Top ten

Publicada por José Manuel Dias

Serviço Público Sustentável

Publicada por José Manuel Dias


É muito fácil defender mais serviço público, mais escolas, mais hospitais, mais exames grátis e remédios comparticipados, mais transportes públicos, mais tribunais, mais esquadras e polícias, mais apoio aos deficientes, às mulheres, às crianças, aos idosos, aos imigrantes e emigrantes, aos estudantes, aos que têm famílias numerosas, aos que ainda não entraram no mercado de trabalho, à requalificação, às empresas, aos agricultores, aos exportadores, aos investigadores, etc., etc. E ao mesmo tempo até menos impostos! Mas discutir nestes termos o serviço público é não discutir coisa nenhuma. E, nas condições actuais, essa é a forma menos responsável de contribuir, de facto, para um serviço público sustentável.
Maria Manuel Leitão Marques, em artigo de opinião no Diário Económico desta data, para ler na íntegra aqui.

À espera do Estado

Publicada por José Manuel Dias


Porque é que em Portugal, ao contrário do que é a tendência crescente nos EUA e em muitos países europeus, tão poucos empresários e quadros superiores se envolvem em directamente em actividades culturais ou de solidariedade social? Porque é que tão poucos alunos do ensino superior fazem trabalho voluntário? Falta de tradição? Continuaremos todos à espera do Estado?
Um artigo de opinião de Manuel Caldeira Cabral que nos questiona. A ler na íntegra aqui.

Tratado de Lisboa

Publicada por José Manuel Dias

O Tratado de Lisboa, que define uma nova arquitectura institucional para a União Europeia, foi assinado ontem, no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa. Um marco histórico. Um momento em que Portugal mais uma vez , dá novos mundos ao Mundo. Foi aqui.

Estabilidade ou independência?

Publicada por José Manuel Dias


"Um empreendedor não é apenas a pessoa que cria o seu próprio emprego, mas sim aquele que assume o desafio de criar uma organização inovadora e, até, emprego para outros". No Semanário Económico desta semana, três empreendedores explicitam-nos este conceito, partilhando as suas experiências na criação do seu próprio negócio. Ver aqui.

Novo Programa de Estabilidade e Crescimento

Publicada por José Manuel Dias


O novo programa 2007 a 2011 foi divulgado. Assinala-se a continuidade do processo de consolidação orçamental, com adopção de medidas estruturais de contenção da despesa pública e de redução do seu peso no PIB, a par da melhoria da eficiência fiscal, nomedadamente através do combate à fraude e evasão fiscais.
Alguns dados constantes da informação disponibilizada pelo Ministério das Finanças e da Administração Pública:
Efectivos da Administração Pública- Entradas 14.123, Saídas - 28.915, Saldo - (14.792).
Ambiente de Negócios, de acordo com a Doing Business do Banco Mundial: 37ª posição ( subida de 3 lugares relativamente ao ano anterior).
Global E-Government, da responsabilidade da Universidade de Brown, que procura medir, ao nível dos sites governamentais, o grau de disponibilização de conteúdos e serviços on-line e qualidade de acesso, subida de 48ª para 7ª posição do Ranking.

Professor Emanuel Leite (4)

Publicada por José Manuel Dias


Publicamos hoje o mais um texto do Professor Emanuel Leite para a divulgação do Empreendedorismo. Depois de "O que é o empreendedorismo? (parte I)", "O que é o empreendedorismo?(parteII)", "Ecoempreendedorismo" publicamos hoje "Virtudes de um bom empreendimento". Um texto imperdível para quem quer saber com que constrangimentos o empreendedor se debate, qual o segredo de uma boa implementação de uma boa ideia e quais as características comuns que encontramos nos grandes empreendedores.

Virtudes de um bom empreendimento

Publicada por José Manuel Dias

Uma boa idéia é importante; o capital, também. Porém o que mais importa é o potencial das pessoas.
O processo empreendedor pode ser representado como um triângulo invertido, em que o ponto de apoio (o vértice de baixo) é o empreendedor; no vértice de cima a direita está o capital e no esquerdo, o projeto ou a idéia. Todo processo empreendedor integra estes três componentes. Quando um empreendimento não é bem-sucedido, sempre se deve à pelo menos uma destas três razões, ou alguma combinação entre elas: o empreendedor não foi bem, não obteve o capital ou o projeto empreendido era o equivocado.
O triângulo se apóia no próprio empreendedor. De sua firmeza depende, em grande parte, que o modelo não se desmorone. O empreendedor brilhante sempre levanta as fontes de capital necessárias para conceber um grande projeto, mesmo diante de uma conjuntura desfavorável.
O PROBLEMA NÃO É O CAPITAL.
Existem casos nos quais o empreendedor tem acesso ao capital desde o início. Todavia isso não lhe garante ter a idéia adequada e menos ainda, que venha a ser um excelente empreendedor. A experiência indica (e isto não é de modo algum uma regra se não uma simples observação empírica) que muitos filhos de pais ricos têm idéias e capital de sobra, contudo falham em sua paixão e compromisso com o empreendimento que pretendem criar. Carecem de determinação, firmeza para empreender, e isso é crucial na hora de encarar dificuldades.
O PROBLEMA NÃO É A IDÉIA.
Em relação ao projeto, salvo poucas exceções, as boas idéias não são originais a 100%. Muitos empreendedores cometem um grave erro ao crer que sua idéia deve ser única. E, quando a encontram, são tomados pelo temor de que todo o mundo queira a “roubar”. Assumem então uma atitude “super protetora” de sua idéia, a atuar um pouco a maneira dos agentes secretos dos filmes de espionagem.
Em lugar de sair a apresentar e contrastar a idéia com o mercado, com especialistas da indústria, a protegem ao tal ponto que nunca reúnem a informação necessária para saber se é um bom projeto. Pode resultar duas coisas: levar adiante sua idéia sem uma boa compreensão do mercado (e fracassar) ou o projeto nunca se concretiza (fracassar sem tentar).
O SEGREDO DA IMPLEMENTAÇÃO.
Seguramente, Quando Bill Gates pensou em desenvolver software para computadores pessoais, tinham outras milhões de pessoas que pensaram o mesmo. O que o diferenciou? Parafraseando a Peter Drucker: “Por uma idéia pago 5 reais; por uma implementação, pago uma fortuna!”. O segredo não está em perguntar “qual é sua idéia?” Sim em responder “o que vai fazer que você e sua equipe possam transformar essa idéia em algo de sucesso”.
Por isso o triângulo do processo empreendedor aparece invertido: porque a base de todo é a qualidade da equipe do empreendedor.
NASCE-SE OU SE FAZ? Se a chave é o próprio empreendedor e sua capacidade, a pergunta é como podemos formar empreendedores. Há pessoa que dizem que é impossível modificar certas características inatas, e que isto é o determinante na hora de empreender. Por outro lado, outros asseguram que “tudo se faz, nada é inato, tudo se pode desenvolver”.
Podemos destacar as características comuns que encontramos nos grandes empreendedores que são: ter uma visão clara do negócio e permitir-se sonhar com ela; assumir um papel de protagonista; ter uma atitude de contínua aprendizagem; desenvolver a auto-estima para obter maior firmeza nas decisões; enamorar-se de seu projeto com um compromisso incondicional; aprender a trabalhar em equipe; assumir riscos para alcançar a independência e, sobretudo, divertir-se no processo dos próprios acertos e erros.
Este texto é da responsabilidade do Professor Emanuel Leite e foi-me enviado por mail com o propósito de ser publicado no COGIR

Angola, Portugal e crescimento económico

Publicada por José Manuel Dias


José Sócrates visitou Angola em 2006, acompanhado de de 77 empresários, cinco ministros e cinco secretários de Estado. Criticado por uns tantos, aplaudido por muitos, antecipou uma realidade. Inscrever Angola nas nossas prioridades foi um acto de visão estratégica. Angola é uma país com grandes potencialidades, carente de investimentos em todas as áreas. As portas que abriu têm-se traduzido em acréscimos significativos no nossos comércio externo.
A revista Economist dá-nos, agora, nota que Angola será o país que mais crescerá economicamente em 2008 no mundo, nada menos de 21%. Portugal não pode deixar de aproveitar a vantagem competitiva que tem em relação a muitas das potências económicas: a Língua Portuguesa. Há que incrementar relações a vários níveis que se traduzam em benefícios para os povos e economias de Portugal e Angola.
Já agora, se repararem na perspectiva que a prestigiada revista aponta para Portugal verão o número: 2,1%, quase o mesmo que as previsões orçamentais. Claro que é apenas mas uma previsão mas é já uma chatice para os que gostam de "dizer mal de nós...".

Ecos da Cimeira UE - África

Publicada por José Manuel Dias

Os Portugueses e as TIC

Publicada por José Manuel Dias


Não serão números espectaculares, sobretudo se comparados com os nossos pares da UE, mas o crescimento verificado nos dois últimos anos revela que, neste domínio, estamos a "colocar o pé no acelerador". Tem dúvidas? É só confirmar pela leitura da informação infra, disponibilizada pelo INE:

Economia: as previsões da OCDE

Publicada por José Manuel Dias


A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) prevê que a economia mundial deve desacelerar em 2008 com o esfriamento nos mercados imobiliários e o aperto nas condições de crédito. Já no que concerne a Portugal, a OCDE prevê que o crescimento da economia acelere para dois por cento no próximo ano, ultrapassando a Zona Euro pela primeira vez em sete anos.
Estas previsões caem como "sopa no mel" para o Governo de José Sócrates. Um incentivo adicional para prosseguir com as reformas. Uma má notícia para os arautos da desgraça. Uma excelente notícia para os portugueses.

Novos caminhos públicos

Publicada por José Manuel Dias


Vital Moreira, em artigo de opinião publicado no Diário Económico desta data, analisa o novo modelo de gestão da rede rodoviária nacional recentemente adoptado e conclui:
- o novo modelo de gestão da rede rodoviária nacional obedece manifestamente aos requisitos da moderna teoria da gestão de obras e serviços públicos, baseada na empresarialização e na “comercialização” das entidades gestoras, na separação entre o Governo e os operadores públicos, na regulação das relações entre ambos por contratos de concessão, na construção de infra-estruturas públicas por via de parcerias público-privadas de longa duração, no financiamento das obras e serviços públicos pelos beneficiários, na autonomização da função reguladora do Estado.

De excelente a líder

Publicada por José Manuel Dias


O livro, com o título original "Built to last", já vendeu 3,5 milhões de exemplares. Ao longo das suas 436 páginas tenta dar resposta a uma questão simples: o que distingue as empresas verdadeiramente extraordinárias das outras? Os autores, Jim Collins e Jerry Porras, analisaram 18 empresas excepcionais e duradouras - algumas com quase cem anos de existência - traçam o respectivo perfil histórico, estrutural, filosófico e a respectiva performance, efectuando uma comparação entre as chamadas empresas visionárias - instituições líderes - e aquelas que são consideradas bem sucedidas. As conclusões que apresentam no livro derrubam muitos dos mitos do sucesso. O que torna as empresas visionárias são determinadas práticas, como por exemplo, dar a ferramenta em vez da solução ou, mais do que pensar nos lucros, ter uma ideologia. De leitura obrigatória para quem se interessa por temas de gestão.

Leituras de fim de semana

Publicada por José Manuel Dias

A Greve geral e as nossas bailarinas

Publicada por José Manuel Dias


O editorial do Diário Económico de hoje, da responsabilidade de André Macedo, dá-nos nota que "Há greve geral amanhã. O país vai parar. Na verdade, não vai parar, andará mais devagar, talvez a passo". Diz-nos que França já teve, também, a sua greve geral "Paralisação dos transportes, os serviços públicos bloqueados, as empresas privadas com quebras na produtividade. Ou seja, dias perdidos, os nervos em franja de um país inteiro, mais violência e carros queimados nas ruas. Feitas as contas, a economia francesa perdeu 0,1% do PIB por uma exigência injusta de um grupo de amotinados ". E porque protestam os franceses? Defendem o que não é defensável, estribando-se nos direitos adquiridos. Alguns velhos de séculos, como os das bailarinas da corte de Luis XIV. Enquanto na França, com a mais alta taxa de desemprego da Europa, se vivem momentos de turbulência social o que é se passa no país onde Sócrates participa nas próximas horas na cimeira UE-Ásia? "Há greves? Também, claro, é um direito importante para o equilíbrio das sociedades democráticas e a Índia é a maior democracia do planeta. No entanto, mais do que greves, aqui impõe-se a energia do trabalho. É preciso criar riqueza, assumir os riscos, investir. É preciso sobreviver". Os crescimento anual ultrapassa os dois dígitos. Uma grande alavanca humana, cada vez mais qualificada, cria diariamente riqueza. De facto "na Índia não há petróleo: há trabalho. A Europa em geral – e Portugal em particular – deveriam olhar menos para os direitos adquiridos e mais para a revolução que está a acontecer aqui ao lado". A globalização da economia é um dado adquirido e os nossos direitos têm de compaginar-se com os nossos deveres. Se não aprendermos por nós, os indianos e os chineses encarregar-se-ão de nos explicar.

Professor Emanuel Leite (3)

Publicada por José Manuel Dias


Publicamos hoje o terceiro contributo do Professor Emanuel Leite para a divulgação do Empreendedorismo. Depois de "O que é o empreendedorismo? (parte I)" e "O que é o empreendedorismo? (parteII)", apresentamos o texto "Ecoempreendedorismo". No texto o Professor Emanuel Leite alerta-nos para uma necessidade "Atualmente, qualquer indivíduo que possua vontade de ser ecoempreendedor precisa ter a visão de que os negócios são para gerar riquezas e não destruí-las." e abre-nos janelas " Para solucionar os problemas ambientais existentes encontrará inúmeras oportunidades para se trilhar pelas rotas do ecoempreendedorismo". Conclui referindo "O ecoempreendimento ambiental representa a nova fronteira de mais visão e pioneirismo que os negócios tradicionais. Além disso, requer uma série de valores e uma ética que infelizmente cada vez é mais difícil de encontrar no mundo dos negócios hoje". Um artigo merecedor de leitura cuidada.

Ecoempreendedorismo

Publicada por José Manuel Dias

Atualmente, qualquer indivíduo que possua vontade de ser ecoempreendedor precisa ter a visão de que os negócios são para gerar riquezas e não destruí-las. Para solucionar os problemas ambientais existentes encontrará inúmeras oportunidades para se trilhar pelas rotas do ecoempreendedorismo. De fato, uma nova geração de ecoempreendedores pode vir a significar uma excelente chance de restaurar o ar, a água e a terra dos quais as formas de vida dependem.
É claro que apenas uma única pessoa ou um único grupo de pessoas não conseguirá anular todos os danos que foram causados ao meio ambiente por pessoas que desenvolveram empreendimentos que sistematicamente agrediram a natureza. É necessário que haja um esforço conjunto de legisladores, de autoridades para propiciar as condições necessárias e suficientes que permitam ao ecoempreendedor gerir com eficiência e eficácia a futuro mais verde e, ao mesmo tempo, desenvolver uma empresa lucrativa.
Cada ecoempreendedor pode dar uma contribuição, por menor que seja, mais de vital importância para a grande faxina ambiental necessária visando a uma qualidade de vida melhor para todos os habitantes do Planeta Terra.
O ecoempreendedor ao ofertar fertilizantes naturais ajuda a reduzir a necessidade das pessoas utilizarem produtos químicos em gramados, jardins e plantas nas casas (cujo fluxo vem sistematicamente destruindo a fauna e a flora dos rios).
São inúmeros os exemplos do trabalho dos ecoempreendedores quando recolhem vidros, metais, papéis, etc., objetivando a sua reciclagem. Cada dia que passa, mais e mais ecoempreendedores criam produtos e serviços ambientalmente seguros exercendo uma pressão competitiva para que as grandes empresas passem a ser mais ecoempreendedoras. Assim, cria-se condições não somente de melhorar a qualidade do ar, do solo e da água, como também encontrar alternativas para uma ocupação e exploração dos recursos naturais que não são inesgotáveis.
O ecoempreendedor tem sua presença em uma grande variedade de econegócios, chegando a transformar o lixo em ouro, com empreendimentos que recolhem materiais recicláveis para fábricas que os transformam em novos produtos. Esses produtos são ofertados para empresas e para o público em geral.
Muitos ecoempreendedores tomam alguns produtos existentes no mercado e dão ênfase ao produto natural destacando os que são alimentos sem pesticidas, isentos de ingredientes químicos ou sintéticos e embalados com materiais recicláveis e biodegradáveis, dentre vários outros produtos.
Isso representa apenas uma minúscula amostra dos muitos tipos de negócios que os ecoempreendedores iniciam e desenvolvem todos os dias. As possibilidades de se criar uma ecoempresa só podem ser limitadas pela imaginação das pessoas: o meio ambiente é uma área tão vasta quanto os problemas que flagelam!
Ao ficar com o olhar atento nas notícias e prestando muita atenção às necessidades ambientais mais imediatas, o ecoempreendedor poderá definir e redefinir novos nichos lucrativos no mercado.
O ecoempreendimento ambiental representa a nova fronteira de mais visão e pioneirismo que os negócios tradicionais. Além disso, requer uma série de valores e uma ética que infelizmente cada vez é mais difícil de encontrar no mundo dos negócios hoje.
Este texto é da responsabilidade do Professor Emanuel Leite e foi-me enviado por mail com o propósito de ser publicado no COGIR

Líder e gestor são a mesma coisa?

Publicada por José Manuel Dias


No livro “Measure of a leader”, os autores Aubrey C. Daniels e James E. Daniels, dizem-nos que um líder tem de ser capaz de inspirar aqueles que dirige a tomarem decisões difíceis a favor da Visão da Organização, mas também conseguir que persistam no tempo com esse tipo de decisões. Uma das questões em que os autores insistem, refere-se a que, em vez de registarmos as atitudes e comportamentos de quem lidera, porque não estudarmos o impacto de quem dirige em quem é dirigido e daí retiramos as conclusões necessárias?
Afirmam que, acima de tudo, é fundamental determinar se os dirigidos revelam, ou não, o envolvimento, o empenho, a cooperação e entreajuda, a preocupação com os outros e a capacidade de sacrifício pelo colectivo que todos sabemos de decisiva importância para que uma equipa, uma empresa ou um país tenham sucesso. Marcam também, de modo claro, a diferença entre o que é ser líder ou gestor. Segundo eles, a liderança foca-se na mudança, na criatividade e no gerir o inesperado. Enquanto a gestão, na estabilidade, no criar de hábitos, no refinar dos processos. À liderança cumpre-lhe introduzir a mudança necessária face à realidade em que se insere a equipa que dirige. A gestão, trata de rentabilizar o mais possível o potencial existente. A liderança, foca-se no exterior e translada para o interior da empresa aquilo que considerou importante registar. A gestão, centra-se no interior da empresa, nas actividades necessárias para fazer mover a organização na direcção pretendida. A liderança aponta para o futuro, para o desconhecido. Ajuda a ultrapassar a incerteza e a arriscar.
Jorge Araújo, no Diário Económico desta data, elenca as diferenças entre liderança e gestão, ver artigo completo aqui.

O terceiro Banco

Publicada por José Manuel Dias


Ainda não é desta que passamos a ter o terceiro Banco da Península Ibérica. Depois do insucesso da OPA e do desfecho das negociações para a fusão, fica tudo como dantes. O BCP informou o mercado que se "concluiram sem sucesso as negociações com o BPI" e o BPI refere que se "concluiram sem sucesso as negociações com o BCP". Que razões justificam este desenlace? Maria João Gago, no Jornal de Negócios desta data (ver aqui), dá uma explicação possivel. Se o ditado popular "não há duas sem três" estiver certo, não tardará muito a haver novidades.