Fernão Mendes Pinto do Século XXI

Publicada por José Manuel Dias


A atribulada vida de Nuno Belmar da Costa, que até se dedicar à compra e venda de remédios trabalhou numa fábrica de luvas, foi tradutor numa base aérea em Israel, fez negócios do outro lado da Cortina de Ferro, levou para o Zaire peixe seco da Namíbia, e tentou vender aviões da Embraer a Belmiro de Azevedo.
A vocação de Nuno para línguas e culturas diferentes revelou-se no liceu quando decidiu estudar para guia turístico, ambição adiada pela chamada da Pátria para a Escola Prática de Artilharia, onde foi oficial de tiro.O primeiro dinheiro já o ganhara, ainda moço, logo a seguir ao 25 de Abril, como tradutor na Guantex, uma fábrica em Alcoitão que exportava luvas e funcionava mais ou menos em autogestão. "Era o único homem entre 70 e tal mulheres", recorda Nuno, que nunca se atrapalhou na presença do belo sexo. A sua peregrinação começou quando o exército o passou à peluda e ele tropeçou numa bela oportunidade.
Para continuar a ler este artigo de Jorge Fiel, publicado no Diário de Notícias de hoje, clicar aqui.

Traveller's House: o melhor do Mundo

Publicada por José Manuel Dias


Hostel é o termo em inglês para um tipo de pousadas, destinadas sobretudo a jovens que viajam, com um conceito muito simples: os quartos e a cozinha são partilhados pelos hóspedes e todos os espaços são de convívio. O ranking da Hoscars obedece a seis critérios: personalidade, segurança, localização, pessoal, divertimento e limpeza. A avaliação recai sobre mais de 20 mil hostels espalhados por todo o mundo e registados on-line em Hostelworld.com. O Traveller's House, situado em plena Baixa de Lisboa, é, segundo os hóspedes, aquele que reúne as melhores condições. O hostel oferece um ambiente agradável ao som de música lounge e uma sala de DVD.
Fonte: Público, aqui.

Abandonado 2005

Publicada por José Manuel Dias


O conceituado Guia Independente do Consumidor de Bons Vinhos, do renomado crítico de vinhos Robert Parker, elegeu o vinho tinto "Abandonado", colheita de 2005, das caves Domingos Alves de Sousa, como o melhor produto da enologia portuguesa. O DN entrevistou o enólogo Tiago Alves de Sousa a propósito desta desta distinção:
"O Abandonado 2005, que o crítico Robert Parker classificou como o melhor vinho português, é um vinho perfeito? Perfeito não é. Mas também não acredito que a perfeição exista. Há vinhos muito bons, que estão num patamar de qualidade muito elevado e no qual o Abandonado se insere. Qual é o segredo da sua produção? A parte fundamental é a vinha, com condições muito especiais de disposição, de solo e de clima que dão origem às melhores uvas possíveis. Depois há que trabalhar a parte técnica, saber interpretar bem o que a vinha está a oferecer para o potenciar na adega. Está a descrever-me o segredo de qualquer bom vinho. Mas e o seu, especificamente, que mereceu a distinção de Robert Parker no Guia Independente do Consumidor de Bons Vinhos?Deve-se às condições da vinha em si. Esteve em parcial abandono durante algum tempo e depois recuperamá-la aos poucos, mas, essencialmente, estão lá as videiras de origem, com 80 anos, que imprimem um carácter e uma personalidade muito próprios ao vinho. Mais do que artifícios na adega, é mesmo a matéria- -prima que distingue o Abandonado".
Fonte: Diário de Notícias, aqui.

Inovar e responder a novos segmentos

Publicada por José Manuel Dias


Empresa historicamente consciente da importância da investigação e desenvolvimento, a Cifial tem na procura de novos materiais e na electrónica aplicada às portas (ferragens) e ao duche as suas grandes apostas para 2009. O lançamento de quatro "linhas sociais" de torneiras e outras tantas de ferragens, com preços de venda cerca de 25% mais baixos que a gama média da Cifial, e das quais espera vender "centenas de milhar de unidades", é outras das grandes apostas para o ano que agora arranca.
Esta é, também, uma forma de responder à crise do mercado imobiliário. "Iremos inovar o que for útil, que tiver interesse, que crie riqueza. Não podemos parar nem deixar o mercado parado. Temos custos fixos, temos que colocar coisas cá fora, manter a dinâmica", diz Ludgero Marques.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.

Made in Portugal

Publicada por José Manuel Dias


Por todo o país há empresas que fazem coisas boas. São inovadoras, criativas, tecnológicas, ousadas. Algumas brilham lá fora mas são desconhecidas cá dentro. Diariamente, a TSF apresenta retratos destas empresas que não se resignam, que apostaram e venceram... ou estão perto de o conseguir.
Made in Portugal, um programa da TSF, com coordenação de Rui Miguel Silva. De Segunda a Sexta, 09h47m, com repetição às 17h47m. Para ouvir os programas, clicar aqui.

Conhece este Portugal?

Publicada por José Manuel Dias


Sabia que a A YDreams combina tecnologia e arte em soluções interactivas de comunicação e é já uma referência para clientes globais?
Sabia que a Master Guardian foi a 1ª empresa de alarmes do mundo a integrar design e tecnologia biométrica?
Sabia que o software da SISCOG planeia os recursos humanos das redes de caminho de ferro nos países mais avançados da Europa?
Sabia que a SkySoft cria software para sistemas de navegação e de comunicação por satélite para gestão de infra-estruturas rodoviárias ou marítimas?
Sabia que o Displax da Edigma transforma qualquer superfície num quadro interactivo, ideal para fins comerciais, lúdicos ou didácticos?
Sabia que a Critical Software desenvolveu o software de integração dos sistemas de informação dos países do espaço Schengen?
Sabia que em Portugal o Simplex passou o tempo médio de criação de uma empresa para 47 minutos?
Sabia que o Vital Jacket é uma t-shirt que permite a monitorização dos sinais vitais do utilizador?
Sabia que que o fato de banho “mais rápido do mundo”, o LZR RACER, que contribuiu para a conquista de 35 recordes do Mundo em 2008, é feito pela empresa portuguesa Petratex?
Quer conhecer mais coisas de que os portugueses se podem orgulhar? É só clicar
aqui.
Informação do Sindefer, obtida via Margem Esquerda do Raúl Martins.

Processo de Bolonha está aí...

Publicada por José Manuel Dias


O primeiro mestrado de Direito pós-processo de Bolonha, e o primeiro da área a ser apresentado em inglês numa universidade portuguesa, foi ontem defendido com sucesso na Universidade Católica de Lisboa, com uma nota final de 17 valores. A aluna, que acaba de aceitar um convite para consultora em assuntos jurídicos internacionais do Presidente de Timor-Leste, Ramos Horta, encaixa perfeitamente no perfil do estudante universitário do século XXI, para o qual deixaram de fazer sentido as fronteiras, tanto no acesso às aprendizagens como na procura de emprego. "Nasci em São Paulo, mas fui estudar para Inglaterra logo aos 11 anos, num internato", conta a húngara-brasileira Ana Eliza Szmrecsanyi, de 27 anos. "Acabei por tirar lá o curso [na Universidade de Kent], com um ano de Erasmus em Madrid [na Universidade Complutense]. "Ana estava a trabalhar em Portugal, para o Banco Itaú Europa, quando surgiu a oportunidade de ser uma das pioneiras do mestrado internacional de Direito da Católica (LLM). Acabou por ser a primeira a concluí-lo - "uma sensação muito especial" - com uma tese sobre um tema que não poderia estar mais em voga: as falências internacionais.Sobre a revolução no ensino superior que tornou possível este feito - o Processo de Bolonha - diz que "não poderia ter sido mais importante, não só para mim como para todos os que gostam de apren- der diferentes línguas e contactar com diferentes culturas e aprendizagens".
Fonte: Diário de Notícias, aqui.

Mercedes-Benz e a cortiça

Publicada por José Manuel Dias


A Corticeira Amorim, o maior exportador mundial de cortiça, desenvolveu um interior feito em material de cortiça para o novo protótipo F700 da Mercedes-Benz, no âmbito da aposta da empresa portuguesa na inovação e sustentabilidade do sector. Segundo fonte da Corticeira Amorim, o interior deste novo modelo "promove o equilíbrio harmonioso entre a tecnologia e a natureza" através da utilização da cortiça para forrar as portas, o tecto e o centro que percorre o habitáculo. Já apresentado no Frankfurt Motor Show, a maior exposição mundial da indústria automóvel, o protótipo utiliza a cortiça e o couro natural "para criar um maior conforto e apostar na valorização ambiental e na diferença estética". O objectivo é tornar o modelo "mais confortável, luxuoso e 'amigo do ambiente'", destaca a Corticeira Amorim.
Fonte: Público, aqui.

Bons exemplos

Publicada por José Manuel Dias


Óbidos tem sorte. Tem um castelo bonito e uma enquadrada vila-modelo. Tem uma proximidade importante de Lisboa. E do mar. E da serra. Mas Óbidos tem também saber. A primeira vez que o demonstrou foi quando preservou a vila tal e qual como era, museificando-a, é certo, mas também tornando-a um trunfo turístico inegável. Depois, acrescentou-lhe eventos, animando-a como Vila Natal ou como palco dos Festivais Medievais e do Chocolate. E vieram, de facto, os turistas. Dos que trazem dinheiro temporário à vila. Mas vieram também os novos habitantes, atraídos por um parque tecnológico que terá uma imensa área verde e várias facilidades que só se costumam encontrar nos subúrbios das grandes cidades europeias e americanas. Este parque tecnológico foi uma tentação para muitas empresas que desejavam um espaço próximo de Lisboa - mas a câmara só cedeu ocupação a empresas verdadeiramente ligadas às novas tecnologias. Óbidos serve aqui como exemplo.
Fonte: Diário de Notícias,
aqui.

Os bons empregos acabaram...

Publicada por José Manuel Dias


A terça e a quarta-feira são os dias piores. Cristina passa a terça-feira na garagem de casa dos pais, reconvertida em armazém, a receber as encomendas dos seus 20 fornecedores de legumes - "biológicos e apanhados no dia". É já noite quando sai do meio dos legumes e vai para o escritório (a sua casa) esvaziar o correio, antes de se deitar. Dorme depressa. No dia seguinte levanta-se às cinco e meia. Quarta é o dia da entrega ao domicílio dos cabazes com um sortido de legumes, que podem ser complementados com outros produtos biológicos, como carne barrosã, fruta, azeite ou frutos secos. A primeira entrega é às oito, na Marechal Gomes da Costa. O périplo pelo Grande Porto é de 150 km e dura todo o dia, obrigando a três regressos ao armazém para reabastecer a Citroën Jumpy.
A Horta à Porta, a empresa inventada por Cristina, tem cem clientes, que são assinantes do serviço de legumes (o resto é encomendado à parte) e escolhem a periodicidade da entrega (semanal ou quinzenal) e o formato do cabaz - pequeno (oito legumes e custa 16 euros), médio (dez legumes, 21,50 euros) ou grande (11 produtos em maior quantidade, 27 euros).
Fonte: Diário de Notícias, aqui.
Pessoas responsáveis, proactivas, não se desculpam com as condições externas, identificam opurtunidades e aproveitam-nas, criando os seus próprios empregos.

Português calça escandinavos

Publicada por José Manuel Dias


A neve e o frio escandinavos "alimentam" há duas décadas os negócios da Ten Points, uma empresa luso-sueca que vende 300 mil pares de sapatos e factura quase 5,5 milhões de euros por ano. Fundada por António Gonçalves, que aos 18 anos foi para a Suécia atrás de um amor, a Ten Points cria e vende no mercado escandinavo sapatos de "média qualidade", na maioria produzidos em Portugal. Os sapatos são feitos em fábricas de Felgueiras e S. João da Madeira e, há quatro anos, a empresa abriu uma filial em Viana do Castelo para dar acompanhamento às produções e colecções. "Como sou português tenho dado prioridade ao meu país onde fazemos 95%" dos sapatos da marca Ten Points, diz António Gonçalves diantando que a empresa tem clientes na Suécia, o seu mercado principal, Finlândia, Estónia, República Checa, Hungria e Dinamarca.
Fonte: Diário de Notícias, aqui.

Aprender fazendo

Publicada por José Manuel Dias


Anda para aí uma data de gente a tentar descobrir como ganhar dinheiro com a Internet. A Benedita já descobriu. Outra coisa não seria de esperar dela, que ganhou o seu primeiro dinheiro com sete anos a vender chupa-chupas de caramelo, que confeccionava em casa, às colegas da escola primária (na altura não havia ASAE).E foi continuando a fazer pela vida. No secundário, vendia pulseiras e brincos feitos com missangas. Já na faculdade, deixou de ter as colegas como mercado e foi modelo publicitário. "Ganhava rios de dinheiro" a anunciar coisas tão pouco sexy como panelas. Este espírito empreendedor, que vinha no seu código genético (é filha de um comandante da TAP e de uma doméstica), manifestou-se na rapidez com que tomou a decisão que mudou a sua vida. Melhor aluna da escola, com média de 18,5 valores no secundário, toda a gente achava (incluindo ela) que devia ir para Medicina. Mas, na hora da inscrição) mudou de ideias e empancou a bicha.
Para continuar a ler, este artigo de Jorge Fiel, no Diário de Notícias de hoje, clicar
aqui.

E Marte aqui tão perto

Publicada por José Manuel Dias


Uma empresa portuguesa está a desenvolver tecnologia para a próxima missão a Marte. A HPS Portugal vai coordenar o desenvolvimento de um material para protecção térmica dos veículos a serem utilizados na próxima missão da Agência Espacial Europeia (European Space Agency-ESA) ao planeta vermelho. A próxima missão da ESA a Marte tem como objectivo recolher amostras do solo marciano, que posteriormente serão enviadas para a Terra. Durante a reentrada atmosférica, a sonda necessita de material resistente às altas temperaturas. A empresa portuguesa que está com este projecto é detida pelo Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial (INEGI) e pela empresa alemã HPS – High Performance Space Structure Systems, GmbH.
Fonte: Jornal Público aqui.

Centro de desenvolvimento Bosch

Publicada por José Manuel Dias


"Aos nossos trabalhadores pedimos flexibilidade no ajustamento à sazonalidade da procura. Ao Governo pedimos que esta prática seja consagrada no novo código de trabalho", afirmou João Paulo Oliveira, administrador e representante do grupo Bosch em Portugal. À entrada da fábrica de esquentadores, em Aveiro, uma mensagem do presidente da empresa apela, também, directamente aos trabalhadores, recordando os problemas existentes no sector automóvel, dominante nas contas do grupo, e defendendo as virtudes da flexibilidade. Com um volume de negócios global de 46,3 mil milhões de euros, o grupo Bosch tem no sector automóvel 61% das vendas. Em Portugal, onde conta com seis unidades e o seu centro de competência mundial para o aquecimento de água doméstica, a área automóvel também domina. Em 2007, o grupo facturou 820 milhões em Portugal, menos 4,5% do que em 2006, e as exportações das suas subsidiárias em território nacional totalizaram 723 milhões, com o sector automóvel a absorver 56% das vendas, contra 61% no ano anterior.
Fonte: Semanário Expresso, aqui.

Empresa portuguesa na liderança

Publicada por José Manuel Dias


Em Vila do Conde, mais precisamente em Canidelo, existe uma empresa líder mundial. O que pode parecer estranho tornar-se-á ainda mais se lhe dissermos que a empresa em questão produz kayaks. Exactamente, kayaks de competição. Mais. Essa mesma empresa tinha este ano, nos Jogos Olímpicos de Pequim, 56 embarcações, 20 das quais saíram da competição medalhadas, e tem sido assim nas últimas grandes competições internacionais. Manuel Ramos, chairman da empresa e mentor desta proeza, diz que tudo começou pela necessidade que ele próprio sentiu quando começou a praticar a modalidade. Estávamos na década de 70 e não havia quem produzisse kayaks em Portugal. Porque o gosto era grande, Manuel Ramos, Nelo para os amigos, começa a fabricar as suas próprias embarcações. E sem grande planeamento e sem grande estratégia cria em 1978, a sua primeira empresa, hoje a M.A.R. Kayaks. Mas se é com esta denominação que regista a empresa a verdade é que é sob a marca “Nelo” que se impõe no panorama internacional.
Para continuar a ler este artigo de Elisabete Felismino, publicado no Diário Económico de hoje, clicar aqui.
Um caso de sucesso que se suporta na apresentação de uma proposta de valor que se iniciou na satisfação de uma necessidade : "não havia quem produzisse Kayaks em Portugal"...

Maior exportadora para Itália

Publicada por José Manuel Dias


Como chega uma simples empresa familiar de Felgueiras, com 160 trabalhadores, ao invejável estatuto de maior exportadora de calçado para Itália, a capital mundial da moda? Com "muito trabalho", mas também "apresentando uma colecção arrojada, com um produto diferenciado em design, formas e cores", diz Joaquim Moreira, o fundador da J.Moreira, que detém a marca Felmini. Uma posição tanto mais de relevo quanto é certo que há apenas seis anos a empresa se deparou com grandes dificuldades. Hoje exporta 100% da sua produção, exclusivamente com a marca Felmini, e está nas melhores lojas de Milão, Florença, Paris, Barcelona, Madrid, Amesterdão, Bruxelas, Londres e Tóquio, entre outras cidades."Ainda há dias o nosso agente nos comunicou que estamos em duas das 10 melhores lojas de Paris. É evidente que nos faz sentir muito bem", refere Joaquim Moreira, que gere a Felmini com a mulher e os dois filhos.
Com uma produção diária na ordem dos 1400 pares, a Felmini conta com uma carteira de 1800 clientes. Só em Itália está presente em mais de 500 pontos de venda. "É uma vitrina para o mundo. Estando bem representados em Itália temos as portas abertas para o mundo inteiro. Há clientes que nos encomendam artigos porque os viram expostos em Milão ou em Florença, perguntaram, e souberam que estavam a vender muito bem", explica o empresário.
Mas nem sempre foi assim. Aliás, Joaquim Moreira admite que esteve para desistir. "O produto não era suficientemente agressivo, não estava a funcionar. Mas insistimos e acabamos por entender o mercado", diz. "O que se vende em Itália 'sobra' depois para os outros mercados. Itália arrisca mais na moda e compra sempre um pouco mais à frente. O teste de mercado aos artigos é sempre feito lá, sem dúvida", refere.
Fonte: Diário de Notícias,
aqui.
Tentar, procurar fazer melhor, retirar ensinamentos da experiência, buscar mercados mais exigentes, melhorar a proposta de valor, conseguir resultados o caminho percorrido pelo maior exportador de calçado português para Itália. Um exemplo de sucesso.

Senhora do vinho

Publicada por José Manuel Dias


Teresa Cadaval venceu o prémio 'Senhora do Vinho' dos Prémio Eva 2008, em Espanha. Trata-se do único prémio gastronómico feminino internacional, uma criação da Associação de Mulheres Empresárias de Navarra e do Governo de Navarra.
O objectivo é homenagear um conjunto de personalidades internacionais que se destacam a nível mundial como promotoras da excelência gastronómica nos mais diversos campos, através da selecção realizada por um júri onde estão especialistas do Estados Unidos da América, França, Espanha, Itália e Brasil.
Fonte da agência de Comunicação responsável pela internacionalização da Casa do Cadaval, a Força Motriz, sublinhou a importância deste prémio: «Assume uma especial relevância, dada a importância estratégica de Espanha, enquanto parceiro económico de Portugal e possibilita também o reconhecimento de um produtor português num mercado onde os vinhos nacionais se tem deparado com reconhecidas dificuldades de penetração».
A casa Cadaval é uma empresa do sector agro alimentar que gere cerca de 5,400 no Ribatejo. A herdade está na posse da família desde 1648, e integra a Casa Cadaval Investimentos Agrícolas, uma sociedade anónima que factura cerca de quatro milhões de euros por ano, empregando cerca de 40 pessoas.
Fonte: Semanário Sol, aqui.

MultiBanco: o mais funcional da Europa

Publicada por José Manuel Dias


Recentemente, o sistema multibanco foi considerado o mais funcional da Europa, num estudo elaborado pela Associação de Pagamentos do Reino Unido, que comparou os ATM da Europa, com dados de 2006. “Os portugueses são os líderes no número de funcionalidades disponíveis no sistema bancário de pagamentos, das quais se destacam o pagamento de serviços, carregamento de telemóveis, compra de passes para transportes públicos, transferências, consultas e operações que totalizam as sessenta.
Portugal está também à frente dos países europeus no que toca ao número de caixas automáticas multibanco por pessoa”.Durante vários anos, fomos testemunhas desta diferença. Quando íamos ao estrangeiro e corríamos de máquina em máquina à procura daquela que aceitava o nosso cartão, experimentávamos, como consumidores, as vantagens da cooperação interbancária, muito em especial pela sua universalidade e cobertura.Contudo, a nossa tradicional vocação para esconder o que fazemos bem e com sucesso, e mais ainda para duvidar do que fazemos melhor do que os outros países com que nos podemos comparar, faz com que este e outros casos semelhantes nunca sejam tão elogiados publicamente como seria de esperar. Ou são atirados para o domínio da normalidade (não fazem mais do que a sua obrigação!); ou da relativa desconfiança (humm, não devem ser tão bons assim!); para já não falar na velha inveja (talvez, mas não vão durar muito nessa posição!). É pena que assim seja. De facto, é no destaque deste tipo de iniciativas que deveria assentar um optimismo responsável. Um optimismo que mostra que com esforço, trabalho, rigor e gestão competente os bons resultados e a diferença estão ao nosso alcance.
Maria Manuel Leitão Marques, no Jornal de Negócios, aqui.

Um bom vinho quer uma boa rolha

Publicada por José Manuel Dias


As rolhas de cortiça da Corticeira Amorim são o vedante escolhido para o vinho servido nos Jogos Olímpicos de Pequim 08, divulgou a empresa em comunicado.Todos os vinhos servidos nos Jogos Olímpicos de Pequim são vedados exclusivamente com produtos de cortiça. O projecto resulta da associação entre a Corticeira Amorim e o maior produtor de vinho chinês, a COFO Wines & Spirits. A COFO Wines & Spirits, fornecedor da marca Great Wall, vinho exclusivo dos Jogos Olímpicos de 2008, possui uma relação de longa data com a Corticeira Amorim e participa neste projecto também com o objectivo de introduzir e fomentar práticas de sustentabilidade no processo de produção dos seus vinhos, de acordo com o comunicado emitido hoje.
Fonte: Jornal de Negócios desta data, aqui.

Assim se faz Portugal...

Publicada por José Manuel Dias


Nove selecções que participam nos Jogos Olímpicos deste ano em Pequim, incluindo a portuguesa, vão vestir fatos de hipismo made in Portugal, salvando 500 postos de trabalho em Paços de Ferreira.
A fábrica que produz os equipamentos que serão usados pelos atletas olímpicos, a Profato, estava há um ano na falência quando foi «descoberta» pelo alemão Dieter Klein, que viu na pequena unidade um grande potencial de investimento. «Comprei essa fábrica e uma outra de corte também em Paços de Ferreira por um euro e fiquei com todas as dívidas, num total de 4 milhões de euros, e prejuízos acumulados de 7 milhões de euros nos últimos três anos», contou à agência Lusa o proprietário da Profato, que falava à margem de uma apresentação organizada pelo Ministério da Economia para dar a conhecer as empresas envolvidas no evento olímpico.
Segundo Dieter Klein, o risco que assumiu no início de 2007 foi um «tiro certeiro», visto que ambas as unidades estão já a dar lucro, esperando fechar o ano a Profato com um resultado positivo de 500 mil euros e a Supercorte de 800 mil euros.
Fonte: semanário Sol, aqui.
Uma empresa em situação de quase insolvência é recuperada pelas mãos de um gestor alemão e vai apresentar lucros de 500 mil Euros. Não são as condições nem os recursos que impedem a consecução de bons resultados, a liderança parece ser determinante. Um bom caso de estudo...