Pela primeira vez, ao fim de cinco anos, o crescimento económico ultrapassa os 2%, o que representa um factor de confiança e um número que espelha com clareza a recuperação da nossa economia. Esta é a leitura possível das estimativas do Instituto Nacional de Estatística, que mostram um crescimento do Produto Interno Bruto de 2,1%, no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período de 2006. Comparativamente com o 1º trimestre de 2006, o valor das exportações cresceu 11,2%, enquanto o das importações subiu 1,1%. Dados que comprovam que estamos no bom caminho...Pouco dirão alguns. Mais que no passado recente, dirão outros. Uma coisa é certa : é o maior crescimento dos últimos 5 anos mas quando o nosso atraso, em relação às restantes economias europeias é grande, importa crescer mais depressa.
Confiança no futuro, orientação para os resultados, combate ao desperdício, melhoria da produtividade, eliminação de privilégios injustificados, redução do absentismo, adopção das melhores práticas de gestão, reforço de competências, prémio para os mais competentes, têm, cada vez mais, de ter aderência à nossa realidade se queremos ter futuro.




















