a ajuda. Finalmente, um homem toma a iniciativa e caminha ao seu encontro, é Mo Cheeks, técnico dos Portland Trail Blazers. Coloca-se ao lado dela, abraça-a, começa a cantar e incentiva-a a fazer o mesmo. Depois, por gestos, convida o público a fazer o mesmo. O público, guiado pelo gesto de Mo Cheeks, canta. Um canto colectivo, vibrante e emocionado. Quando Natalie Gilbert acaba de cantar, olha para o seu "salvador" e diz: "Muito obrigado".
Um gesto de um homem fez uma grande diferença Uma comportamento solidário com quem precisa de ajuda, uma palavra de estímulo quando é mais necessária, um ensinamento para 20.000 espectadores com base no exemplo. Um comportamento de líder.
Convido-vos a ver o vídeo e a apreciar a atitude de Mo Cheeks.


A melhor escola do Mundo

Publicada por José Manuel Dias


É este o título, de uma reportagem da revista Veja de que nos permitimos destacar:
- Quem entra numa escola na Finlândia se espanta com a simplicidade das instalações;
- O segredo da boa educação finlandesa realmente não está na parafernália tecnológica, mas numa aposta nas duas bases de qualquer sistema educacional. A primeira é o currículo amplo, que inclui o ensino de música, arte e pelo menos duas línguas estrangeiras. A segunda é a formação de professores. O título de mestrado é exigido até para os educadores do ensino básico;
-A reforma educacional colocou a qualificação dos professores a cargo das universidades, com duração de cinco anos. Hoje, a profissão é disputadíssima (só 10% dos candidatos são aprovados) e usufrui grande prestígio social (é a carreira mais desejada pelos estudantes do ensino médio);
- O governo finlandês faz anualmente um teste com todas as escolas do país e o resultado é entregue ao diretor da instituição, comparando o desempenho de seus alunos com a média nacional. Cabe aos diretores e aos professores decidir como resolver seus fracassos;
- A reforma educacional finlandesa levou três décadas para se consolidar;
- A estudante Eeva-Maria Puska, de 16 anos, passa seis horas e meia por dia na escola Meilahden Yläaste, em Helsinque. Além das disciplinas obrigatórias, ela freqüenta aulas de música, artes e francês, opcionais para os alunos da 9ª série. Mesmo com tantas matérias, Eeva não reclama da carga horária nem, menos ainda, do ambiente;
- A empresa, Nokia, hoje é a maior fabricante mundial de celulares, com 40% do mercado internacional. Juntos, ela e o sistema educacional são os dois maiores orgulhos dos finlandeses.
Ler na artigo na íntegra, aqui.

O investimento público

Publicada por José Manuel Dias


"Que bom seria se todos falássemos inglês que nem irlandeses, trabalhássemos que nem chineses, tivéssemos taxas de aproveitamento escolar que nem indianos e inovássemos que nem finlandeses, sem gastarmos dinheiro em betão"!
Luis Nazaré, em artigo de opinião no Jornal de Negócios, faz uma reflexão sobre o mérito do investimento em obras públicas, relevando a importância das infra-estruturas logísticas para o progresso de um país com as características de Portugal. A ler na íntegra aqui.

U2 Beautiful Day

Publicada por José Manuel Dias

Menos Estado

Publicada por José Manuel Dias


A Administração Pública registou uma redução de quase 40 mil efectivos em 2006 e 2007, correspondente a uma diminuição de 5,3 por cento, revela o relatório de orientação da política orçamental, entregue esta sexta-feira na Assembleia da República.
De acordo com a agência «Lusa», a redução de efectivos na Função Pública foi mais acentuada em 2006, quando as 30.272 saídas de funcionários corresponderam a 8.915 entradas, resultando num saldo de menos 21.357. No ano seguinte, em 2007, ocorreram 30.692 saídas e 12.676 admissões, perfazendo um saldo negativo de 18.016 funcionários públicos.
No total dos dois anos, saíram da Administração Pública 60.964 funcionários e entraram 21.591, correspondentes a uma redução de 39.373 efectivos.
É caso único na história dos nossos governos, a tendência tem sido para aumentar os efectivos da administração pública originando maior despesa. Menos recursos humanos, suscitam novas necessidades, competências acrescidas e uma gestão mais eficiente e eficaz. Desafios a que os governos, independente da cor, têm de responder para bem de todos.

Randy Newman - Short People

Publicada por José Manuel Dias

Primeiro selo de cortiça (*)

Publicada por José Manuel Dias


Desenhado por João Machado e fabricado em papel de cortiça auto adesivo, tem como propósito evocar o sector corticeiro português, cuja relevância para a economia nacional deriva do facto de fazer do nosso país o maior produtor e exportador mundial de cortiça. Portugal é líder mundial no que diz respeito à produção corticeira. É no nosso país que se situa a maior área de sobreiros do planeta, com 737 mil hectares, correspondentes a 32,5% de toda a área plantada com estas árvores no mundo. Os montados representam 23% de toda a floresta nacional. Portugal produz mais de metade de toda a cortiça mundial. A quase totalidade desta produção, cerca de 90%, destina-se ao mercado externo. A importância económica desta produção traduz-se nos cerca de 1.000 milhões de euros de produtos fabricados em cortiça exportados anualmente. Ao sector rolheiro correspondem cerca de 75% destes números. A cortiça leva o nome de Potugal aos cinco continentes. Por tudo isto se justifica uma política de protecção e promoção da cortiça.
(*) Selo emitido pelos CTT, em 28 de Novembro de 2007, com valor facial de 1 Euro e com 230.000 exemplares. Saiba mais sobre o selo e sobre a cortiça, aqui.

Conhece os Deputados do seu Círculo?

Publicada por José Manuel Dias


Foi lançado no passado dia 24 de Abril o Parlamento Global. Um projecto multimédia resultante de uma parceria entre a SIC, Expresso e a Renascença que reúne conteúdos televisivos, de rádio e de imprensa, produzidos pela equipa de jornalistas dos três meios coordenada por Anabela Neves. O objectivo é “aproximar quem representa o país dos cidadãos”, com informação sobre a actividade parlamentar e dos Deputados com assento na Assembleia da República.
Se não sabe quem são os Deputados eleitos pelo seu Círculo não se surpreenda, a larga maioria dos portugueses não sabe sequer quem ajudou a eleger. Pode, no entanto, por esta via, conhecer um pouco o perfil dos Deputados. Quem são? Que biografia apresentam? Porque entraram na política? Que relação têm com o seu Círculo? Que fazem fora da política? Pode acreditar que existem respostas muito interessantes, algumas com uma certa dose de criatividade e imaginação. Afinal eles - os Deputados - também são "do povo". Vale a pena conhecer. Clicar aqui : os nossos Deputados.

Desemprego diminuiu

Publicada por José Manuel Dias


O INE dá-nos boas notícias: " A taxa de desemprego estimada para o 1º trimestre de 2008 foi de 7,6%. Este valor é inferior ao observado no período homólogo de 2007, em 0,8 pontos percentuais (p.p.), e ao observado no trimestre anterior, em 0,2 p.p.. A população desempregada foi estimada em 427,0 mil indivíduos, verificando-se um decréscimo de 9,1%, face ao trimestre homólogo, e de 2,8%, em relação ao trimestre anterior. O número de empregados aumentou 1,1%, quando comparado com o mesmo trimestre de 2007, e 0,1%, relativamente ao trimestre anterior". Ver com mais detalhe aqui. Aguardemos pelo próximo trimestre para saber se a tendência se mantém ou se o arrefecimento da economia se repercute no nível de emprego.

Procurar emprego

Publicada por José Manuel Dias


A primeira experiência profissional e as mudanças de carreira são o ponto de partida para a procura de um emprego. O Portal do Cidadão, em conjunto com o Instituto do Emprego e Formação Profissional, apresenta um dossier onde se referenciam alguns procedimentos a tomar. Ver em detalhe aqui.

Rihanna - Umbrella

Publicada por José Manuel Dias

Tempo é dinheiro

Publicada por José Manuel Dias


"Quem é que nunca se sentiu como se fosse uma bateria a ficar descarregada? Ou talvez como uma chama que se apaga lentamente, enquanto se esvai toda a força anímica? É a isto que os clínicos designam por síndroma do burnout, um estado limite de esgotamento, muitas vezes devido aos bloqueios originados pela incapacidade de gerirmos o nosso tempo".
Questiona-nos Luisa Rego, em artigo no semanário Económico desta data. Uma leitura imperdível e que nos dá excelentes dicas sobre a forma como podemos optimizar a gestão do nosso tempo, valendo-se dos ensinamentos de Nuria Chinchilla, professora do IESE.
Quer saber quais? É só clicar aqui.

A economia abranda...

Publicada por José Manuel Dias


Os números do INE foram divulgados ontem: a economia portuguesa apresentou um crescimento real de 0,9% no primeiro trimestre de 2008. Menos nove décimas do que no trimestre anterior.
O Governo não teve outra alternativa que rever a sua previsão do crescimento do PIB: os previstos 2,2% caem para 1,5%. A crise que afecta os mercados internacionais não nos é indiferente. Acelerar os investimentos é, pois, uma necessidade. Estranha-se, por isso, a demora na formalização dos contratos de apoio ao investimento no âmbito do QREN. O tempo escasseia e a confiança pode perder-se rapidamente. A recuperação da economia será depois muito mais complicada...

O cigarro, a lei e outras coisas mais...

Publicada por José Manuel Dias


Numa viagem pela blogosfera seleccionámos um conjunto de posts sobre um dos principais temas da agenda pública desta semana "Sócrates violou a proibição de fumar a bordo no voo Lisboa Caracas". Vejamos então as diferentes opiniões:
Trivialidadades, no Hoje há conquilhas amanhã não sabemos
Coisas que comovem uma Nação, na Barbearia do Sr. Luís
As singulariades de um Jornal de referência, no Câmara Corporativa
Mau exemplo, no Causa Nossa
A isto chamava-se alienação, no Blasfémias
O nosso primeiro-ministro fumou onde não deveria ter fumado. Não sabia? Deveria saber. Afinal o desconhecimento da lei não pode aproveitar ao infractor. Fez bem em reconhecer o erro e pedir desculpas. Se há lugar a coima deve pagá-la. A melhor forma de ensinar é através do exemplo e, como diz o povo, o exemplo deve vir de cima. José Sócrates na sua declaração sobre esta "não notícia" disse, também, uma outra coisa que deve ser relevada: "Tenho consciência da minha responsabilidade pessoal. Por isso, este episódio não vai voltar a acontecer, porque também decidi deixar de fumar". Os fumadores não lhe querem seguir o exemplo? Afinal os erros são uma oportunidade para aprendermos a fazer bem.
E.T.: Registo de interesses - não sou fumador

Kate Nash - Foundations

Publicada por José Manuel Dias

Réplicas do Sub-prime

Publicada por José Manuel Dias


As dificuldades que as empresas e as famílias portuguesas sentiram nos últimos meses, por causa da crise financeira, estão para durar e vão mesmo acentuar-se. Os bancos portugueses estão mais pessimistas do que os seus congéneres europeus, e vão ser mais restritivos na hora de emprestar dinheiro. Uma situação que condicionará o consumo e a capacidade de investimento.
No Jornal de Negócios, aqui.
Os Bancos portugueses andaram a endividar-se para procurar satisfazer a procura de crédito dos portugueses. Hoje estão a pagar um preço mais elevado para se financiarem e, como é natural, reflectem o" custo do funding" no preço do dinheiro. Acresce a esta realidade uma maior sensibilidade ao risco, procurando incorporar um "prémio" que tem em conta o risco de incumprimento associado ao respectivo ao utilizador. Mas não deveria ter sido sempre assim?!

Bob Marley - Is This Love

Publicada por José Manuel Dias

Negócios, negócios, amigos à parte...

Publicada por José Manuel Dias


A viagem do primeiro-ministro de Portugal à Venezuela tem os ingredientes para ser invulgarmente frutuosa. Os fornecimentos futuros de petróleo venezuelano, conjugados com a entrada da Galp, em parceria com a petrolífera PDVSA (Petroleos de Venezuela, SA), na extracção de crude e de gás natural nesse país sul-americano, completam o tripé estratégico, com as actuais parcerias lucrativas com Angola e o Brasil.
Diário de Notícias, desta data, aqui.
Assim, logo depois da cerimónia oficial que teve lugar no Palácio de Miraflores, em Caracas, e que terminou com o render das guarda, o primeiro-ministro português e os empresários que o acompanham nesta viagem foram chamados a reunir com Hugo Chávez, presidente da Venezuela, para dar seguimento imediato à formalização dos acordos de fornecimento na área alimentar.
Diário Económico, desta data, aqui.
Aguardemos que os resultados da Missão Venezuela 2008, Portal do Governo estejam em linha com as expectativas de todos os integrantes da comitiva do primeiro-ministro (cerca de 8 dezenas de empresários). Não será fácil atendendo ao tipo de interlocutores que vão encontrar mas não se poderão queixar que não lhes foi dada oportunidade...

Estudar compensa...

Publicada por José Manuel Dias


De acordo com o estudo Índice de Sucesso Escolar no Ensino Superior (2005-2006): cursos de formação inicial, publicado em Abril de 2008, registaram-se 71 965 inscrições primeira vez no Ensino Superior, das quais no público 49 359 e no privado 22 606.
O Ensino Superior Público atribuiu, em 2005/2006, 50 518 diplomas, um número que ultrapassou o número de diplomados dos anos anteriores: 46 499 em 2002/2003, 46 854 em 2003/2004 e 49 184 no ano lectivo de 2004/2005.
A subida do número de alunos matriculados no Ensino Público foi assinalável; em 1997/1998 este assegurava 27 903 diplomas contra 18 575 no privado.
[...]
A população desempregada que possui um diploma do Ensino Superior, que representava cerca de 11% da população desempregada de 15 a 64 anos, foi a que, em termos globais, teve as taxas de desemprego (um rácio entre a população desempregada e a população activa) mais baixas, designadamente 6,5% em 2006 e em 2005, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados pelo Observatório do Emprego e Formação Profissional. De acordo com dados do INE relativos ao 4.º trimestre de 2007, a taxa de desemprego no Ensino Superior situava-se em 8,1%.
[...]
De acordo com o "Inquérito aos Ganhos”, realizado entre Abril e Outubro de 2005, a informação referente aos quadros de pessoal vem revelar uma correlação positiva entre os níveis educativos e os ganhos médios, em todos os sectores de actividade, excepto nas Actividades Financeiras (aqui o ganho médio para os que completaram 3.º Ciclo do Ensino Básico é superior em relação aos que completaram o Ensino Secundário).
O valor de ganhos médio global no País era 959,6 euros, situando-se nos 1873,5 euros para os diplomados do Ensino Superior, segundo dados do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social, de 2004. O nível de Ensino Superior é também o que regista menor desemprego segundo os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional: 8,85% do total de desempregados em 2003, 7,74% em 2004, 8,78% em 2005 e 9,42% em 2006. As taxas do nível Secundário situam-se entre os 15 e 16%.
Quem é que disse não valia a pena estudar?!! Quem é que disse que ter uma licenciatura não valia a pena?!!

HOME by Michael Buble

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Leituras matinais

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Master Business Administration

Publicada por José Manuel Dias


As universidades de Aveiro, Coimbra, Minho e Porto e o Centro Regional do Porto da Universidade Católica anunciaram hoje que vão fundir os seus programas de Formação Avançada em Gestão para criar um novo MBA (Master in Business Administration), de âmbito internacional.Totalmente leccionado em inglês, o "The Magellan MBA" pretende atrair candidatos de todo o mundo, especialmente os do Norte da Península Ibérica.
Fonte: Jornal Público de 7 de Maio, aqui.

O mais visto

Publicada por José Manuel Dias


Pois fiquem a saber que é este o vídeo musical mais visto no Youtube, com o seguinte registo: Exibições - 16.842.381, até esta data. É obra! Apreciam? As Barbies, por certo, e os Kens, seguramente. Trata-se da música Barbie Girl do grupo dinamarquês Aqua. Uma música velha de mais de uma década mas, ao que vemos, ainda com grande aceitação. Quer saber a letra em português do Brasil? Clicar aqui.

Os professores e a aprendizagem permanente

Publicada por José Manuel Dias


Todas as mudanças encerram sempre um certo grau de dificuldade que é tanto maior quanto menos estamos identificados com os procedimentos necessários à concretização dos novos objectivos. Não se estranha, por isso, que existam pessoas que vêem nas dificuldades dos outros uma boa oportunidade de negócio. É assim que o mercado funciona. O saber de alguns que investiram tempo e dinheiro na sua formação, é posto ao serviço de todos que estão dispostos a comprar o serviço. Ora como é consabido o Governo definiu como uma das metas prioritárias do seu programa de Reforma da Administração Pública, a avaliação do desempenho individual e das organizações públicas, logo as Escolas e os professores vão, também, ser objecto de avaliação. Compreende-se, assim, a razão de ser desta acção de Formação - Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente - e que tem entre outros propósitos:
- Enquadrar a avaliação do desempenho dos docentes dentro dos contornos da presente legislação;
- Treinar a montagem de um sistema de avaliação do desempenho, incluindo a definição de objectivos, de forma prática e clara, obedecendo aos requisitos definidos superiormente;
- Analisar os vários níveis da avaliação do desempenho e o que pode diferenciar cada um desses níveis.
Ao que sabemos a procura é grande. Os professores sabem que a aprendizagem deve ser permanente e que o exemplo que dão é um bom indicador para os seus alunos. Os tempos são de exigência. Não se entende, no entanto, que o Ministério de Educação não tenha já disponibilizado formação neste domínio a todos os professores domínio, em regime de e-learning. Ganhariam todos: professores, alunos, ministério e contribuintes.

Nelly Furtado - Say it right - under the Eiffel Tower

Publicada por José Manuel Dias

Ler na Rede

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Dia da Europa

Publicada por José Manuel Dias


A promulgação do Tratado de Lisboa pelo Presidente da República, Cavaco Silva, e a realização em várias cidades de conferências e debates sobre o futuro da integração europeia marcam hoje, em Portugal, o Dia da Europa.A 9 de Maio celebra-se o Dia da Europa em toda a União Europeia (UE) por ter sido nesta data, em 1950, que o então ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Robert Schuman, lançou o "embrião" do que viria a ser o processo de integração e unificação europeia. Um ano depois, foi criada a primeira das Comunidades Europeias - a CECA -, a que se seguiriam a Euratom (energia atómica) e a CEE (Tratados de Roma de 1957), precursoras da actual UE. Em 1985, os chefes de Estado e de Governo europeus decidiram, em Milão, comemorar oficialmente a data.
Fonte: Jornal Público desta data, aqui.

O futuro da Globalização

Publicada por José Manuel Dias


Algumas coisas a presente crise internacional tem vindo a tornar claras:
1. A crise financeira não foi uma simples crise de liquidez e nem sequer nesse plano foi fácil resolvê-la. O seu impacto na economia está a manifestar-se de duas formas diferentes – o declínio do crescimento e a subida dos preços – ambas igualmente perniciosas e difíceis de combater. A contribuir para essa dificuldade, está o facto de que o expansionismo monetário necessário para contrariar uma – a contracção do crédito – agrava a outra – as expectativas de inflação.2. Investidores que exigem um rendimento para as suas aplicações duplo ou triplo do da economia têm de estar preparados para incorrer nos riscos respectivos. Se for considerado que isso põe em risco a própria economia, então, tal como os trabalhadores têm de prescindir de direitos adquiridos e de conformar-se com quebras de rendimento, em nome da estabilidade e da competitividade, a moderação terá de ser extensiva aos rendimentos do capital. 3. Se é certo que os governos criam distorções, sofrem de miopia política e introduzem imperfeições nos mercados, não o é menos que, deixados a si mesmos, estes criam outras distorções e imperfeições, revelam-se ainda mais míopes e agravam as desigualdades ao ponto de as tornar insustentáveis. Pior ainda, tornou-se evidente que a eficiência, cujo estímulo justificava a desregulação e a assimetria de rendimentos, tinha afinal uma forte componente de ilusão.
Teodora Cardoso, no Diário Económico desta data, para continuar a ler clicar aqui.

Suzanne Vega - Luka

Publicada por José Manuel Dias

As coisas estão a mudar...

Publicada por José Manuel Dias


Cerca de 82 mil portugueses foram operados às cataratas no ano passado, o que representa mais 10% do que em 2006 e mais 20% do que em 2005, segundo dados apresentados pela Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO). O presidente da SPO, Jorge Breda, responsabilizou, ontem, o Governo e a ministra da Saúde pelas listas de espera para as consultas e cirurgias da especialidade. O médico do Hospital de S.João garantiu, em conferência de imprensa, que existem oftalmologistas suficientes, tecnologia da mais avançada do mundo e recursos. Só falta "vontade política" para acabar com as listas de mais de 100 mil doentes à espera de uma primeira consulta e os cerca de 30 mil a aguardar vez para uma cirurgia.A SPO propõe que o Governo contratualize com os médicos oftalmologistas, em nome individual, considerando que, só assim, se resolve o problema com a celeridade que ele merece e se mantém a relação médico/ doente, necessária em qualquer acto médico e, ainda mais, numa cirurgia.
É o teor da notícia, desenvolvida aqui, do Jornal de Notícias desta data. Só temos pena que não tenha respondido à questão suscitada neste post, aqui.

A independência da solidão

Publicada por José Manuel Dias


O que me importa unicamente é o que tenho de fazer, não o que pensam os outros. Esta regra, igualmente árdua na vida imediata como na intelectual, pode servir para a distinção total entre a grandeza e a baixeza. E é tanto mais dura quanto sempre se encontrarão pessoas que acreditam saber melhor do que tu qual é o teu dever. É fácil viver no mundo de conformidade com a opinião das gentes; é fácil viver de acordo consigo próprio na solidão; mas o grande homem é aquele que, no meio da turba, mantém, com perfeita serenidade, a independência da solidão.

Estado: remar ou segurar o leme?

Publicada por José Manuel Dias


É o fim dos bairros sociais. E da solução dos problemas habitacionais através da entrega de uma casa. Em vez de mandar construir mais fogos para as 40 mil famílias que têm necessidade imediata de habitação, o Estado deverá dinamizar o mercado de arrendamento e ser ele próprio a adquirir ou arrendar imóveis, para constituir uma bolsa de fogos com que possa resolver algumas das carências habitacionais detectadas.Esta é uma das propostas incluídas no Plano Estratégico da Habitação (PEH), um documento que prevê uma alteração profunda nas políticas públicas, em que o Estado é retirado do seu papel de interventor directo e provisor das populações, para o colocar em funções de maior regulação e fiscalização.
Fonte: Jornal Público desta data, aqui.

Euro: 10 anos de uma moeda forte e estável

Publicada por José Manuel Dias


O Euro fez ontem 10 anos! A Comissão Europeia lançou uma brochura " Como o Euro beneficia a todos" que merece leitura. Os consumiodres benefeciam porque existe mais concorrência, os preços são estáveis, contrair um empréstimo é mais fácil e mais barato e viajar é mais fácil. As empresas beneficiam porque a establilidade económica incentiva o planeamento a longo prazo, os riscos reduzidos incentivam o comércio transfronteiriço a eliminação dos cutsos de conversão estimula o comércio e o investimento. Para ler a brochura na íntegra clicar aqui.
Pode ver vídeo da RTP sobre a efeméride, aqui.

Rihanna - Take A Bow

Publicada por José Manuel Dias

Aprender a fazer títulos

Publicada por José Manuel Dias


Hospitais públicos vão poder roubar doentes a privados, diz o Jornal de Notícias desta data, aqui. Não seria melhor "Hospitais Públicos têm que ser mais eficientes"? Se lermos atentamente a notícia concluiremos que "os hospitais públicos vão passar a poder concorrer às convenções para fornecer exames e análises ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), em pé de igualdade com os prestadores privados" e mais adiante " é reconhecido que parte do desperdício existente no serviço público de saúde decorre da falta de rentabilização de equipamento. Muitos hospitais, apetrechados com todos os meios complementares de diagnóstico, não os usam na totalidade". Mais adiante o jornal refere que "o Ministério (MS) vem agora assumir a falta de aproveitamento da capacidade instalada no SNS e desafia as unidades interessadas a oferecer os seus serviços e a ser pagas em conformidade". O artigo cita, também o Secretário de Estado da Saúde, "É a previsão clara de que os hospitais públicos podem e devem participar nesta prestação de cuidados, ser concorrentes com os privados". Como contribuinte aplaudo, os recursos públicos devem ser geridos com eficiência e eficácia.

Conseguimos

Publicada por José Manuel Dias


A Comissão Europeia propôs hoje, em Bruxelas, o fecho do procedimento por "défice excessivo" contra Portugal, um ano antes da data limite estipulada, em 2005, aquando da sua abertura.
O executivo comunitário considera que Lisboa reduziu o desequilíbrio orçamental para um valor abaixo do limite de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) de uma "forma credível e sustentada". Jornal de Negócios, desta data, notícia na íntegra
aqui. Muitos quiseram e não foram capazes, estes conseguiram, com o contributo dos portugueses.



Diana Krall "Just The Way You Are"

Publicada por José Manuel Dias

Te quiero / Eg elskar deg

Publicada por José Manuel Dias


A jornalista do PÚBLICO Susana Almeida Ribeiro venceu em Portugal o Prémio de Jovem Jornalista Europeu, com o artigo “Te quiero/Eg elskar deg” sobre os 20 anos do programa Eramus. O texto, que registou mais de 16 mil leitores online, retrata o percurso de uma estudante espanhola e de um colega norueguês que se conheceram há uma década na Universidade de Siena, em Itália, local escolhido por ambos para um ano de intercâmbio universitário. O romance nascido à sombra de um "palazzo" italiano resultou em casamento no Verão passado, num percurso que não é inédito entre os cerca de 1,5 milhões de estudantes que em 20 anos beneficiaram do programa Eramus.ublicado em Outubro exclusivamente na edição online.
O júri nacional do prémio europeu – constituído pela jornalista Céu Neves do “Diário de Notícias”, por João Pacheco da “Visão” e a representante da Comissão Europeia em Portugal, Margarida Marques – sustenta que o trabalho convenceu “pela capacidade de captar o interesse do leitor e pela originalidade de tratamento do tema”. Para a decisão contribuiu “a relevância de informação", "o estilo jornalístico e a qualidade da escrita" e o "esforço envolvido na preparação do artigo”.
Fonte: Público aqui

Aviso à navegação

Publicada por José Manuel Dias


O valor médio de avaliação bancária das habitações no Continente, caiu 0,9%, no primeiro trimestre deste ano, para 1.220 euros por metro quadrado. Portugal acompanha assim a tendência dos restantes países europeus onde o sector imobiliário tem vindo a registar desvalorizações acentuadas.
O valor médio de avaliação bancária de habitação no Continente fixou-se, no primeiro trimestre de 2008, em 1220 euros/m2, correspondendo a um decréscimo trimestral de 0,9% e homólogo de 1,5%, divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Fonte Jornal de Negócios desta data, aqui.

John Lennon / Mother

Publicada por José Manuel Dias

A selecção de uma boa campanha

Publicada por José Manuel Dias


No ano passado, apresentei num congresso académico um trabalho de investigação comparando a emissão desse dia na RTP1 com um texto de 1849, de Thomas de Quincey, no qual este ensaísta britânico usava a simbologia da viagem da diligência dos correios atravessando uma multidão infinita nas ruas de Londres e depois por todo o país e levando consigo a notícia de mais uma vitória britânica na guerra contra Napoleão. As semelhanças simbólicas entre os dois documentos - um escrito e ficcional, o outro real e audiovisual - são enormes.
Depois do meu trabalho, julgo ser esta a primeira vez que a importância simbólica do “autocarro da selecção” é realçada publicamente. A campanha da Galp utiliza na sua plenitude as possibilidades desta peculiar e imensa simbologia.
Começa por tomar o autocarro literalmente como meio de transporte, que se move com combustível da empresa, assim criando uma ligação umbilical entre tudo o que mostra e o anunciante. As menções à “energia positiva” decorrem daí com naturalidade.
[...]
O anúncio televisivo da Galp sugere um baixo nível de expectativas, no que é “scolarimente” correcto. De facto, uma das mensagens da narrativa é a de que ter (ou melhor, “termos”) chegado à fase final já é uma vitória: o autocarro chega à Alemanha com o esforço de “todos nós”. O único feito do anúncio é o dos “portugueses” – a multidão que empurra o autocarro pela Europa fora. Os jogadores são deuses no pedestal (o autocarro) e se deixam empurrar, sem o mínimo esforço, sem darem por isso, o que faz da multidão também uma entidade sobrenatural, acima deles (a nação). O anúncio não “exige” mais vitórias à Selecção,não lhe exige nada, mas fica implícito no final, quando os jogadores saem do autocarro e a multidão já não está lá, que eles ficam entregues a si mesmos, o “resto” compete-lhes, “nós” ficaremos com eles assistindo aos jogos pela TV.
Eduardo Cintra Torres, no Jornal de Negócios, aqui.
Para ver o spot publicitário só precisa de clicar no quero ver.

"Hungry Like The Wolf" Duran Duran

Publicada por José Manuel Dias

Sindicatos e competitividade

Publicada por José Manuel Dias


"A luta é necessária e nós vamos ser capazes de lhe dar uma enorme dimensão." O líder da CGTP, Carvalho da Silva, encerrou ontem com um aviso ao Governo o desfile do 1º de Maio da Intersindical. Mas ainda sem concretizar, deixando todos os cenários em aberto - recurso à greve inclusive. "Não excluímos qualquer forma de luta possível, optaremos pelas que se mostrem necessárias e mais eficazes para defender os direitos de todos os trabalhadores", afirmou Carvalho da Silva, que remeteu depois para o Conselho Nacional (que reúne na próxima terça-feira) uma decisão mais concreta.
Do Diário de Notícias desta data, aqui.
Quando ouvimos os discursos dos dirigentes sindicais não conseguimos situar-nos no tempo, de tão velhos e gastos que estão. Os principais protagonistas não mudam - Carvalho da Silva vai fazer uma década como secretário geral da CGTP - e o discurso é o mesmo de sempre "a luta é necessária e vamos ser capazes de lhe dar uma enorme dimensão". Agarram-se a um modelo de sociedade que se encontra esgotado e não têm em conta a globalização. Os sindicatos têm um papel importante nas sociedades democráticas, são essenciais para a construção da necessária coesão social mas os seus dirigentes têm de estar à altura dos novos desafios. Portugal precisa melhorar a sua competitividade. É preciso aumentar a flexibilidade mas ao mesmo tempo criar condições para que o trabalhador veja valorizado o seu papel. É um problemas de todos, não apenas dos empregadores. Os sindicatos devem fazer parte da solução, não do problema, se, de facto, pugnam pelo interesse dos trabalhadores.

Economia e gestão: emprego em seis meses

Publicada por José Manuel Dias


Ter um diploma na mão, nos dias que correm, oferece poucas garantias de empregabilidade. Ainda assim, existem licenciaturas que registam um maior sucesso na colocação dos seus alunos. Nas áreas de Gestão e Economia, todas as universidades contactadas pelo “Semanário Económico” registam taxas de empregabilidade acima do 80%, nos 12 meses que se seguem à conclusão do curso. Mais: o tempo médio de colocação dos diplomados não ultrapassa os seis meses. Numa altura em que a taxa de desemprego em Portugal está nos 7,4% (valores de Março) e em que alguns empresários acusam as universidades de não formarem quadros adequados às necessidades das empresas, estes são exemplos positivos de resposta da academia ao tecido empresarial.Sector terciário emprega mais. Os sectores da Banca e da Auditoria e Consultoria são os mais referidos pelas instituições de ensino como maiores empregadores de licenciados destas áreas.
Fonte: Semanário Económico desta data, ver na íntegra aqui.

EuTube

Publicada por José Manuel Dias


Eutube é o canal da Comissão Europeia no site de partilha de videos Youtube. O objectivo é informar melhor os cidadãos da União Europeia sobre vários temas de interesse. Os vídeos estão divididos segundo várias categorias, entre as quais se inclui: ecomomia , finanças e impostos.
Vale a pena conhecer. Clicar aqui.

Maio Maduro Maio-Madredeus

Publicada por José Manuel Dias

Chumbos custam 600 milhões por ano

Publicada por José Manuel Dias


Sem apresentar estimativas globais para o impacto económico que o insucesso escolar tem, o exemplo foi dado pela ministra da Educação: "Se o Estado gasta por ano três mil euros com um aluno, quando ele repete vai custar seis mil no ano seguinte". Ou seja, contabilizando os cerca de 170 mil que chumbaram em 2006/2007 (100 mil no básico e 70 mil no secundário) e multiplicando pelo custo por aluno, chega-se a um valor superior a 600 milhões de euros.
[...]
Se, ao fim de três anos, o aluno ainda abandona a escola, então o país acaba por ter no final um gasto que não serviu", sublinhou ontem a ministra Maria de Lurdes Rodrigues, em declarações aos jornalistas, a propósito do ensino da Matemática e da conferência internacional sobre o ensino da disciplina, que decorrerá em Lisboa, na próxima semana.
[...]
O que não é necessário, considera Maria de Lurdes Rodrigues, é continuar a ter taxas de insucesso sem paralelo no espaço da OCDE - aos 15 anos, só Espanha e Luxemburgo apresentam taxas de repetências comparáveis a Portugal -, cuja eficácia é posta em causa pelo facto de que quem fica retido frequentemente volta a chumbar. "Os sistemas de ensino moderno tentaram substituir um sistema chamado "chumbo" por outros instrumentos chamados "mais trabalho". É isso que precisamos de fazer nas nossas escolas: substituir este instrumento que não tem um objectivo de recuperação", defendeu Maria de Lurdes Rodrigues. "O objectivo actual é proporcionar a todos os alunos, sem excepção, a escolaridade básica de nove anos." E o chumbo, que foi introduzido quando o sistema educativo se organizava para seleccionar e separar, "não é adequado a este objectivo", reforçou.
Fonte Jornal Público, aqui.
Uma notícia que nos confronta a todos. Aos alunos que não se aplicam como deviam, às famílias que não acompanham o estudo dos filhos, aos professores que não se envolvem o suficiente, às políticas educativas do passado que não diagnosticavam estes problemas, à sociedade que não valoriza uma ética de esforço para alcançar o sucesso.

Pagar pelos erros dos outros...

Publicada por José Manuel Dias


De facto, um problema que se tinha tornado claro na economia americana era a sua dependência do consumo privado. Agora percebe-se também que este não assentava no desafogo das famílias, mas apenas no acesso ao crédito fácil, financiado pela poupança externa. A descida vertiginosa das taxas de juro pela Fed pretende obviar aos resultados catastróficos da subida do custo do crédito para as famílias americanas médias. Além disso, na medida em que precipita a queda do dólar, ajuda a exportar a crise. Este não é, porém, o comportamento que permite sustentar uma potência dominante. Não admira, por isso, que, depois de tantas referências à pax romana que se teria instaurado após o colapso da União Soviética, comecemos agora a ver surgir as que recordam a queda do império romano.
Subsistem, contudo, bons motivos de esperança quanto à capacidade dos Estados Unidos para superar mais esta crise. O principal reside no facto de que, mesmo a nível jornalístico, para já não falar no profissional e no académico, é de lá que continuam a vir as análises críticas mais penetrantes em que as soluções terão de assentar.
Artigo de opinião de Teodora Cardoso, no Jornal de Negócios, ver na íntegra aqui.

GNR - Dunas

Publicada por José Manuel Dias

Running the Numbers

Publicada por José Manuel Dias


A colecção “Running the Numbers”, do fotógrafo Chris Jordan marca o início de um conjunto de eventos promovidos pelo “National Geographic Channel” , para celebrar o Dia Mundial da Terra, a 22 de Abril. A exposição vai estar no Pavilhão do Conhecimento até ao dia 30 de Abril. É caso para dizer que os números falam por si, ou melhor, através da fotografia. A exposição do activista cultural e fotógrafo Chris Jordan foca a cultura contemporânea através da estatística e da observação materialista do mundo. Cada imagem representa uma quantidade específica de uma determinada matéria, como por exemplo a fotografia que mostra 15 milhões de folhas de escritório equivalentes à quantidade de papel utilizado nos EUA a cada cinco minutos.
[...]
Chris Jordan, natural de Seattle, ficou conhecido pelo tema dos seus trabalhos, a deterioração da cultura de massa americana. O fotógrafo tem merecido a atenção internacional, tendo já sido exibido em mais de cinquenta exposições individuais e de grupo nos EUA, Europa, Ásia e América do Sul.
Fonte: Público desta data, ver aqui.
Vale a pena ir visitar a Exposição a avaliar pelo aperitivo. Espreitar aqui.

Portugal vai crescer acima da média europeia (*)

Publicada por José Manuel Dias


A Comissão Europeia reviu hoje em baixa as previsões de crescimento para a economia portuguesa em 2008, antecipando uma expansão do PIB em 1,7%, igual à nova previsão para 2008. A economia portuguesa deverá voltar a abrandar em 2009, mas já deverá crescer acima da Zona Euro.
Fonte Jornal de Negócios desta data, notícia completa aqui.
(*) já no próximo ano

A ilusão de um país de ricos

Publicada por José Manuel Dias


É o recurso aos bancos que permite criar a ilusão de que Portugal é um País rico, quem o diz é Armando Esteves Pereira, no correio da manhã desta data. E explica-nos o porquê do título: "Em cada mês que passa ovolumedocrédito mal parado aumenta. Oficialmente os números ainda não provocam pânico junto das instituições bancárias e representam apenas 1,8 por cento dos créditos concedidos. Mas se em vez de percentagens analisarmos os euros envolvidos, a dimensão é preocupante. 2,39 mil milhões de euros é o montante de empréstimos em incumprimento junto da Banca portuguesa. Mais de metade (1,31 mil milhões de euros) é do crédito à habitação. Não se compara com os números da crise do subprime nos EUA, mas com estes números verifica-se que já há milhares de famílias portuguesas que não conseguem honrar os seus compromissos com a Banca e arriscam-se a ver a sua casa penhorada para pagar as dívidas". Desenvolvendo a sua explicação focaliza-se depois no crédito ao consumo: " A percentagem do crédito mal parado para o consumo e outros fins é substancialmente mais elevada e por isso as taxas de juro também pagam um prémio de risco. Dos 13,9 mil milhões de euros para o consumo, 569 milhões estão em incumprimento, enquanto dos 12,9 mil milhões para outros fins, 505 milhões são de cobrança duvidosa. Os números também retratam uma realidade portuguesa que é nova em termos sociológicos. Só na década de 90, especialmente a partir da segunda metade, quando a convergência para o euro baixou as taxas de juro, é que o endividamento português disparou. E mesmo com a anemia macroeconómica, os portugueses continuaram a comprar casa, carro, a ir de férias, a comprar plasmas, tudo a crédito. É o recurso aos bancos que permite criar a ilusão de que Portugal é um País rico. O problema é que os portugueses já consomem ao nível dos ricos, mas os padrões produtivos ainda não acompanham esta ilusão".
Um explicação simples mas verdadeira das nossas actuais dificuldades: continuamos a trabalhar como os marroquinos mas a querer gastar como os alemães. Quem utiliza o crédito sabe que os bancos cumprem o seu papel: emprestam e procuram cobrar, se necessário com recurso à via contenciosa.

Alicia Keys - If I Got You

Publicada por José Manuel Dias

250 Milhões

Publicada por José Manuel Dias


250 milhões de europeus utilizam regularmente a Internet, de acordo com o relatório de progresso da Comissão Europeia relativo às TIC.
Mais de metade dos europeus são neste momento utilizadores regulares da Internet e 80% destes dispõem de ligações em banda larga. 60% dos serviços públicos na União Europeia estão totalmente disponíveis em linha. Dois terços das escolas e metade dos médicos utilizam ligações rápidas à Internet graças ao forte crescimento da banda larga na Europa.
[...]
Em 2007, a Internet atraiu quase 40 milhões de novos utilizadores regulares na União Europeia (neste momento, são 250 milhões no total). Nos últimos cinco anos, as TIC tiveram um grande impacto nos serviços públicos, especialmente ao trazerem para o universo em linha a educação e a saúde: mais de 96% das escolas europeias encontram-se ligadas à Internet, dois terços delas em banda larga, uma subida notável em relação a 2001, quando o número de escolas nessa situação era praticamente nulo. No sector da saúde, 57% dos médicos enviam ou recebem agora dados dos pacientes (17% em 2002) e 46% recebem os resultados dos laboratórios por via electrónica (11% em 2002). 77% das empresas da União Europeia dispunham de uma ligação em banda larga em 2007 (62% em 2005) e 77% utilizam a Internet para tratar de assuntos bancários (70% em 2005).
Fonte: Press release da UE, aqui.

25 de Abril

Publicada por José Manuel Dias


Não há definição que resuma um país. Nem estatística que valha a verdade de um povo. Portugal mudou muito nas últimas quatro décadas. Muitíssimo. Mais do que em qualquer outro período da história anterior. Portugal conheceu ritmos de mudança excepcionalmente acelerados. E a profundidade dessa mudança foi igualmente extraordinária.
António Barreto, in Em tempo de Incerteza, Relógio d' Água Editores, 2002

Na imagem, 25 de Abril, de Vieira da Silva

Traz Outro Amigo Também - José Afonso

Publicada por José Manuel Dias



Falar em Abril, é falar em José Afonso. José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos de seu nome completo nasceu em Aveiro em 2 de Agosto de 1929. A sua vida e obra merecem ser conhecidas por todos. Este vídeo tem um significado especial para muitas gerações...

Menos desemprego

Publicada por José Manuel Dias


O número de desempregados inscritos nos centros de emprego continua a descer. Em Março, havia menos 50,3 mil pessoas à procura de trabalho, face ao mesmo mês de 2007. Isto representa uma quebra de 11,4%, para um total de 391 mil candidatos a um posto de trabalho, revelou ontem o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).
[...]
Uma análise mais detalhada aos números do IEFP permitem constatar que são as mulheres as mais penalizadas e, pior ainda, é no sexo feminino que o desemprego menos diminuiu (-9,3% face a uma quebra de 14,4% nos homens). Todos os níveis de habilitação escolar registavam menos desempregados do que em Março de 2007 e Fevereiro deste ano. Os decréscimos anuais mais significativos verificaram-se no 2º e 1º ciclos do ensino básico (-16,5% e -14,6%, respectivamente).Em relação às profissões, há cinco grupos que representam mais de metade nos inscritos dos centros de emprego. São eles os "trabalhadores não qualificados dos serviços e comércio", "pessoal dos serviços de protecção e segurança", dos "empregados de escritório", "trabalhadores não qualificados das minas, construção civil e indústrias transformadoras" e "manequins, vendedores e demonstradores".
Fonte: Diário de Notícias desta data, aqui.

Rui Veloso e Mariza - Não queiras saber de mim

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Uma combinação perfeita. Para ouvir e voltar a ouvir...

A Universidade e o futuro

Publicada por José Manuel Dias


Quando olhamos para os "rankings" globais sobre a competitividade das Universidades já nem estranhamos o domínio total das escolas americanas. Independentemente dos critérios que se utilizem, as Universidades americanas estão no topo. À excepção de uma ou outra Universidade inglesa, o continente europeu parece estar confinado a um patamar inferior. E, no entanto, o ensino superior europeu 'alimenta', com aparente sucesso, uma das economias globais mais fortes, competitivas e inovadoras: a União Europeia. Como explicar tal paradoxo?
João Picoito, Professor catedrático convidado, Universidade de Aveiro, na coluna de opinião Inovar é Preciso
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Quer conhecer as as Universidades Americanas? É só escolher: Alabama (14) Alaska (7) Arizona (13) Arkansas (20) Califórnia (135) Carolina do Norte (53) Carolina do Sul (31) Colorado (25) Connecticut (25) Delaware (5) Distrito de Colúmbia (12) Flórida (44) Geórgia (48) Havaí (8) Idaho (7) Illinois (74) Indiana (45) Iowa (32) Kansas (23) Kentucky (25) Louisiana (22) Maine (19) Maryland (31) Massachusetts (71) Michigan (50) Minnesota (38) Mississipi (17) Missouri (47) Montana (9) Nebraska (22) Nevada (3) New Hampshire (15) New Jersey (29) Novo México (10) New York (134) Dakota do Norte (11) Ohio (75) Oklahoma (22) Oregon (27) Pensilvânia (105) Rhode Island (9) Dakota do Sul (13) Tennessee (45) Texas (81) Utah (9) Vermont (17) Virgínia (44) Washington (23) West Virginia (19) Wisconsin (35) Wyoming (2) .