Peter Drucker (1909,2005)
“(…) A ligação universidades/necessidades do mercado de trabalho também mereceu críticas por parte de Miguel Portela e Luís Reis nas «conversas ao pequeno-almoço», organizadas pelo IPAM. O CEO da Sonae.com sublinhou que as escolas «deviam pôr as pessoas a pensar, a saber reagir ao desconforto, à diferença». Os cursos superiores, acrescentou, «são demasiado fáceis. As pessoas só sabem até onde podem ir se forem levadas ao seu limite».
«A muitos licenciados falta o mundo. Para muitos, o mundo acaba no fim da rua da aldeia dele». Esta imagem fornecida por Luís Reis serviu para demonstrar como os portugueses se «agarram desesperadamente ao seu cantinho».
O CEO da Sonae.com deu um exemplo: «Num processo de recrutamento, perante a «ameaça» de que podem ser colocados em qualquer ponto do país, metade desiste. À metade que fica, dizemos que podem ser colocados em qualquer ponto do mundo e metade vai embora. Dos candidatos iniciais restam-nos normalmente 25 por cento». Daí o desabafo: «Devia ser proibido aos recém-licenciados namorar ou casar nos próximos dez anos». (…)”
Fonte: Agência Financeira, aqui.
Tomás Vasques no Hoje há conquilhas amanhã não sabemos.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.
Este texto reflecte a opinião de um determinado autor (julgo que não está sozinho) mas é facilmente desmontável. E então os trabalhadores portugueses que trabalham cá dentro mas para empresas multinacionais? Já não sofrem de lusofagia territorialis? Sabemos que as multinacionais a operar em Portugal detêm altos índices de produtividade. Então esses não são feitos da mesma matéria que os outros? Esta realidade leva-nos a concluir que a baixa produtividade não deve ser só uma questão de pessoas. Outros factores haverá com certeza.
Keep your customers, but change what you sell to them.
Keep your providers, but change the profit structure.
Keep your industry but change where the money comes from.
Keep your staff, but change what you do.
Keep your mission, but change your scale.
Keep your products, but change the way you market them.
Keep your customers, but change how much you sell each one.
Keep your technology, but use it to do something else.
Keep your reputation, but apply it to a different industry or problem.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Para cantinuar a ler este artigo de Camilo Lourenço, no Jornal de Negócios, clicar aqui.
As marcas próprias (brancas) dos supermercados estão a ganhar terreno com a crise. Em 2008, estes artigos registaram um crescimento em valor de 21% face ao ano anterior. Segundo dados da TNS Worldpanel, estes produtos representam já 32% das vendas de artigos de grande consumo.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.




















