Uma das minhas preferidas...
"Estimativa Rápida do Produto Interno Bruto (PIB) aponta para um crescimento de 2,0%, em volume, no 4º trimestre de 2007 face ao período homólogo de 2006, acelerando em relação ao registado no trimestre anterior (1,7%). Relativamente ao trimestre anterior, e igualmente em termos reais, o PIB terá crescido 0,7% no 4º trimestre.Para o conjunto do ano 2007, o PIB aumentou 1,9% em volume, mais 0,6 pontos percentuais do que em 2006."
Mais detalhes no INE.
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"A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2007 foi de 7,8%. Este valor é inferior ao observado no período homólogo de 2006, em 0,4 pontos percentuais (p.p.), e ao observado no trimestre anterior, em 0,1 p.p.. A população desempregada foi estimada em 439,5 mil indivíduos, verificando-se um decréscimo de 4,2%, face ao trimestre homólogo, e de 1,1%, em relação ao trimestre anterior. O número de empregados aumentou 0,9%, quando comparado com o mesmo trimestre de 2006, mas diminuiu 0,2%, relativamente ao trimestre anterior.Em média, em 2007, a taxa de desemprego foi de 8,0%, o que se traduziu por um acréscimo de 0,3 p.p. face ao ano anterior. A população desempregada situou-se em 448,6 mil indivíduos, tendo aumentado 4,9% em relação ao ano anterior. A população empregada registou um acréscimo anual de 0,2%."
Mais detalhes no INE.
O INE divulgou ontem os Indicadores Sociais relativos a 2006. Vale a pena saber o que nos está a acontecer. Vejamos o que nos aconteceu entre 2000 e 2006.
- somos mais (crescemos 3,3%);
- o envelhecimento da população continua (pessoas com mais de 65 anos são 17,3% contra 16,4%);
- casamos mais tarde (29,1 anos contra 27,5 anos, nos homens, e 25,5 para 27,5 anos, nas mulheres);
- o número de famílias sem filhos continua a aumentar ( 39,8% para 42,8%);
- os divórcios aumentaram de 1,9%o para 2,2%o;
- melhorámos a nossa formação (49,6% da população entre os 20 e 24 anos completou o secundário, anteriormente a taxa fixou-se em 43,3%);
- o número de alunos universitários diminuiu mas os que frequentam estudos de pós graduação, mestrado ou doutoramento aumentou;
- o número de diplomados ano aumentou de 61.140 para 71.828, representando agora as mulheres mais de 65%;
- melhorámos a taxa de actividade, em 2006 foi de 52,7% o que traduz um aumento de 1,7 pontos percentuais;
- temos mais reformados por cada 100 empregados, 32 contra 30;
- a taxa de pobreza após transferências sociais diminuiu em 2006, é mais baixa 2 p.p. do que a que se registava em 2004 (20%).
É esta a realidade que temos. Estes dados não merecem títulos de jornais mas condicionam o nosso futuro. Efeitos e causas de políticas públicas. Vale a pena reflectirmos sobre estas mudanças.
Este estudo centra-se na análise dos rácios custo/proveito dos diferentes bancos, calculados segundo uma metodologia homogénea e sistemática, que anula os aspectos mais criativos utilizados na contabilidade bancária. Ou seja, retirados certos “efeitos especiais” de tipo mais “cinematográfico”, verifica-se que os grandes bancos portugueses não conseguiram acompanhar o enorme esforço de melhoria da eficiência que foi seguido pelos seus pares espanhóis. Este aspecto contrasta com as elevadas margens que a banca nacional regista nos mercados de depósitos (entre as maiores da Europa) e as sucessivas subidas de comissões. O que significa que o problema não estará nos preços praticados, os quais se situam ao nível (e nalguns casos acima) do praticado no resto da Europa, mas sim na estrutura de custos e na capacidade de lançamento de mais e melhores produtos que aportem valor para o cliente. No que diz respeito aos custos, os bancos portugueses enfrentam claras desvantagens ao nível da distribuição, com redes de balcões sobre-dimensionadas para a dimensão da população.
Ninguém duvida que o desempenho dos Bancos melhorou muito nas duas últimas décadas, só que nesse período os concorrentes europeus, também, não estiveram parados. É preciso fazer mais e melhor, com menos custos. E não é só no sector bancário... Muitos ainda não perceberam que o futuro só pertence aos melhores e que os muito bons são melhores que os bons. O futuro encarregar-se-á de lhes explicar...
Aprendemos desde muito cedo que o homem é um animal racional. Sabemos, no entanto, que muitas das nossas escolhas são ditadas por impulsos de momento. É o caso de muitas das compras que fazemos, sem ponderar muito (ou nada, mesmo). De entre essas compras podemos incluir as pastilhas elásticas, jornais, revistas, bebidas... Olhamos, agrada-nos , compramos, sem pensar se realmente precisamos ou se existe alternativa adequada a melhor preço. Basta-nos saber que o preço é baixo. Sucede, no entanto, que um valor unitário baixo, repetido muitas vezes, traduz-se num valor total expressivo. Vejamos o caso de uma pessoa que toma 2 cafés por dia e compra um jornal diário, gastando em média 2 euros. Admitindo que estes gastos se circunscrevem aos dias de trabalho, temos uma média de 10 euros, por semana, o que dá 40 euros por mês, 440 euros por ano. Um número que dá que pensar...
Ora bem, para contrariar esta tendência natural, um amigo sugeriu-me há dias que todos nós devíamos a utilizar a regra do "Conte até 10", de modo a reforçarmos a racionalidade das nossas compras. A questão a que devemos dar resposta é: será que preciso mesmo de comprar? Parece uma coisa básica é certo mas se nos ajudar a poupar uns Euros já valeu a pena. O meu amigo diz que já tem um mealheiro quase cheio. Bebia 2 cafés, passou a beber só um, fumava um maço de cigarros por dia, reduziu para metade e passou a partilhar a leitura do jornal com os colegas de trabalho.
A música volta ao Cogir...
O Primeiro-ministro José Sócrates anunciou hoje o lançamento de 180 novas medidas para a modernização da Administração Pública (AP), depois da execução bem sucedida das medidas lançadas no ano passado, dando prosseguimento à política de redução da burocracia na Administração Pública, iniciada em 2005.
A realidade demonstra que estamos a assistir a uma revolução silenciosa no modo de funcionamento da Administração Pública. Apenas alguns exemplos de medidas que beneficiaram os cidadãos: 365 mil passaportes electrónicos emitidos ou os 22 mil recém-nascidos que já foram registados na Maternidade, evitando a deslocação dos pais ao Registo Civil. De acordo com o Primeiro Ministro, José Sócrates, este processo de modernização «é um trabalho sem fim, que não se acaba em uma ou duas legislaturas».
Os interessados em candidatarem-se a ajudas comunitárias no âmbito do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) podem consultar este site onde estão indicados os incentivos disponíveis e os formulários de candidatura...
O Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) prevê a entrada em Portugal, nos próximos seis anos, de 21,5 mil milhões de euros de fundos comunitários. A este valor deve estar associado um investimento total (de privados e do Estado Português) de 44 mil milhões de euros.
As despesas dos projectos aceites são elegíveis desde Janeiro de 2007 e o dinheiro do QREN que for atribuído pode ser gasto em 2007 e nos 3 anos seguintes.
As despesas dos projectos aceites são elegíveis desde Janeiro de 2007 e o dinheiro do QREN que for atribuído pode ser gasto em 2007 e nos 3 anos seguintes.
Não despedicemos, pois, a nossa energia com questões menores. Aproveitemos esta oportunidade para tornar o nosso país mais competitivo, pois não haverá outras ajudas desta dimensão de fundos da UE.
Nasceu a necessidade de um novo paradigma na avaliação dos riscos de crédito em geral e dos hipotecários em particular. Durante muito tempo pensou-se que a garantia real subjacente ao empréstimo hipotecário seria suficiente para fazer face a um incumprimento contratual definitivo por parte do mutuário. Acreditava-se que com a execução da hipoteca, o valor aí apurado seria suficiente para ressarcir a entidade credora do serviço da dívida (valores vencidos, juros de mora e capital vincendo).O que esta crise no lado de lá do Atlântico veio confirmar é que tal poderá não ser suficiente. Mesmo num país em que a aceitação de risco se paute por critérios bem mais exigentes e conservadores, perante uma dificuldade extensiva a parte significativa dos mutuários, e com execuções de hipotecas massivas, o mercado fica inundado de imóveis. Aí com a procura parcialmente satisfeita e com a outra parte endividada, a tendência será para um excesso de oferta e nestas ocasiões, cumprindo-se o enunciado da lei da procura e da oferta, o preço cai e para valores abaixo do valor de financiamento, situação que vai criar desequilíbrios graves na conta de demonstração de resultados. É aqui que encaixa o novo paradigma – a hipoteca já não poderá ser vista de forma isolada, pelo contrário, um empréstimo hipotecário deverá ser sempre confortado e acompanhado com outro tipo de garantias acessórias.
Ninguém duvida que a corrupção tem efeitos negativos sobre o crescimento económico. Funciona como um desincentivo quer ao investimento nacional quer ao investimento estrangeiro. Pode distorcer a composição da despesa pública. Como pode contribuir para a falta de qualidade das infraestruturas do país. E para a falta de qualidade dos serviços públicos. E afectará, por certo, o volume de impostos.
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Portugal encontra-se na 28ª posição do índice de Percepção da Corrupção 2007, da Transparency International. A par da Estónia. A Dinamarca ocupa a primeira posição, ‘ex aequo’ com a Finlândia e a Nova Zelândia. Imediatamente a seguir distingue-se Singapura. Que não está imune à corrupção. Mas que a combate de forma agressiva. Foram aí julgados 172 casos em 2004. Um episódio simples chega para revelar uma cultura de integridade pública. Na recente época natalícia uma empresa enviou uma garrafa de vinho de qualidade às chefias dum departamento governamental. Uma semana depois a empresa recebeu uma carta agradecendo a gentileza, mas referindo que a oferta seria enviada à sua direcção geral que seguiria os procedimentos constantes do Government Instructional Manual (GIM). A exposição em local público das ofertas, ou a entrega a instituições de caridade, estão ali prescritas.
Vale a pena conhecer o que Singapura fez. Entre outras iniciativas criou criou o Corrupt Practices Investigation Bureau , definiu "guidelines" sobre o envolvimento dos deputados em actividades empresariais e um código de conduta e disciplina dos funcionários públicos. Portugal pode copiar as práticas que têm produzido bons resultados...
O mundo vai crescer menos que o esperado em 2008. A crise financeira gerada nos Estados Unidos repercute-se noutros países. Estas são as novas previsões do FMI. De acordo com o Fundo Monetário Internacional, a área do euro deverá crescer 1,6% em vez dos 2,1% preconizados em Outubro. As metas de crescimento do Governo podem revelar-se excessivamente optimistas...
A apresentação do livro «Estado, Sociedade Civil e Administração Pública – Para um novo paradigma do serviço público» no próximo dia 19 de Fevereiro, às 18h00, no Auditório da Livraria, vai estar a cargo do Prof. Artur da Rosa Pires, coordenador do Centro de Estudos em Governação e Políticas Públicas e do Dr. João Cândido da Silva, Sub-Director do Jornal de Negócios.
Para o Prof. José Manuel Moreira, «o livro pretende ser um contributo para todos quantos – do mundo académico ao mundo político – aspiram a um novo paradigma de serviço público, mas também a políticas públicas, capazes de animar a liberdade e a responsabilidade da sociedade civil e de incentivar a qualidade da democracia e da governação».
Para o Prof. José Manuel Moreira, «o livro pretende ser um contributo para todos quantos – do mundo académico ao mundo político – aspiram a um novo paradigma de serviço público, mas também a políticas públicas, capazes de animar a liberdade e a responsabilidade da sociedade civil e de incentivar a qualidade da democracia e da governação».
A não perder...
A Cleópatra atribuiu a distinção de "Blogue de Elite" ao Cogir. Registamos o facto com satisfação. Saber que merecemos a sua leitura enche-nos de orgulho. Sabemos que é exigente. A sua escolha tem, por isso, sabor redobrado.
Compete-nos, agora, escolher cinco blogues. Aqui ficam eles (por ordem alfabética):
A Barbearia do Senhor Luís
Divas e Contrabaixos
A Barbearia do Senhor Luís
Divas e Contrabaixos
Porque hoje é sábado...
Numa lista de 149 países, Portugal ocupa a 18.ª posição em termos de performance ambiental, de acordo com o Environmental Performance Índex 2008 (EPI), divulgado pelo Fórum Económico Mundial. No contexto da União Europeia, Portugal situa-se em 11.º, à frente de países como Itália, Dinamarca, Espanha, Luxembburgo ou Holanda.
Nas categorias de qualidade ambiental, poluição do ar, água, recursos naturais e alterações climáticas, o país ultrapassa com distinção a média europeia, embora esteja ligeiramente abaixo da média em termos de biodiversidade e habitat. O primeiro lugar deste ranking é ocupado pela Suíça, seguindo-se a Suécia, a Noruega, a Finlândia e a Costa Rica. O Brasil está na 35.ª posição, os Estados Unidos da América ocupam a 39.ª posição e a China a 105.ª posição.
O EPI 2008 é produzido por uma equipa de especialistas das Universidades americanas de Yale e Columbia, que avalia a qualidade ambiental e a vitalidade do ecossistema em cada país.
Nas categorias de qualidade ambiental, poluição do ar, água, recursos naturais e alterações climáticas, o país ultrapassa com distinção a média europeia, embora esteja ligeiramente abaixo da média em termos de biodiversidade e habitat. O primeiro lugar deste ranking é ocupado pela Suíça, seguindo-se a Suécia, a Noruega, a Finlândia e a Costa Rica. O Brasil está na 35.ª posição, os Estados Unidos da América ocupam a 39.ª posição e a China a 105.ª posição.
O EPI 2008 é produzido por uma equipa de especialistas das Universidades americanas de Yale e Columbia, que avalia a qualidade ambiental e a vitalidade do ecossistema em cada país.
As boas noticias chegaram, finalmente, ao crédito à habitação. A Euribor, principal referência no cálculo das prestações da casa, voltou a descer em Janeiro. Resultado: os empréstimos estão mais baratos para quem revê o crédito à habitação este mês de Fevereiro, refere o «Diário Económico».
Ao todo são 25 euros a menos em relação à última revisão, que aconteceu em Novembro de 2007. Nessa altura, quem tivesse um empréstimo de 200 mil euros, a 30 anos, indexado à Euribor a três meses (e incorporando um «spread» de 1%), estaria a pagar 1.036,92 euros, por mês.
Hoje, os números mudaram. A mesma pessoa só irá pagar 1.012,42 euros pela sua prestação. Ou seja, quase 25 euros a menos.
A justificação para a descida da Euribor é simples: os mercados acreditam que o problema da inflação é temporário e que o abrandamento da economia europeia será real a médio prazo.
Ao todo são 25 euros a menos em relação à última revisão, que aconteceu em Novembro de 2007. Nessa altura, quem tivesse um empréstimo de 200 mil euros, a 30 anos, indexado à Euribor a três meses (e incorporando um «spread» de 1%), estaria a pagar 1.036,92 euros, por mês.
Hoje, os números mudaram. A mesma pessoa só irá pagar 1.012,42 euros pela sua prestação. Ou seja, quase 25 euros a menos.
A justificação para a descida da Euribor é simples: os mercados acreditam que o problema da inflação é temporário e que o abrandamento da economia europeia será real a médio prazo.
Fonte: Agência Financeira
QUERER SER empreendedor significa fazer opções essenciais no domínio do balanço entre actividades profissionais, desportivas, familiares para evitar ser uma pessoa estranha, isolada na vida. Não pode ser um eremita estranho nos comportamentos, isolado num convento ou laboratório. A diversidade de vivências é um elemento essencial para que de repente, “caia do céu” uma solução ou quase solução. Às vezes é quase um só sinal (a maçã a cair da árvore) para que muitos sacrifícios e estudos anteriores, de repente, façam sentido para encontrar uma lei (teoria da gravidade, ou lei da correlação da massa e energia).
O empreendedor nunca é derrotado para sempre e espera sempre pelo tal “click” que, de repente, junta várias ideias próprias, ou de outros, e é capaz de transformar tais ideias num produto, ou processo, ou novo serviço.
O empreendedor nunca é derrotado para sempre e espera sempre pelo tal “click” que, de repente, junta várias ideias próprias, ou de outros, e é capaz de transformar tais ideias num produto, ou processo, ou novo serviço.
[...]
Para terminar e comentando o título que me foi dado, direi que um empreendedor não se faz, mas FAZ-SE.
Para terminar e comentando o título que me foi dado, direi que um empreendedor não se faz, mas FAZ-SE.
A actual crise financeira desencadeada pelo colapso da bolha imobiliária, nos Estados Unidos, marca também o fim de uma era de expansão do crédito assente no dólar como a moeda de reserva internacional.É uma tempestade muito maior do que qualquer outra ocorrida desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Para compreender o que está a acontecer, precisamos de um novo paradigma. Esse paradigma está disponível na teoria da reflectividade que propus pela primeira vez, há 20 anos, no meu livro "The Alchemy of Finance" (A Alquimia dasFinanças).
"Arrisco mesmo: a remodelação, se houver, vai ser tudo menos radical. Os verdadeiros pesos continuarão por lá e as mexidas não serão profundas. Não porque Sócrates não saiba o que deve fazer, mas porque entende que não o deve fazer agora. Ganharia pouco ou nada com isso e faz mais sentido deixar as medidas radicais para os momentos em que se pode mudar tudo numa vida. E há muito poucos momentos assim".
O Governo quer baixar os encargos com a dívida pública e captar recursos junto das famílias a um custo mais baixo? Os contribuintes devem agradecer a preocupação com a boa gestão do dinheiro que entregam ao Estado. Mas, sendo muito ou pouco, é apenas isso que está em causa. Se os investidores se derem ao trabalho de comparar a rendibilidade previsível dos novos certificados com algumas soluções concorrentes, são bem capazes de fazer o jeito de os ir deixando agonizar.
A obesidade é uma doença que continua a aumentar no nosso país. 39,4% dos portugueses têm sobrecarga de peso, enquanto que 2,4 têm peso a menos (estando em risco de contrair doenças como a anorexia nervosa), conclui o Estudo da Prevalência da Obesidade em Portugal, liderado pela investigadora Isabel do Carmo, que será apresentado hoje, no âmbito do IX Congresso Português de Endocrinologia, que tem lugar até domingo.
Semanário Expresso, desta data.
A questão da obesidade merece ser estudada com profundidade. É uma questão de saúde pública. Quem não tem cuidado com a alimentação acaba por ter graves problemas de saúde (hipertensão, diabetes, doença coronária ou acidente vascular cerebral). As escolas podem (e devem) ter um papel nuclear na formação de cidadãos responsáveis. Comer mal, exagerando nos doces, não prejudica apenas o próprio. Penaliza-nos a todos, via aumento de recursos finanaceiros afectos ao Sistema Nacional de Saúde. Prejudica, de igual modo, a qualidade de vida do grupo familiar em que se está inserido. Em tempos já abordámos esta questão, ver aqui. A discussão suscitada, na altura, merece ser recuperada. Obesidade: doença ou maus hábitos?
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