À época, a única experiência de avaliação por que tinha passado era a escolar ( no percuso tradicional : primária, liceu, universidade ) com as limitações conhecidas ( percepcionda pelos avaliados como um processo de punição/ recompensa ) e a sua ausência nas 5 empresa pelas quais tinha passado. Por isso o que mais surpreendeu foi a forma como a avaliação era encarada pela empresa de consultoria : um processo para identificar os nossos pontos fortes ( para os reforçar ) e os nosso pontos fracos ( para os corrigir ). Como tal, após a avaliação e respectiva classificação era dever do avaliado melhorar os pontos fracos e um direito exigir às suas chefias o treino adequado.
Por isso não me espanta a resistência que muitos professores estão a colocar ao respectivo processo de avaliação. Já me espanta quererem adiá-lo, numa tentativa óbvia por parte dos sindicatos de imporem outra agenda e esta passar para as calendas. Mais me espanta é "queixarem-se" de que exige muito trabalho, o que não deixa de ser estranho quando alguns dizem que já havia um processo antes...pelos vistos dava era pouco trabalho, ou seja não existia.


















































