A fábrica de baterias para carros eléctricos da Nissan-Renault será construída em Aveiro, tal como avançou o Diário Económico. A fábrica representa um investimento de 250 milhões de euros e vai criar 200 novos postos de trabalho. O Diário Económico noticiou na semana passada que Aveiro tinha sido a cidade escolhida para a localização da fábrica de baterias de iões de lítio, devido, entre outros factores, à proximidade de outra fábrica do grupo Renault-Nissan. Em Julho, o presidente Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Basílio Horta informou que a fábrica terá uma capacidade anual de produção de 60 mil baterias por ano.
Como é possível que um clube com 87 anos de existência se veja confrontado com esta realidade? Como é possível que se chegue a esta situação caricata de não existirem verbas para pagar o policiamento do jogo? A quem devem ser assacadas responsabilidades por esta situação ? Quem vai ficar associado ao fim do clube mais representativo do Distrito de Aveiro?
A PT Inovação, a Universidade de Aveiro e o Instituto de Telecomunicações desenvolveram um equipamento óptico de elevado desempenho que permite levar até casa das pessoas a internet em fibra óptica com velocidades até 10Gb/s. Este equipamento, que poderá ser lançado no mercado dentro de aproximadamente um ano, é o produto de 18 meses de desenvolvimento de uma equipa multidisciplinar composta por cinco investigadores do Instituto de Telecomunicações e da Portugal Telecom Inovação.
O projecto foi desenvolvido no âmbito dos Planos de Inovação de 2007 e 2008 que engloba as actividades de inovação tecnológica exploratória do Grupo PT e onde a PT Inovação investe anualmente cerca de 6% das suas receitas em projectos com universidades portuguesas e estrangeiras e ainda organismos internacionais de I&D.
Os principais objectivos do projecto consistiram em massificar a oferta de banda ultra larga (acima de 2Gb/s) até casa dos utilizadores, através da única tecnologia possível para o efeito: a fibra óptica. Neste quadro foram exploradas tecnologias inovadoras, que permitiram obter equipamentos de baixo custo.
O projecto foi desenvolvido no âmbito dos Planos de Inovação de 2007 e 2008 que engloba as actividades de inovação tecnológica exploratória do Grupo PT e onde a PT Inovação investe anualmente cerca de 6% das suas receitas em projectos com universidades portuguesas e estrangeiras e ainda organismos internacionais de I&D.
Os principais objectivos do projecto consistiram em massificar a oferta de banda ultra larga (acima de 2Gb/s) até casa dos utilizadores, através da única tecnologia possível para o efeito: a fibra óptica. Neste quadro foram exploradas tecnologias inovadoras, que permitiram obter equipamentos de baixo custo.
Fonte: Jornal da Universidade de Aveiro, aqui.
O grupo português Pecol, líder ibérico na fabricação de parafusos, comprou a concorrente italiana Tevi, reforçando assim a sua internacionalização.Em comunicado, a empresa afirma que a aquisição, cujo valor não foi revelado, vai permitir alargar a sua "gama de oferta e reforçar a sua presença na Europa, dando continuidade ao seu programa de internacionalização". A Pecol, líder a nível ibérico e a quinta maior empresa do sector a nível europeu, afirma ainda que está a analisar duas outras aquisições. Criada em 1983, já está presente, além do mercado italiano, em Angola e em Espanha. Com 340 colaboradores, a Pecol, que foi alargando a sua oferta, além dos parafusos, para produtos como buchas, vedantes, ferramentas e material de soldadura e de segurança, regista um volume de negócios da ordem dos 50 milhões de euros, tendo os mercados externos um peso superior a 25 por cento.
Fonte: Público, aqui.
Carlos Candal, membro histórico do Partido Socialista e deputado por aquele partido em várias legislaturas, faleceu hoje aos 71 anos de idade. Carlos Candal estava internado nos Hospitais da Universidade de Coimbra desde 14 de Maio, data em que se sentiu mal durante uma acção de pré-campanha de Vital Moreira na Universidade de Aveiro.
Carlos Candal desmaiou durante um encontro do cabeça de lista do PS às europeias, Vital Moreira, com estudantes universitários, em Aveiro. Foi assistido no local por uma equipa médica e depois transportado para o Hospital de Aveiro. Antes de abandonar o auditório da Universidade de Aveiro, Candal, que era o mandatário distrital da candidatura de Vital, não deixou de manifestar o seu habitual humor: “Desculpem lá ter-vos estragado isto. Hoje não fumo mais.” Do Público, aqui.
Conheci o Carlos Candal antes do 25 de Abril. Andava no sétimo ano do Liceu Nacional de Aveiro. Tínhamos ousado fazer um greve às aulas com o propósito de exigir um ensino mais democrático. Uma greve muito participada mas que se reflectiu em preocupações acrescidas para muitos de nós. Ouvimos, na oportunidade, o Carlos Candal. As sugestões que nos deu foram de grande utilidade. As suas palavras tranquilizaram-nos. Dois meses depois era Abril. Sossegámos por completo. Obrigado Carlos Candal. Até sempre!
Quatro instituições de ensino superior portuguesas recebem hoje rótulos europeus de qualidade especiais em reconhecimento dos seus esforços no sentido de facilitar aos estudantes a possibilidade de estudar no estrangeiro. As universidades de Aveiro, do Minho, Técnica de Lisboa e o Instituto Politécnico de Tomar estão entre as 65 instituições de ensino superior de 16 países europeus que demonstraram “excelência” na aplicação do Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos (ECTS) e do Suplemento ao Diploma (DS). Segundo a Comissão Europeia, estes dois instrumentos europeus que tornam o ensino e a aprendizagem mais transparentes e facilitam o reconhecimento de estudos e qualificações.
Fonte: Público, aqui.
Os bons exemplos deveriam multiplicar-se. Aveiro foi umas das Universidades que passaram a Fundação Pública.
O banco holandês ING lançou no seu país um serviço muito particular denominado "Viva onde quiser" e que permite aos seus clientes avançar com uma oferta a um imóvel que gostem, mesmo que não esteja à venda. Os gestores desta instituição encarregam-se de se porem em contacto com o proprietário, comunicar-lhe a oferta, e estudar depois as opções de financiamento caso seja necessário. Quando os clientes mudam, há que agir, e rápido. No castigado sector da distribuição comercial, apesar dos menores rendimentos dos clientes, existem empresas que estão a aprender a adaptar-se rapidamente à mudança, como aconteceu com a Auchan Portugal com os seus hipermercados da marca Jumbo, com o seu posicionamento bem claro em termos de preço, boa combinação de marcas líderes e marcas próprias, e a abertura de novos canais como é o das vendas pela Internet. Deste modo, a empresa conseguiu aumentar os seus resultados operacionais em cerca de 10% no último exercício. Com uma incidência completamente distinta, o El Corte Inglés iniciou um processo de abertura de novos supermercados da sua marca Supercor, com a inauguração de um estabelecimento em Aveiro e dirigido a um segmento de clientes que valorizam a qualidade e a variedade da oferta. A diferenciação pode ser uma arma mais eficaz do que o preço, dependendo do perfil de cliente.
Fonte: Diário Económico, aqui.
O conhecido historiador de Aveiro Amaro Neves defendeu, no dia em que se comemorou 250 anos sobre a assinatura, por D. José I, da elevação a cidade, que “Aveiro não justificava ser cidade e foi-o por razões políticas”. O historiador descreve Aveiro de há 250 anos como uma pequena vila muralhada, de feição medieval, ainda que de carácter burguês, devido às actividades salineiras, piscatórias e mercantis, mas que se encontrava decadente devido ao assoreamento da Ria. A elevação a cidade, sustenta, “foi justificada por um pseudo-atentado contra o rei, já que não há provas seguras de que o atentado tenha existido, de que seria tido como principal responsável o duque.
Cortada a cabeça do duque, havia que granjear a simpatia das pessoas tuteladas pelo duque de Aveiro. Entendeu o rei que essa seria uma forma de compensação.
Fonte: Diário de Aveiro, aqui.
Cortada a cabeça do duque, havia que granjear a simpatia das pessoas tuteladas pelo duque de Aveiro. Entendeu o rei que essa seria uma forma de compensação.
Fonte: Diário de Aveiro, aqui.
Os entusiastas da "faina maior" vivem dias sobressaltados. Ainda com a emoção de acompanhar o restauro, em fase adiantada, do Santa Maria Manuela, assistem agora ao resgate de outro dos grandes símbolos do período áureo da pesca do bacalhau. Está previsto para as 08.00 de hoje a entrada na barra do Porto de Aveiro do Argus, mítico lugre bacalhoeiro que volta a Portugal 35 anos depois de ter deixado o País.
O antigo lugre motor de quatro mastros, ultimamente a navegar com o nome de Polynesia II, voltou a ter dono nacional, concretamente a empresa de pescas Pascoal & Filhos, da Gafanha da Nazaré, em Ílhavo. Foi adquirido, a 22 de Janeiro, durante um leilão, em Arruba, nas Caraíbas
O antigo lugre motor de quatro mastros, ultimamente a navegar com o nome de Polynesia II, voltou a ter dono nacional, concretamente a empresa de pescas Pascoal & Filhos, da Gafanha da Nazaré, em Ílhavo. Foi adquirido, a 22 de Janeiro, durante um leilão, em Arruba, nas Caraíbas
Um barco com história cujo regresso a Portugal é saudado por todos.
A Universidade do Porto decidiu hoje (ontem) passar a fundação pública, numa votação realizada no seio da Assembleia Estatuária daquela instituição. A transformação é um passo para a universidade poder ser uma das melhores da Europa, disse o reitor da instituição."A transformação em fundação não é uma panaceia, mas as vantagens que traz dão-nos maior capacidade para evoluir no sentido que pretendemos, que é sermos uma das melhores universidades da Europa", afirmou o reitor, José Marques dos Santos, no mesmo dia em que a assembleia da Universidade de Aveiro também aprovou a transformação da universidade para fundação. Nas votações de hoje, só dois votos foram contra. "Estas coisas nunca são unânimes, mas a votação foi muito expressiva", frisou Marques dos Santos.
Fonte: Público, aqui.
(*) não espera acontecer. Um excelente exemplo para as outras instituições do Ensino Superior. Depois do ISCTE, a Universidade de Aveiro e a Universidade do Porto decidiram transformar-se em Fundações. Maior autonomia, maior responsabilidade e o caminho aberto para fazerem mais e melhor, sem precisar de mendigar apoios ao Estado. Começa uma nova etapa: "2009 será um ano especialmente exigente, em que é necessário concretizar o processo de mudança”, reconhece a Reitora da Universidade de Aveiro. Uma lição para os Calimeros que por aí pululam...
A fábrica de Cacia do grupo Renault voltou a suspender na passada segunda-feira a produção e não renovará os contratos a termo de três dezenas de trabalhadores, disse a administração à comissão de trabalhadores. Segundo Francisco Costa, da comissão de trabalhadores, a crise no sector automóvel está a preocupar os que trabalham na fábrica de Cacia, mas a administração disse não estarem em perspectiva despedimentos de pessoas do quadro.
De acordo com o representante dos trabalhadores, "o que foi comunicado pela administração é que não vão ser renovados, no final deste ano, três dezenas de contratos a termo, havendo ainda outros trinta contratados nessas condições cujo vínculo expira no próximo ano".
Na reunião foi também analisado o calendário de paragens da produção para não acumular 'stocks'. A fábrica de Cacia tem actualmente cerca de 1100 trabalhadores e é a segunda maior unidade do sector automóvel em Portugal, logo a seguir à Autoeuropa.
De acordo com o representante dos trabalhadores, "o que foi comunicado pela administração é que não vão ser renovados, no final deste ano, três dezenas de contratos a termo, havendo ainda outros trinta contratados nessas condições cujo vínculo expira no próximo ano".
Na reunião foi também analisado o calendário de paragens da produção para não acumular 'stocks'. A fábrica de Cacia tem actualmente cerca de 1100 trabalhadores e é a segunda maior unidade do sector automóvel em Portugal, logo a seguir à Autoeuropa.
Fonte: Semanário Expresso, aqui.
Estes não constestam as avaliações, nem se importariam de continuar a cumprir com os objectivos fixados. O mercado é, no entanto, determinante. A quebra de vendas repercute-se na produção e na mão de obra necessária. Ajustamentos inevitáveis. Os que ficam devem continuar a assegurar a produtividade requerida. Existem profissionais da Administração Pública que não sentem, ainda, a necessidade de melhorar a eficiência atenta a restrição de recursos financeiros. Questão de tempo.
Estes não constestam as avaliações, nem se importariam de continuar a cumprir com os objectivos fixados. O mercado é, no entanto, determinante. A quebra de vendas repercute-se na produção e na mão de obra necessária. Ajustamentos inevitáveis. Os que ficam devem continuar a assegurar a produtividade requerida. Existem profissionais da Administração Pública que não sentem, ainda, a necessidade de melhorar a eficiência atenta a restrição de recursos financeiros. Questão de tempo.
"Aos nossos trabalhadores pedimos flexibilidade no ajustamento à sazonalidade da procura. Ao Governo pedimos que esta prática seja consagrada no novo código de trabalho", afirmou João Paulo Oliveira, administrador e representante do grupo Bosch em Portugal. À entrada da fábrica de esquentadores, em Aveiro, uma mensagem do presidente da empresa apela, também, directamente aos trabalhadores, recordando os problemas existentes no sector automóvel, dominante nas contas do grupo, e defendendo as virtudes da flexibilidade. Com um volume de negócios global de 46,3 mil milhões de euros, o grupo Bosch tem no sector automóvel 61% das vendas. Em Portugal, onde conta com seis unidades e o seu centro de competência mundial para o aquecimento de água doméstica, a área automóvel também domina. Em 2007, o grupo facturou 820 milhões em Portugal, menos 4,5% do que em 2006, e as exportações das suas subsidiárias em território nacional totalizaram 723 milhões, com o sector automóvel a absorver 56% das vendas, contra 61% no ano anterior.
Fonte: Semanário Expresso, aqui.
Manuel Madaíl, empresário e ex-autarca, está a construir um lar de idosos para oferecer à população de Aradas, uma freguesia de Aveiro. O apoio deverá estender-se aos estudantes e às mães solteiras.
Um empresário de Aveiro vai oferecer um lar da terceira idade à população de Aradas, a freguesia onde nasceu e onde foi presidente da Junta de Freguesia, entre 1976 e 2001. Manuel Madaíl, 75 anos, o mecenas de que falamos, está a investir 1,5 milhões de euros num equipamento inexistente em Aradas. Quarenta idosos vão beneficiar da nova infra-estrutura, dotada de lar, centro de dia e apoio domiciliário, já visível junto ao cemitério de Aradas.
Estaria a ser egoísta se nada fizesse pelos outros tendo para isso possibilidades", justifica. Manuel Madaíl vai entregar a gestão do lar à "paróquia". A única coisa que exige é que haja "justiça nas admissões".
Manuel Madaíl gosta de trabalhar no anonimato (recusou ser fotografado) e raramente aparece em acontecimentos públicos apesar de ser um dos mais respeitados e cotados empresários de Aveiro.
Manuel Madaíl gosta de trabalhar no anonimato (recusou ser fotografado) e raramente aparece em acontecimentos públicos apesar de ser um dos mais respeitados e cotados empresários de Aveiro.
A sociedade civil pode ter um papel mais relevante do que aquele tem tido, constituindo-se como o vértice de um triângulo que tem o Estado e o Mercado como parceiros. Importa, no entanto, que casos como o deste empresário frutifiquem. Valores e princípios podem ter tradução prática.
Retomo o convívio com os leitores do Diário de Aveiro, depois de uma interrupção de alguns meses, agora numa crónica com um nome distinto: Sociedade Aberta. A mudança não será substancial, mas terá um espírito mais marcado, que o seu título sintetiza.
Embora a expressão venha do filósofo Henri Bergson, o nome é inspirado no da obra do grande pensador Karl Popper, “A Sociedade Aberta e os Seus Inimigos”. A sua alma procurará estar de acordo, em grande medida, com as ideias aí defendidas por aquele filósofo, que tão bem compreendeu, descreveu e marcou a actual sociedade ocidental. Recuso qualquer pretensiosismo da minha parte, embora reconheça o abuso da expressão que deu nome a uma das suas obras mais conhecidas. Porém, julgo-me absolvido por recorrer ao seu pensamento inspirador, o que, com a devida humildade, mais não é que o reconhecimento da sua importância para a nossa sociedade.
Embora a expressão venha do filósofo Henri Bergson, o nome é inspirado no da obra do grande pensador Karl Popper, “A Sociedade Aberta e os Seus Inimigos”. A sua alma procurará estar de acordo, em grande medida, com as ideias aí defendidas por aquele filósofo, que tão bem compreendeu, descreveu e marcou a actual sociedade ocidental. Recuso qualquer pretensiosismo da minha parte, embora reconheça o abuso da expressão que deu nome a uma das suas obras mais conhecidas. Porém, julgo-me absolvido por recorrer ao seu pensamento inspirador, o que, com a devida humildade, mais não é que o reconhecimento da sua importância para a nossa sociedade.
Ângelo Ferreira, no seu novo Blogue Sociedade Aberta
Sugiro uma espreitadela ao blogue deste meu amigo. As seguintes serão ditadas pelo gosto da primeira.
... a bicicleta de água. Uma alternativa ecológica e desportiva que está a suscitar grande interesse cá pelo burgo. Um modelo de bicicleta que permite pedalar em cima da água e que foi criado por um desempregado que pretendiar criar o seu próprio emprego. Um bom exemplo de empreendedorismo. Para ver o vídeo clicar aqui.
Uma máquina já venceu o melhor jogador de xadrez do mundo, Garry Kasparov. Mas será alguma vez um conjunto de máquinas capaz de vencer a selecção campeã mundial de futebol? A pergunta pode parecer disparatada. Pura ilusão. Desenhar uma máquina para vencer o melhor jogador do mundo de xadrez é "pensar que só há inteligência do pescoço para cima". Desenhar uma equipa de robôs que consiga vencer Cristiano Ronaldo e os seus companheiros é partir do princípio de que "a inteligência é muito mais do que isso". Quem o diz é Porfírio Silva.
Porfírio Silva nasceu em Aveiro, tem 45 anos. Foi Presidente da Associação de Estudantes da Escola Secundária Homem Cristo. Doutorado em Filosofia. Especialista em inteligência artificial. É com profundo orgulho que o incluo no grupo dos meus amigos. Tem um Blogue que merece ser visitado: o Machina Speculatrix.
Aveiro é quinta melhor cidade para se viver em 2007, de um universo de meia centena de cidades do Continente e dos arquipélagos da Madeira e dos Açores. O "ranking" foi divulgado no âmbito de um estudo efectuado e publicado pela revista " Única" do semanário Expresso.
Depois de Lisboa (1º), Guimarães, Évora e Porto, Aveiro surge como a cidade que, dentro de um conjunto de vinte critérios, apresenta melhores condições para se viver. Dos critérios tidos em conta, o destaque (a nível nacional) reside na "Relação com a água e a paisagem" que é considerada uma das suas principais mais valias.
As comemorações do " Dia Europeu Sem Carros 2006” estão a decorrer hoje na cidade de Aveiro. Este ano de 2006, a zona sem tráfego automóvel é a zona do Bairro da Beira-Mar, das 08.00 de 22 de Setembro às 02.00 de amanhã. No período das 19.00 do dia 22 às 02.00 horas do dia seguinte, a Rua João Mendonça, Rua Barbosa de Magalhães, Largo do Rossio, Rua João Afonso de Aveiro e Rua Bernardino Machado são abertas ao trânsito de veículos a motor por forma a permitir o acesso aos parques de estacionamento junto ao Canal de São Roque.
Registe-se, entretanto, que a Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta atribuiu à Câmara de Aveiro o Prémio Nacional “Mobilidade em Bicicleta” na categoria das Autarquias. A Federação «entendeu que o empenho da autarquia, ano após ano, na utilização da bicicleta (entre as quais o projecto BUGA) é merecedor da vertente “Autarquias” do Prémio Nacional “Mobilidade em Bicicleta” que visa reconhecer publicamente o contributo de determinadas entidades que tenham promovido a utilização da bicicleta nas suas múltiplas vertentes, através da criação ou melhoria das condições e facilidades em Portugal e/ou da divulgação de iniciativas fomentadoras do uso deste veículo não motorizado».
O nome BUGA - tem uma finalidade descritiva, pois é a sigla da Bicicleta de Utilização Gratuita de Aveiro. As Bugas são disponibilizadas gratuitamente a todos os cidadãos, sem burocracias e com total liberdade: basta pegar, andar e largar. As Bugas pretendem ser a marca de um estilo de vida mais saudável, em permanente relação com a natureza, fazendo da cidade um local privilegiado para se viver e, claro, para visitar.
O tradicional Barco Moliceiro vai ser objecto de uma candidatura a Património Imaterial da Humanidade, uma distinção atribuída de dois em dois anos pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura). A candidatura está a ser preparada pela Associação dos Amigos da Ria e do Barco Moliceiro, com o apoio da Região de Turismo da Rota da Luz.
O Barco Moliceiro é considerado o Ex-libris da Ria de Aveiro. Este tipo de embarcação foi destinado originariamente à colheita e transporte da vegetação aquática, ocupação conhecida pelo termo popular de "apanha do moliço", produto de grande valor económico para fertilizar as terras. O barco distingue-se pelo elegante exotismo da sua proa estilizada e sobre erguida, e pela sua alegre decoração de cores garridas e apelativas. Hoje são comuns os passeios pela ria em moliceiro, observando belezas naturais únicas, como as salinas de Aveiro e a Reserva natural das Dunas de S. Jacinto. A região de Aveiro verá reforçada a sua atractividade turística se esta candidutura for coroada de êxito.
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