Descoberto aqui, Blogue A Metamática anda por aí. Imperdível.
Andreia, Cláudia, Diana, Emanuel, Fabrício, Hugo, Joana, José Orlando, Lara, Liliana Sofia, Nuno, Paulo, Pedro, Sara, Tânia, Tiago, Vânia, Liliana, Albino, Ângela, Carlos, Catarina, Celeste, Daniela, Diamantino, Duarte, Isabel, Joana, Tânia, Susana, Aida, Ana Pontes, Ana , Ana Pinto, Maria, Ana Pereira, Ana Monteiro, André, Bernardo, Bruno, Deivy, Elisete, João, Jorge, José Manuel, Liliana, Marina, Joana, Ricardo, Peter, Sandro, Sara, Sónia, Tiago e Vânia. Sem vocês não teria recebido o prémio que recebi. Obrigado.
Lisboa, Porto, Leiria, Carnaxide, Guimarães, Aveiro, Terrugem, Abrantes, Benavente, Grândola, Angra, Tondela, Gaia, Ponta Delgada, Odivelas, Santa Maria da Feira, Matosinhos, Abrantes, Gondomar, Ovar, Santarém, Maia, Viseu, Santo Tirso, são as localidades de alguns dos acessos do dia de hoje. Para além de Portugal também contamos com visitantes do país irmão, Vêm de S.Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Belém, Santo André, Pelotas, Vitória, Porto Alegre, Cruzeiro, Recife, Manaus, Niterói, Santa Catarina,... E, ainda, de países como Alemanha, França e Suiça. A internet faz o longe perto...
O Cogir (Cogitar+agir) agradece a todos os que por aqui têm passado.
0 25 de Abril e a Matemática, Fernanda Carvalhal, no A Matemática anda por aí.
Onde é que anda a polícia, Isabel Pedrosa Pires, no Bilros e Berloques.
25 de Abril, Mim, no Espelho dos Sentidos
Manda Novamente algum cheirinho de alecrim, Maria do Rosário Fardilha, Divas e Contrabaixos
Uma carta aos serviços de censura, Marta, no Há vida em Marta
Esta noite...a liberdade, Sofia Loureiro dos Santos, no Defender o Quadrado.
25 de Abril, sempre! Ana Paula Fitas n' A nossa candeia.
35 anos de 25 de Abril, Moura aveirense, no Moura Aveirense.
Trova do vento que passa, Cleópatra, no Cleopatra Moon.
Obrigado Otelo, Jumento n´ O Jumento.
Abril, Raúl Martins, no Margem esquerda.
Grândola Vila Morena, Fernando Martins, no Pela Positiva.
Há 35 anos foi assim, Carminda Pinho, no Forum Cidadania.
25 de Abril, Eduardo Graça, no Absorto.
Filhos e netos de revolucionários e descendentes dos "da situação": memórias que divergem, se encontram e se atraem - e se cruzam na mesma família, nos netos de Melo Antunes e bisnetos de Caetano.
Diário de Notícias, aqui.
Abril foi há 35 anos e eles gostavam que tivesse progredido, ano após ano. Mas por vezes têm dificuldades em encontrá-lo agora, por aí. Claro que há a liberdade e a democracia. E isso é muito.
Público, aqui.
Obrigado" pelo pai a ser fotógrafo, não consta que Alfredo Cunha alguma vez se tenha arrependido do "castigo". Nascido em Celorico da Beira em 1953, cedo aprendeu a observar e, sobretudo, a respeitar os seus pares. O fotégrafo escolheu 35 das centenas de fotos que tirou em Lisboa no dia 25 de Abril de 1974 e que guardaram para sempre as emoções do dia da revolução. A ver aqui, no Jornal de Natícias.
Agradeço à Sofia Loureiro dos Santos, do Defender o Quadrado, à Marta, do Há vida em Marta, à Mdsol, do Branco no Branco, ao Filipe Silva do e Ventos Tecnológicos, à Mim do Espelho dos Sentidos, ao Porfírio Silva, do Machine Speculatrix, os comentários no post dos 3 anos do COGIR.
70% de utilizadores acedem diariamente à Internet e dedicam mais horas ao fim-de-semana, é umas das principais conclusões do segundo estudo «Consumo Cruzado de Meios», da Havas Digital.
A influência da Internet na tomada de decisão cresce em todas as categorias, destacando-se os produtos de turismo, tecnologia e financeiros.
Comparando com o mesmo inquérito feito em 2006, este demonstra que a massificação digital é notória, uma vez que se verifica «um aumento significativo do acesso à Internet a partir do lar» e um consumo e acesso diário à Internet que «cresceu e ganhou importância em todos os targets».
A influência da Internet na tomada de decisão cresce em todas as categorias, destacando-se os produtos de turismo, tecnologia e financeiros.
Comparando com o mesmo inquérito feito em 2006, este demonstra que a massificação digital é notória, uma vez que se verifica «um aumento significativo do acesso à Internet a partir do lar» e um consumo e acesso diário à Internet que «cresceu e ganhou importância em todos os targets».
O grau de identificação dos portugueses com as TIC vai crescendo de forma significativa. As grandes mudanças são sempre tranquilas...
O corpo da galinha sabe muito de geometria. Foi o ovo que me contou. Porque o ovo é um objeto geométrico construído segundo rigorosas relações matemáticas. A galinha nada sabe sobre geometria, na cabeça. Mas o corpo dela sabe. Prova disso é que ela bota esses assombros geométricos.Sabe muito também sobre anatomia. O ovo não é uma esfera. Ele tem uma parte mais grossa e uma parte mais fina. Há uma razão físico-anatômica para isso. É a mesma razão por que os pregos têm uma ponta fina: para entrar melhor no buraco.
[.../...]
O nosso corpo é assim: ele sabe muitas coisas que a nossa cabeça não sabe. Se dependêssemos, para viver, dos conhecimentos que temos na nossa cabeça, há muito teríamos desaparecido da terra. O corpo é muito sábio. Acham que estou doido? Vocês já ouviram falar em Guimarães Rosa, o escritor? Pois ele disse: “O corpo não traslada, mas muito sabe, adivinha se não entende...“ Com o que, Nietzsche, o filósofo que mais amo, concorda: “Há mais razão no seu corpo que na sua melhor sabedoria“...Os gregos antigos, filósofos, diziam que a gente começa a pensar quando a gente fica abobalhado diante de um fato corriqueiro. Haverá coisa mais corriqueira que um ovo? Pois o ovo me faz pensar...
Texto delicioso, escrito por Rubem Alves, a ser lido na íntegra aqui, descoberto via A Matemática anda por aí.
Famílias com desempregados vão ter redução de 50 por cento na prestação da casa dizem a RTP e o Público. Menos 50 por cento no empréstimo à habitação, anuncia Sócrates no debate quinzenal diz o Diário IOL. Impressionante, que ajuda fantástica!
Mas nos textos aparece uma expressão curiosa: "moratória nas prestações de crédito à habitação". Segundo o dicionário, moratória é uma dilação de prazo para pagamento de uma dívida. Ou seja, hoje pago 50 em vez de 100, mas mais cedo ou mais tarde vou ter que pagar os 50 que faltam. E a isto chamam os jornais uma redução... Estou a imaginar o Pingo Doce a anunciar "Redução de 50% nas alcachofras em lata", mas na caixa dizem-nos "para a semana paga o resto, 'tá bem?"
Fonte: Blogue a Pente Fino, aqui.
Será que os jornalistas não sabem o que é uma moratória? Pelo que escrevem, assim parece, como conclui o Miguel Carvalho no A pente Fino.
Mas nos textos aparece uma expressão curiosa: "moratória nas prestações de crédito à habitação". Segundo o dicionário, moratória é uma dilação de prazo para pagamento de uma dívida. Ou seja, hoje pago 50 em vez de 100, mas mais cedo ou mais tarde vou ter que pagar os 50 que faltam. E a isto chamam os jornais uma redução... Estou a imaginar o Pingo Doce a anunciar "Redução de 50% nas alcachofras em lata", mas na caixa dizem-nos "para a semana paga o resto, 'tá bem?"
Fonte: Blogue a Pente Fino, aqui.
Será que os jornalistas não sabem o que é uma moratória? Pelo que escrevem, assim parece, como conclui o Miguel Carvalho no A pente Fino.
A Sofia Loureiro dos Santos do Defender o Quadrado lançou-me aqui, um desafio: "transcrever a quinta frase da página 161 do livro que tenho à mão". Pegando no livro, Predadores, das Publicações D. Quixote, retiro: "Ele chegava ao sítio, era o último mas chegava". Missão cumprida, com gosto. Pelo desafio ter sido feito por quem foi. Por ser um livro de Pepetela . Por ser um romance delicioso. Um retrato ficcionadado de uma Angola no pós independência. Um livro que nos dá pistas para compreendermos as fraquezas e forças de um dos países que continuar a crescer apesar da crise mundial.
Em 2007, o Produto Interno Bruto, por habitante, a preços constantes de 2000, situou-se em 12 437 Euros, traduzindo um crescimento de 1,7%, face ao ano anterior. Durante o mesmo ano, os preços no consumidor subiram 2,4%, cabendo às despesas com saúde a maior variação (7,4%) enquanto, de sentido contrário, as despesas com comunicações registavam um decréscimo (-1,5%).
Fonte: Indicadores Sociais 2007 do INE, aqui.
Fonte: Indicadores Sociais 2007 do INE, aqui.
Em 2007, as despesas das Administrações Públicas em educação representaram 7,1% do PIB, o que constitui uma descida relativamente ao ano anterior (7,6%). Mantém-se constante o consumo final das famílias em educação, por habitante (0,8%).
O número de diplomados no ano escolar 2006/07 atingiu os 83 276, o que traduz um aumento de cerca de 16%, quando comparado com o ano anterior.
O número de diplomados no ano escolar 2006/07 atingiu os 83 276, o que traduz um aumento de cerca de 16%, quando comparado com o ano anterior.
Fonte: Indicadores Sociais 2007 do INE, aqui.
Portugal dispunha, em 2007, de 357 médicos por 100 000 habitantes, o que representa um crescimento de 2,6%, quando comparado com o ano anterior. A análise do indicador semelhante, referente aos enfermeiros, revela um crescimento de 5,8% do número destes profissionais, passando agora a ser 509 por 100 000 habitantes.
Fonte: Indicadores Sociais 2007 do INE, aqui.
Fonte: Indicadores Sociais 2007 do INE, aqui.
Elas continuam a ganhar menos do que eles e a serem agredidas dentro da própria casa, mas hoje estão mais protegidas e têm mais consciência dos seus direitos. O Estado tem integrado a igualdade de género em todas as políticas públicas e a legislação portuguesa é das mais avançadas do mundo. E vêm aí as primeiras eleições paritárias de sempre.
Recentemente, noticiámos que Portugal é o quarto país da União Europeia com menor disparidade de salário entre mulheres e homens. Segundo os dados da Comissão Europeia, o fosso salarial é de 8,3 por cento, enquanto os dados nacionais o elevam para 20 por cento (tem diminuído, mas a conta-gotas).A que se deve a disparidade? Ao indicador usado: o Eurostat compara o preço por hora de trabalho, mas as estatísticas nacionais confrontam salários mensais. "Como as mulheres portuguesas trabalham menos horas do que os homens, porque trabalham mais em casa, a diferença é menor quando contabilizada à hora", explica Elza Pais, presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.
Em 2007, confirmaram-se as tendências de diminuição do número de famílias com filhos - 56,8%, neste ano, 57,3% no ano anterior. Em 2001, estas famílias representavam 60,0% do total.
A dimensão média das famílias diminuiu igualmente; a proporção de famílias constituídas por uma ou duas pessoas foi, em 2007, de 46,3%, contra 45,7%, no ano anterior. O número total de casamentos voltou a diminuir, embora se tenha verificado o crescimento de 5,4% no número de casamentos só civis.
A dimensão média das famílias diminuiu igualmente; a proporção de famílias constituídas por uma ou duas pessoas foi, em 2007, de 46,3%, contra 45,7%, no ano anterior. O número total de casamentos voltou a diminuir, embora se tenha verificado o crescimento de 5,4% no número de casamentos só civis.
Fonte: Indicadores Sociais 2007 do INE, aqui.
A posse de computadores portáteis pelas famílias passou de 14,7%, no ano de 2006, para 20,4%, em2007. Nesse ano, 30,4% das famílias tinham acesso à internet através de banda larga, o que constitui um aumento de 6,4 pontos percentuais face ao ano anterior. A Região de Lisboa detém a percentagem mais elevada (41,8%) das famílias, no entanto, assinalam-se, as evoluções (+12,3 pontos percentuais) verificadas nas Regiões do Alentejo e Algarve.
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