Portugal: um exemplo a seguir...

Publicada por José Manuel Dias


American classrooms need to enter the 21st century.
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To show the way, I suggest the president take a look at a modest country across the Atlantic that's turning into the world leader in rethinking education for the 21st century.
That country is Portugal. Its economy in early 2005 was sagging, and it was running out of the usual economic fixes. It also scored some of the lowest educational achievement results in western Europe. So Prime Minister Jose Socrates took a courageous step. He decided to invest heavily in a "technological shock" to jolt his country into the 21st century. This meant, among other things, that he'd make sure everyone in the workforce could handle a computer and use the Internet effectively.
Fonte: The Huffington Post,
aqui.
O especialista canadiano em tecnologia Don Tapscott aponta Portugal como um exemplo a seguir na educação, elogiando o investimento em computadores individuais nas salas de aulas. Num artigo de opinião publicado no blogue Huffington Post - onde já escreveu Barack Obama -, Tapscott dirige-se directamente ao presidente dos Estados Unidos da América: "Quer resolver os problemas das escolas? Olhe para Portugal!". Para continuar a ler o artigo do Público, clicar aqui. Apesar de uns tantos -quase sempre os mesmos - criticarem as reformas promovidas no sector da educação, alguns especialistas nesta matéria, como Steve Ballmer e Don Tapscott, apontam Portugal como exemplo, até para os USA.

A premência das reformas

Publicada por José Manuel Dias


Os professores portugueses perdem muito tempo na sala de aula até conseguir o ambiente de aprendizagem ideal, confessam num inquérito feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), realizado no ano lectivo de 2007/2008. O estudo Criar Ambientes Eficazes de Ensino e Aprendizagem feito em 23 países através de questionários a docentes do 3.º ciclo do ensino básico, foi apresentado hoje.
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A OCDE defende que "a principal lição política" a retirar deste estudo é que os ministérios têm que prever incentivos "mais eficazes" para os professores, recompensando-os e reconhecendo o seu trabalho. Além disso, devem olhar menos para o controlo dos recursos e conteúdos educativos e mais para os resultados da aprendizagem. Em comunicado, o Ministério da Educação congratula-se com a avaliação do desempenho dos professores e a gestão escolar e considera que as recomendações da OCDE confirmam "a centralidade e a premência das reformas introduzidas".
Fonte: Público, aqui.
Assino por baixo. As reformas da educação não eram apenas necessárias, eram urgentes. Os resultados não deixarão de aparecer. Importa, no entanto, diferencias os professores com base no desempenho, premiando os mais capazes.

Os jovens sabem que o mundo mudou...

Publicada por José Manuel Dias


Os finalistas portugueses dos cursos ligados às engenharias ou de economia mostram-se dispostos a trabalhar mais horas por menos dinheiro. E admitem mesmo sair do país para poder encontrar o primeiro emprego.
Os dados constam do inquérito Trendence, que decorreu no primeiro trimestre deste ano lectivo e envolveu 196 mil alunos de 22 países europeus. Comparado com o realizado no final do ano lectivo anterior, o estudo mostra as expectativas mais baixas dos estudantes finalistas de cursos na área da economia e da engenharia. Nas duas áreas de conhecimento, os alunos estão dispostos a trabalhar mais horas do que estavam os seus colegas finalistas do ano passado. Se, antes, era reportada a intenção de trabalhar 43 horas por semana, agora os jovens admitem passar mais tempo no trabalho (44,6 horas no caso da engenharia e 45,3 horas na economia). Já os espanhóis e os holandeses são dois exemplos dos alunos que menos horas admitem trabalhar; do outro lado estão os suíços, que antecipam semanas com quase 50 horas de trabalho.
Fonte: Jornal de Notícias, aqui.
Atente-se na dimensão do estudo: 196 mil alunos, de 22 países. Registe-se a conclusão: disponíveis para trabalhar mais horas por menos dinheiro. Podem alguns falar em "direitos irreversíveis" mas quem está do lado da procura sabe que a realidade não é como alguns a pintam. As regalias e os privilégios dos instalados só penalizam os mais jovens. Eles sabem que o futuro é dos melhores e estão preparados para competir. É nossa obrigação dar-lhes essa oportunidade.

Um longo caminho pela frente

Publicada por José Manuel Dias


O défice de qualificações vai continuar a ser um problema em Portugal ao longo da próxima década. Os mais de 6,7 milhões de trabalhadores pouco qualificados, em 2007, representavam 75,1% da população com mais de 15 anos. Um valor que deverá descer para 57,8% em 2020, mas que continuará a ser o mais elevado da Europa. São dados do Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional (Cedefop) que constam de um relatório ontem divulgado pela Comissão Europeia. A progressão dos restantes 24 países analisados será, em média, menos acentuada, mas incapaz de alterar a posição relativa de Portugal. A proporção da população com o ensino básico, que se situava nos 38,1%(2007) deverá descer para 29,3% (2020).
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Nos últimos anos tem sido feito um grande esforço em ordem a recuperarmos o nosso atraso no que concerne às qualificações. As Novas Oportunidades são bem um exemplo desse trabalho meritório. Importa, no entanto, prosseguir com empenho redobrado em ordem a grantirmos a convergência com os países mais desenvolvidos. A aprovação, nesta data, da proposta do Governo que contempla o "alargamento da escolaridade obrigatória de nove para 12 anos" e “a universalidade da educação pré-escolar para crianças a partir dos cinco anos” constitui um passo importante nesse caminho de melhorar as qualificações de portugueses. Um objectivo que merece um consenso alargado na sociedade e que todos os partidos subscreveram ao votarem favoravelmente a proposta do Governo.

Universidade de Aveiro distinguida

Publicada por José Manuel Dias


Quatro instituições de ensino superior portuguesas recebem hoje rótulos europeus de qualidade especiais em reconhecimento dos seus esforços no sentido de facilitar aos estudantes a possibilidade de estudar no estrangeiro. As universidades de Aveiro, do Minho, Técnica de Lisboa e o Instituto Politécnico de Tomar estão entre as 65 instituições de ensino superior de 16 países europeus que demonstraram “excelência” na aplicação do Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos (ECTS) e do Suplemento ao Diploma (DS). Segundo a Comissão Europeia, estes dois instrumentos europeus que tornam o ensino e a aprendizagem mais transparentes e facilitam o reconhecimento de estudos e qualificações.
Fonte: Público, aqui.
Os bons exemplos deveriam multiplicar-se. Aveiro foi umas das Universidades que passaram a Fundação Pública.

A a Z na Educação

Publicada por José Manuel Dias


O Ministério da Educação fez bem em publicar o A a Z da Educação. Nesta legislatura mudou muito o panorama da educação, por via das reformas que foram implementadas. Hoje a Escola Pública está melhor em muitas vertentes. Há quem não goste das mudanças (nunca é possível agradar a todos) mas a larga maioria dos pais e encarregados de educação reconhecem mérito ao trabalho desenvolvido. Vejamos apenas algumas das medidas:
- escola a tempo inteiro, com oferta gratuita e generalizada do inglês e de outras actividades de enriquecimento curricular;
- diversificação da oferta formativa, com criação de cursos profissionais;
- alargamento da Acção Social escolar triplicando o número de alunos abrangidos;
- modernização física e tecnológica das ecsolas e uso generalizado dos computadores e da internet nas actividades educativas (310.000 computadores, 9.000 quadros interactivos e redução do número de alunos por computador de 16 para 5);
- avaliação interna e externa das escolas;
- atribuição do prémio de mérito aos melhores alunos de cada escola;
- novo modelo de gestão escolar .
Para termos um ideia da extensão e profundidade das mudanças, nada melhor que espreitar o fascículo de A a Z. Um resumo do trabalho desenvolvido pelo Ministério da Educação ao longo dos últimos 4 anos, ver aqui. Nem tudo terá sido bem feito bem feito mas o balanço é, a nosso ver, altamente satisfatório. Até os críticos do desempenho da Ministra concordam com a maioria das medidas tomadas, apenas discordando, de forma mais evidente, da avaliação de desempenho. As mudanças, como é consabido, geram sempre algum desconforto mesmo quando se muda para melhor. Convirá, no entanto, sublinhar que muitas das medidas que hoje todos aplaudem não teriam saído do papel se não tivesse existido estabilidade. Existem coisas a que só damos valor quando nos faltam.

A maior parceria da Europa

Publicada por José Manuel Dias


O Massachusetts Institute of Technology (MIT) vai investir entre um a dois milhões de euros por ano até 2016 em Portugal para financiar a participação de investigadores nas pesquisas do MIT-Portugal. O valor agora avançado para o investimento pode crescer de acordo com o número de projectos desenvolvidos. O financiamento directo do instituto americano, três anos depois da assinatura do contrato de parceria, representa para o director nacional do programa Paulo Ferrão "um estreitar de relações".
De facto, a parceria com Portugal "é a maior da Europa", sublinha Subra Suresh, reitor de Engenharia do MIT. E Paulo Ferrão lembra que o instituto de tecnologia tem duas grandes ligações mundiais: Singapura e Portugal.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.

Copiar as boas práticas

Publicada por José Manuel Dias


A avaliação dos professores é como o desporto: “Se eu estou dentro de um determinado jogo cumpro as regras, posso discuti-las depois, mas não no jogo”. A táctica é do director do Agrupamento de Escolas de Carcavelos. Adelino Calado é professor de Educação Física e está habituado ao fair-play. Daí que na sua escola a polémica avaliação tenha sido feita “com tranquilidade”, pois não quiseram “negar à partida uma ciência que desconheciam”. Fora das quatro linhas da escola o derby foi outro: mais de metade dos professores juntou-se aos protestos. Quase no final da partida, Adelino Calado admite ser cedo para conclusões. Reconhece “muitas vantagens” ao polémico modelo, mas deixa um cartão vermelho à pressa com que foi lançado.A opinião é comum aos docentes da escola, que dizem ter cumprido o processo essencialmente “por uma questão legal e de profissionalismo”. “
Fonte: Público, aqui.
Esta é uma das muitas escolas que levou por diante o modelo de avaliação de desempenho. Muitas das dificuldades identificadas foram ultrapassadas. Com bom senso e dedicação. Quando se faz o que se gosta as dificuldades são desafios estimulantes. Aprender com quem faz melhor é um bom método. Todos reconhecem que “o mérito tem de ser premiado”. Um qualquer modelo avaliação de desempenho é, pois, uma necessidade.

Medalha de ouro para Ministra

Publicada por José Manuel Dias


Ministra da Educação desde 12 de Março de 2005, se terminar o seu mandato vai bater o tempo de permanência no cargo de José Veiga Simão (15 de Janeiro de 1970 a 25 de Abril de 1974), tendo já ultrapassado por dois dias Roberto Carneiro (17 de Agosto de 1987 a 31 de Outubro de 1991), sendo estes os dois ministros que mais tempo permaneceram no cargo nos últimos 40 anos. Para conseguir este record a Ministra teve de enfrentar " oito greves e a sete manifestações de professores".
Fonte: Jornal Público, aqui.
Não é fácil fazer mudanças. Os instalados rejeitam-nas. Os que podem ganhar com as mudanças, receiam-nas. Antes do conforto, vem sempre o desconforto. Daí que seja difícil fazer reformas. A actual Ministra da Educação operou uma grande mudança na educação. Nem tudo o que fez, fez bem mas o balanço é, a meu ver, muito positivo. O abandono escolar é menor, os alunos alcançam melhores resultados, o absentismo dos professores diminuiu e estão mais envolvidos na vida na escola. A meritocracia foi reintroduzida na carreira docente. Os vários stakeholders da escola são chamados a dar o seu contributo através da participação no Conselho Geral que elege o Director da Escola, nos termos do Decreto Lei nº 75/2008. Foi preciso resistir para bater um recorde velho de 4 décadas. Compreende-se, agora, porque é que em 35 anos de democracia tivemos 27 Ministros da Educação. O caminho mais fácil é sempre o da cedência. Agrada-se aos mais barulhentos mas penaliza-se o país. Perseguir objectivos, com coragem e determinação, é apanágio de poucos. A Ministra bem merece a medalha de ouro pelo contributo dado para a melhoria da Escola Pública.

O dedo na ferida

Publicada por José Manuel Dias


P: Tem 100% de engenheiros portugueses nos centros de I&D, e defende que não há motivos para fazermos pior que os outros. O que justifica o atraso de Portugal em matéria de inovação e desenvolvimento?
R: Grande parte das nossas PME não se adaptou ainda à idade do conhecimento, nem à globalização. Muitas são exportadoras, mas exportam segundo um modelo de baix criação de valor, passando a concorrer directamente com a China e a Índia. Por outro lado, algum IDE de índole fabrilusava Portugal como plataforma de baixo custo, e o Euro transformou-nos num país de relativo alto custo. Temos também problemas estruturais que subsistem, como a educação. A enorme percentagem de pessoas que não completam sequer o secundário, que futuro têm? Como se enquadram na sociedade do conhecimento? Não se pode dizer que é falta de investimento do estado. A República Checa paga tanto como nós, mas só 10% dos alunos não terminaram o secundário. O problema é a ineficácia do sistema e uma grande resist~encia às reformas. Os interesses corporativos não permitem que isto avance. a educação e a inovação deviam ser os desígnios futuros.
Excerto da entrevista de João Picoito, CEO da Siemens Communications Portugal, ao Diário Económico desta data.

Copiões

Publicada por José Manuel Dias


Los más de 420.000 alumnos de 5º de Primaria que estudian en centros públicos y concertados contarán a partir de septiembre con un ordenador portátil personal con el que podrán "continuar trabajando y haciendo sus deberes en casa".
Así lo anunció en el Congreso el presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, en el Debate sobre el Estado de la Nación.
El jefe del Ejecutivo resaltó que esta medida se enmarca en el proyecto Escuela 2.0 del Ministerio de Educación para la innovación y la modernización de los sistemas de enseñanza que se pondrá en marcha el próximo curso escolar, en el que "las aulas dispondrán de pizarras digitales, conexión inalámbrica a Internet y cada alumno tendrá su propio ordenador personal portátil".
Europa Press, aqui.

E não ouviram os sindicatos...

Publicada por José Manuel Dias


Governo aprovou hoje, na generalidade, a bolsa de estudo destinada aos alunos do ensino secundário com menos de 18 anos, com aproveitamento escolar e que venham de famílias carenciadas.O decreto-lei “vem reforçar o apoio do Estado às famílias de menores recursos e visa compensar as despesas resultantes da frequência do ensino secundário ou equivalente, para os alunos que sejam beneficiários do 1º ou 2º escalão do abono de família para crianças e jovens”, lê-se no comunicado do Conselho de Ministros.
O novo apoio terá um valor equivalente ao dobro do valor do abono de família que a criança já recebia e abrangerá no próximo ano lectivo os alunos do 10º ano e, nos anos seguintes, gradualmente, os alunos do 11º e 12º anos. Assim, a soma do abono e da bolsa representará um apoio mensal de 138 euros para os alunos do 1.º escalão e de 105 para os do 2.º. A medida será aplicada já no próximo ano lectivo. A atribuição de bolsas vai custar ao Estado 45 milhões de euros por ano, segundo fonte governamental. Este valor deverá subir para os 100 milhões de euros anuais, dentro de três anos.
Fonte: Público, aqui.

Cautelas

Publicada por José Manuel Dias


A avaliação que os bancos fazem das casas, no âmbito de crédito à habitação, voltou a cair no primeiro trimestre de 2009, embora a um ritmo mais lento do que no último trimestre do ano passado. O valor médio de avaliação bancária de habitação no Continente fixou-se em 1149 euros por metro quadrado, nos primeiros três meses do corrente ano, correspondendo a um decréscimo de 0,3 por cento face ao trimestre anterior e de 5,8 por cento face ao período homólogo do ano passado. No último trimestre do ano passado, as reduções foram mais acentuadas, de menos um e menos 5,8 por cento, respectivamente.
Fonte: Público, aqui.
O financiamento está sempre dependente do valor da garantia (LTV). Se o valor da avaliação é mais prudente, com valores em linha com a actual realidade do mercado, o financiamento tenderá, também, a ser menor e a exigir maior contributo de fundos próprios por parte do promitente comprador e futuro mutuário. Cautelas.

A escola compulsiva

Publicada por José Manuel Dias


Governo acaba de aprovar a lei que estabelece a escolaridade obrigatória de 12 anos. Há muito que se esperava e estava anunciada pelos programas deste e de anteriores Governos. Aliás, a medida tinha já sido aprovada por um governo do PSD, mas, no trânsito entre Barroso e Santana, o Presidente da República, Jorge Sampaio, não tinha homologado o decreto-lei. Ao mesmo tempo, o Governo anuncia uma decisão de aumentar o número de bolsas de estudo para os alunos que tenham dificuldades económicas em frequentar o ensino secundário. Esta medida não suscita objecções de maior. Uma escolaridade de 11 a 13 anos é geralmente considerada como adequada e necessária. Há já muito que em Portugal deveria vigorar esta norma. Aplauso, pois. Mesmo considerando que a noção de "escolaridade obrigatória" é obsoleta. Na verdade, esse imperativo aplicava-se aos pais que, desde o século XIX, não estavam facilmente predispostos a dispensar os filhos de trabalhar. Hoje, a educação é mais um direito social do que uma obrigação. Admita-se, todavia, que a escola compulsiva ainda faz sentido.
António Barreto, No Público, via Blogue O Jumento.
Uma medida que se justifica. Apesar dos esforços dos últimos anos, existem ainda muitos jovens que não concluem o 12º Ano. Incentivar a sua conclusão, como condição necessária para o ingresso no mercado de trabalho, parece-nos bem. Portugal passará a estar no pelotão da frente, como se pode verificar aqui. Importa, agora, passar à prática, sem as habituais delongas. Aplaudimos, portanto, esta iniciativa.

Copiões

Publicada por José Manuel Dias


My high-speed rail proposal will lead to innovations that change the way we travel in America. We must start developing clean, energy-efficient transportation that will define our regions for centuries to come," Obama said at an event near the White House.
The president cited the success of high-speed rail in European countries such as France and Spain as a positive example for the United States.
Barak Obama no lançamento do plano do TGV para os USA

Ainda o Magalhães

Publicada por José Manuel Dias


O Programa Magalhães é a mais sofisticada e avançada implementação das tecnologias de informação em educação no mundo", afirma o guru canadiano de tecnologia Don Tapscott. É que, para Tapscott, o velho modelo de aprendizagem do tipo - "eu sou um professor, tenho o conhecimento, e tu és o estudante, não sabes nada" - "é inapropriado" para a nova geração de jovens que "cresceu com interactividade e colaboração".
"Quando visitei salas de aula da última vez que estive em Lisboa, vi os alunos a utilizar o computador Magalhães e vi um ambiente de aprendizagem muito diferente, onde os alunos estão motivados a aprender, adaptado a cada um dos estudantes e onde todos colaboram. Este é o futuro. Toda a minha investigação mostra isto, mas estamos a avançar muito devagar em todo o mundo", sublinha o especialista, destacando Portugal como um exemplo.
Fonte: Semanário Expresso, aqui.
É consabida a mania de dizermos mal do que fazemos. Está, ao que dizem alguns, no nosso ADN. Muitos não acreditam nos benefícios da introdução das TIC no ensino. Alguns, também, duvidam que o homem tenha pisado a Lua. Uma coisa parece certa estamos no bom caminho, a avaliar pelas palavras deste guru da tecnologia "Portugal é claramente um líder na utilização das tecnologias de informação".

Universidades a mais

Publicada por José Manuel Dias


Fechar ou redimensionar algumas universidades é a solução apontada por alguns dirigentes para acabar com as recorrentes queixas de falta de verbas das instituições. "A rede de estabelecimentos de ensino superior deve ser reduzida, sob pena de, todos os anos, as instituições se queixarem de falta de verbas e o Estado ter de reforçar as transferências", defendeu em declarações ao DN o ex-presidente do Conselho Coordenador do Ensino Politécnico Luciano de Almeida.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Cortar nos custos não é fácil, fácil é pedir mais subsídios ao Estado.

Toca a todos

Publicada por José Manuel Dias


Os docentes do Ensino Superior vão passar a ser avaliados de três em três anos. A alteração foi hoje aprovada em Conselho de Ministros. O governo aprovou hoje em Conselho de Ministros as alterações ao estatutos de Carreira Docente Universitária e da Carreira Docente do Ensino Superior Politécnico. O documento prevê que a entrada na carreira passe a ser feita com um doutoramento.
Fonte: Diário Económico, aqui.
O Govermo acaba com progressões automáticas no Superior. Parece-me bem.

Aprender com os melhores

Publicada por José Manuel Dias


Apenas cinco das 397 escolas sujeitas a avaliação externa nos últimos três anos lectivos obtiveram nota máxima, um requisito obrigatório para atribuírem as percentagens mais elevadas das classificações de ‘Muito Bom’ e ‘Excelente’ da avaliação de desempenho do docente.
As secundárias das Palmeiras (Covilhã), Alberto Sampaio (Braga), Leal da Câmara (Rio de Mouro) e os agrupamentos de Santa Catarina (Caldas da Rainha) e Gualdim Pais (Santarém) foram as eleitas.
Fonte: Correio da Manhã, aqui.
Todos concordam que é preciso melhorar a qualidade do ensino. Todos subscrevem a necessidade de mudanças. Muitos procuram melhorar mas nem todos conseguem atingir níveis de desempenho superiores. Aprender com quem faz melhor pode ser um bom caminho.

O país que somos (4)

Publicada por José Manuel Dias


Em 2007, as despesas das Administrações Públicas em educação representaram 7,1% do PIB, o que constitui uma descida relativamente ao ano anterior (7,6%). Mantém-se constante o consumo final das famílias em educação, por habitante (0,8%).
O número de diplomados no ano escolar 2006/07 atingiu os 83 276, o que traduz um aumento de cerca de 16%, quando comparado com o ano anterior.
Fonte: Indicadores Sociais 2007 do INE, aqui.