Ler na Rede

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Alicia Keys - No One

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Multiplicai-vos

Publicada por José Manuel Dias


O Instituto Nacional de Estatística divulgou as estimativas demográficas da população com dados relativos ao último ano completo. Ficámos a saber que em 2007, os óbitos superaram os nascimentos (saldo natural negativo de 1.020 indivíduos). Noventa anos depois repete-se o de fenómeno embora por causas diversas: antes a culpa foi da gripe espanhola, agora, é da influência do filho único, ditada, em muitos casos, por razões de egoísmo. O apelo ao mulptiplicai-vos faz, pois, todo o sentido.
A população residente em Portugal era em Dezembro de 10.617.575 indivíduos. A informação em detalhe pode ser vista aqui.

Deve o governo "mexer ou não mexer" no preço dos combustíveis...

Publicada por José Manuel Dias


Os fracassos das políticas intervencionistas não prejudicam em nada a popularidade da doutrina que lhes serve de base. Ao contrário, ela fica ainda mais fortalecida em virtude da interpretação dada aos factos. Como a experiência histórica não basta para que se refute uma teoria económica falsa, os propagandistas do intervencionismo puderam prosseguir na sua faina, apesar do mal que já haviam causado. Apesar disso, a era do intervencionismo está a chegar ao fim. O intervencionismo já exauriu todas as suas potencialidades e deverá desaparecer.

Crises, estratégias e oportunidades

Publicada por José Manuel Dias


Há meses que o termo “crise” está cada vez mais patente – com ou sem eufemismos – em reuniões de trabalho, projectos, negociações, orçamentos, alianças, acordos e em almoços formais ou informais. Se bem que, em muitos foruns oficiais, ninguém se atreva a utilizar esta palavra tabu, são muitos os cidadãos comuns, empresários e executivos que a usam sem reservas. Mas, para os economistas mais rigorosos, uma recessão ou crise económica só se constata depois da acumulação de, pelo menos, dois trimestres consecutivos de crescimento negativo do PIB.
[...]
Uma boa estratégia em períodos de crise consiste, não em vender mais, mas sim em vender melhor. Para tal, é crucial optimizar todas as possibilidades que a nossa carteira de clientes oferece. É obvio que as empresas que souberem fidelizar os seus clientes de uma forma inteligente e rentável sofrerão menos do que todas aquelas que se confrontam com graves problemas de abandono de clientes, algo que se acentua quando o contexto económico não convida a gastar.
[...]
Captar um cliente custa até cinco vezes mais do que fidelizar um cliente já existente. Além do mais, a probabilidade de vender a um cliente fidelizado é três a dez vezes superior à probabilidade de vender a um cliente potencial. Por outras palavras: o cliente fiel é o cliente ideal em tempos de crise. Garantir a sua permanência revela-se mais competitivo do que captar novos clientes, para além de que a sua propensão para a compra é claramente maior. E a sua capacidade de recomendação a outros clientes – estes sim, potenciais – é precisamente o que uma empresa necessita num contexto económico adverso e altamente competitivo.
Alfredo Revuleta, em artigo de opinião no Diário Económico, a ler na íntegra aqui.

Joss Stone - Under Pressure

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Gasolina mais barata

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Vale a pena conhecer este Blogue , um directório directório interactivo de postos de abastecimento de Portugal, com a localização de vários postos, o preço actualizado dos combustíveis e outras informações úteis para quem anda na estrada. Podemos, assim, assim de uma forma simples através da navegação num mapa ou num directório de dístritos, concelhos e localidades encontrar um posto de abastecimento ou comparar preços para encontrar o posto mais barato da nossa a região. Uma iniciativa que se aplaude. Faz sentido adaptar o slogan do homem de má memória: consumidores de todo o mundo, uni-vos!

Professores incompetentes

Publicada por José Manuel Dias


Every school has at least one incompetent teacher who should be helped to improve or "moved on", the schools minister, Jim Knight, has said. Existe pelo menos um professor incompetente em cada Escola, diz o Ministro britânico da Educação. Existe a intenção de retirar os maus professores das escolas, de acordo com um plano que está a ser elaborado pelo General Teaching Council for England (GTCE) e que consiste em obrigar os professores incompetentes a voltarem aos bancos da escola, frequentando cursos de actualização e seminário com professores mais experientes e mais capazes. A identificação dos professores incompetentes será feita, primordialmente, pelos directores das escolas que, desta forma, verão aumentados os seus poderes de intervenção. De acordo com este plano, os professores terão acesso a medidas de apoio e incentivo para se poderem actualizar e superar dificuldades de ordem científica e pedagógica. Os sindicalistas ingleses estão preocupados. Compreende-se. As exigências assustam sempre os menos capazes e são esses que mais resistem às mudanças. É dos livros...

Ivete Sangalo - Deixo

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Aprender com os outros...

Publicada por José Manuel Dias


O aumento do preço dos combustíveis na Alemanha, onde a gasolina super e o gasóleo tocaram nos últimos dias a fasquia de 1,50 euros por litro, está a beneficiar a empresa dos caminhos-de-ferro (DB), que desde o início do ano ganhou mais 20 milhões de passageiros.
Inquéritos aos passageiros revelaram que há cada vez mais pessoas que renunciam ao uso do automóvel, devido à alta do preço dos combustíveis, e recorrem ao comboio para viajar.
Jornal de Negócios desta data, com notícia na íntegra aqui.
A subida do preço dos combustíveis suscita-nos uma questão: como se justifica que inúmeras pessoas continuem a utilizar o carro particular para se deslocar para o trabalho quando, em muitas situações, existem alternativas de transporte mais económicas? Refiro-me, por exemplo, ao comboio. Portugal tem hoje uma rede ferroviária que rivaliza em qualidade com as melhores da Europa. Quem se habitua a viajar de comboio não quer outra coisa. As vantagens são inúmeras. Podemos ler um livro, um jornal ou uma revista, ouvir uma música ou simplesmente conversar com a nossa companhia de viagem. A viagem não tem associado a preocupação e o stress da condução e, por fim, e não menos importante a questão monetária. A poupança relativamente ao uso do automóvel é significativa. Pode ser que agora copiemos as boas práticas...

Mas esta malta não pensa?!!

Publicada por José Manuel Dias


O endividamento das famílias, face ao rendimento disponível, aumentou novamente em 2007, para 129%, um novo recorde, que compara com 123% em 2006.
Isto quer dizer que as dívidas das famílias portuguesas superam em 29% os rendimentos, revelam dados do Banco de Portugal, divulgados no Relatório de Estabilidade Financeira.
Quanto ao peso no PIB, o endividamento representa 91%, mais 3 pontos percentuais do que em 2007.
Fonte: Agência Financeira, continuara ler aqui.

Não há volta a dar: temos que mudar de vida!

Publicada por José Manuel Dias


No Governo, os políticos são optimistas profissionais; na oposição, pessimistas encartados. Não admira, portanto, que o Presidente da República e o primeiro-ministro tentem desdramatizar a situação difícil que estamos a atravessar, passando a mensagem que mais ano menos ano a economia vai recuperar e as coisas vão melhorar, como aconteceu invariavelmente no passado
Com efeito, primeira tendência, o aumento do preço dos combustíveis fósseis não é conjuntural - é estrutural. Há cinco anos ninguém consideraria que o preço do barril do petróleo pudesse ultrapassar os 100 dólares. Hoje já se coloca a hipótese de um dia destes termos o barril acima dos 200 dólares. Preparem-se, portanto: o transporte privado vai diminuir dramaticamente, as viagens de avião vão tornar-se um luxo.
Segunda tendência: o aumento do preço da electricidade nas nossas casas também vai passar a ser constante, devido à subida de todos os factores que contribuem para a sua produção. Recorrer a produção própria por via solar vai tornar-se inevitável.
Terceira tendência: a água vai ser mais escassa, logo o seu preço também vai subir exponencialmente. Esqueçam as piscinas privadas, fontes públicas, campos de golfe e banhos de imersão e comecemos a habituar-nos a cortes sistemáticos nos fornecimentos de água aos domicílios e a multas pesadas para quem desperdiçar o precioso líquido.
Quarta tendência: o preço dos bens alimentares explodiu e não volta para trás, mesmo com o aumento da produção, porque há milhões de pessoas que passaram a ter acesso a esses produtos.
Nicolau Santos, em artigo de opinião no Jornal Expresso de Sábado passado.
Uma leitura oportuna sobre a nossa realidade. Vale a pena reflectirmos sobre estas tendências, procurando identificar as suas causas e perspectivando as suas consequências. Este opinion-maker oferece-nos a sua posição. Não nos assustemos. Confiemos na capacidade do homem em superar os obstáculos e encontrar novas soluções para estes problemas.

Férias de Verão demasiado longas

Publicada por José Manuel Dias


As crianças têm férias demasiado longas no Verão e isso fá-las regredir nas competências na leitura e na matemática, são as conclusões de um estudo do Institute for Public Policy Research, levado a cabo no Reino Unido e dado a a conhecer pela BBC News. De acordo com o estudo seria preferível dividir o ano escolar em sequências lectivas de oito semanas com pequenas pausas no meio. Seria interessante saber o que pensam sobre isto os "defensores da Escola Pública" ...

Carla Bruni - Quelqu'un m'a dit

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Quem sabe faz, não espera apoios...

Publicada por José Manuel Dias


Pela primeira vez, nos últimos anos, o crescimento das exportações portuguesas de têxtil e vestuário superou a evolução das importações. O balanço dos dois primeiros meses deste ano, da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), aponta para um aumento das exportações do sector de 6,8% e das importações em 5,3%. Em números, o crescimento das vendas para o exterior correspondeu a 762,3 milhões de euros, enquanto as importações atingiram 600 milhões de euros. [...]
O saldo positivo da balança comercial de um milhão de euros, em 2007, e os primeiros dados deste ano são, para Nunes de Almeida, um sinal de que o crescimento das exportações "não é um fogacho". Já o comportamento até ao final de 2008 é impossível de prever. "É difícil fazer previsões porque trabalhamos, cada vez mais, com horizontes muitos curtos. A nossa indústria evoluiu para a resposta rápida e carteiras de encomenda muito curtas", o que torna tudo mais imprevisível, explica Nunes de Almeida
Do Jornal de Notícias desta data, a ler na íntegra aqui.
Sáo conhecidas as dificuldades do sector num passado recente, o fecho de inúmeros unidades, os despedimentos colectivos, as ameaças dos produtos chineses mas, para usar as palavras do presidente da Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecção, Orlando Lopes da Cunha, "o poder de regeneração do têxtil é forte. É um sector que está bem enraizado, tem tecnologia e é especializado". Já não concordo quando afirma que se sector "sozinho conseguiu chegar até aqui, agora imagine o que aconteceria se tivesse tido o amparo que merecia da parte do Estado" . Quando se tem sem esforço, o estímulo para melhorar é muito menor ou, dito de outro modo, são as dificuldades que aguçam o engenho...

Katie Melua - Nine Million Bicycles

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O futuro do Estado-Providência

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"Uma das principais questões - talvez a mais decisiva - em debate político na Europa, é a do destino do Estado-Providência. Estará ele condenado pela evolução das últimas décadas? Será ele capaz de inspirar novas respostas aos complicadíssimos problemas que o mundo enfrenta?"
Manuel Maria Carrilho, em artigo de opinião do DN de hoje, a ler na íntegra aqui, coloca-nos duas interessantes questões que vêm merecendo atenção crescente. Já ninguém questiona a dificuldade do Estado Social em assegurar o financiamento da sua actividade uma vez que promete quase tudo a todos mas que corre o risco de não cumprir com quase nada a quase todos.
No artigo ficamos a conhecer a posição do dinamarquês G. Esping-Andersen, autor do clássico The Three Worlds of Welfare Capitalism e um dos especialistas mundiais do Estado-Providência. Do que se lê podemos reter uma ideia: impõe-se uma reformulação do modelo de intervenção do Estado se queremos responder aos desafios do século XXI. No seu entender o Estado Social deve " assumir uma propensão mais dinâmica, enfrentando não só a nova situação que resulta hoje dos percursos individuais no mundo do trabalho, mas também as desigualdades entre os géneros e entre as gerações". Um artigo imperdível!

Nelly Furtado e Di Ferrero - All Good Things

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Mal parado a subir

Publicada por José Manuel Dias


O crédito malparado voltou a aumentar em Março, pelo terceiro mês consecutivo e atingiu 2.482 milhões de euros, mais de 1,9% do crédito concedido, cujo valor ascendeu a 129.855 milhões de euros, revelam dados do Boletim Estatístico do Banco de Portugal (BdP).
A subida do crédito de cobrança duvidosa acompanha o aumento do valor emprestado. É que, apesar da turbulência dos mercados financeiros e da anunciada restritividade de critérios, o crédito concedido subiu quase 100 milhões de euros.
O malparado aumentou nos financiamentos para todas as finalidades, mostra o BdP. No caso do crédito à habitação, que representa a maior fatia do bolo, ascendeu a 1.360 milhões de euros (mais 45 milhões que em Fevereiro e mais 164 que em Março de 2007). O valor total dos empréstimos para a compra de casa também aumentou, para 102.760 milhões de euros.
No crédito ao consumo, cujo valor global ascendeu a 14.654 milhões de euros, a cobrança duvidosa abrange 590 milhões (mais 21 milhões face ao mês anterior e mais 180 milhões face ao homólogo).
Os Bancos que se iludiram com o crescimento dos números, oferecendo crédito a quem não tinha condições para o pagar, têm agora o retorno. Vão ter que contabilizar provisões diminuindo em igual proporção os próximos lucros da sua actividade. As pessoas que assumiram compromissos sem cuidar de saber se os podiam cumprir são agora confrontadas com situações de cobrança judicial. A experiência (mesmo a alheia) é uma boa conselheira...

A falácia do desemprego

Publicada por José Manuel Dias


Pedro Norton de Matos, no Semanário Económico desta data, deixa-nos uma pergunta de resposta complexa:
"Constato que os empresários e quadros empreendedores adoecem menos que os outros assalariados, assim como os colaboradores a prazo têm mais saúde que os que estão no quadro da empresa, e metem menos baixas. Porque será ?".
Um artigo que merece ser lido na íntegra aqui.