Boas notícias para todos

Publicada por José Manuel Dias


O índice da Bloomberg para o sector financeiro, que engloba mais de 50 bancos europeus, subiu hoje 2,75%, o melhor desempenho desde 22 de Novembro último. A banca europeia soma assim quatro sessões consecutivas de ganhos, tendo beneficiado da apresentação durante esta semana de novas medidas de austeridade da Grécia para reduzir o seu défice, incluindo cortes salariais e o aumento do IVA de 19 para 21%.
Fonte: Diário Económico, aqui.

Coisas que convém saber

Publicada por José Manuel Dias


A Euribor (EURopean InterBank Offered Rate) é uma taxa de juro de referência calculada pelo BCE tendo por base o valor dos contratos de cedência de crédito entre 57 bancos internacionais (entre eles a Caixa Geral de Depósitos) com uma participação muito ativa no mercado do euro. Por outras, palavras resulta do valor médio atribuído ao dinheiro pelos próprios bancos quando procuram ceder euros uns aos outros, daí designar-se de taxa interbancária. O gráfico relativo à curva de rendimentos pode ser encontrado, com atualização diária, neste endereço do Banco de Portugal.
Esta taxa é calculada diariamente para várias maturidade, ou seja, para vários períodos de cedência. A euribor a 6 meses, por exemplo, responde à pergunta: quanto custa pedir emprestado 1 euro por seis meses e é habitualmente utilizada em Portugal como referência para definir quanto os bancos pedem pelo dinheiro que emprestam aos particulares nos contratos de crédito à habitação, entre outros, sendo o preço do crédito completado por um spread adicionado à euribor.

Uma boa notícia para Portugal

Publicada por José Manuel Dias


Os ministros das Finanças europeus confirmaram esta noite que Vítor Constâncio será o próximo vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE). O actual Governador do Banco de Portugal muda-se para Frankfurt, a sede do BCE, no próximo dia 1 de Junho para assumir o cargo de vice-presidente da instituição, em substituição do grego Lucas Papademos, apurou o Económico. Constâncio ficará com a responsabilidade de tutelar a estabilidade e a supervisão financeiras na nova arquitectura da UE.
Fonte: Diário Económico, aqui.
Esta é uma excelente notícia para Portugal e deve ser motivo de orgulho para os portugueses. Traduz o reconhecimento do mérito da um economista português pelos representantes dos bancos centrais da zona euro.

Com as contas públicas não se brinca...

Publicada por José Manuel Dias


As preocupações com as contas públicas de Portugal continuam a centrar as atenções dos investidores, atirando os CDS, seguros contra o incumprimento do país, para novos recordes. A situação das contas públicas está também a pressionar as Obrigações do Tesouro, que estão novamente a subir. Os “credit default swaps” (CDS) da dívida pública portuguesa a 10 anos estão hoje novamente a subir para um novo recorde de 224,25 pontos base. Já as Obrigações do Tesouro a 10 anos estão a avançar um ponto base para os 4,732%.
Fonte: Jornal de Negócios, aqui.
Os mercados são implacáveis. Se não se vislumbra um plano que sustente de forma consistente a diminuição do défice, os investidores internacionais põem reservas à continuação dos apoios nos termos e condições que vimos usufruindo. O prémio de risco sobe e o crédito fica mais caro e, naturalmente, tenderá a ser mais escasso. É neste cenário que não se compreende a posição de alguns partidos sobre a Lei das Finanças Regionais. Dirão que o défice sobe pouco. Pois é, sobe pouco mas sobe! E o simbolismo dessa subida, para beneficiar uma das regiões mais ricas de Portugal, não pode deixar de ter leituras. A oposição é que decide onde gastar e como gastar, só não diz onde se vão buscar mais recursos financeiros para sustentar o crónico despesismo homem que trata o Presidente da República por senhor Silva.

O melhor dos últimos doze

Publicada por José Manuel Dias


A bolsa nacional fechou 2009 com a maior valorização anual dos últimos 12 anos, com muitas acções a registarem fortes ganhos, depois de terem sido bastante castigadas em 2008. O PSI-20 valorizou 33,5% desde o início do ano. Este ano foi marcado pela recuperação, com os sectores mais castigados em 2008 a corrigirem das fortes desvalorizações. É o caso da Sonae que liderou as subidas ao avançar 99,08%, depois de no ano passado ter sido a segunda cotada que mais perdeu valor.
Fonte: Jornal de Negócios,
aqui.

O valor mais baixo de sempre

Publicada por José Manuel Dias


A taxa de juro média praticada pelos bancos portugueses nos empréstimos para a compra de casa aplicada em Outubro fixou-se em 2,16%. Este é não só o valor mais baixo alguma vez cobrado em Portugal como também o menor no conjunto dos 16 países da área do euro, o que ocorre pela primeira vez, pelo menos, nos últimos sete anos. Isto porque o BCE só reúne estes indicadores desde o final de 2002. Uma das possíveis razões para esta tendência é o facto de no resto da Europa haver maior incidência de créditos de taxa fixa, o que os impede de oscilarem tanto, nas subidas e nas descidas. Uma característica confirmada pelo presidente da Sefin, António Júlio de Almeida: "Talvez por razões culturais, a prática da taxa fixa em Portugal seja muito inferior à da maioria dos mercados europeus". Por outro lado, e uma vez que a taxa de juro é igual para toda a Europa, custos mais elevados poderão significar que os bancos em causa estarão a cobrar ‘spreads' mais elevados do que as instituições nacionais.
Fonte: Diário Económico, aqui.

Produto Financeiro complexo

Publicada por José Manuel Dias


O que é um Produto Financeiro Complexo? Segundo a CMVM (Regulamento nº1/2009) tratam-se de ”instrumentos financeiros que, embora assumindo a forma jurídica de um instrumento já existente, têm características que não são directamente identificáveis com as desse instrumento, em virtude de terem associados outros instrumentos de cuja evolução depende, total ou parcialmente, a sua rentabilidade.”

Poupar, poupar...

Publicada por José Manuel Dias


A crise fez as famílias aumentarem o aforro - um termo que caiu em desuso depois do ‘boom' consumista dos últimos anos - mas, apesar de o período de maior turbulência nos mercados financeiros já ter passado, a tendência ganhou raízes e os portugueses estão a apostar em produtos de maturidades cada vez mais longas.
A nova ‘moda' é confirmada pelo Banco de Portugal: de acordo com o boletim estatístico, os depósitos com prazos mais longos (mais de dois anos), que estavam praticamente estagnados durante a maior parte do ano, tornaram-se subitamente atractivos nos últimos três meses e chegaram mesmo a registar um crescimento de 173% em Agosto.
Fonte: Diário Económico, aqui.
A crise tem destas coisas. Faz pensar no futuro. E se muita gente andava a viver acima das suas possibilidades, agora faz bem em reformular as suas prioridades e fazer o aforro que pode ser necessário para os tempos de dificuldades que o futuro pode trazer.

Nada de euforias

Publicada por José Manuel Dias


O membro do conselho do BCE Christian Noyer afirmou hoje que os bancos devem continuar a fazer reformas e a reforçar as bases de capital, tendo recomendado cautela nos dividendos e bónus pagos. Os esforços para reforçar a regulação e o capital da indústria financeira global continuam a ser uma prioridade e devem ser mantidos, mesmo numa altura em que os bancos apresentam “lucros trimestrais impressionantes”, afirmou Noyer num discurso em Singapura, citado pela Bloomberg.
Fonte: Diário Económico, aqui.

Fazer contas à vida

Publicada por José Manuel Dias


Antes de a crise financeira rebentar, em Agosto de 2007, o volume de novos empréstimos para compra de casa contratados em Portugal, nos primeiros oito meses do ano, ascendia a 12,6 mil milhões de euros. Este ano, tomando como referência igual período, o valor em crédito à habitação caiu para metade. Culturalmente, as famílias portuguesas sempre desejaram ter casa própria. A crise veio pôr uma pausa nessa preferência, obrigando muitos a refazerem as contas à vida.
Para uma economia dependente do financiamento bancário para crescer, este fenómeno é particularmente grave pois, em muitos casos, congela a actividade empresarial e empurra as famílias para um patamar de menor riqueza. Era o ajustamento que faltava, defendem vários economistas que leram esse endividamento excessivo como um dos males estruturais da economias. Porém, foi esse dinheiro do endividamento (que nas famílias equivale a quase 130% do seu rendimento disponível) que permitiu comprar casa própria e consumir produtos e serviços estrangeiros, melhorando de forma significativa os níveis de conforto dos lares portugueses. No crédito à habitação, o malparado está mais controlado, mas também sobe. O rácio de incumprimento neste último segmento vale quase 2,8% dos empréstimos totais. É bem menor do que os quase 7% do segmento de consumo, embora caminhe perigosamente para o máximo da série fornecida pelo Banco de Portugal.
Fonte: Jornal i, aqui.

Cadernos do Banco de Portugal

Publicada por José Manuel Dias



Pode consultar aqui os Cadernos do Banco de Portugal, escritos pelo Banco de Portugal com a finalidade exclusiva de informar e esclarecer os consumidores. A informação apresentada é exclusiva do Banco de Portugal. Débitos directos, Central de Responsabilidades de Crédito, Central de Balanços, Transferências a Crédito, Cartões Bancários, Cheques restrição ao uso, Notas e Moedas de Euro, Abertura e movimentação de contas, são alguns dos cadernos publicados. Muita coisa que um consumidor informado deve saber.

Novas regras no crédito habitação

Publicada por José Manuel Dias



As novas regras para os créditos à habitação, publicadas em Diário da República a 17 de Agosto , entram hoje em vigor para facilitar a concessão e renegociação dos empréstimos.
Assim, os bancos passam a ter que adoptar as regras do crédito à habitação aos outros empréstimos associados, conhecidos por multi-opções, o que significam comissões de amortização de capital em dívida mais baixas (0,5%), por exemplo, para quem tem empréstimos para obras ou compra de mobiliário. As instituições financeiras passam também a ter o prazo máximo de um ano para poderem subir o spread (margem de lucro dos bancos) em contratos cujo cliente não esteja a cumprir com o pacote de produtos e serviços financeiros combinados, na altura, e que levaram à bonificação daquela taxa.
Por último, passam a ter que apresentar a Taxa Anual Efectiva Revista (TAER) nas simulações de crédito à habitação sempre que seja proposto ao cliente uma redução de spread à custa da aquisição ou adesão de outros produtos.
Fonte: Expresso, aqui.

Problema ultrapassado

Publicada por José Manuel Dias


Pedro Duarte Neves, vice-governador do Banco de Portugal, afirmou hoje que as instituições financeiras portuguesas resistiram à crise, e já não têm problemas de liquidez. "O problema agudo de liquidez da segunda metade de 2008 e do primeiro trimestre de 2009 está ultrapassado", afirmou Pedro Duarte Neves, citado pela Lusa. Este responsável sublinhou "o programa de garantias e de recapitalização do Estado teve um efeito importante no desanuviar da tesouraria dos bancos". Há exactamente um ano, o Governo anunciou a concessão de garantias pessoais do Estado para o reforço da estabilidade financeira do mercado português, assumindo responsabilidades até 20 mil milhões de euros, de forma a assegurar que os bancos mantivessem o financiamento da economia.
Fonte: Diário Económico,
aqui.
São boas notícias para a economia que o mesmo é dizer para os particulares e para as empresas. O crédito é um instrumento decisivo para o desenvolvimento económico. A fazer fé nas palavras de um dos responsáveis do Banco de Portugal o "dinheiro vai continuar a circular com normalidade".

Coisas positivas (9)

Publicada por José Manuel Dias



Os portugueses estão a pagar menos pelo crédito à habitação do que as famílias dos restantes países europeus. Este ano, a taxa de juro média praticada nos empréstimos, em Portugal, registou a maior queda entre os 16 países Zona Euro. Além disso, Portugal manteve-se como o segundo país da Zona Euro com o crédito à habitação mais barato, ficando apenas atrás do Luxemburgo cuja a taxa média se fixou em 2,38%.
Segundo os dados do Banco Central Europeu (BCE), em 2009, a taxa de juro média no crédito à habitação, em Portugal, protagonizou a maior descida entre as instituições financeiras dos 16 países da Zona Euro, ao descer 3,42 pontos percentuais para 2,44%. Uma queda bastante expressiva, quando comparada com o recuo da taxa média dos empréstimos da Zona Euro, que desceu 0,8 pontos percentuais para 4,28%. As disparidades em relação aos restantes países "podem ser explicadas pelas várias circunstâncias nacionais, tais como: diferentes ‘spreads', diferentes práticas de concessão de crédito nos sistemas bancários nacionais, legislação, etc", explicou fonte oficial do Banco de Portugal, ao Diário Económico. A ler
aqui.

Crédito mal parado sobe

Publicada por José Manuel Dias


Perante o aumento do desemprego, as famílias sentem cada vez mais dificuldades em cumprir com o pagamento dos seus empréstimos. É esta a conclusão que é possível retirar dos últimos dados do Banco de Portugal (BdP), divulgados ontem.
O peso do crédito malparado, no montante total dos empréstimos concedidos às famílias, atingiu o valor mais elevado da última década. Em Agosto, o crédito malparado voltou a aumentar, representando 2,78% do montante de empréstimos concedidos às famílias portuguesas.
Segundo os dados do Banco de Portugal, do total de 135,1 mil milhões de euros de crédito concedido pela banca aos particulares, 3,8 mil milhões de euros correspondem a crédito malparado.
Fonte: Diário Económico, aqui.
A história ensina-nos que os maus créditos nascem nos bons tempos. Agora, com o agravar da crise, o desemprego sobe e, por via disso, muitas famílias entram em incumprimento. É um dos D´s, dos 3 D´s (Desemprego, Doença e Divórcio) habitualmente apontados como as principais causas do incumprimento.

Agradar e encantar

Publicada por José Manuel Dias



O Millennium BCP anunciou hoje que, a partir do próximo dia 10 de Outubro, 28 das suas sucursais implementadas nas capitais de distrito e nos grandes centros urbanos passam a estar abertas ao sábado. "Há dois grandes objectivos, que passam por servir melhor os actuais clientes e captar novos clientes", explicou Nelson Machado, administrador do Millennium BCP, acrescentando que a abertura de parte da rede aos sábados "deixou de ser um projecto e passou a realidade".
A iniciativa decorrerá até ao final de Junho de 2010, implicando a abertura de 20 agências no horário matinal (9h30 às 13h30) nas sucursais de rua, e de oito balcões localizados em centros comerciais (14h00 às 18h00). Os serviços disponibilizados aos sábados serão semelhantes aos oferecidos nas agências nos restantes dias, porém, não estarão disponíveis operações de caixa ao balcão - que podem ser realizadas pela via automática.
Fonte: Diário Económico,
aqui.
Quem sabe que os verdadeiros "patrões" são os clientes tem uma preocupação cimeira: ajustar a oferta às efectivas necessidades dos consumidores. Não basta agradar, é preciso encantar.

A gestão do crédito

Publicada por José Manuel Dias


O número de instituições financeiras que não conseguem cobrar pelo menos 20% dos créditos concedidos atingiu o valor mais elevado dos últimos 18 anos, sinalizando mais falências bancárias nos EUA. Pelo menos 26 bancos têm uma taxa de incumprimento dos créditos concedidos superior a 20%, sendo que três destes bancos têm um crédito malparado superior a 50%, indicam os dados da agência governamental FDIC, compilados pela Bloomberg. Os especialistas consideram que uma taxa de incumprimento do crédito concedido superior a 5% representa um grave risco para as instituições financeiras.Embora as autoridades norte-americanas poderão não forçar estes bancos a encerrar as portas, a necessidade destes aumentarem os respectivos capitais e reduzirem o crédito que concedem poderá atrasar a retoma económica em pelo menos nove estados norte-americanos, nota a Bloomberg.
Fonte: Diário Económico, aqui.
Dizem que o negócio dos bancos é a gestão dos riscos. A avaliar por esta notícia os bancos da terra do Tio Sam não se podem orgulhar da qualidade do respectivo negócio. Têm tomado riscos que não deveriam e, agora, com o acentuar da crise, os incumprimentos vêm crescendo, colocando mesmo em causa a sobrevivência de alguns deles. Para garantirem o futuro algumas dessas instituições são forçadas a aumentarem os capitais próprios e a "reduzirem o crédito concedido". Caso para dizer que "errar é uma forma dolorosa de aprender".

Crédito mais difícil

Publicada por José Manuel Dias


Soube-se no final da semana passada. A Moody's, uma das mais conceituadas agências de rating a nível mundial, baixou marginalmente a notação de rating da maior parte dos grandes bancos portugueses, tendo mantido a notação dos restantes.
A decisão já era aguardada, tendo sido pré-anunciada em Abril último. Implica um agravamento do custo do crédito para as instituições atingidas, podendo implicar também, sobretudo para as mais pequenas, algum tipo de restrição ao financiamento. Para os dez milhões de portugueses: crédito mais caro, e menos crédito.
Daniel Bessa, no Expresso, a ler na íntegra aqui.

Comissões Bancárias

Publicada por José Manuel Dias


Portugal é um dos Estados-membros dos 27 em que as comissões bancárias são mais baratas, segundo um relatório da Comissão Europeia divulgado hoje que aponta “inúmeros problemas” na forma como os bancos europeus informam e aconselham os seus clientes. O Relatório da União Europeia sobre os serviços financeiros coloca Portugal no quarto lugar dos preços menos elevados das comissões bancárias cobradas nas contas correntes. Segundo a Comissão Europeia, Portugal tem “comissões bancárias muito baixas” e está “acima da média” europeia em termos de “simplicidade” e “transparência” do sistema de informação aos clientes. Portugal faz, por outro lado, parte de um grupo de países onde os consumidores preferem fazer transacções por via electrónica (internet), um sistema utilizado por 83 por cento do total. No entanto, o número de transacções por cliente está abaixo da média europeia.
Fonte: Público, aqui.
A análise comparativa é um bom indicador da nossa qualidade de desempenho. As comissões bancárias são baixas mas a transparência da informação deve melhorar. Se são baixas é expectável que subam, atenta a actual realidade dos Bancos, mas existe sempre um alternativa: o recurso às transacções electrónicas que têm associadas comissões mais baixas. Quanto à qualidade de informação existe um grande caminho pela frente - embora seja justo dizer-se que no passado recente muito tem sido feito neste domínio - para saber o que se paga e como se podem comparar as diversas ofertas.

O optimismo contagia

Publicada por José Manuel Dias


A euforia está, definitivamente, instalada no mercado accionista português. Se na sessão de quarta-feira o PSI 20 não foi além da "ameaça", ontem o índice conseguiu fechar acima da barreira psicológica dos 8.000 pontos, tocando em máximos de quase um ano. Para alcançar um patamar superior ao de ontem, nos 8.070,07 pontos, é necessário recuar até ao dia 26 de Setembro do ano passado, dia em que a praça nacional terminou nos 8.190,10 pontos.
A recente escalada do PSI 20 não tem sido mais do que o reflexo do sentimento de optimismo dos investidores mundiais. "A subida dos mercados internacionais e a diminuição da aversão ao risco por parte dos investidores está a contribuir para a subida em Lisboa", afirmou Pedro Lino, CEO da corretora Dif Broker. Já Vasco Balixa, da Ok2Deal, justifica os ganhos com a divulgação de "dados económicos favoráveis e a saída do estado de recessão técnica de alguns países".
Fonte: Diário Económico,
aqui.