O chapéu de Johnny Depp

Publicada por José Manuel Dias


Os cerca de 80 chapéus que se vêem no filme “Public Enemies”, protagonizado por Johnny Depp e Christian Bale, são de feltro português, disse um responsável do fabricante. O filme estreou quarta-feira nos Estados Unidos - a Portugal chega a 6 de Agosto - e na tela exibe oito dezenas de chapéus em que o feltro foi produzido na empresa Fepsa, de S. João da Madeira. A concepção dos chapéus coube à Optimo Hats, de Chicago, que é especializada em modelos de rigor idêntico ao dos anos 30 e 40, e que para a produção do guarda-roupa de “Public Enemies” solicitou o apoio da Fepsa, da qual é cliente há vários anos. “Para o chapéu do Johnny Depp criámos especificamente o feltro 50X Black Rubby, que é de uma qualidade muito boa, de topo, num vermelho muito escuro, quase preto”, conta Ricardo Figueiredo. A aplicação do feltro no produto final foi da autoria do chapeleiro Graham Thompson, da Optimo Hats, em colaboração com a figurinista Colleen Atwood.
Fonte: Diário de Aveiro, aqui.

Um Portugal que não é notícia

Publicada por José Manuel Dias


No filme "Tempestade", George Clooney enfrentou a intempérie com um fato da Plúvia, empresa da Pontinha que fabrica vestuário para a pesca em parceria com a sueca Grundéns. Em Pequim, os cabos da Cotesi somaram três medalhas olímpicas em provas de vela e, na America's Cup, a empresa do grupo Violas marca novamente presença no barco Desafio Español, ao lado da Quebra-mar, que vestiu toda a tripulação. Mas estas são, apenas, algumas das histórias que as empresas portuguesas levaram esta semana até à feira TechTextil, de Frankfurt, onde Portugal juntou em 100 m2 alguns exemplos da capacidade de criação e produção nacional na área dos têxteis técnicos para o sector náutico, dos fatos de mergulho às pranchas de surf, velas, cabos para plataformas petrolíferas, caiaques e bancos para iates. Avaliado em €100 mil milhões, o sector dos têxteis técnicos tem revelado capacidade de resistência à conjuntura, com um crescimento anual de 4% impulsionado pelas áreas da saúde e higiene, indústria automóvel, arquitectura e construção civil. Em Portugal, a fileira conta apenas com 70 empresas que facturam €400 milhões.
Fonte: Aicep,
aqui.

Duplicar a produção nacional

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O primeiro-ministro, José Sócrates, inaugura hoje, em Mira, a polémica unidade de aquicultura da Pescanova, um investimento de 140 milhões de euros que deverá criar 200 postos de trabalho directos. Trata-se de uma unidade de aquicultura do grupo galego Pescanova, que prevê produzir desde já 7 000 toneladas de pregado por ano, estando previsto que cerca de 99% da produção seja destinada à exportação.
O empreendimento para a produção de pregado deverá criar 800 postos de trabalho, 200 dos quais directos e, destes, 20 qualificados, estando dotado do maior viveiro do género a nível europeu. A nova unidade da Acuinova - Actividades Piscícolas, S. A. pertence ao Grupo Pescanova e foi reconhecida como de potencial interesse nacional (PIN) em 2005. O projecto de Mira compreende os viveiros de pregado, uma fábrica de transformação e uma unidade de comercialização dos produtos. A escolha de Mira para a localização foi justificada pela temperatura e boa qualidade das águas. O empreendimento vem duplicar a produção nacional em espécies de aquicultura.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.

Universidade de Aveiro distinguida

Publicada por José Manuel Dias


Quatro instituições de ensino superior portuguesas recebem hoje rótulos europeus de qualidade especiais em reconhecimento dos seus esforços no sentido de facilitar aos estudantes a possibilidade de estudar no estrangeiro. As universidades de Aveiro, do Minho, Técnica de Lisboa e o Instituto Politécnico de Tomar estão entre as 65 instituições de ensino superior de 16 países europeus que demonstraram “excelência” na aplicação do Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos (ECTS) e do Suplemento ao Diploma (DS). Segundo a Comissão Europeia, estes dois instrumentos europeus que tornam o ensino e a aprendizagem mais transparentes e facilitam o reconhecimento de estudos e qualificações.
Fonte: Público, aqui.
Os bons exemplos deveriam multiplicar-se. Aveiro foi umas das Universidades que passaram a Fundação Pública.

Melhor vinho do Mundo

Publicada por José Manuel Dias


O melhor vinho tinto do Mundo, eleito num certame realizado em Paris, o «Vinailes Internacionales 2008», é português. O «Syrah» de 2005 bateu os três mil vinhos concorrentes, originários de 36 países, numa prova de escolha cega. Produzido pela casa Ermelinda Freitas, das terras de Fernando Pó, no concelho de Palmela, este «Syrah» é até um vinho novo. A primeira produção ocorreu em 2004 e a vencedora do título de campeã do Mundo foi arrecadada logo pela de 2005. Nesse ano, foram colocadas no mercado português cinco mil garrafas deste verdadeiro néctar dos deuses, com um preço próximo dos 20 euros por garrafa.
Fonte: Agência Financeira, aqui.

Critical Software

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Uma das empresas mais importantes na área da Inovação e Tecnologia. Nasceu no seio da ANJE - Associação Nacional de Jovens Empresários través do nosso projecto Academia dos Empreendedores e venceu a 1ª edição do Prémio do Jovem Empreendedor (1998). Precisamente no ano em que foi criada na incubadora de empresas do Instituto Pedro Nunes, em Coimbra. Hoje, a NASA é um dos clientes da Critical Software e o primeiro cliente internacional a confiar dos produtos da empresa portuguesa. Na realidade, a empresa iniciou cedo o seu processo de internacionalização. Em dois anos conseguiu atingir os objectivos que tinha estruturado para um período de cinco anos.
Fonte: Diário Económico, aqui.

Primeiro Eco-camping Resort

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"Esperamos continuar com este ritmo de reservas", disse à agência Lusa Francisco de Mello Breyner, da empresa Multiparques A Céu Aberto, responsável pelo parque de campismo de cinco estrelas. O mesmo responsável afiançou que, ainda antes de abrir portas (a data certa ainda não é revelada), o Zmar está a despertar o interesse dos turistas, estando contabilizadas até agora "18.630 reservas". O Zmar Eco-Camping Resort, com capacidade para perto de três mil pessoas, está em construção no concelho de Odemira, a cerca de dez quilómetros de distância da Zambujeira do Mar. O objectivo deste complexo turístico, que ocupa 81 hectares, "único em Portugal e, pela dimensão, provavelmente na Europa", disse, passa por "conquistar" os "desportistas, as famílias e os amantes da natureza". "Mas pode vir quem quiser e gostar de qualidade a preços acessíveis", frisou Francisco de Mello Breyner, garantindo que o parque está "ao alcance de todas as carteiras". "Não é um parque de luxo. É sim um parque com qualidade, com um preço nominal superior à média portuguesa e que oferece mais valor do que o que se paga", acentuou.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.

Ajustar estratégias

Publicada por José Manuel Dias


A Microfil nasceu em 1985 com a microfilmagem. Mas a técnica para guardar grandes volumes de documentos depressa caiu em desuso com a digitalização. Não foi por isso que a empresa desapareceu.Mais de 20 anos depois, a história da Microfil é de inovação. Passou pela digitalização e pela gestão documental da imagem digital até que foi decidido criar um gabinete de desenvolvimento de "software". A empresa foi evoluindo à medida das necessidades dos clientes e, hoje, definem-se como uma firma que desenvolve sistemas de informação à medida. "Procurámos sempre inovar, só assim se explica que tenhamos subsistido", afirma João Abrantes, assessor da administração com a responsabilidade das áreas de inovação e internacionalização da Microfil. Para chegar lá, a empresa recorreu à ajuda de programas de apoio à inovação e, agora, os seus responsáveis reconhecem que esta foi a melhor aposta que poderiam ter feito.
Fonte: Jornal de Negócio, aqui.
A evolução tecnológica obrigou à reformulação da estratégia em ordem a continuar a manter a mesma missão: desenvolver sistemas de informação à medida.

'Rolls Royce' dos sapatos de golfe.

Publicada por José Manuel Dias


Trabalha para um mercado elitista para marcar terreno e produzir sem pressão da concorrência. A empresa de calçado Artur Pinho, de Arrifana, Santa Maria da Feira, fabrica sapatos de golfe impermeáveis à água durante 16 horas. O estipulado são oito horas, a marca Greenway atinge o dobro. A sola é de couro e um par custa cerca de 600 euros. Alemanha é o principal cliente, seguido do Japão. O fabrico começou este ano e as encomendas não param de aumentar. João Cristino chegou à empresa em 2006, apalpou o pulso à produção, decidiu que era hora de inovar, de captar novos clientes. Fez estudos de mercado, viajou até Paris para perceber quais as portas que estavam abertas. Analisou as oportunidades, resolveu investir numa gama média-alta e assim surgiu a marca de sapatos de golfe Greenway e a John Lakes, calçado de luxo para homem com clientes no Japão, EUA e Emiratos Árabes Unidos. Um par custa para cima de 300 euros. "Era uma empresa que estava praticamente subcontratada e não tinha uma identidade própria", lembra João Cristino, director-geral.
Fonte: Público,
aqui.
Estratégias focadas de diferenciação permitem melhorar as margens. O que releva já não é a quantidade mas a qualidade. As marcas dão a identidade. Os sapatos de golfe com marca Greenway e calçado de luxo para homem da marca John Lakes, têm clientes no Japão, EUA e Emiratos Árabes Unidos. Um par custa para cima de € 300,00. Não faltam encomendas...

A verdade do azeite

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O grupo Esporão lançou uma nova identidade dos azeites Herdade do Esporão. Um reposicionamento pensado ao pormenor para levar a marca além fronteiras e destaca-la no mercado português como marca ‘premium' de qualidade, potenciando o seu património e tornando-a mais próxima dos consumidores. O investimento total foi de 800 mil euros e é a grande novidade do grupo para 2009.
A verdade do azeite" é a nova assinatura e o conceito que sustenta toda reformulação de imagem. O ‘design' ficou a cargo de Eduardo Aires, ‘designer' responsável por toda a reformulação de identidade do grupo e das marcas que o compõem.
Fonte: Diário Económico, aqui.

Onde estão os desempregados?

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Este país não é composto só por desgraças e tem ainda uns loucos que resolvem transformar ameaças em oportunidades,". O discurso de Silva Matos, presidente do grupo empresarial com o mesmo nome, sediado em Sever do Vouga, ontem, durante a inauguração de um nova fábrica no município, traduz a satisfação de quem conseguiu reabrir a antiga Metalicis, que pertencia a outro grupo e que foi encerrada em Fevereiro do ano passado, deixando 40 trabalhadores à porta. Quinze meses depois, a agora Silva Matos- Equipamentos de Transportes abre as portas e para além de ter mantido os anteriores trabalhadores, admitiu mais dez e necessita de mais 15, entre serralheiros e soldadores.
Para além destes 15, o grupo precisa de mais 80, "mas parece que não há desempregados neste País", referiu Silva Matos. "Onde estão os desempregados?", questionou, perante o Secretário de Estado Adjunto da Industria e Inovação, Castro Guerra, que inaugurou a empresa que vai produzir cisternas de transporte de líquidos.
Fonte: Jornal de Notícias, aqui.

Entre os melhores do Mundo

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A revista britânica, que assinala este ano 300 anos de existência, apresentou anteontem os 101 melhores spas do Mundo. Situado no Gerês, o Aquafalls Spa Hotel foi o único hotel português a integrar esta selecção.
Na crítica publicada, a «Tatler» considera o espaço «verdadeiramente excitante e fresco, e um spa verdadeiramente revigorante». «Este novo, genuíno e baby spa hotel tem vista fantástica sobre as soberbas montanhas da Peneda-Gerês, único parque natural do país. Tratamentos mistos combinados com passeios por florestas encantadas de carvalhos retorcidos e garranos selvagens, onde a água brota de penhascos escorrendo sobre as rochas», refere a crítica publicada na «Tatler».
Fonte: Agência Financeira, aqui.

Vinho e saúde

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A Federação Nacional das Adegas Cooperativas promoveu, quinta-feira, no Cartaxo, um seminário destinado a divulgar os apoios que estão à disposição das adegas cooperativas, divulgar experiências de internacionalização e apresentar o projecto "Vinho e Saúde", que visa a promoção do consumo moderado de vinho.
Manuel Costa e Oliveira, secretário-geral da Fenadegas, disse à Lusa que, embora os apoios devessem ter sido colocados à disposição do sector há mais tempo e pudessem ser melhor aproveitados, o facto é que existem sinais de que este continua a ser "um sector pujante".
O ministro da Agricultura, que presidiu ao encerramento do seminário e inaugurou, ao princípio da noite, a Festa do Vinho do Cartaxo, sublinhou igualmente a importância de um "dos grandes sectores da agricultura portuguesa", que, apesar da crise que afecta a todos, é "dinâmico, investe milhões de euros e ganha prémios lá fora".
Fonte: Diário de Notícias, aqui.

Cheio de trabalho

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Cheio de trabalho", Bruno da Rocha garante que 2009 está a "correr melhor do que 2008". Para o jovem criador, este sucesso resulta do facto de a sua marca de joalharia, com apenas quatro anos, "estar mais solidificada no mercado e os clientes já entrarem nas lojas e pedirem para ver as colecções". O importante, salienta, "é que temos conseguido vencer a crise".
O facto de trabalhar apenas com prata tem também algum peso neste êxito acrescido em tempos de crise. Bruno da Rocha explica que o ouro não só não lhe permite dar largas à sua imaginação, como o limita do ponto de vista económico. "Um pequeno anel de ouro custa mil euros, enquanto por 200 euros é possível comprar um anel de prata enorme e invulgar. Permite ao consumidor comprar mais e, consequentemente, variar mais", diz.
Com as vendas a crescer todos os anos, a ponto de contratar um novo funcionário por ano, Bruno da Rocha aponta a "organização, a prudência e a criatividade" como os factores de sucesso. E o futuro não o preocupa: "Quando as mulheres deixarem de comprar sapatos e jóias, o mundo está perdido", graceja.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.

Ultraleves mais leves

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A Dyn'Aero Ibérica, fabricante de aviões ultraleves de Ponte de Sor, associou-se à Corticeira Amorim, através da Amorim Cork, para desenvolver a utilização de materiais compósitos de cortiça na construção de aviões civis ultraleves. É o projecto Aerocork, que prevê um investimento de 1,27 milhões de euros, metade do qual é apoiado pelo QREN (programa de apoio comunitário).
Em declarações ao DN, Carlos de Jesus, da Corticeira Amorim, não apontou datas para o lançamento do avião no mercado, mas realçou o facto de se tratar de um aparelho mais leve e ecológico, que irá consumir menos combustível.
A Amorim Cork já participa no projecto norte-americano do Space Shuttle também com o fornecimento de compósitos de cortiça, e encara esta iniciativa como uma "porta de entrada" para outras indústrias de alta tecnologia, como seja a ferroviária.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.

Angola aqui tão perto...

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Arnaldo Sapinho, desde há dois anos, que viaja frequentemente para Angola e desde então já sente as diferenças. "Nota-se, de uma forma visível,a reorganização de Luanda", comenta o director-geral da Movicortes. A empresa detém, entre outras participadas, a Vimoter (concessionária automóvel), onde Arnaldo Sapinho foi fotografado. Após consolidar a actividade no país, a empresa está a construir instalações próprias na zona industrial de Viana, a 60 quilómetros da capital, e um pólo de apoio em Benguela. Admitindo que existem "situações complexas que se devem à falta de infra-estruturas", o gestor defende que o segredo passa por ter "negócios consistentes".
Para continuar a ler este artigo do Jornal de Negócios clicar aqui.

Morangos de luxo

Publicada por José Manuel Dias



No Algarve, os morangos que nascem, não na terra, mas em prateleiras com água, escapam à crise económica mundial, porque os agricultores vendem toda a produção ao Norte da Europa.
A chave do sucesso está na elevada qualidade da fruta, apreciada por pessoas que não se importam de pagar mais caro, explica Humberto Teixeira, produtor de morangos no Algarve. "Ainda não sentimos a crise, porque temos garantida a venda dos morangos e framboesas. Quando produzimos a fruta, já a temos toda vendido aos países nórdicos", dizem Pedro Vaquinhas e Célia Bento, engenheiros agrónomos, que se candidataram ao Proder, investiram um 1,2 milhões de euros na criação da "Agrivabe" e contam produzir até Maio cerca de 70 toneladas de morangos.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Há que encontrar novos clientes. Explorar novos mercados. Descobrir nichos que valorizem o que somos capazes de fazer melhor que os outros.

A Regina imperial

Publicada por José Manuel Dias


A Imperial, empresa de chocolates do grupo RAR com fábrica em Vila do Conde, tem em marcha um ambicioso plano de crescimento que tem por objectivo, até 2012, elevar em 40% o volume de negócios, actualmente de 18 milhões de euros anuais. A Imperial vai investir mais 3 milhões de euros na nova linha de produção em Vila do Conde. As exportações, que actualmente pesam 20% do negócio da Imperial, atingindo 22 países, estão no centro da estratégia da chocolateira portuguesa. "Temos de dar o salto para outros mercados, e há neste momento muitos que estão em estudo", adianta Manuela Tavares de Sousa, administradora-delegada da Imperial. "A exportação tem de representar, dentro de dois ou três anos, 50% das vendas. E a partir daí, subir".
A Imperial é o maior fabricante português da actualidade, e também a única empresa do sector a marcar posição nos mercados internacionais. Um dos seus principais trunfos é a marca Regina, comprada em processo de falência pela Imperial, que concorre para cerca de metade do negócio global. O relançamento da Regina "foi um sucesso que ultrapassou todas as nossas expectativas", salienta a administradora da Imperial. "A Regina ficou sempre no imaginário dos portugueses".
Fonte: Semanário Expresso, aqui.
Quem é que não já comeu um chocolate Regina? Muitas gerações têm comido estes chocolates. Avós e netos têm partilhado dos mesmos gostos. O valor de uma marca é inestimável e uma gestão cuidada, como parece estar agora a suceder, potencia as vendas do produto. Há que aprender com quem sabe fazer melhor.

Violinista português

Publicada por José Manuel Dias

Tiago Santos, de 20 anos, violencista, foi um dos eleitos entre cerca de três mil músicos amadores e profissionais de diversas idades e de setenta países, para integrar a Orquestra Sinfónica do You Tube. é este o vídeo da audição do violinista português. Fonte: site da Visão.

Diferenciar

Publicada por José Manuel Dias


A Jóia Calçado, empresa sediada em Felgueiras que sempre produziu para outras marcas, decidiu este ano criar a sua primeira marca própria. A Y.E.S. - Yield Elegance Shoes foi esta semana apresentada pela primeira vez ao mercado na Micam, a maior feira do sector que amanhã termina em Milão, e tem já mercados compradores. "Já fechámos contratos com França, Bélgica e Portugal e estamos a negociar com o Reino Unido, Alemanha e Catalunha", afirma Luís Brás, brand manager da Jóia Calçado. Afirmando-se com uma tendência bohemian chic, a Y.E.S. é uma marca de calçado misto com "grande percentagem de sapatos de senhora" que pretende conjugar "o design com o conforto", acrescenta o responsável. São sapatos 100% produzidos em Portugal, na fábrica da Jóia Calçado, que emprega 137 funcionários.
Fonte: Diário de Notícias,
aqui.
Apostar na qualidade, criando marca própria, permite diferenciar o produto evitando que o preço seja o critério decisivo para a escolha. O nosso sector do calçado tem revelado grande dinamismo. As exportações de Janeiro a Novembro do ano passado, atingiram 1,266 mil milhões de euros, o que representa mais 2,2% face ao mesmo período de 2007. Estes números são tanto mais importantes quanto traduzem ganhos de quota em relação aos resultados dos nossos concorrentes directos: Itália e Espanha. Poderemos perguntar: a que se deve a melhoria de performance? "Ao dinamismo de um tecido empresarial moderno e empenhado em reforçar a capacidade competitiva dos seus produtos", responde dirigente da associação do sector, APICAPS.