O editorial do Diário Económico de hoje, da responsabilidade de André Macedo, dá-nos nota que "Há greve geral amanhã. O país vai parar. Na verdade, não vai parar, andará mais devagar, talvez a passo". Diz-nos que França já teve, também, a sua greve geral "Paralisação dos transportes, os serviços públicos bloqueados, as empresas privadas com quebras na produtividade. Ou seja, dias perdidos, os nervos em franja de um país inteiro, mais violência e carros queimados nas ruas. Feitas as contas, a economia francesa perdeu 0,1% do PIB por uma exigência injusta de um grupo de amotinados ". E porque protestam os franceses? Defendem o que não é defensável, estribando-se nos direitos adquiridos. Alguns velhos de séculos, como os das bailarinas da corte de Luis XIV. Enquanto na França, com a mais alta taxa de desemprego da Europa, se vivem momentos de turbulência social o que é se passa no país onde Sócrates participa nas próximas horas na cimeira UE-Ásia? "Há greves? Também, claro, é um direito importante para o equilíbrio das sociedades democráticas e a Índia é a maior democracia do planeta. No entanto, mais do que greves, aqui impõe-se a energia do trabalho. É preciso criar riqueza, assumir os riscos, investir. É preciso sobreviver". Os crescimento anual ultrapassa os dois dígitos. Uma grande alavanca humana, cada vez mais qualificada, cria diariamente riqueza. De facto "na Índia não há petróleo: há trabalho. A Europa em geral – e Portugal em particular – deveriam olhar menos para os direitos adquiridos e mais para a revolução que está a acontecer aqui ao lado". A globalização da economia é um dado adquirido e os nossos direitos têm de compaginar-se com os nossos deveres. Se não aprendermos por nós, os indianos e os chineses encarregar-se-ão de nos explicar.
Publicamos hoje o terceiro contributo do Professor Emanuel Leite para a divulgação do Empreendedorismo. Depois de "O que é o empreendedorismo? (parte I)" e "O que é o empreendedorismo? (parteII)", apresentamos o texto "Ecoempreendedorismo". No texto o Professor Emanuel Leite alerta-nos para uma necessidade "Atualmente, qualquer indivíduo que possua vontade de ser ecoempreendedor precisa ter a visão de que os negócios são para gerar riquezas e não destruí-las." e abre-nos janelas " Para solucionar os problemas ambientais existentes encontrará inúmeras oportunidades para se trilhar pelas rotas do ecoempreendedorismo". Conclui referindo "O ecoempreendimento ambiental representa a nova fronteira de mais visão e pioneirismo que os negócios tradicionais. Além disso, requer uma série de valores e uma ética que infelizmente cada vez é mais difícil de encontrar no mundo dos negócios hoje". Um artigo merecedor de leitura cuidada.
Atualmente, qualquer indivíduo que possua vontade de ser ecoempreendedor precisa ter a visão de que os negócios são para gerar riquezas e não destruí-las. Para solucionar os problemas ambientais existentes encontrará inúmeras oportunidades para se trilhar pelas rotas do ecoempreendedorismo. De fato, uma nova geração de ecoempreendedores pode vir a significar uma excelente chance de restaurar o ar, a água e a terra dos quais as formas de vida dependem.
É claro que apenas uma única pessoa ou um único grupo de pessoas não conseguirá anular todos os danos que foram causados ao meio ambiente por pessoas que desenvolveram empreendimentos que sistematicamente agrediram a natureza. É necessário que haja um esforço conjunto de legisladores, de autoridades para propiciar as condições necessárias e suficientes que permitam ao ecoempreendedor gerir com eficiência e eficácia a futuro mais verde e, ao mesmo tempo, desenvolver uma empresa lucrativa.
Cada ecoempreendedor pode dar uma contribuição, por menor que seja, mais de vital importância para a grande faxina ambiental necessária visando a uma qualidade de vida melhor para todos os habitantes do Planeta Terra.
O ecoempreendedor ao ofertar fertilizantes naturais ajuda a reduzir a necessidade das pessoas utilizarem produtos químicos em gramados, jardins e plantas nas casas (cujo fluxo vem sistematicamente destruindo a fauna e a flora dos rios).
São inúmeros os exemplos do trabalho dos ecoempreendedores quando recolhem vidros, metais, papéis, etc., objetivando a sua reciclagem. Cada dia que passa, mais e mais ecoempreendedores criam produtos e serviços ambientalmente seguros exercendo uma pressão competitiva para que as grandes empresas passem a ser mais ecoempreendedoras. Assim, cria-se condições não somente de melhorar a qualidade do ar, do solo e da água, como também encontrar alternativas para uma ocupação e exploração dos recursos naturais que não são inesgotáveis.
O ecoempreendedor tem sua presença em uma grande variedade de econegócios, chegando a transformar o lixo em ouro, com empreendimentos que recolhem materiais recicláveis para fábricas que os transformam em novos produtos. Esses produtos são ofertados para empresas e para o público em geral.
Muitos ecoempreendedores tomam alguns produtos existentes no mercado e dão ênfase ao produto natural destacando os que são alimentos sem pesticidas, isentos de ingredientes químicos ou sintéticos e embalados com materiais recicláveis e biodegradáveis, dentre vários outros produtos.
Isso representa apenas uma minúscula amostra dos muitos tipos de negócios que os ecoempreendedores iniciam e desenvolvem todos os dias. As possibilidades de se criar uma ecoempresa só podem ser limitadas pela imaginação das pessoas: o meio ambiente é uma área tão vasta quanto os problemas que flagelam!
Ao ficar com o olhar atento nas notícias e prestando muita atenção às necessidades ambientais mais imediatas, o ecoempreendedor poderá definir e redefinir novos nichos lucrativos no mercado.
O ecoempreendimento ambiental representa a nova fronteira de mais visão e pioneirismo que os negócios tradicionais. Além disso, requer uma série de valores e uma ética que infelizmente cada vez é mais difícil de encontrar no mundo dos negócios hoje.
É claro que apenas uma única pessoa ou um único grupo de pessoas não conseguirá anular todos os danos que foram causados ao meio ambiente por pessoas que desenvolveram empreendimentos que sistematicamente agrediram a natureza. É necessário que haja um esforço conjunto de legisladores, de autoridades para propiciar as condições necessárias e suficientes que permitam ao ecoempreendedor gerir com eficiência e eficácia a futuro mais verde e, ao mesmo tempo, desenvolver uma empresa lucrativa.
Cada ecoempreendedor pode dar uma contribuição, por menor que seja, mais de vital importância para a grande faxina ambiental necessária visando a uma qualidade de vida melhor para todos os habitantes do Planeta Terra.
O ecoempreendedor ao ofertar fertilizantes naturais ajuda a reduzir a necessidade das pessoas utilizarem produtos químicos em gramados, jardins e plantas nas casas (cujo fluxo vem sistematicamente destruindo a fauna e a flora dos rios).
São inúmeros os exemplos do trabalho dos ecoempreendedores quando recolhem vidros, metais, papéis, etc., objetivando a sua reciclagem. Cada dia que passa, mais e mais ecoempreendedores criam produtos e serviços ambientalmente seguros exercendo uma pressão competitiva para que as grandes empresas passem a ser mais ecoempreendedoras. Assim, cria-se condições não somente de melhorar a qualidade do ar, do solo e da água, como também encontrar alternativas para uma ocupação e exploração dos recursos naturais que não são inesgotáveis.
O ecoempreendedor tem sua presença em uma grande variedade de econegócios, chegando a transformar o lixo em ouro, com empreendimentos que recolhem materiais recicláveis para fábricas que os transformam em novos produtos. Esses produtos são ofertados para empresas e para o público em geral.
Muitos ecoempreendedores tomam alguns produtos existentes no mercado e dão ênfase ao produto natural destacando os que são alimentos sem pesticidas, isentos de ingredientes químicos ou sintéticos e embalados com materiais recicláveis e biodegradáveis, dentre vários outros produtos.
Isso representa apenas uma minúscula amostra dos muitos tipos de negócios que os ecoempreendedores iniciam e desenvolvem todos os dias. As possibilidades de se criar uma ecoempresa só podem ser limitadas pela imaginação das pessoas: o meio ambiente é uma área tão vasta quanto os problemas que flagelam!
Ao ficar com o olhar atento nas notícias e prestando muita atenção às necessidades ambientais mais imediatas, o ecoempreendedor poderá definir e redefinir novos nichos lucrativos no mercado.
O ecoempreendimento ambiental representa a nova fronteira de mais visão e pioneirismo que os negócios tradicionais. Além disso, requer uma série de valores e uma ética que infelizmente cada vez é mais difícil de encontrar no mundo dos negócios hoje.
Este texto é da responsabilidade do Professor Emanuel Leite e foi-me enviado por mail com o propósito de ser publicado no COGIR
No livro “Measure of a leader”, os autores Aubrey C. Daniels e James E. Daniels, dizem-nos que um líder tem de ser capaz de inspirar aqueles que dirige a tomarem decisões difíceis a favor da Visão da Organização, mas também conseguir que persistam no tempo com esse tipo de decisões. Uma das questões em que os autores insistem, refere-se a que, em vez de registarmos as atitudes e comportamentos de quem lidera, porque não estudarmos o impacto de quem dirige em quem é dirigido e daí retiramos as conclusões necessárias?
Afirmam que, acima de tudo, é fundamental determinar se os dirigidos revelam, ou não, o envolvimento, o empenho, a cooperação e entreajuda, a preocupação com os outros e a capacidade de sacrifício pelo colectivo que todos sabemos de decisiva importância para que uma equipa, uma empresa ou um país tenham sucesso. Marcam também, de modo claro, a diferença entre o que é ser líder ou gestor. Segundo eles, a liderança foca-se na mudança, na criatividade e no gerir o inesperado. Enquanto a gestão, na estabilidade, no criar de hábitos, no refinar dos processos. À liderança cumpre-lhe introduzir a mudança necessária face à realidade em que se insere a equipa que dirige. A gestão, trata de rentabilizar o mais possível o potencial existente. A liderança, foca-se no exterior e translada para o interior da empresa aquilo que considerou importante registar. A gestão, centra-se no interior da empresa, nas actividades necessárias para fazer mover a organização na direcção pretendida. A liderança aponta para o futuro, para o desconhecido. Ajuda a ultrapassar a incerteza e a arriscar.
Jorge Araújo, no Diário Económico desta data, elenca as diferenças entre liderança e gestão, ver artigo completo aqui.
Ainda não é desta que passamos a ter o terceiro Banco da Península Ibérica. Depois do insucesso da OPA e do desfecho das negociações para a fusão, fica tudo como dantes. O BCP informou o mercado que se "concluiram sem sucesso as negociações com o BPI" e o BPI refere que se "concluiram sem sucesso as negociações com o BCP". Que razões justificam este desenlace? Maria João Gago, no Jornal de Negócios desta data (ver aqui), dá uma explicação possivel. Se o ditado popular "não há duas sem três" estiver certo, não tardará muito a haver novidades.
Terça-feira, 27 de Novembro, pelas 21:00 horas, terá lugar a Conferência «Ética e Economia de Mercado: tensões e equívocos» no Anfiteatro do Centro Universitário Fé e Cultura, em Aveiro. O conferencista será o Prof. Doutor José Manuel Moreira, docente da Universidade de Aveiro e a Moderadora a Prof. Doutora Virgínia Granate de Sousa, docente do ISCA. A não perder.
O Professor Emanuel Leite é especialista no tema de empreendedorismo. Numa entrevista que concedeu ao Portalqualidade e que pode ser vista na íntegra aqui , foi confrontado com a seguinte questão: "Empreendedorismo é um dom ou é uma competência que pode ser desenvolvida?". A resposta não podia ser mais esclarecedora: " Algumas pessoas já nascem com o dom. Pelé é um grande jogador que já nasceu com o espírito de ser um grande jogador. Outras desenvolvem essa característica. De modo geral, o empreendedor pode e deve ser ensinado. Se eu não acreditasse que isso pudesse ser ensinado, eu não estaria aqui, pregando isso".
O Professor participa neste Blogue na qualidade de colunista. Publicámos já um primeiro texto da sua autoria, ver aqui. Hoje, publicamos o segundo. A divulgação dos seus textos tem suscitado a curiosidade de muitos dos seus alunos. Muitos deles fazem questão de expressar esse facto, por via dos comentários que aqui nos deixam. A blogosfera é um instrumento de aproximação de povos. A partilha de saberes ainda nos torna mais próximos. Obrigado a todos.
Fixar-se mais profundamente na condição dos muitos indivíduos, iremos perceber como é grande o número de pessoas que possuem as características marcantes do perfil de empreendedor (a) . E não precisamos ir muito longe. É só dar uma olhada ao nosso redor e vamos encontrar alguém que anda "a ganhar a vida" a investir no que dá prazer e a aliar esta atividade a uma necessidade do público alvo, sem nenhum vínculo com alguma organização pública ou privada e, principalmente, a modificar as regras do mercado.
O importante agora é perceber que vivemos em uma nação onde há muito mais que violência, cerveja e carnaval. Aliás, esses temas estão a ser objeto de iniciativas, idéias e ações empreendedoras.
Falar do fenômeno do empreendedorismo requer um entendimento e uma análise da sua força motriz. Dessa forma destacamos dois elementos que são pilares na construção dessa nova modalidade de trabalho: a inovação, a partir do desenvolvimento tecnológico, e o processo de globalização a promover o fim do emprego.
A rigidez da legislação laboral portuguesa também vem contribuir com grande força na promoção do empreendedorismo, por não possibilitar a flexibilidade nas contratações. Em Portugal, apenas um único modelo impera: "(...) aquele onde o trabalhador é obrigado a trabalhar oito horas diárias, com um mês de férias, gratificação natalina, indenização por demissão e todo o resto". Em todo país com legislação trabalhista rígida há mais desemprego.
Reconhecer (-se) empreendedor, reconhecer (-se) empreendedora... Mas, afinal, o que significa ser empreendedor? Quais são as características, ou melhor, como reconhecer (-se) um empreendedor, uma empreendedora?
Há uma importante observação de Peter F. Drucker sobre o que difere um empreendedor de uma pessoa qualquer: o que é um empreendedor/criador de empresas? Drucker alerta que este título não pode ser aplicado a todo audacioso que inicia um pequeno negócio. Os empreendedores são pessoas que estão simultaneamente a criar novos tipos de negócios e aplicar novos e insólitos conceitos administrativos.
"Empreendedores são um dos ativos mais importantes de qualquer economia. Difícil é ser um deles. Empreendedores são ágeis, persistentes e, geralmente, trabalham com um tipo de capital intangível: boas idéias. Empreendedorismo (espírito empreendedor), terra, trabalho e capital são os quatro pilares de uma sociedade fundamentada na livre iniciativa. (...)"
Os empreendedores estão comprometidos num processo onde o economista Joseph Schumpeter descreveu como "destruição criativa", ou seja, "romper com velhos hábitos, para gerar respostas novas às carências e desejos do mercado". Eles (os empreendedores) forçam situações, com o objetivo de mudar as coisas para melhor. São construtores compulsórios: quando começam, não param mais.
É importante esclarecer que a ação do empreendedor não está determinada a um eixo único, ou seja, qualquer pessoa, empregada ou não, pode ser empreendedora. O empreendedorismo está para a relação subjetiva do ser humano, o que existe antes de uma ação empreendedora é o espírito empreendedor.
O que faz a diferença entre um empreendedor de sucesso e outro que acaba de fechar o seu negócio ou se limita a mantê-lo a funcionar, mas sem perspectivas de crescimento? Mais do que a criatividade ou uma boa idéia, são o trabalho árduo, o planejamento sistemático e a inovação, características marcantes de um empreendedor de sucesso.
Somente boas idéias não valem nada. "O artista é aquele que copia bem. O gênio é aquele que rouba as idéias" (Pablo Picasso).
O que o empreendedor tem de fazer é trabalhar muito em torno da sua idéia de negócio. E para isso deve buscar informação. As pessoas normalmente pensam que é muito difícil conseguir informação. Mas existe informação em quantidade ilimitada. O mais importante é ter a coragem de abrir a boca e perguntar. Todavia, as pessoas têm medo de revelar sua limitação.
O importante agora é perceber que vivemos em uma nação onde há muito mais que violência, cerveja e carnaval. Aliás, esses temas estão a ser objeto de iniciativas, idéias e ações empreendedoras.
Falar do fenômeno do empreendedorismo requer um entendimento e uma análise da sua força motriz. Dessa forma destacamos dois elementos que são pilares na construção dessa nova modalidade de trabalho: a inovação, a partir do desenvolvimento tecnológico, e o processo de globalização a promover o fim do emprego.
A rigidez da legislação laboral portuguesa também vem contribuir com grande força na promoção do empreendedorismo, por não possibilitar a flexibilidade nas contratações. Em Portugal, apenas um único modelo impera: "(...) aquele onde o trabalhador é obrigado a trabalhar oito horas diárias, com um mês de férias, gratificação natalina, indenização por demissão e todo o resto". Em todo país com legislação trabalhista rígida há mais desemprego.
Reconhecer (-se) empreendedor, reconhecer (-se) empreendedora... Mas, afinal, o que significa ser empreendedor? Quais são as características, ou melhor, como reconhecer (-se) um empreendedor, uma empreendedora?
Há uma importante observação de Peter F. Drucker sobre o que difere um empreendedor de uma pessoa qualquer: o que é um empreendedor/criador de empresas? Drucker alerta que este título não pode ser aplicado a todo audacioso que inicia um pequeno negócio. Os empreendedores são pessoas que estão simultaneamente a criar novos tipos de negócios e aplicar novos e insólitos conceitos administrativos.
"Empreendedores são um dos ativos mais importantes de qualquer economia. Difícil é ser um deles. Empreendedores são ágeis, persistentes e, geralmente, trabalham com um tipo de capital intangível: boas idéias. Empreendedorismo (espírito empreendedor), terra, trabalho e capital são os quatro pilares de uma sociedade fundamentada na livre iniciativa. (...)"
Os empreendedores estão comprometidos num processo onde o economista Joseph Schumpeter descreveu como "destruição criativa", ou seja, "romper com velhos hábitos, para gerar respostas novas às carências e desejos do mercado". Eles (os empreendedores) forçam situações, com o objetivo de mudar as coisas para melhor. São construtores compulsórios: quando começam, não param mais.
É importante esclarecer que a ação do empreendedor não está determinada a um eixo único, ou seja, qualquer pessoa, empregada ou não, pode ser empreendedora. O empreendedorismo está para a relação subjetiva do ser humano, o que existe antes de uma ação empreendedora é o espírito empreendedor.
O que faz a diferença entre um empreendedor de sucesso e outro que acaba de fechar o seu negócio ou se limita a mantê-lo a funcionar, mas sem perspectivas de crescimento? Mais do que a criatividade ou uma boa idéia, são o trabalho árduo, o planejamento sistemático e a inovação, características marcantes de um empreendedor de sucesso.
Somente boas idéias não valem nada. "O artista é aquele que copia bem. O gênio é aquele que rouba as idéias" (Pablo Picasso).
O que o empreendedor tem de fazer é trabalhar muito em torno da sua idéia de negócio. E para isso deve buscar informação. As pessoas normalmente pensam que é muito difícil conseguir informação. Mas existe informação em quantidade ilimitada. O mais importante é ter a coragem de abrir a boca e perguntar. Todavia, as pessoas têm medo de revelar sua limitação.
Este texto é da responsabilidade do Professor Emanuel Leite e foi-me enviado por mail com o propósito de ser publicado no COGIR
O erro fundamental da política orçamental portuguesa consistiu sempre em ser definida e avaliada na óptica estrita dos resultados de curto prazo. São inúmeros os exemplos que, ao longo dos anos, ilustraram esta afirmação: os aumentos das pensões e a antecipação da idade da reforma quando a evolução demográfica já demonstrava claramente que essa não era uma política viável; o investimento público visto como instrumento de curto prazo; a ausência de políticas de gestão dos recursos humanos; a falta de transparência das contas públicas e a tentação de fazer transitar para a dívida (visível ou oculta) parte dos encargos assumidos; e, sobretudo, a ausência de avaliação das políticas, a não ser pelo crescimento do PIB e do emprego, quer delas resultem quer não, e ainda que à custa de inevitáveis retrocessos futuros.
Teodora Cardoso, em artigo de opinião no Diário Económico (ver aqui), apontas as causas da ineficiência do Estado e das distorções no tecido produtivo e na capacidade competiva do país. A prestigiada economista vai mais longe, diz o que falta "no conjunto dos debates que rodeiam o Orçamento do Estado" e aponta uma necessidade: um "lobby" que defenda o futuro.
Vão continuar as reformas estruturais por parte do Governo de José Sócrates, diz a prestigiada Economist. Numa análise muito positiva ao desempenho do Governo, designadamente na redução do défice, perspectiva um reforço de crescimento do PIB de 1,8%, no corrente ano, para 2%, em 2008.
Só faltou dizer que é preciso trabalhar mais e melhor, para melhorar a nossa produtividade, e que o peso da despesa pública deve continuar a diminuir, se queremos ser competitivos num quadro de uma economia cada vez mais global.
Se não houvesse fuga ao Fisco nem fraude fiscal, os contribuintes portugueses podiam pagar menos 38% de IRS. Os cálculos são do ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, e foram anunciados no discurso de encerramento da discussão do Orçamento do Estado para 2008, no Parlamento. O governante prometeu ainda que 2008 será o ano da "tolerância zero" na luta contra a fraude e evasão fiscais.
A notícia do Diário Económico desta data, pode ser lida aqui. Todos os que cumprem com as suas responsabilidades fiscais não podem deixar de aplaudir esta intenção. Se todos pagarem o que é devido, todos pagaremos menos.
Participei hoje nesta Conferência. Sai de lá com uma certeza: um pequeno empréstimo pode ajudar a viabilizar um bom negócio. O microcrédito corporiza uma ideia diferente e inovadora. Apela a capacidade de empreendimento. Não cria a dependência do subsídio. É responsabilizante. Pode ter efeitos multiplicadores. Permite a criação do auto emprego. São mais de 800 os casos de sucesso já referenciados. Potencia a passagem da economia informal para a formal. Tem condições para se multiplicar desde que se ultrapasse um constrangimento: a aversão ao risco dos portugueses. Comportamento velho de décadas em que se deixava "à superior decisão" as questões mais comezinhas. Comportamento potenciado pelos muitos "Eu não te disse?!!" que ecoavam sempre que as coisas não corriam bem. Comportamento que é ditado, também, pelas prestações sociais que garantem um mínimo de subsistência, sem a contrapartida de realização de um qualquer trabalho. Urge mudar este estado de coisas. Identificar as barreiras que funcionam como "efeitos de travão" à afirmação do empreendedorismo em vista à sua eliminação. Precisamos de uma nova atitude mental que inclua motivação e capacidade para identificar uma oportunidade e produzir valor ou, dito de outro modo, precisamos de ser empreendedores.
Emanuel Ferreira Leite possui graduação em Administração pela Universidade Federal de Pernambuco (1982) , mestrado em Mestrado em Administração pela Universidade Federal da Paraíba (1992) , doutorado em Ciencias de Engenharia pela Universidade do Porto (1999) e pos-doutorado pela Universidade de Aveiro (2005). Actualmente é Professor da Universidade Católica de Pernambuco.
É autor do livro "O fenômeno do empreendedorismo criando riquezas". Uma obra que merece ser lida por todos todos aqueles que querem ser empreendedores e aspiram ser donos de seu próprio negócio. É considerada uma obra abrangente, pois cobre todos os tópicos relacionados com o desenvolvimento da capacidade empreendedora. É, também, uma obra prática, visto que fornece informações detalhadas sobre o modo de detectar as oportunidades que surgem no dia a dia. Na elaboração desta obra o Professor Leite contou com a colaboração de Joaquim José Borges Gouveia, Professor Catedrático na Universidade de Aveiro.
O Professor Emanuel Leite acedeu ao convite que lhe formulámos para participar neste Blogue na qualidade de colunista. Remeteu-nos, desde já, dois textos sobre a temática do empreendedorismo. Sentimo-nos orgulhosos do facto. Publicamos hoje o primeiro desses textos. Damos, assim, um contributo, ainda que modesto, à divulgação da sua obra e, por essa via, melhoramos, também, o nosso conhecimento sobre " o espírito empreendedor como opção de vida".
O número de indivíduos que deseja criar o seu próprio negócio cresce dia-a-dia. O fenômeno do empreendedorismo vem se alastrar pelos quatro cantos do mundo, em ritmo cada vez mais alucinante. O candidato a empreendedor tem que vencer uma verdadeira corrida de obstáculos para poder concretizar o sonho de ser dono de seu próprio negócio.
Podemos perceber claramente a presença dos “5Ps” do empreendedorismo - paixão, perseverança, paciência, prudência e prática no comportamento dos empreendedores de sucesso.
Esperamos que a leitura deste artigo, ao mesmo tempo em que discorre sobre empreendedorismo, desperte no leitor a força do espírito empreendedor como opção de vida. O empreendedorismo - que é igual a espírito empreendedor + liberdade de ação + oportunidade - será a alternativa profissional para muitos indivíduos no século XXI. Vivemos a Era do poder da informação, dos negócios on-line, da força das idéias audaciosas... e da sorte. As idéias são “a nova moeda” do mundo empresarial.
Quem tem uma idéia, um sonho, depara-se com duas opções: ou faz o que é necessário para colocá-lo em prática ou arranja muitas desculpas para não o fazer. A segunda opção é a única alternativa que pode fazer a pessoa se arrepender para o resto da vida. O empreendedor, criador de empresas, sabe que "tentar e falhar é, no mínimo, aprender. Não chegar a tentar é sofrer a perda incalculável do que poderia ter conseguido”.
Discorrer sobre o empreendedorismo em Portugal solicita uma visita por toda a história política, econômica e social do País. Fazer uma ponte com as revoluções econômicas e sociais do mundo também é necessário. Mas, principalmente, é preciso olhar atentamente para o homem e para a mulher, o empreendedor e a empreendedora. Para as mudanças, a emancipação, o desenvolvimento e as transformações porque eles (as) passam.
Falar de empreendedorismo é falar do ser humano e, por conseguinte, da capacidade nata que ele tem de se moldar, suplantar e transcender aos limites impostos a ele. É encontrar uma saída, e, diga-se de passagem, uma boa saída, para os momentos de crise. É falar de conhecimento, inovação, sabedoria, visão, ousadia, coragem. É falar de ética, de novas possibilidades e caminhos por desvendar. Criação e experiência de novos saberes, desejos. É, acima de tudo, falar de futuro. É falar de escolhas, da possibilidade de se escolher que futuro se quer e que começa a ser planejado no hoje, no agora.
Não me deixa pessimista, mas cansado, ver como os homens públicos abusam de nossa paciência em ver mediocridades, em ouvir mentiras, em ver repetições. Só num país em que o marketing chegou ao cúmulo do abuso se consegue entregar ambulâncias velhas - Primeiro Emprego - para empregar 250 mil pessoas e empregam-se 500. Vivemos num país em que os processos não valem mais, valem apenas os eventos, o que parece ser. Em vez de criar um Programa Primeiro Emprego, por que não valorizar o empreendedorismo que já está aí? É isso que peço as autoridades: por favor, não inventem nada de novo. Dêem força ao que está aí. Primeiro Emprego? Não. Primeira Empresa!
Este texto é uma reflexão acerca do empreendedor(a) do século XXI, seu surgimento, a relação emprego x trabalho e, finalmente, a materialização de uma visão, e por que não do sonho, em uma oportunidade de negócio.
Este texto é da responsabilidade do Professor Emanuel Leite e foi-me enviado por mail com o propósito de ser publicado no COGIR
Podemos perceber claramente a presença dos “5Ps” do empreendedorismo - paixão, perseverança, paciência, prudência e prática no comportamento dos empreendedores de sucesso.
Esperamos que a leitura deste artigo, ao mesmo tempo em que discorre sobre empreendedorismo, desperte no leitor a força do espírito empreendedor como opção de vida. O empreendedorismo - que é igual a espírito empreendedor + liberdade de ação + oportunidade - será a alternativa profissional para muitos indivíduos no século XXI. Vivemos a Era do poder da informação, dos negócios on-line, da força das idéias audaciosas... e da sorte. As idéias são “a nova moeda” do mundo empresarial.
Quem tem uma idéia, um sonho, depara-se com duas opções: ou faz o que é necessário para colocá-lo em prática ou arranja muitas desculpas para não o fazer. A segunda opção é a única alternativa que pode fazer a pessoa se arrepender para o resto da vida. O empreendedor, criador de empresas, sabe que "tentar e falhar é, no mínimo, aprender. Não chegar a tentar é sofrer a perda incalculável do que poderia ter conseguido”.
Discorrer sobre o empreendedorismo em Portugal solicita uma visita por toda a história política, econômica e social do País. Fazer uma ponte com as revoluções econômicas e sociais do mundo também é necessário. Mas, principalmente, é preciso olhar atentamente para o homem e para a mulher, o empreendedor e a empreendedora. Para as mudanças, a emancipação, o desenvolvimento e as transformações porque eles (as) passam.
Falar de empreendedorismo é falar do ser humano e, por conseguinte, da capacidade nata que ele tem de se moldar, suplantar e transcender aos limites impostos a ele. É encontrar uma saída, e, diga-se de passagem, uma boa saída, para os momentos de crise. É falar de conhecimento, inovação, sabedoria, visão, ousadia, coragem. É falar de ética, de novas possibilidades e caminhos por desvendar. Criação e experiência de novos saberes, desejos. É, acima de tudo, falar de futuro. É falar de escolhas, da possibilidade de se escolher que futuro se quer e que começa a ser planejado no hoje, no agora.
Não me deixa pessimista, mas cansado, ver como os homens públicos abusam de nossa paciência em ver mediocridades, em ouvir mentiras, em ver repetições. Só num país em que o marketing chegou ao cúmulo do abuso se consegue entregar ambulâncias velhas - Primeiro Emprego - para empregar 250 mil pessoas e empregam-se 500. Vivemos num país em que os processos não valem mais, valem apenas os eventos, o que parece ser. Em vez de criar um Programa Primeiro Emprego, por que não valorizar o empreendedorismo que já está aí? É isso que peço as autoridades: por favor, não inventem nada de novo. Dêem força ao que está aí. Primeiro Emprego? Não. Primeira Empresa!
Este texto é uma reflexão acerca do empreendedor(a) do século XXI, seu surgimento, a relação emprego x trabalho e, finalmente, a materialização de uma visão, e por que não do sonho, em uma oportunidade de negócio.
Este texto é da responsabilidade do Professor Emanuel Leite e foi-me enviado por mail com o propósito de ser publicado no COGIR
É o nome da coluna que Daniel Amaral, economista, alimenta, no semanário "Expresso". Na sua última crónica debruçou-se sobre o Orçamento para 2008 e escreve : " O OE prevê uma verba de 21 mil milhões de euros para despesas com pessoal, cerca de 1% acima da estimativa para 2007. Mas como não se pronuncia sobre as pessoas envolvidas, ficamos sem saber qual o acréscimo salarial implícito. Este foi assumido pelo Governo indirectamente: 2,1%, exactamente igual à inflação prevista. Do lado dos sindicatos exige-se mais, oscilando as propostas entre 3,5% (STE) e 5,8% (CGTP). Pergunta inevitável: estes valores justificam-se?
"Ao reduzirmos as exportações, estamos a agravar a balança comercial, endividando-nos cada vez mais. Números redondos, o que se passa é o seguinte: a diferença entre importações e exportações é de 8% do PIB, e o saldo de rendimentos e capitais acresce àquele valor mais 1%. Estes 9% do PIB traduzem o ritmo a que estamos a endividar-nos anualmente. Eis o que já todos sabíamos, mas ninguém quer reconhecer: vivemos muito acima das nossas posses.
Moral da história: acréscimos salariais superiores à inflação prevista (2,1%) poderão ser socialmente justificáveis, mas não são economicamente realistas."
Moral da história: acréscimos salariais superiores à inflação prevista (2,1%) poderão ser socialmente justificáveis, mas não são economicamente realistas."
Acabemos com este maelstrom de chá morno!
Mandem descascar batatas simbólicas a quem disser que não há tempo para a criação!
Transformem em bonecos de palha todos os pessimistas e desiludidos!
Despejem caixotes de lixo à porta dos que sofrem da impotência de criar!
Rejeitem o sentimento de insuficiência da nossa época!
Cultivem o amor do perigo, o hábito da energia e da ousadia!
Virem contra a parede todos os alcoviteiros e invejosos do dinamismo!
Declarem guerra aos rotineiros e aos cultores do hipnotismo!
Livrem-se da choldra provinciana e da safardanagem intelectual!
Defendam a fé da profissão contra atmosferas de tédio ou qualquer resignação!
Façam com que educar não signifique burocratizar!
Sujeitem a operação cirúrgica todos os reumatismos espirituais!
Mandem para a sucata todas as ideias e opiniões fixas!
Mostrem que a geração portuguesa do século XXI dispõe de toda a força criadora e construtiva!
Atirem-se independentes prá sublime brutalidade da vida!
Dispensem todas as teorias passadistas!
Criem o espírito de aventura e matem todos os sentimentos passivos!
Desencadeiem uma guerra sem tréguas contra todos os "botas de elástico"!
Coloquem as vossas vidas sob a influência de astros divertidos!
Desafiem e desrespeitem todos os astros sérios deste mundo!
Incendeiem os vossos cérebros com um projecto futurista!
Criem a vossa experiência e sereis os maiores!
Morram todos os derrotismos! Morram! PIM!
Ultimatum às Gerações Futuristas Portuguesas do Século XX , José de Almada Negreiros
Mandem descascar batatas simbólicas a quem disser que não há tempo para a criação!
Transformem em bonecos de palha todos os pessimistas e desiludidos!
Despejem caixotes de lixo à porta dos que sofrem da impotência de criar!
Rejeitem o sentimento de insuficiência da nossa época!
Cultivem o amor do perigo, o hábito da energia e da ousadia!
Virem contra a parede todos os alcoviteiros e invejosos do dinamismo!
Declarem guerra aos rotineiros e aos cultores do hipnotismo!
Livrem-se da choldra provinciana e da safardanagem intelectual!
Defendam a fé da profissão contra atmosferas de tédio ou qualquer resignação!
Façam com que educar não signifique burocratizar!
Sujeitem a operação cirúrgica todos os reumatismos espirituais!
Mandem para a sucata todas as ideias e opiniões fixas!
Mostrem que a geração portuguesa do século XXI dispõe de toda a força criadora e construtiva!
Atirem-se independentes prá sublime brutalidade da vida!
Dispensem todas as teorias passadistas!
Criem o espírito de aventura e matem todos os sentimentos passivos!
Desencadeiem uma guerra sem tréguas contra todos os "botas de elástico"!
Coloquem as vossas vidas sob a influência de astros divertidos!
Desafiem e desrespeitem todos os astros sérios deste mundo!
Incendeiem os vossos cérebros com um projecto futurista!
Criem a vossa experiência e sereis os maiores!
Morram todos os derrotismos! Morram! PIM!
Ultimatum às Gerações Futuristas Portuguesas do Século XX , José de Almada Negreiros
Na Nova Economia Global e na Sociedade do Conhecimento, compete à Universidade um papel central na injecção no tecido social de uma dinâmica de insatisfação permanente com a criação de valor e aposta na criatividade. Num tempo de mudança, em que só sobrevive quem é capaz de antecipar as expectativas do mercado e de gerir em rede, numa lógica de competitividade aberta, a Universidade não pode ficar à espera.
(.../...)
A reorganização da Universidade é um desafio à capacidade de mudança de Portugal. Porque a Universidade é um elemento central decisivo na nossa matriz social, o sucesso com que a Universidade assumir este novo desafio que tem pela frente será também em grande medida o sucesso com que o país será capaz de enfrentar os exigentes compromissos da Globalização e do Conhecimento. A Universidade tem que assumir dimensão global ao nível da geração de conhecimento, valor, mas também de imposição de padrões sociais e culturais.
A Universidade tem que ser o grande Actor da Mudança que se quer para Portugal. Seria muito mau num tempo em que a todos é pedido um esforço especial de compromisso estratégico com o futuro do país que aqueles a quem o Conhecimento mais deve não participassem de forma activa neste processo de verdadeira convergência global.
A Universidade tem que ser o grande Actor da Mudança que se quer para Portugal. Seria muito mau num tempo em que a todos é pedido um esforço especial de compromisso estratégico com o futuro do país que aqueles a quem o Conhecimento mais deve não participassem de forma activa neste processo de verdadeira convergência global.
Francisco Jaime Quesado, Um novo tempo para a universidade portuguesa, no Jornal de Negócios desta data
O Alert é um sistema informático que permite acabar com os papéis em hospitais, centros de saúde e clínicas privadas. Através deste software os dados clínicos dos pacientes são registados digitalmente em tempo real, eliminando o uso do papel. Este software foi criado por Jorge Guimarães, presidente da Alert Life Sciences Computing, S.A. A empresa já implementou o sistema Alert na Europa, Estados Unidos, Ásia e na América Latina. Actualmente tem mais de 31 mil utilizadores em 550 estabelecimentos de saúde de 27 países. A Alert Life Sciences Computing, S.A. venceu o prémio PME Inovação.
Este é um dos muitos casos de sucesso de empreendedorismo em Portugal. É um exemplo do que podemos fazer. Os portugueses, mesmo sem grandes recursos, podem criar empresas de inovação, inclusive em sectores tradicionais.
Dia 17, sábado, a partir das 15,30 horas, terá lugar uma Conferência na Universidade de Aveiro com o tema «Universidade, Inovação e Empreendedorismo», com o seguinte programa:
Painel I
Moderador: Prof. Luís Almeida- Dr. Armindo Monteiro - Presidente da Associação Nacional de Jovens Empresários- Dr. António Henriques - Presidente do IFDEP - Instituto de Fomento e Desenvolvimento do Empreendedorismo em Portugal- Eng.º Carlos Martins - Presidente do Conselho de Administração do Grupo Martifer- Eng.º Jorge Brás - Chief Operations Officer da Enabler
Coffee break com um momento musical oferecido pela Oficina de Música de Aveiro
Painel II
Moderador Prof. Gonçalo Paiva Dias- Eng.º Paulo Nordeste - Presidente Executivo da PT Inovação- Professor Doutor Júlio Pedrosa - Professor Catedrático da Universidade de Aveiro- Dr. Vasco Sousa - Director geral da revista Inovar.te
As entradas são livres, vale a pensa saber mais sobre esta temática, se puder participar não perca.
Um docente de Matemática de uma escola secundária de Aveiro recebeu hoje o Prémio Nacional do Professor, um galardão atribuído pela primeira vez para distinguir «aqueles que contribuem de forma excepcional para a qualidade do sistema de ensino». Com 35 anos de carreira, Arsélio de Almeida Martins, que lecciona na secundária José Estêvão, foi considerado pelo júri como «um exemplo de cidadania e um mestre no verdadeiro sentido do termo».
(.../...)
«Penso que sou um professor comum. O que me diferencia é sobretudo a participação cívica de que nunca abdiquei», afirmou o docente, em declarações aos jornalistas.
A notícia desenvolvida pode ser lida aqui. É com particular agrado que faço este post. É um professor da minha terra, lecciona na escola que frequentei ( à época designava-se Liceu Nacional de Aveiro) e afirma "Sou feliz por ser professor no meu país"." O reconhecimento do país é muito importante para a valorização do mérito e da excelência no ensino" disse a titular da pasta de Educação na cerimónia de entrega do prémio. Não podia estar mais de acordo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















