Roberta Flack - Killing Me Softly with his song

Publicada por José Manuel Dias

Portal do Cliente Bancário

Publicada por José Manuel Dias


O Portal do Cliente Bancário foi apresentado pelo Banco de Portugal como um canal privilegiado de comunicação que tem como missão informar os consumidores acerca da contratação de produtos ou aquisição de serviços junto das instituições de crédito e sociedades financeiras. Apresenta ainda a legislação relativa à oferta de produtos e serviços bancários, um glossário de termos financeiros e um conjunto de respostas a perguntas frequentes. De utilidade inquestionável para todos os utilizadores de produtos financeiros. Para entrar no portal do Cliente bancário, clicar aqui.

Quando de gasta mais do que se produz...

Publicada por José Manuel Dias


Os dinheiros em dívida e os compromissos do País no estrangeiro já ultrapassam os 148,7 mil milhões de euros, o equivalente a criação de riqueza em 11 meses de árduo trabalho dos portugueses (91,3% do PIB). Deste montante, as dívidas (compromissos) da banca portuguesa no estrangeiro já atingem os 91,6 mil milhões de euros, 56% da riqueza do País. Este é o resultado de contratações de empréstimos para compra de casas próprias e de bens de consumo, como carros e electrodomésticos, resultante da queda das taxas de juro na última década. Esta exposição dos banqueiros nacionais aos seus homólogos internacionais só é possível porque os portugueses estão a consumir mais do que produzem. Ou, por outro lado, as poupanças (resultantes dos salários e rendimentos) são insuficientes para satisfazer os apetites pelos créditos .
[...]
Os banqueiros portugueses - temendo um aumento de custos das poupanças externas - já estão a mudar de estratégia. Apostam agora na captação de depósitos de clientes nacionais. Contraíram margens e estão a oferecer aos clientes melhores remunerações pelos depósitos a prazo.
Ler artigo completo, no DN, de hoje.

Portfolio: uma ferramenta pedagógica

Publicada por José Manuel Dias


A pedido algumas pessoas aqui ficam algumas referências sobre os modelos de organização dos Porfólios dos professores. Mas o que é um portefólio do professor? É, no dizer de João Grilo, uma colecção criteriosamente organizada de materiais e recursos produzidos pelo professor que sejam representativos:do seu trabalho; do seu estatuto profissional; da sua competência pedagógica; do seu conhecimento dos conteúdos que lecciona; de outros atributos pessoais e profissionais que contribuem para o tornar um professor único.
E o que é que, no seu entender, transforma um conjunto de artefactos num portfolio? Reflexividade (para conhecer, actuar, mudar, melhorar); Implicação pessoal (o portefólio leva uma pessoa dentro); Continuidade (construído e reconstruído ao longo do tempo, “longa carta” que o professor envia a si próprio); Partilha (colegas, alunos, outros). Aqui ficam alguns modelos sobre métodos de organização desta importante ferramenta:
De Margarido Moreira, clicar aqui.
De Fátima André, clicar aqui.
No título deste post figura a palavra Portfolio, um anglicanismo, quem preferir um galicismo poderá usar Portefólio.

Estratégias...

Publicada por José Manuel Dias


O crescimento económico é um objectivo comummente assumido quer pelo Governo, quer pelos parceiros sociais, quer pelas empresas. A fixação de um objectivo deve implicar a definição de uma estratégia adequada. Mas o que vemos por aí? Uma aposta nos baixos custos. Ora, a nosso ver, o futuro não pode ser o preço. Preço implica volume, volume não se ajusta a um país pequeno como o nosso.
Daniel Bessa, economista e professor universitário, apresenta-nos a sua receita "O futuro da economia portuguesa passa pelas Pequenas e Médias Empresas (PME) viradas para os mercadores exteriores, bem como por empresas de menor dimensão com pequenos negócios surgidos a partir das universidades na área das tecnologias e na aposta em marcas".
Ler o artigo completo do DN, de ontem, aqui.



Os jovens que paguem a crise?

Publicada por José Manuel Dias


Ouvimos sábado passado o ministro do Trabalho dizer que a legislação laboral portuguesa “é a mais rígida dos estados membros da OCDE, de acordo com esta organização”. Uma afirmação surpreendente, se nos lembrarmos que, no início da legislatura, ouvimos este mesmo Governo e indirectamente o Banco de Portugal dizerem que a OCDE avaliava mal a legislação portuguesa, que era até fácil despedir em Portugal, que as empresas estrangeiras o faziam com facilidade usando o mecanismo do despedimento colectivo.
[...]
Fica finalmente a explicação: “(...)A actual legislação do mercado de trabalho induz uma ineficiente, porque excessiva, rotação de uma parte significativa dos trabalhadores”. E o alerta: Esta “polarização” tem efeitos negativos na educação e formação por iniciativa das empresas e dos trabalhadores. E, como a rotação ditada pelos contratos sem termo afecta fundamentalmente os mais jovens, os efeitos da lei laboral na educação são ainda mais graves.
[...]
Um país não pode permitir que a camada mais jovem da sua população pague a crise. Mas onde está a causa? Na legislação laboral ou no fraco crescimento? O fraco crescimento pode em parte dever-se à rigidez laboral. A lei laboral podia ser um pouco mais flexível. Mas não vale a pena termos ilusões. A lei laboral, só por si, não resolverá o problema da falta de emprego.

O Cogir faz anos

Publicada por José Manuel Dias


Faz hoje dois anos que foi publicado o primeiro texto no Cogir. 547 posts depois, lidos cerca de 2.000 comentários, com mais de 39.000 visitas, a caminho de 75.000 páginas vistas e estamos aqui. Não é seguramente dos blogues mais lidos cá da terra mas tem um público alvo bem definido. Os que nos visitam sabem porque o fazem. São eles que justificam este espaço, que interagindo connosco reforçam a motivação para irmos mais longe. Obrigado pela vossa vossa companhia. Convido-vos a partilhar com o Cogir uma música adequada ao momento.

O acordo do entendimento (*)

Publicada por José Manuel Dias


Desde há muito tempo que se tinha tornado inevitável um acordo político acerca desta matéria que havia de ser concretizado através de uma negociação e materializado num protocolo técnico.É o ABC da política. O resultado final está longe de ser uma derrota para o governo ou uma vitória para os sindicatos, ou vice-versa. É simplesmente mais uma fase de um processo em que as partes, negociando ao mais alto nível, chegaram a um acordo.
Vale a pena comparar a totalidade do texto com um outro, também disponível no mesmo site, Proposta do Ministério da Educação apresentada à Plataforma Sindical dos Professores, datado de ontem, e que foi o documento que serviu de base à tal maratona negocial.
Convém que nos apercebamos de que a manipulação das notícias é selvática e vergonhosa. A única diferença entre um documento e outro, para além da modificação das posições de alguns pontos e da ligeira diferença de palavreado, é a alínea e) do ponto1, em que se diz que a classificação dos professores avaliados na época de 2007/208 será baseada apenas nos pontos obrigatórios mínimos, especificados na alínea b), que têm uma redacção diferente do documento do ministério, mas que querem dizer praticamente a mesma coisa.
Ainda bem que há internet e que os cidadãos podem ajuizar por si e pensar por eles próprios.
Entretanto, Fenprof admite não assinar o entendimento com o governo, se não for essa a vontade da maioria. Quer dizer: parece que os problemas da "democracia representativa" não tocam só o poder político propriamente dito. Também tocam os "representantes dos trabalhadores" que se guiam por uma agenda político-partidária, e por umas contas de merceeiro acerca de ganhos e perdas, em vez de pensarem no futuro dos seus representados.
O Marcelo Caetano, lembram-se?, também pensava que, desse no que desse, o regime havia de aguentar. Mas não aguentou. Alguns, hoje em dia, parecem pensar que este regime também há-de aguentar todas as malfeitorias. Mas isso não é certo. Todos os regimes políticos podem morrer. Principalmente se os seus agentes forem deste calibre de responsabilidade.
(*) ... ou será melhor chamar-lhe o entendimento do acordo? Os problemas das escolas dizem respeito a todos nós, não são exclusivos dos professores, como alguns podem pensar.

O Paradoxo de Monty Hall

Publicada por José Manuel Dias


A versão online deste jogo ajuda-nos a perceber o paradoxo de Monty Hall, assim chamado em homenagem a Monty Hall, apresentador de um jogo muito popular na televisão norte-americana, na década de 60. A ideia é muito simples. Existem três portas que escondem um prémio valioso e duas cabras. Ao jogador, é pedido que escolha uma das três. Quando o faz, o apresentador do programa abre uma das portas e revela uma das cabras. Ao jogador é então dada a oportunidade de manter a escolha inicial ou pedir para abrir a outra porta. Que fazer?

Cat Power - Lived In Bars

Publicada por José Manuel Dias

A Cat Power volta ao Cogir. Merece...

O que são os juros?

Publicada por José Manuel Dias


Os juros são o preço que as pessoas pagam para obter um recurso agora, e não depois. Claro, esses recursos podem ser qualquer coisa, desde instrução universitária até uma TV de LCD. Os juros são convencionalmente expressos por uma taxa percentual pelo período de um ano. Se aqueles que pegam os empréstimos (os que desejam os recursos agora) conseguem obter recursos daqueles que emprestam (os que desejam abrir mão do controle atual) sob a condição de que retornarão 103 por cento dos recursos um ano depois, a taxa de juros é de 3 por cento.
Paul Heyne (1931-2000) que foi professor de economia na Universidade de Washington, dá-nos uma noção diferente sobre "o preço do dinheiro". Continuar a ler aqui.

Tears Dry on Their Own - Amy Winehouse

Publicada por José Manuel Dias

É difícil não gostar da Amy Winehouse...

Efeitos do Plano Tecnológico

Publicada por José Manuel Dias


Portugal encontra-se em segundo lugar, entre 127 países considerados, em termos da importância que o Governo atribui às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na sua visão do futuro, de acordo com o Global Information Techonology Report 2007-2008, divulgado nesta data pelo World Economic Forum.
Portugal sobe 14 posições na capacidade da administração pública utilizar as Tecnologias, passando a ocupar o 12º lugar, ou o 5º se forem apenas considerado os países pertencentes à União Europeia. No que concerene à utilização das Tecnologias pela administração pública e a sua eficiência, Portugal encontra-se no 10º lugar. Portugal encontra-se no 9º lugar da lista global no campo de tempo necessário para abrir uma empresa. Relativamente à liberdade de imprensa Portugal figura em 14º. Em utilizadores de telemóveis estamos em 12º lugar. Se tiver curiosidade em conhecer outros parâmetos de análise é só clicar aqui e procurar "Portugal".
No índice global Networked Readiness Index (NRI), Portugal mantém o 28º lugar, ou o 14º, se forem considerados os 27 países da União Europeia, à frente de Espanha (31º), Itália (42º) e Grécia (56º).
O Networked Readiness Índex mede "o grau de preparação, participação e de desenvolvimento de um país ou região no aproveitamento que faz dos benefícios das tecnologias de informação.

Guns N' Roses - Patience

Publicada por José Manuel Dias



Uma outra sugestão da F. que agradecemos...

E a Espanha aqui tão próxima...

Publicada por José Manuel Dias


Espanha é o nosso principal parceiro de comércio externo. Cerca de 1/3 das exportações são destinadas a Espanha que é também o nosso principal fornecedor estrangeiro. Saber o que pensa Enrique Santos, Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola, é, pois, de inquestionável interesse. Da entrevista dada ao Semanário Económico desta data, seleccionamos o seguinte:
P: Já afirmou que “a situação económica espanhola é determinante para a própria evolução da economia portuguesa”. Com a situação económica que se vive actualmente em Espanha, qual o impacto que devemos esperar?
R: Já temos notícias do Banco de Portugal e o ministro da Economia disse que a taxa de crescimento portuguesa ia ser muito aceitável comparada com o resto da Europa.
P: O que podem esperar, afinal, as empresas portuguesas?
R: Fizemos um estudo há cerca de seis meses sobre as empresas portuguesas em Espanha e ficámos surpreendidos porque havia mais de 400 empresas. Muitas delas são líderes no seu sector de mercado em Espanha. Algumas líderes a nível ibérico ou mesmo mundial, como é o caso da Sovena do sector do azeite ou o grupo Sonae, líder dos contraplacados de madeira. Como já têm o seu nicho de mercado conquistado não vão perder nada. Se houver crise entre as empresas espanholas, isso vai criar mais oportunidades para as empresas portuguesas que queiram enfrentar esses desafios.
P: Quais são as principais queixas das empresas espanholas que chegam a Portugal?
R: O principal obstáculo é a legislação laboral. É muito rígida. É preciso tentar flexibilizar as leis laborais e aproximar fiscalmente o sistema português do espanhol.
A entrevista pode ser vista na íntegra aqui.

Teletrabalho e AP: um mundo de vantagens

Publicada por José Manuel Dias


Os funcionários públicos vão ter a possibilidade de trabalhar para o Estado a partir de casa. Esta é uma das novidades da proposta de Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas que ontem foi entregue aos sindicatos, informa-nos hoje o Diário de Notícias. De acordo com o jornal " A introdução do teletrabalho na função pública faz parte do esforço de flexibilização do horário na administração pública. Na prática, os funcionários que acordem esta modalidade de prestação laboral com a sua entidade patronal mantêm todos os direitos de que gozam actualmente, passando a trabalhar em casa, parcial ou totalmente, através do recurso a tecnologias de informação e de comunicação. A duração inicial deste acordo não pode exceder os três anos, sendo susceptível de cessação por decisão de qualquer uma das partes durante os primeiros 30 dias da sua execução". A versão integral da notícia pode ser lida aqui.
A implementação do teletrabalho, de que nos falava Alvin Tofler na Terceira Vaga, tem associadas inúmeras vantagens. Elenquemos apenas algumas: economia de espaço, redução de absentísmo, menor necessidade de aparcamentos, redução do tempo consumido em reuniões, diminuição do tempo de viagens, controlo pelos resultados, reforço da inclusão por virtude da integração de pessoas com mobilidade reduzida, melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores. Estão à vista ganhos de eficiência e eficácia que não são desprezíveis. Importa, no entanto, que se estabeleçam níveis de comunicação entre servisços e trabalhadores que garantam a disseminação dos valores e cultura do "servidor do estado".

O Balanced Scorecard e os Serviços Públicos

Publicada por José Manuel Dias


Será que se pode medir e gerir a performance nos serviços públicos? Como contornar as naturais dificuldades que se podem encontrar na implementação de mudanças estuturais dos vários serviços da Administração Pública? São apenas duas das interrogações a que Francisco Pinto, Doutorado em Ciências Económicas e Empresariais, procura dar resposta com o seu livro : "Balanced Scorecard - alinhar mudanças, estratégia e performance nos serviços públicos".
Esta obra para além da análise dos conceitos de evolução do BSC, originalmente criado para as empresas, faz uma abordagem prática, centrada nas metodologias de implementação consideradas mais adequadas e nos contributos que o Balanced Scorecard poderá fornecer em função de diferentes quadros de mudança. Uma leitura imperdível para quem pretende sbar mais e, por esa via, cooperar nos propósitos de todos: uma Administração Pública mais eficiente, mais eficaz, com mais qualidade e que consuma menos recursos financeiros.
Balanced Scorecard, Francisco Pinto, Editora Sílabo, 2007, nº de páginas 305.

Os professores e a violência nas escolas

Publicada por José Manuel Dias


Em vez de encontrarmos nas escolas os modelos, as referências, os princípios e os valores que tanta falta nos fazem, está a acontecer precisamente o contrário. Aumentam as notícias referentes a atitudes violentas de alguns professores e alunos. A primeira conclusão a retirar é que estarão a acontecer falhas graves no processo educativo levado a cabo nas nossas escolas que, obviamente, condicionam a respectiva eficácia. [...]
Em tudo o que respeita à área comportamental de alunos e professores, não nos deve preocupar tanto o que não deve ser feito, mas sim o que é necessário que aconteça, quais os alicerces em que deverá assentar. Sempre pela positiva, nunca pela negativa! A preocupação de quem dirige o processo educativo não deve concentrar-se no eventual erro e sua respectiva punição, mas sim nas atitudes e comportamentos positivos que conduzirão ao sucesso. Segundo Aubrey C. Daniels e James E. Daniels no livro “Measure of a leader”, “não se lidera através de resultados, mas sim para obter resultados. E estes só podem ser obtidos através de comportamentos e atitudes positivas. [...]
Para isso, basta que sejamos capazes de predeterminar quais os comportamentos que consideramos desejáveis, avaliando-os de forma continuada e, caso necessário, avançando gradualmente com as respectivas propostas de modificação.Como me disse, aliás muitas vezes, um dos meus mestres norte- americano, “aplica-lhes o ABC”. ‘tell them the antecedents’ (diz-lhes quais são as regras e princípios a respeitar), ‘watch carefully them behaviors’ (observa-lhes os comportamentos) ‘manage without hesitation the consequences’ (gere com objectividade e sem hesitações as consequências contidas nos actos de cada um).
Jorge Araújo, No Diário Económico, desta data, Violência nas escolas.
Atrevo-me a dizer que este artigo deveria ser de leitura obrigatória para todos os professores. Muitos não precisarão dos ensinamentos que encerra mas uns tantos precisarão deles como de"pão para a boca". Quando não se reunem as competências requeridas para um bom exercício da função é grande a tentação para culpar os outros: os estudantes, os pais e até a Ministra!

Importações e Exportações

Publicada por José Manuel Dias


O INE divulgou nesta data a informação relativa ao comércio internacional (até Janeiro de 2008) e especificamente relativo ao comércio extra-comunitário (até Fevereiro de 2008). O movimento que se desenhava nos últimos meses reforça-se agora: depois de largos meses em que as exportações cresciam mais depressa que as importações a situação está a inverter-se.
As saídas registaram um aumento de 4,9% e as entradas de 12,2%, comparativamente com o período homólogo. A valorização do Euro face ao dólar explicará a redução das exportações e o acréscimo das importações a que se deverá? Teremos mais consumo ou mais bens de equipamento para aumentar a capacidade produtiva? A resposta certa é: um pouco dos dois. Quer saber em detalhe? É só espreitar os dados.

Amy Winehouse -You Know I'm No Good

Publicada por José Manuel Dias

A escolha da F. e não só...