Reforma ambiciosa

Publicada por José Manuel Dias


O comissário europeu para os Assuntos Económicos, Joaquín Almunia, disse hoje que a União Europeia (UE) está a planear uma reforma “ambiciosa” do sector financeiro para fazer frente aos problemas que conduziram à crise.Durante o discurso no Comité Monetário e Financeiro Internacional, o principal órgão executivo do Fundo Monetário Internacional, reunido hoje em Washington, Almunia afirmou que a crise revelou “debilidades inaceitáveis” nos mercados financeiros europeus e internacionais e avançou que a Comissão Europeia “vai pôr em marcha uma ambiciosa reforma do sistema financeiro europeu no decorrer de 2009”.
Fonte: Público, aqui.
A confiança no sistema financeiro é essencial. Garantir que tudo funciona como é suposto funcionar é urgente e necessário. Venha a reforma!

Desceu, não desceu?

Publicada por José Manuel Dias


O BCE decidiu baixar as taxas de juro em apenas 0,25 pontos percentuais. Foi uma decisão acertada. Primeiro, porque uma baixa de 0,5 pontos faria esgotar a arma das taxas de juro como meio de combate à recessão. Não apenas porque o BCE está a fazer finca-pé no patamar de um por cento como valor mínimo para as taxas, mas porque na actual conjuntura é irrelevante ter taxas a um por cento… ou a zero por cento. Não é por essa diferença que as empresas recomeçam a investir e os consumidores a gastar. A economia não mexe por falta de confiança no sistema financeiro e não pelas taxas de juro.
Camilo Lourenço, em artigo de opinião mo Jornal de Negócios, aqui.

A caminho da regulação global

Publicada por José Manuel Dias


Uma das medidas da cimeira do G20 em Londres foi o reforço da regulação financeira internacional, mediante a criação de uma nova instituição internacional -- o Financial Stability Board --, a partir do já existente Financial Stability Forum, criado em 1999 pelo G7, mas agora com uma composição alargada - incluindo todos os G20, mais a Espanha e a Comissão Europeia (o que reforça o peso da UE) - e sobretudo com poderes mais extensos e mais efectivos.

Sempre a cair...

Publicada por José Manuel Dias


As Euribor mantêm a tendência de queda com a taxa a três meses cada vez mais perto de igualar a taxa de referência do Banco Central Europeu (BCE). Esta semana, o Banco Central Europeu (BCE) deverá reduzir novamente os juros, segundo as previsões do mercado. A taxa a seis meses recuou hoje para os 1,670%, um novo mínimo histórico, e a Euribor a três meses desceu para os 1,510%, aproximando-se mais do preço do dinheiro definido pelo BCE, que se encontra nos 1,50%.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.
São boas notícias para todos os que têm empréstimos em curso. São boas notícias para o Estado atento o endividamento público existente. São boas notícias para quem quer investir.

Défices excessivos

Publicada por José Manuel Dias


Nos termos dos Regulamentos comunitários, o INE já enviou para o Eurostat a primeira notificação de 2009 relativa ao exercício do Procedimento dos Défices Excessivos.
Rácio Capacidade/necessidade líquida de financiamento no PIBpm: 2,6% em 2008, para 2009 o previsto é 3,9%.
Para ver a evolução verificada entre 2005 a 2009, clicar aqui.

Pois...E o prémio?!!

Publicada por José Manuel Dias


As taxas de juro nos contratos de crédito à habitação estão a descer desde Dezembro, acompanhando a queda das Euribor. Uma redução que não chega a quem está agora a comprar casa, devido ao aumento dos "spreads" pela banca. Desde Outubro de 2007, a diferença entre os juros praticados nos contratos e a taxa Euribor já aumentou 300%.
Apesar das descidas registadas nos últimos meses, este valor está mais de 1,7 pontos percentuais acima da média das taxas Euribor nos três meses correspondentes (média entre Outubro de Janeiro).
Fonte: Jornal de Negócios desta data, aqui.
As taxas de juro incorporam um prémio de risco. Se o nível de incumprimento do Crédito Habitação tem subido em resultado de riscos diversos, nos quais se incluem os denominados 3 D´s, mas em que sobreleva o desemprego, parece ter sentido que o prémio de risco incorporado no pricing seja objecto de agravamento. Levar mais caro, neste caso, não quer dizer que os Bancos tenham margem de lucro superior.

O défice não é uma perda...

Publicada por José Manuel Dias


Correio da Manhã de hoje, capa, letras gordas: "Portugal perde 49 milhões por dia", referindo-se ao défice externo que alegadamente bate recordes. Não contesto nem o número, nem o recorde (o que seria normal mesmo na ausência de um problema sério de défice externo, dado que se trata de valores nominais), nem menosprezo o problema do défice/dívida externa. Apenas objecto a escolha do verbo "perder", e faço-o porque induz em erro o leitor comum.
Ao ter um défice externo, Portugal está a gastar acima do seu rendimento e, portanto, a endividar-se perante o exterior. Está, por assim dizer, a obter um empréstimo do resto do mundo. Agora, porque é que este empréstimo significa uma "perda"? Aliás, se empréstimo implicasse automaticamente uma perda, porque razão é que as pessoas pediam empréstimos de livre vontade?
Com a devida vénia ao blogue A pente Fino, aqui.

O Pacotão de Obama

Publicada por José Manuel Dias


O Presidente dos EUA arquitectou a estratégia para combater a crise financeira. Trata-se do plano mais ambicioso desde o tempo de Roosevelt - e já soma 4,5 biliões de euros. Veja aqui o gráfico animado. Fonte: semanário Expresso.
Veremos, pois, se as previsões "de uma contracção da economia de 1,2 por cento para este ano e de um crescimento acentuado do Produto Interno Bruto já no próximo ano de 3,2 por cento" , inscritas no Orçamento se confirmam. Seria bom para eles e para nós.

Sosseguem

Publicada por José Manuel Dias


O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean Claude Trichet, afirmou hoje que a autoridade monetária da Zona Euro vai providenciar aos bancos liquidez ilimitada pelo tempo que for necessário para enfrentarem a crise do crédito. “Estamos agora a providenciar – e isto é muito raro – financiamento ilimitado para os bancos da Zona Euro com maturidades que vão de uma semana a seis meses em troca de activos colaterais ilegíveis”, afirmou Trichet, citado pela Bloomberg, acrescentando que “vamos permanecer em activo o tempo que for necessário”.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.

Bad Banks?

Publicada por José Manuel Dias


A crise persiste em não dar sinais de trégua, e, não obstante as maciças injecções de capital e garantias de Estado destinadas a normalizar os circuitos de crédito, o sector financeiro é dos que continua mais vulnerável – e agora também sujeito aos efeitos da crise na economia “real”, que tem gerado uma espiral de fecho de empresas e despedimentos. Neste contexto, os “bad banks” estão a surgir como uma derradeira “tábua de salvação”. É mais um termo, à semelhança dos “activos tóxicos”, que não tem uma tradução óbvia para o português – “bancos maus”?, “bancos tóxicos”? –e que tão pouco corresponde a um modelo bem delineado de intervenção no sistema financeiro. Afinal, o que são, ou podem vir a ser, os “bad banks”?
Para continuar a ler este artigo de Eva Gaspar, no Jornal de Negócios clicar
aqui.
O director-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, parece estar de acordo com a ideia dos "Bad Banks" quando afirma que "o maior problema que os Estados enfrentam actualmente é a reestruturação dos bancos, defendendo a criação de uma estrutura que livre a banca dos seus activos tóxicos". Esperemos pelos desenvolvimentos. Uma coisa é certa: os Bancos nunca foram tão importantes, como nos dias de hoje.

Aguardemos por Março

Publicada por José Manuel Dias


O presidente do Banco Central Europeu (BCE) sublinhou esta quinta-feira que o valor de 2 por cento nas taxas de referência não é o limite, em matéria de descidas.
«Confirmamos que os 2 por cento não são o nível mais baixo (a que podem estar as taxas de juro)», disse em conferência de imprensa, realçando, no entanto, que «não considero apropriado manter as taxas de juro nos 0% neste momento».
Apesar do BCE
ter decidido manter as taxas de juros nos 2% , Jean-Claude Trichet seguiu o esperado e admitiu que pode vir aí novo corte no próximo mês. Mas ainda não há certezas: «Veremos o que vamos fazer na próxima reunião. Teremos muito mais informação e dados novos», sublinhou.
Fonte: Agência Financeira, aqui.

Quanto vale uma empresa?

Publicada por José Manuel Dias


Quando, nos primeiros anos da sua vida profissional, trabalhava numa sociedade de investimento londrina, Peter Drucker tinha um colega que se ocupava exclusivamente na compra e venda de acções da General Motors. Um dia, Drucker deixou-lhe em cima da secretária um recorte de um artigo sobre o futuro da indústria automóvel. "Por que é que me puseste isto aqui?", perguntou-lhe o outro na manhã seguinte. E foi então que Drucker descobriu que ele ignorava que a General Motors era uma empresa automóvel.Suponho que esta situação seria hoje impensável, mas constato que, amiúde, muitos traders pouco sabem sobre as empresas cuja compra ou venda recomendam. Esta ignorância revelou-se de forma evidente na actual crise financeira, quando empresas há escasso tempo incensadas como casos de sucesso revelaram, afinal, uma espantosa fragilidade. Quanto vale de facto uma empresa, e o que é preciso saber sobre ela para avaliá-la com rigor?
João Pinto e Castro responde-nos aqui, Jornal de Negócios desta data. Uma leitura imperdível.

10 Conselhos para conservar o emprego

Publicada por José Manuel Dias


1. Não entre em pânico: mantenha a confiança em si, mesmo perante a pior conjuntura, porque esta também pode revelar novas perspectivas.
2. Seja positivo e mostre-se empenhado : quando a tempestade é grande e o barco tomba, coloque-se por apenas 10 minutos no lugar do capitão. Compreenda o papel deste e o de toda a equipa, que deverá saber o que fazer para manter o barco a navegar. É o momento de ter iniciativa para surpreender positivamente o seu patrão.
3. Destaque-se entre os demais: distinga-se pela motivação e pela competência. Quem investiu tempo a enriquecer os seus conhecimentos distinguir-se-á agora, e a longo-prazo, pelo seus skills.
4. Mantenha-se informado : uma empresa em dificuldades tem de reagir rapidamente. Para ganhar flexibilidade é normal que tenha de transferir profissionais de umas áreas para outras. Não veja isso como uma ameaça. O patrão valorizará a boa atitude e lembrar-se-á de si quando esta fase passar.
5. Coloque-se em causa : a crise dá-lhe a oportunidade de avaliar melhor qual é o seu verdadeiro valor para a companhia. Questione-se: Realizo bem o meu trabalho? Poderá ser feito por outra pessoa? Eu cumpro os meus objectivos?
Continuar a ler aqui, Semanário Expresso.

Depósitos a Prazo

Publicada por José Manuel Dias


Há pouco mais de dois meses, era possível obter uma taxa de juro de 4,6% para uma aplicação a um ano. Hoje, quem se dirigir a um banco para aplicar a sua poupança num depósito tradicional consegue uma taxa de não chega a 2% brutos. É o lado menos positivo da descida dos juros. Chegou ao fim o ciclo dos juros altos para os depósitos. Se muitos suspiraram de alívio por as taxas do crédito terem descido drasticamente, para quem tem poupanças as actuais rentabilidades dos depósitos estão bastante mais baixas e longe dos valores do ano passado.
Fonte: Diário de Notícias,
aqui.
Convenhamos que para quem comenta temas económicos não saber distinguir taxas nominais de taxas reais é uma grave lacuna. Nem sempre taxas altas são estimulantes se a inflação se situar em números idênticos. Por outro lado qualquer aforrador com valores para depósito superiores a € 5.000,00 consegue taxas melhores do que as indicadas no artigo. É só espreitar
aqui. Recolher informação e negociar é sempre uma boa estratégia para optimizar os rendimentos das poupanças.

A pente fino

Publicada por José Manuel Dias


No DN de ontem, Rudolfo Rebêlo e Manuel de Almeida (Lusa) assinam mais um artigo merecedor de destaque nesta antologia do disparate jornalístico.
1. A habitual confusão entre stocks e fluxos: "Agora, com a crise, o desequilíbrio das contas passa para os 3,9% da riqueza." O que os jornalistas queriam dizer é que o défice orçamental passa para os 3.9% do PIB. PIB e riqueza não são a mesma coisa. O primeiro é um fluxo, o segundo é um stock.
Para continuar a ler este post de Pedro Bom, clicar aqui.

Ideias para Obama

Publicada por José Manuel Dias


La semana pasada, al presidente electo Barack Obama le pidieron que respondiese a los escépticos que afirman que su plan de estímulo no bastará para ayudar a la economía. Obama respondió que quiere oír ideas sobre "cómo gastar dinero de manera eficiente y eficaz para hacer que arranque la economía". Pues bien, entraré al trapo, aunque como explicaré en breve, la metáfora del "arranque" es parte del problema.Es cierto que la previsión económica es una ciencia inexacta, en el mejor de los casos, y las cosas podrían ir mejor de lo que predice el informe. Pero también podrían ir peor. En el informe se reconoce que "algunos analistas particulares prevén que las tasas de desempleo llegarán al 11% si no se toma ninguna medida". Y yo coincido con Lawrence Summers, otro miembro del equipo económico de Obama, que recientemente declaraba: "En esta crisis, hacer demasiado poco plantea una mayor amenaza que hacer demasiado". Por desgracia, ese principio no se refleja en el plan actual.
¿Cómo puede entonces Obama hacer más? Incluyendo en su plan mucha más inversión pública, lo cual será posible si adopta un punto de vista más a largo plazo.
El informe de Romer y Bernstein reconoce que "un dólar de gasto en infraestructuras es más eficaz para crear puestos de trabajo que un dólar de rebajas fiscales". Sin embargo, sostiene que "en un marco temporal corto, la inversión pública que puede efectuarse con eficacia tiene un límite". ¿Pero por qué tiene que ser corto el marco temporal?
Paul Krugman es columnista del diario 'The New York Times', aqui.

Aí vão 4

Publicada por José Manuel Dias


Jean-Claude Trichet justificou a decisão de hoje do Banco Central Europeu (BCE), a que preside baixa, de baixar a principal taxa de juro da Zona Euro, para os dois por cento, com a diminuição dos riscos inflacionistas e o contínuo arrefecimento da actividade económica no final do ano passado. Um eventual corte suplementar dos juros apenas acontecerá em Março, avisou. E porquê em Março? Porque será nesse mês, e não em Fevereiro, que o banco central terá novos números e previsões que poderão permitir uma avaliação mais precisa da situação financeira e económica da Zona Euro.
Fonte: Público,
aqui.
O BCE aprovou o quarto corte consecutivo das taxas directoras da Zona Euro, depois das reduções de 0,50 por cento registadas em Outubro e Novembro e de 0,75 por cento em Dezembro. Aguardemos agora por Março...

Não há almoços grátis

Publicada por José Manuel Dias


A Standard & Poor’s colocou em vigilância negativa o "rating" da dívida pública portuguesa. A primeira tentação é olhar para esta decisão e soltar uma gargalhada. Com o argumento de que nenhuma agência de "rating" tem credibilidade para dar notas: não foram elas que passaram ao lado dos sinais que ajudaram a criar a tempestade financeira do século? Mas não é assim.
Porque bem vistas as coisas, a decisão da S&P até chega tarde. Quem olhar para os mercados de dívida soberana (emitida pelos Estados) percebe que o mercado já tinha feito o seu próprio julgamento em relação ao risco associado a Portugal, agravando os spreads de colocação de dívida pública. Ou seja, a S&P não faz mais do que incorporar um juízo que já tinha sido emitido pelo próprio mercado (embora se deva dizer que no clube Med – Espanha, Portugal, Itália e Grécia – Portugal até não está mal colocado): o spread da dívida portuguesa é mais baixo que o grego, o italiano e até o irlandês. O problema é que não vale de nada contentarmo-nos com o mal menor (ter melhor “rating” que a Irlanda). Porque o que a S&P está a dizer é que Portugal tem agora menor capacidade para honrar os seus compromissos (devido ao agravamento do défice orçamental); e isso significa pagar mais pela dívida que o Estado emite. Mais uma razão para o Governo ter cuidado com a forma como gasta dinheiros públicos em ajudas à economia. Porque não há almoços grátis.
Camilo Lourenço, no Jornal de Negócios, aqui.
Imaginem só o que teria acontecido se não tivesse sido feito um esforço de diminuição da despesa pública, conseguindo que o défice de 2008 fosse o mais baixo dos últimos 34 anos.

Cheques sem provisão aumentaram

Publicada por José Manuel Dias


O número de cheques devolvidos aumentou em 2008, interrompendo assim a tendência resgistada no ano anterior. Até Novembro último, os bancos rejeitaram 873 mil cheques, sendo que em 75% dos casos o motivo foi falta de provisão, escreve o «Jornal de Notícias».
Os dados não reflectem ainda a totalidade do ano de 2008 (referem-se à realidade medida de Janeiro a Novembro) e, mesmo assim, verifica-se um aumento de cerca de mil cheques que foram devolvidos face a 2007. Esta subida ocorreu tanto nos que são apresentados à compensação, como nos cheques classificados de grande montante (para valores acima dos 100 mil euros) e inverte a tendência que se tinha registado de 2006 para 2007 em que o número destas situações tinha sofrido uma forte diminuição.
Fonte: Agência Financeira, aqui.

Taxa Fixa ou Variável?

Publicada por José Manuel Dias


Esta é uma questão que muitas vezes se coloca quando se decide contrair um empréstimo para comprar habitação. Regra geral, em altura de descida das taxas de juro as taxas variáveis, como a Euribor, tendem a compensar. Mas em época de subidas de juros, como se verificou nos últimos três anos, a taxa fixa é mais compensadora.Se vai contrair um empréstimo este ano, tenha em atenção que as taxas fixas praticadas actualmente pelos bancos estão mais altas que as médias das taxas Euribor. O que significa que um empréstimo indexado a uma taxa fixa é actualmente mais caro. Por isso, nesta altura o melhor será optar por indexar o empréstimo à taxa Euribor. Mas gaste algum tempo a comparar para tentar poupar dinheiro.
O Negócios fez os cálculos. Quem contrair um empréstimo de 100 mil euros, a 30 anos, com um "spread" de 0,7% e optar por indexar o seu crédito à Euribor a seis meses vai pagar, em Janeiro, 481,17 euros, considerando a média mensal da Euribor de Dezembro (mês de referência para o cálculo dos juros no primeiro mês do ano). A revisão deste empréstimo ocorrerá em Julho e, segundo os juros contratados pelos bancos entre si nos mercados internacionais para o futuro, a Euribor a seis meses deverá rondar os 2,195%. Este valor corresponde a uma prestação de 415,96 euros.
Fonte: Jornal de Negócios, artigo da responsabilidade de Sara Antunes,
aqui.