Alicia Keys - Butterflyz

Publicada por José Manuel Dias

Copiar as boas práticas

Publicada por José Manuel Dias


"O que eu quero é que eles gostem de ler e de escrever" Emília Miranda , Professora do Ensino Básico, no Blogue Netescrita, alimentado com textos dos seus alunos. A escola pública, também, se afirma com boas práticas. Um exemplo que deve ser multiplicado. Portugal merece que estes professores se destaquem. Avaliar desempenhos é um passo nesse sentido.

171 milhões de euros...

Publicada por José Manuel Dias


...é a dotação prevista para financiar projectos de empreendedorismo e produção de novos bens e serviços, no âmbito do do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). O prazo de entrega de candidaturas termina a 23 de Maio p.f.. Leia a notícia desenvolvida aqui.

O melhor dos últimos 8...

Publicada por José Manuel Dias


O investimento registou em 2007 a mais elevada taxa de crescimento desde 1999, contribuindo para o reforço do crescimento da economia o ano passado, segundo números divulgados, na segunda -feira, pelo Instituto Nacional de Estatística.
"Em 2007, o PIB cresceu 1,9% em volume, mais 0.6 pontos percentuais (p.p.) do que o verificado no ano anterior. Este comportamento foi muito influenciado pela evolução da procura interna, sobretudo devido à recuperação do Investimento. A aceleração da procura interna mais do que compensou a redução do contributo da procura externa líquida para o crescimento do PIB. Em termos nominais, o PIB ascendeu a cerca de 162,9 mil milhões de euros, mais 4,9% que o valor do ano anterior" refere o INE, no resumo, ver aqui.

Cat Power - Maybe Not

Publicada por José Manuel Dias

Ainda a avaliação dos professores...

Publicada por José Manuel Dias


Uma proposta de viagem pela blogosfera, focando-nos no tema em assunto. Opiniões diversas, de vários quadrantes políticos e de vários sectores profissionais. A Educação não é um problema dos professores, é um problema de todos. Quem lê, sabe mais... Vejamos, então, as nossas escolhas:
Leituras matinais, no Hoje há conquilhas
Avaliação e burocracias, no Rabbit´s Blog
O que parece é, no Blafésmias
A acção colectiva e as suas lógicas, no Ladrões de Bicicletas
Crónica da Rosarinho, no Farinha Amparo.
Avaliação de professores: perguntas com resposta, aqui

Professor Emanuel Leite (6)

Publicada por José Manuel Dias


Publicamos hoje mais um texto do Professor Emanuel Leite para a divulgação do Empreendedorismo. Depois de "O que é o empreendedorismo? (parte I)", "O que é o empreendedorismo?(parte II)", "Ecoempreendedorismo", "Virtudes de um bom empreendimento", "Criar empregos! Solução para o Desemprego" publicamos hoje "Liberdade para empreender". Com nos é explicado no texto " O mercado recompensa o mérito, a capacidade, a coragem de correr riscos, a sorte e o sucesso dos empreendedores por meio do lucro (a justa recompensa pelo risco que correu)". A conclusão que se retira, e que a maioria de nós subscreverá, é a seguinte: um país somente será verdadeiramente desenvolvido na medida em que souber criar, para seus empreendedores, um ambiente no qual as empresas tenham condições de melhorar e inovar mais rapidamente que suas rivais estrangeiras. Uma leitura que se justifica.

Liberdade para empreender

Publicada por José Manuel Dias

É preciso apostar, cada vez mais, nos empreendedores, ainda que a capacidade de empreender seja um conceito difícil de definir. Os economistas reconhecem sua importância, desde a análise do desenvolvimento econômico, feito por Schumpeter, na transição do século.
Indivíduos com visão, dispostos a arriscar seus próprios recursos e o de outros investidores em novos produtos e serviços, são o motor que combinam capital humano e físico, estimulando o crescimento econômico e social da sociedade.
O mercado recompensa o mérito, a capacidade, a coragem de correr riscos, a sorte e o sucesso dos empreendedores por meio do lucro (a justa recompensa pelo risco que correu).
Os prêmios (os lucros) diferem porque os desempenhos dos empreendedores diferem. Ganhos desiguais são uma prova inconteste de que o mercado está cumprindo a sua missão.
Os intelectuais não gostam do mercado porque não considera a riqueza o resultado de um processo de criação, como a arte e a literatura. Os intelectuais consideram a riqueza, quando acumulada, roubada, e banal, quando herdada. Eles consideram a riqueza uma quantidade finita, como os recursos “não renováveis”, as pessoas que enriquecem são as que já repetiram o prato antes que outras pudessem comer sua primeira porção.
Os intelectuais simplesmente não conseguem relacionar a riqueza de um empreendedor ao processo de criação / destruição criativa.
O ataque à “cobiça“, vontade de crescer, prosperar dos empreendedores é na realidade, um ataque à liberdade de empreender. Empenhar-se na defesa deste direito é uma forma de preservar a liberdade humana.
É preciso mudar a atitude e o comportamento das pessoas nas suas vidas particular e profissional para que possam assumir uma postura mais empreendedora , mais positiva diante da vida empresarial.
Há pessoas que sofrem muito para mudar de um “status” de empregado para um de empreendedor e são submetidos a um elevado nível de “stress” por isso.
Embora algumas culturas incentivem a capacidade empresarial mais do que outras, todas as culturas têm reservas de talento que vêm à tona quando o ambiente é propício para negócio. É preciso resgatar a figura do empreendedor que assume riscos.
As viagens de descobrimento portugueses dos séculos XV e XVI são comparadas aos programas de espaciais de hoje – ambos são vistos como esforços nacionais que visão explorar o desconhecido e abrir novas fronteiras.
É muito grande o número de pessoas, em Portugal e no resto do mundo, que acreditam que ganharão muito dinheiro começando um negócio novo em uma incubadora de empresas de base tecnológica. A grande maioria fracassará ao tentar levar adiante suas idéias. Ainda assim, essa vontade conduz uma economia para novos apogeus quando encorajados por uma atmosfera regulatória favorável e baixo impostos sobre lucros, ganhos de capital e rendimentos.
Ser empreendedor significa ter capacidade de iniciativa, imaginação fértil para conceber as idéias, flexibilidade para adaptá-las, criatividade e inovação para transformá-las em uma oportunidade de negócio, motivação para pensar conceptualmente, e a capacidade para ver , perceber a mudança como uma oportunidade.
Um país somente será verdadeiramente desenvolvido na medida em que souber criar, para seus empreendedores, um ambiente no qual elas tenham condições de melhorar e inovar mais rapidamente que suas rivais estrangeiras. Por outras palavras: os empreendedores precisam de condições que lhes permitam inovar, o que invariavelmente se dá pelo emprego adequado de tecnologias já existentes.
Este texto é da responsabilidade do Professor Emanuel Leite e foi-me enviado por mail com o propósito de ser publicado no COGIR

Um indústria com futuro

Publicada por José Manuel Dias


Portugal subiu sete posições, para o 15.º lugar, numa lista de 130 países avaliados no Relatório de Competitividade do sector do Turismo e Viagens de 2008, divulgado pelo Fórum Económico Mundial (FEM).
Fonte: Diário Económico, notícia na íntegra aqui.

As reformas na Administração Pública

Publicada por José Manuel Dias


As antigas 42 categorias profissionais passam para seis no novo regime de vínculos e carreiras da administração pública. Uma reforma que se aplaude. Portugal precisa de ser mais competitivo. Podemos fazer mais e melhor com menos recursos públicos. Claro que o Governo tem de estar preparado para a habitual contestação de quem não quer perder "direitos adquiridos", não abdicando de prosseguir com as reformas necessárias. Foi para isso que a maioria dos portugueses lhe concedeu o seu voto.

Simply Red - Stars

Publicada por José Manuel Dias

Avaliação dos Professores: perguntas com respostas

Publicada por José Manuel Dias


Porque é importante avaliar os professores? Como era o anterior sistema de avaliação? Porque é que se alterou o sistema de avaliação sem ele ter sido avaliado? Quem avalia os professores?
O que se avalia no desempenho dos docentes? Como se faz a avaliação? Quem define os objectivos? Que objectivos são considerados? Porque não se simplifica o processo de avaliação?
Quem elabora os instrumentos de avaliação? Quem controla a qualidade das fichas? Porque é que este modelo de avaliação prevê a observação de aulas? Que critérios devem ser considerados na observação das aulas? Estas perguntas e outras mais, têm resposta aqui.
Depois de conhecer em detalhe o processo de avaliação dos professores, somos tentados a dizer que há muita gente a pronunciar-se sobre o que não conhece e a tentar lançar confusão. Teodora Cardoso, em artigo no Jornal de Negócios, resume de forma lapidar a verdadeira dimensão do problema:" A prestação de contas e a avaliação do desempenho são parte integrante de sistemas de organização social complexos que exigem que as parcelas que os compõem disponham de autonomia de decisão, dentro de limites definidos, e prestem contas do uso que dela fazem". Eu subscrevo e você?

35.035 Visitas

Publicada por José Manuel Dias


O Cogir atingiu hoje 35.035 visitas. Portugal, Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Angola, Moçambique, Inglaterra, Espanha e França foram os países quer mais contribuíram para este número.
A todos quantos por aqui têm passado o meu obrigado. Voltem sempre!

Os portugueses são dos que menos andam a pé...

Publicada por José Manuel Dias



A distância percorrida por ano por cada um fica-se pelos 342 quilómetros, contrastando com os 457 dos luxemburgueses e os 382 da média europeia. Por cá, hábitos saudáveis e ecológicos, como andar a pé ou de bicicleta, ainda são raras excepções.
As conclusões são do último relatório da Agência Europeia do Ambiente, que coloca Portugal como o país onde menos se anda a pé ou se usa a bicicleta como transporte. Enquanto os outros europeus percorrem em média 188 quilómetros por ano de bicicleta, os portugueses não chegam aos 30. Pelo contrário, continuamos a optar pelo transporte individual, preferindo levar o carro para o trabalho em vez de irmos de comboio, autocarro ou metro. Comparando o uso do automóvel em 1990 com 2004, concluímos que subiu dos 54,6% para os 68,7%. No mesmo período, usámos menos o comboio e o autocarro. As consequências destes hábitos reflectem-se na saúde e no ambiente. E, em última instância, na carteira.
Ler na íntegra no DN, de ontem, aqui.
Está visto. Existe muita boa gente a protestar sem razão: ou ganha mais do que merece ou a gasolina está barata!

Leonard Cohen: The Stranger Song

Publicada por José Manuel Dias

Ler na rede: professores e avaliações

Publicada por José Manuel Dias


Experiência, Vital Moreira
Mal estar docente, João Miranda
Alguém viu ontem a Ministra? Luis Aguiar-Conraria
Opiniões diferentes sobre a mesma questão: a avaliação de desempenho dos professores. Vale a pena conhecer. A cada um a sua opinião. A educação é um problema de todos. Afinal, se somos accionistas do Estado, temos o direito (e o dever) de conhecer o desempenho dos serviços públicos.

A rentabilidade das empresas

Publicada por José Manuel Dias


A rentabilidade é uma condição necessária paraa existência de uma empresa e um meio para alcançar fins mais importantes, mas não é o fim em si para muitas das empresas visionárias. O lucro está para elas como o oxigénio, a alimentação, a água e o sangue para o corpo. Não são a razão de ser da vida, embora sem elas não haja vida.
Retirado de " De excelente a líder", Jim Collins e Jerry Porras, Casa das Letras, Cruz Quebrada (2007)

Andrea Bocelli - Canto Della Terra

Publicada por José Manuel Dias

O terceiro sector

Publicada por José Manuel Dias


No início da década de 1980, Pierre Rosanvallon anunciava, em França, aquilo que os economistas já tinham começado a prever – a crise do Estado-Providência. Essa crise era, antes de mais, crise financeira do Estado, pois a transição demográfica associada ao aumento da esperança de vida e à acrescida extensão e generalização dos direitos sociais (por exemplo, subsídios de desemprego e doença e pensões de reforma), exigia uma proporção crescente de despesas públicas nas funções sociais e, com ela, a necessidade de níveis crescentes de impostos e de contribuições para a segurança social dificilmente sustentáveis. Para além do anúncio da crise, Pierre Rosanvallon tornava claro que se devia evitar a falácia de se considerar que as alternativas eram apenas mais Estado ou mais mercado. O reforço do puro estatismo levaria garantidamente a uma insolvência a prazo; por seu lado, o caminho da privatização das funções passíveis de serem privatizáveis (saúde e pensões de reforma, por exemplo) poderia significar a regressão dos objectivos redistributivos e de justiça social subjacentes à própria noção de Estado-Providência. O caminho passaria então por um reforço da sociedade civil: por um renascimento das solidariedades pessoais, pela participação de cada cidadão e pela assumpção por parte do terceiro sector de algumas das funções Estado.
João Wengorovius Meneses, Gestor na ONG TESE, no Diário Económico desta data. Ler na íntegra aqui.

As melhores Universidades do Mundo

Publicada por José Manuel Dias


No Ranking das 400 melhores Universidades do Mundo, ver aqui, verifica-se o domínio das Universidades americanas e inglesas. Esta situação não será fruto do acaso. Alguns apontam como possíveis causas: o domínio do inglês como idioma do mundo académico e dos negócios, a excelência das instituições e um modelo de governação mais ajustado que favorece a competição, atraindo os mais capazes, quer ao nível de docentes quer de estudantes. Não sei se assim é mas é bom que se conheça o que fazem os melhores e como o fazem. Deixo aqui o link, para todas as Universidades americanas. Se as nossas Universidades copiassem as boas práticas ficaríamos todos a ganhar.
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