Trivialidadades, no Hoje há conquilhas amanhã não sabemos
Coisas que comovem uma Nação, na Barbearia do Sr. Luís
As singulariades de um Jornal de referência, no Câmara Corporativa
Mau exemplo, no Causa Nossa
A isto chamava-se alienação, no Blasfémias
O nosso primeiro-ministro fumou onde não deveria ter fumado. Não sabia? Deveria saber. Afinal o desconhecimento da lei não pode aproveitar ao infractor. Fez bem em reconhecer o erro e pedir desculpas. Se há lugar a coima deve pagá-la. A melhor forma de ensinar é através do exemplo e, como diz o povo, o exemplo deve vir de cima. José Sócrates na sua declaração sobre esta "não notícia" disse, também, uma outra coisa que deve ser relevada: "Tenho consciência da minha responsabilidade pessoal. Por isso, este episódio não vai voltar a acontecer, porque também decidi deixar de fumar". Os fumadores não lhe querem seguir o exemplo? Afinal os erros são uma oportunidade para aprendermos a fazer bem.
E.T.: Registo de interesses - não sou fumador
O Ensino Superior Público atribuiu, em 2005/2006, 50 518 diplomas, um número que ultrapassou o número de diplomados dos anos anteriores: 46 499 em 2002/2003, 46 854 em 2003/2004 e 49 184 no ano lectivo de 2004/2005.
A subida do número de alunos matriculados no Ensino Público foi assinalável; em 1997/1998 este assegurava 27 903 diplomas contra 18 575 no privado.
O valor de ganhos médio global no País era 959,6 euros, situando-se nos 1873,5 euros para os diplomados do Ensino Superior, segundo dados do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social, de 2004. O nível de Ensino Superior é também o que regista menor desemprego segundo os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional: 8,85% do total de desempregados em 2003, 7,74% em 2004, 8,78% em 2005 e 9,42% em 2006. As taxas do nível Secundário situam-se entre os 15 e 16%.
Pois fiquem a saber que é este o vídeo musical mais visto no Youtube, com o seguinte registo: Exibições - 16.842.381, até esta data. É obra! Apreciam? As Barbies, por certo, e os Kens, seguramente. Trata-se da música Barbie Girl do grupo dinamarquês Aqua. Uma música velha de mais de uma década mas, ao que vemos, ainda com grande aceitação. Quer saber a letra em português do Brasil? Clicar aqui.
A Comissão Europeia propôs hoje, em Bruxelas, o fecho do procedimento por "défice excessivo" contra Portugal, um ano antes da data limite estipulada, em 2005, aquando da sua abertura.
O executivo comunitário considera que Lisboa reduziu o desequilíbrio orçamental para um valor abaixo do limite de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) de uma "forma credível e sustentada". Jornal de Negócios, desta data, notícia na íntegra aqui. Muitos quiseram e não foram capazes, estes conseguiram, com o contributo dos portugueses.
O valor médio de avaliação bancária de habitação no Continente fixou-se, no primeiro trimestre de 2008, em 1220 euros/m2, correspondendo a um decréscimo trimestral de 0,9% e homólogo de 1,5%, divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Depois do meu trabalho, julgo ser esta a primeira vez que a importância simbólica do “autocarro da selecção” é realçada publicamente. A campanha da Galp utiliza na sua plenitude as possibilidades desta peculiar e imensa simbologia.
Começa por tomar o autocarro literalmente como meio de transporte, que se move com combustível da empresa, assim criando uma ligação umbilical entre tudo o que mostra e o anunciante. As menções à “energia positiva” decorrem daí com naturalidade.
Subsistem, contudo, bons motivos de esperança quanto à capacidade dos Estados Unidos para superar mais esta crise. O principal reside no facto de que, mesmo a nível jornalístico, para já não falar no profissional e no académico, é de lá que continuam a vir as análises críticas mais penetrantes em que as soluções terão de assentar.

Não há definição que resuma um país. Nem estatística que valha a verdade de um povo. Portugal mudou muito nas últimas quatro décadas. Muitíssimo. Mais do que em qualquer outro período da história anterior. Portugal conheceu ritmos de mudança excepcionalmente acelerados. E a profundidade dessa mudança foi igualmente extraordinária.
António Barreto, in Em tempo de Incerteza, Relógio d' Água Editores, 2002
Falar em Abril, é falar em José Afonso. José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos de seu nome completo nasceu em Aveiro em 2 de Agosto de 1929. A sua vida e obra merecem ser conhecidas por todos. Este vídeo tem um significado especial para muitas gerações...
Uma combinação perfeita. Para ouvir e voltar a ouvir...
Quer saber a resposta? Clicar aqui.
O alto nível educacional dos professores permite-lhes planificar e seleccionar as metodologias de trabalho de forma independente. O sistema escolar finlandês baseia-se numa cultura de confiança, não de controlo, e os professores desempenham um papel activo no desenvolvimento das suas actividades laborais. Com o seu próprio trabalho, estabelecem um exemplo de aprendizagem permanente.
O músico norte-americano Bob Dylan edita em Outubro um livro infantil intitulado «Forever Young», cuja história parte de uma canção que data de 1974, conforme informação da Agência Financeira, ver aqui.
O ministro defendeu que "o número de pessoas que estuda na área deve aumentar ", argumentando ainda que há "centenas de alunos portugueses que vão para o estrangeiro estudar medicina, porque não são colocados em Portugal". Mariano Gago disse ainda que não coloca de parte o estabelecimento de acordos com universidades estrangeiras para a formação de alunos em medicina, "se essa for a única solução". Mas referiu peremptoriamente que "o número de vagas em medicina vai aumentar".
Notícia no Jornal de Negócios, aqui.
Os fundamentos da competitividade empresarial assentam nas características culturais da sociedade e no modo como estas se transmitem, isto é, na capacidade do sistema da sua reprodução em, constantemente, adaptar o “conteúdo transmitido” à evolução do meio envolvente.
A competitividade, na essência, de um problema de “atitude”. Exige capacidade para comparar, constantemente, o “realizado” com o “pretendido” e para receber e interpretar, permanentemente, informação do que está a “acontecer lá fora”. Por outras palavras, trata-se de “olhar para fora” e ser “olhado de fora”.











































