Fui ali e já voltei. Quatro dias de férias, longe do bulício da cidade. Sem relógio, sem telemóvel, sem jornais. O Parque da Peneda-Gerês tem paisagens de beleza impressionante, entre serras, planaltos, vales, barragens e cascatas. É considerado um verdadeiro santuário da vida selvagem. Estão referenciadas mais de 600 espécies de flora (pinheiros, castanheiros, carvalhos, etc...) e cerca de 230 de fauna (veados, cavalos selvagens, lobos, aves de rapina, etc...). Caminhadas (existem excelentes sugestões para percursos pedestres). Leituras (já programadas) à sombra de um castanheiro e com vista para a barragem. Excelente gastronomia (o cabrito assado ou a vitela barrosã assada na brasa). Artesanato (cestaria, bordados). Um encontro com a história. Momentos únicos. Fotografias para mais tarde recordar. Regresso pleno de energia e de boa disposição. Vale a pena visitar o Gerês.
Fui ali e já voltei. Quatro dias de férias, longe do bulício da cidade. Sem relógio, sem telemóvel, sem jornais. O Parque da Peneda-Gerês tem paisagens de beleza impressionante, entre serras, planaltos, vales, barragens e cascatas. É considerado um verdadeiro santuário da vida selvagem. Estão referenciadas mais de 600 espécies de flora (pinheiros, castanheiros, carvalhos, etc...) e cerca de 230 de fauna (veados, cavalos selvagens, lobos, aves de rapina, etc...). Caminhadas (existem excelentes sugestões para percursos pedestres). Leituras (já programadas) à sombra de um castanheiro e com vista para a barragem. Excelente gastronomia (o cabrito assado ou a vitela barrosã assada na brasa). Artesanato (cestaria, bordados). Um encontro com a história. Momentos únicos. Fotografias para mais tarde recordar. Regresso pleno de energia e de boa disposição. Vale a pena visitar o Gerês.... com a ideia do Governo em extinguir 1.473 carreiras na função pública, integrando os trabalhadores em apenas 3 novas carreiras criadas no âmbito da reforma da Administração Pública. Para se inteirar, com mais desenvolvimento, pode ler:
Um objectivo ambicioso que vai, ainda, fazer "correr muita tinta" e arrastar as habituais contestações. É, no entanto, de grande utilidade para concretizar uma ideia velha de décadas mas de materialização premente - Menos Estado e melhor Estado.
a certeza de que estamos sempre começando...
a certeza de que é preciso continuar...
a certeza de que seremos interrompidos antes de terminar...
PORTANTO DEVEMOS
fazer da interrupção um caminho novo...
da queda um passo de dança...
do medo, uma escada...
do sonho, uma ponte...
da procura... um encontro
Fernando Pessoa (1888,1935), considerado um dos maiores poetas portugueses. Quem desejar saber mais pode espreitar aqui.
Fernando Pessoa (1888,1935), considerado um dos maiores poetas portugueses. Quem desejar saber mais pode espreitar aqui.
Numa Europa a 25, numa matriz estratégica onde os quadros regionais se irão impor de forma progressiva, Portugal tem de saber combater a sua periferia e as desvantagens que tendencialmente tem, e apostar nas oportunidades da sociedade de conhecimento como imagem dum território com níveis de implantação de capital social distintos.
O conhecimento será a nova marca do território português, instrumento que universidades e centros de inovação devem utilizar de modo prático, estruturado, flexível e adaptado a novas dinâmicas da evolução da economia global e da economia de proximidade, com ênfase na endogenização estratégica das TIC e na criação e alavancagem de valor. Trata-se de um processo que combina eficiência, inovação e cooperação.
Ao definir-se esta visão estratégica para o nosso país e ao identificar-se o papel do ensino superior, somos levados a concluir que chegou o momento do poder político assumir a liderança democrática através de um modelo conceptual e participativo.
Como seu motor está Declaração de Bolonha, entendida em toda a sua plenitude organizacional, científica e pedagógica, comênfase na aprendizagem.
Retirado de "Ambição para a Excelência - a oportunidade de Bolonha", José Veiga Simão, Sérgio Machado dos Santos e António Almeida Costa, Gradiva, Lisboa (2005)
Um artigo claro e útil, de Marta Dhanis, que pode se lido aqui, onde se explica, de forma detalhada, como se pode rentabilizar um blogue. Uma nova era no domínio da comunicação foi aberta. O marketing não negligencia nenhum canal de comunicação. Estamos a assitir a uma mudança da comunicação de massas para a comunicação escolhida por cada um de nós. Os marketeers não andam distraídos... Fica, agora, ao critério de cada um explorar (ou não) esta oportunidade de negócio.
"No Estado democrático moderno, a política não é um confronto entre duas classes económicas polarizadas, mas antes uma luta entre numerosos grupos com interesses divergentes."
Dennis C. Mueller, Public Choice III
Quem leia este texto pode ficar com dúvidas sobre a sua aderência à nossa realidade. Será mesmo assim? Será que existem grupos que procuram disputar os privilégios propiciados pelo Estado, estruturando-se de uma forma organizada? Será que o Estado corre risco de ficar prisioneiro de determinados interesses? Se um Partido para se manter no poder precisa de votos não será melhor ceder às exigências desses grupos de pressão? Que denominador comum têm esses grupos? Se as suas vontades forem satisfeitas qual é o impacto na despesa pública? E quem suporta a despesa pública? Qual será o Governo que melhor serve os cidadãos: o que cede às exigências ou o que procura eliminar privilégios e introduzir critérios de racionalidade na despesa pública? Como se poderá diminuir os incentivos à pressão dos grupos para extrairem do Estado mais privilégios? Numa rápida busca, através do Google, identificámos um conjunto de casos que podem servir para ilustrar o nosso raciocínio. Se o Governo anuisse a tudo o que os "grupos de pressão" exigem qual seria a taxa de impostos que teríamos que suportar para fazer face ao acréscimo de despesa pública?
- ANF - contra a redução da margem de Lucros
- Patrões dos Média criticam Governo
- Associação de Municípios critica Lei de Finanças Locais
- Professores em luta
- Protesto dos sargentos
- Funcionários públicos manifestam-se contra políticas do Governo
- Reitores preocupados quanto ao regime jurídico das Instituições do Ensino Superior
- Ordem dos Médicos critica controlo de assiduidade
Os homens são atormentados pelo pecado original dos seus instintos anti-sociais, que permanecem mais ou menos uniformes através dos tempos. A tendência para a corrupção está implantada na natureza humana desde o princípio. Alguns homens têm força suficiente para resistir a essa tendência, outros não a têm. Tem havido corrupção sob todo o sistema de governo. A corrupção sob o sistema democrático não é pior, nos casos individuais, do que a corrupção sob a autocracia. Há meramente mais, pela simples razão de que onde o governo é popular, mais gente tem oportunidade para agir corruptamente à custa do Estado do que nos países onde o governo é autocrático. Nos estados autocraticamente organizados, o espólio do governo é compartilhado entre poucos. Nos estados democráticos há muito mais pretendentes, que só podem ser satisfeitos com uma quantidade muito maior de espólio que seria necessário para satisfazer os poucos aristocratas. A experiência demonstrou que o governo democrático é geralmente muito mais dispendioso do que o governo por poucos.
Aldous Huxley (1894-1963), in "Sobre a Democracia e Outros Estudos"
O texto supra caracteriza, de forma muito clara, um dos maiores problemas das democracias. O Grupo de Trabalho sobre Corrupção da OCDE, no âmbito das avaliações periódicas, recomendou a Portugal que seja mais pró-activo na detecção, investigação e procedimento judicial relativo à corrupção, bem como a adopção de medidas no sentido de rejeitar e proibir as despesas não documentadas e as despesas confidenciais, de modo a reforçar a competência da administração fiscal na detecção de situações de corrupção.
Neste enquadramento o Guia de Boas práticas " Prevenir a Corrupção» editado pelo Ministério da Justiça (ver aqui), tem de ser considerado como uma iniciativa meritória por «fornecer aos cidadãos informação acessível e clara que os habilita a participar em melhores condições na luta contra a corrupção».
PPPs (Parcerias Público Privadas) é uma palavra que entrou para o vocabulário dos agentes políticos e que muita gente usa de forma inapropriada. A pedido de um amigo, deputado municipal num concelho vizinho, tentaremos fazer, neste post, um breve enquadramento deste conceito.
O termo - Parcerias Púbico- Privadas - é, no seu sentido mais abrangente, uma qualquer forma de relação contratual, de associação ou colaboração, entre uma ou mais entidades públicas e uma ou mais entidades privadas. Neste sentido existem parcerias desde tempos imemoriais...Usado, no seu sentido mais restrito, tem, no entanto, um significado diverso: contrato entre os sectores público e privado, com objectivos partilhados, para a entrega de infra-estruturas e/ou para o provimento de serviços públicos, articulando a concepção, o projecto e a construção com o financiamento, a exploração e a manutenção. Este conceito ganha corpo doutrinário a partir dos anos 80, em particular no Reino Unido, com Major e depois com Tony Blair, em resultado da contestação ao aumento da carga fiscal para fazer face à despesa pública.
Constituem objectivos genéricos das PPP´s :
superar constrangimentos orçamentais, reduzir o peso do sector público na economia, melhorar as práticas de contratação pública, dar resposta às crescentes necessidades de investimento público e obter "Value for Money" ( ganhos de eficiência e eficácia).
A. FRANCE
A virtude está no esforço.
J. W. VON GOETHE
É fácil pensar, é difícil agir, mas agir segundo o próprio pensamento.
E. KANT
Age como se fosses cidadão e legislador ao mesmo tempo.
A. MALRAUX
Há algo maior do que o poder, que se chama justiça.
MONTESQUIEU
A liberdade é o direito de fazer as coisas que as leis permitem.
PITÁGORAS
Moderação chamo eu ao que de modo nenhum entristece.
SÉNECA
Possuir um bem, sem o partilhar, não tem qualquer atractivo.
W. ALLEN
O homem explora o homem e por vezes é o contrário.
J. J. ROUSSEAU
Ninguém quer o bem público que não está de acordo com o seu.
(*) para os profetas da desgraça.
Projecto é...
Qualquer coisa que tem princípio meio e fim.
A concretização de uma ideia.
Um esforço para atingir um objectivo.
Uma forma única para alcançar objectivo único.
Um esforço organizado que requer tempo, recursos e uma forma organizativa e implica um custo ou um investimento.
Ou conforme
EDI ( Economic Development Institute)
Projecto é um esforço humano, organizado e temporário no sentido de concretizar uma solução para uma necessidade previamente identificada (ou problema, ou oportunidade).
PMI (Project Management Institut)
Projecto é um esforço organizado e temporário que visa a concretização de um objectivo com carácter único e específico.
Até final da próxima década, a economia portuguesa vai ser uma das mais dinâmicas da zona Euro e vai convergir com os seus parceiros europeus. Estas são as conclusões de um estudo efectuado pelo National Bureau of Economic Research (NBER) dos Estados Unidos que coloca Portugal como a trigésima primeira economia mais dinâmica num conjunto de 90 países.
Estes dados, elaborados por um conjunto de quatro economistas da Universidade de Harvard, reforçam o optimismo dos portugueses e estão em linha com as últimas previsões do Banco de Portugal.
(*) até 2020
Fonte: Caderno de Economia, do semanário "Expresso", desta data
Manuel Carvalho da Silva doutorou-se em Sociologia com louvor, distinção e unanimidade. A sua tese “Centralidade do Trabalho e Acção Colectiva – Sindicalismo em Tempo de Globalização” foi defendida, ontem, no ISCTE, perante uma assistência que incluía, entre outras personalidades, Mário Soares, Maria de Belém, Silva Peneda, João Salgueiro, Silva Lopes e Vital Moreira. A notícia em detalhe pode ser lida aqui.
"Os sindicatos estão desafiados a ter futuro" é a frase final do trabalho do actual Secretário Geral da CGTP. O papel dos sindicatos na sociedade pode ser mais relevante. Importa, no entanto, que o seu modelo de funcionamento interno e os objectivos que perseguem sejam ajustados aos novos tempos. Carvalho da Silva deu, com o seu percurso, um bom sinal para todos. O mundo está mais exigente, cada um deve procurar, ao seu nível, ser mais qualificado. A excelência deve ser perseguida e os mais capazes devem ser premiados em resultado do seu contributo para os resultados.
O futuro vai dar-nos resposta à nossa dúvida: o sindicalista doutorado vai ajudar a mudar o tipo de acção dos sindicatos ou, por força dessa intenção, vai, pelo contrário, ser mudado, deixando o seu lugar de dirigente, para que tudo fique na mesma?
John Kotter é professor de Comportamento Organizacional e Recursos Humanos, na Harvard Business School, especialista em liderança, cultura organizacional e gestão de mudança.
O livro A force for Change (1990), é uma das obras de referência, no estudo do fenómeno das lideranças. De acordo com com Kotter um líder, para produzir a mudança, deve focalizar-se em três áreas:
- estabelecer a direcção estratégica da empresa;
- comunicar essas metas aos recursos humanos;
- motivá-los e inspirá-los para que sejam cumpridas.
O Banco de Portugal divulgou ontem o Relatório Anual (2006) e o Boletim Económico, este com reajustamentos na projecção de crescimento para este ano e revisão para 2008. Releva-se o cenário ligeiramente mais positivo de andamento da economia portuguesa e o relançamento do investimento. Prevê-se que a economia nacional cresça 1,8% este ano, acelerando para 2,2% em 2008. No que concerne às exportações prevê-se a continuidade de ganhos de quota de mercado em linha com a criação de um modelo produtivo mais saudável.
Nada que justifique notícia...
James S. Taylor, Professor Catedrático Visitante, da Universidade de Aveiro faleceu. Foi com profundo pesar que tomei conhecimento do mail que me dava nota deste facto. Ontem, depois das cerimónias fúnebres na capela do Corpo Santo em Leça da Palmeira, o corpo foi transportado para o Cemitério do Prado do Repouso para ser cremado.
Fui seu aluno na disciplina de "Gestão de Pessoas, da Mudança e Inovação". Registo a qualidade de comunicação, o tom de voz sempre sereno e pausado, a empatia estabelecida com os alunos, os desafios à nossa participação, a paciência com que nos " ouvia" e as sugestões que me deu para melhoria do "paper" .
Presto a minha homenagem ao Professor e aqui deixo o meu testemunho de profundo apreço pelo seu trabalho. Seleccionei dois dos seus pensamentos favoritos:
um, "If you think something can´t be done, stay out of my way while I do it!"; e o outro que fez questão de sublinhar "A thought to keep with you...":
“You can wait for someone else to make a difference, or you can step up and act. Someone is going to have to initiate change or our world as we know it will be in jeopardy. Innovation & change will be the decisive factors in the future.”
“You can wait for someone else to make a difference, or you can step up and act. Someone is going to have to initiate change or our world as we know it will be in jeopardy. Innovation & change will be the decisive factors in the future.”
A Universidade de Aveiro ficou mais pobre mas o Professor James Taylor será sempre recordado, com admiração, pelo muito que nos ensinou.
Foi publicada em 3 de Julho p.p. , no DR 126 SÉRIE I de 2007-07-03, a Resolução do Conselho de Ministros de 86/2007, da Presidência do Conselho de Ministros, que aprova o Quadro de Referência Estratégico Nacional para o período 2007-2013 (QREN).
O Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) assume como grande desígnio estratégico a qualificação dos portugueses e das portuguesas, valorizando o conhecimento, a ciência, a tecnologia e a inovação, bem como a promoção de níveis elevados e sustentados de desenvolvimento económico e sócio-cultural e de qualificação territorial, num quadro de valorização da igualdade de oportunidades e, bem assim, do aumento da eficiência e qualidade das instituições públicas.
O QREN deverá permitir um investimento de 45 mil milhões de euros na economia portuguesa, repartidos entre fundos comunitários e nacionais. Mais fundos, implicará maior desenvolvimento económico e social? O futuro dirá... Os grandes objectivos estão bem enunciados, falta o mais difícil, concretizá-los.
A Grande Muralha da China, o Taj Mahal (Índia) , o Cristo Redentor (Brasil), Petra (Jordânia), a cidade inca Machu Picchu (Perú), o Coliseu de Roma (Itália) e a pirâmide de Chichén Itzá, localizada na península de Yucatán, no México, foram eleitas como as 7 Maravilhas do Mundo.
A cerimónia de atribuição dos prémios teve ontem lugar, em Lisboa, (dia 7 do mês 7 do ano 2007), e foi assistida por várias dezenas de milhares de pessoas nas bancadas e por 1,6 mil milhões de telespectadores em mais de 170 países.
Portugal foi alvo de uma homenagem com a exibição de diversos vídeos alusivos à nossa cultura. Mariza, Carlos do Carmo, Rui Veloso e Camané foram os representantes nacionais na música. Realce, também, para a participação de Dulce Pontes ao lado do tenor José Carreras no tema One World, um símbolo da aproximação entre povos.
Este evento, com grande repercussão em todo o mundo, não deixará de dar um forte contributo para o sector do turismo que, já hoje, representa cerca de 7% do nosso PIB, absorvendo quase 10% do emprego. São considerados factores-chave da atracção de Portugal como destino turístico, o agradável clima português e a beleza da sua costa marítima de 1.792 km. Acresce que a paisagem do litoral e do interior, a cultura, os monumentos e locais históricos, o ambiente hospitaleiro, as infra-estruturas para a prática de desportos náuticos e radicais, e sobretudo do golfe, bem como o nível da hotelaria são aspectos importantes na qualidade do turismo em Portugal.
As receitas de turismo têm registado acréscimos nos últimos anos, tendo chegado a 2005 com 6,4 mil milhões de euros, um incremento de 1,1% em relação ao ano anterior. O Plano Estratégico Nacional de Turismo prevê a criação de medidas para aumentar, qualificar e diversificar a procura de turismo em Portugal, no sentido de captar fluxos turísticos acima da média europeia e reforçar a receita média por turista/dia.
Portugal está em 19º lugar no "ranking" dos principais destinos turísticos, com 11,6 milhões de turistas. Iniciativas como esta contribuirão, seguramente, para a melhoria da nossa posição.
Fontes : Diário de Notícias, Diário Digital e ICEP
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