Numa Europa a 25, numa matriz estratégica onde os quadros regionais se irão impor de forma progressiva, Portugal tem de saber combater a sua periferia e as desvantagens que tendencialmente tem, e apostar nas oportunidades da sociedade de conhecimento como imagem dum território com níveis de implantação de capital social distintos.
O conhecimento será a nova marca do território português, instrumento que universidades e centros de inovação devem utilizar de modo prático, estruturado, flexível e adaptado a novas dinâmicas da evolução da economia global e da economia de proximidade, com ênfase na endogenização estratégica das TIC e na criação e alavancagem de valor. Trata-se de um processo que combina eficiência, inovação e cooperação.
Ao definir-se esta visão estratégica para o nosso país e ao identificar-se o papel do ensino superior, somos levados a concluir que chegou o momento do poder político assumir a liderança democrática através de um modelo conceptual e participativo.
Como seu motor está Declaração de Bolonha, entendida em toda a sua plenitude organizacional, científica e pedagógica, comênfase na aprendizagem.
Retirado de "Ambição para a Excelência - a oportunidade de Bolonha", José Veiga Simão, Sérgio Machado dos Santos e António Almeida Costa, Gradiva, Lisboa (2005)


















































